The Key
1 Capítulo 1 - O começo
Notas iniciais
1º de Janeiro de 2008 – Cidade de Amen, Iowa.
O relógio soava insistente, informando onze e meia, hora de levantar. Abriu os olhos lentamente, ainda sonolentos e com pontadas na cabeça, foi levantando e tentando se localizar. Seguindo os olhos ao redor, viu que estava no quarto de hóspedes, na casa de seus tios. Um quarto pequeno, com paredes brancas e chão de madeira. Ao se trocar, observou um silêncio na casa, o que despertou sua atenção. Pois estava em uma casa com seus pais e tios, o que não explicava tanto silêncio.
Abrindo a porta do quarto, avistou móveis da sala derrubados, quebrados. Ela não acreditava que a festa havia sido a causa de tanto estrago. Ainda meio confusa, Pammela (15), foi saindo do quarto devagar e tentando ouvir ou ver alguém, até que viu uma mancha de sangue na parede. Com seus olhos arregalados e coração acelerando, o passo aumentou até uma corrida pelo corredor da casa até o quarto onde seus pais estavam, mas chegando lá, viu nada mais que bagunça e mais sangue pelo chão. Com mil pensamentos horríveis do que poderia ter acontecido, com os olhos enchendo de lágrimas e um medo crescendo, resolveu ir ao quarto dos tios, que ficava mais a frente. Sem sucesso.
Ela se via sozinha, desesperada e não sabia mais o que fazer. “Como um estalar de dedos”, voltou desesperada pelo corredor, passando a sala e indo para o quarto ao lado do que ela estava sendo ele de sua prima. Chegando lá, abriu a porta e viu que a única coisa remexida era a cama vazia. Olhou no banheiro do quarto, voltou, abriu o armário branco dela e, quando já estava saindo do quarto, ouviu um barulho e decidiu olhar o único lugar que ela ainda não havia procurado, debaixo da cama. Quando ela se abaixou para ver, viu Maureen (10) chorando e com muito medo. Ela a perguntou o que havia acontecido, mas ela só chorava. Então ela insistiu em perguntar o que tinha visto e, como resposta, só a palavra "ELES".
Depois de um tempo, e mostrando para sua prima que não precisava se preocupar com mais nada, ainda, saíram devagar do quarto e foram para a sala sentar e pensar um pouco. Mais tarde, em meio à bagunça, e ainda assustadas, ouviram alguém batendo na porta, mas o medo não deixava com que elas fossem atender.
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