The Killer.
20 XXX – bombas
Notas iniciais
“... só aproveitando para dizer para os que me amam e são correspondidos que eu estou muito bem, não se preocupem comigo. Tchau”.
A imagem focou a âncora do jornal, que exibia um falso sorriso.
— Como podem ver a Rachel Berry não aprece preocupada com a sua condição, ela parece ser feliz com o Killer, mas isso pode ser obviamente um truque dele próprio, e por isso, a policia continua com as investigações.
Finn bufou.
— Acho que antes de jogar uma bomba da Casa Blanca, você bem que poderia jogar uma bomba nessa âncora, ela é horrível.
Rachel disse enquanto fazia uma careta.
— Não é uma má ideia.
— Você vai explodir a Casa Blanca?
— Com certeza. Afinal, eles não confiaram em mim certo?
— E quando vai ser isso?
Ele não disse nada.
— Ai meu Deus, já está acontecendo?
— Daqui à uma hora. Dei a ordem enquanto você estava com o Bruce.
Rachel tremeu na cadeira.
— Eu aposto que você não vai parar ai.
— Não vou mesmo, ou eles me deixam em paz, ou eles morrem todos, um por um.
— Matar os outros não te deixa culpado?
— Você já sabe a resposta, eu não vou perder meu tempo falando para você.
Rachel rolou os olhos.
Uma hora depois, a Casa Blanca foi atingida por uma bomba, a explosão matou todos e o então presidente Obama.
— Ainda estão procurando vitimas sob os escombros.
Rachel estava boquiaberta, e o Killer batia palmas, estava sentado na sua mesa...
— Só faltava o cara não está na casa.
Rachel voltou a olhar para a televisão.
— A policia alega que já esta encontrando meios para encontrar o Killer e por isso não vai parar as buscas. A população teme novo ataque.
Começou a passar outra noticia, o Killer levantou e deu a volta na sua mesa e sentou-se na sua cadeira.
— O que você vai fazer?
Ele não respondeu, já estava com o telefone no ouvido.
— Alô? Gostaria de falar com você, Will, sabe como posso fazer para jogar uma bomba na CNN?
Rachel riu.
— Ótimo, mas eu acho que poderíamos mudar de alvo, sim, algo em algum outro lugar no mundo.
Ele parou um pouco, e Rachel começou a ficar nervosa, se pudesse levantar, levantava.
— Ideia perfeita. Sim, perfeita, amei. Pode fazer isso, mande uma ameaça ok? Um aviso, mas dessa vez, não espere muito para jogar a bomba, ok. Tchau.
Ele desligou o telefone sorrindo.
— Aonde é a próxima bomba?
— Brasil.
— Por quê?
— Por que estão me procurando lá também, pelo o que eu entendi, estão dando muito foco a minha procura para abafa escândalos internos do País.
— E onde será a bomba lá?
— Brasília. No Palácio do Planalto.
— É impressão minha, ou você quer acabar com todos os centros políticos dos países?
— Acertou.
— Por quê?
— Um país sem política, é um país sem regras, ou seja, um país em caos. País em caos, não perde tempo procurando The Killer.
Rachel não se atreveu a falar nada, ele estava certo, um país sem política é um país em caos, assim os filósofos gregos acreditavam, então preferiu usar outro método com ele.
— Não tem medo de ir para o inferno?
Ele a fitou confuso.
— Você mata muitas pessoas.
— Irei para o inferno, para encontrar com aquele que um dia tirou a vida de uma criança.
Disse serio e depois completou:
— A piedade é assassina, pois perdoam aqueles que matam. Shakespeare.
Ela sabia aonde ele queria chegar, quando precisasse, ele teria o perdão e ela sabia disso, agora só lhe restava esperar esse momento chegar.
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