The Journey: Into the Darkside

5 Cap. V - "Três missões, dois dias"


Notas iniciais
Este é o quinto episódio do arco um, que apresenta todo o novo mundo de The Journey após a derrota de Satanás em uma batalha direta com Arthur Luczien, rendendo consequências concretas, como sua fama e destruição de parte de Nova York, como adjacentes, inspiradas em todo o poder que Arthur exibiu em seu máximo: o poder que os mutantes conseguiam alcançar. Com uma rede de tráfico de mutantes construída no submundo, é Diana Fudiangan quem dá os primeiros passos para, de forma extraoficial, conseguir evitar que os seus sejam massacrados ou escravizados entre os mais desumanos.

O episódio começa com uma assembleia da ONU, em Nova York. O saguão estava cheio de representantes de diversos países, menos a Rússia que não quis fazer sua presença. Arthur estava bem arrumado em uma cadeira e vai até o palanque conversar com as autoridades. Ele começa apresentando a população de mutantes que existem no mundo, jovens com o metágene ativo que lhes permite acesso a poderes especiais. Ele aponta que a população de mutantes vive, em maior parte, reprimida e escondendo suas habilidades do mundo com medo do preconceito e, também, do tráfico internacional de mutantes.

Todos se chocam com a afirmação, e antes que o Arthur pudesse explicar melhor sobre o quê seria esse tráfico, um homem protestando do lado de fora, líder do movimento anti-mutantes que ainda era tímido, se pronuncia dizendo que não. Mutantes eram resquícios de Satanás deixados antes do fim do apocalipse e merecem ser tratados como tal. Arthur revela que também é um mutante e foi ele quem impediu Satanás de triunfar, então recebe a acusação de ter sido ele quem trouxe o demônio para a dimensão dos mortais. De repente, o homem se convulsiona, e se transforma em um brutamontes como um neandertal. Os guardas surgem e sugerem uma fuga, Arthur abre espaço para que os diplomatas possam sair, até quando vê a besta indo em sua direção. Ele a enfrenta, mas é jogado contra o teto e cai desacordado.


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Diana então inicia um flashback, narrando que todos os eventos daquela noite aconteceram três dias antes. Tudo começou quando Diana estava em uma missão extraoficial com o Arthur em uma cidade que ficava no sul da Colômbia. Suas fontes do submundo dizeram que um importante ingrediente que era usado na filtragem dos sujeitos mutantes dos sem mutação, a droga "veneno", era fabricada lá. O veneno era um psicoestimulante, no estilo cocaína, que também agia como um esteróide fortalecendo os músculos e aumentando a pressão sanguínea.

A missão era identificar e examinar o veneno, mas antes que chegassem dois holofotes recaem sobre eles. Uma criatura, Bruno Alvarás, surge por detrás da luz surpreso que iria receber em sua humilde fábrica uma celebridade, se referindo a Arthur. Mais atrás, um rosto conhecido: Ado Tashiki, mais conhecido como Infalível. Diana se aproxima dele como se fosse um amigo que não via faz tempo. Ela comenta que não imaginava Ado prestando seus serviços para alguém tão simples como Bruno. Infalível lhe dizer que há coisas mais importantes em jogo, e por isso o quiseram ali. Ele pergunta se Diana ainda não sente saudades de quando era capitã da Liga da Morte, com Diana dizendo que até sente sim falta das longas conversas que teve com Ado, de noite, enquanto viam a luz da Lua refletida sobre o lago da sede. Ado o olha sorrindo após essa fala. Logo, ela revela que agora está feliz com a vida que escolheu, e os ideais dos Twelve são os que lhe fazem mais sentido e, na verdade, sempre fizeram. Pedindo desculpas para Ado. O homem diz que as pessoas são quem são, e tentar tirar isso delas é pedir que não sejam mais quem elas eram. Estava, assim, feliz por sua mudança. Ele olha para trás, um snapper mirava bem na nuca dela.

Arthur e Bruno estão tendo uma conversa hostil. Bruno se gaba pelo fato que todos os seus amigos o chamam de "El masacrador", e que nenhuma pessoa entra na Colômbia sem ele saber. Arthur, então, narra algumas operações na Colômbia que ele tinha conhecimento e, perplexo, Bruno responde com violência. Uma briga física começa entre Bruno e Arthur, até que o quê parecia equilibrado desmorona e Arthur se desestabiliza. Ele pergunta se aquele era o veneno que tanto falavam, mas Bruno diz que veneno ele só dava aos seus clientes. Aos oponentes, ele servia sua verdadeira força. A briga se segue, e Arthur é dominado por Bruno que pisa em seu rosto enquanto sorri.

O snapper atira em Diana, mas é surpreendido quando Ronald sai da moita e, em sua armadura de aço, brinca que não pode ser baleado. Nesse momento, Ado oferece a Diana a chance de escolher qual arma iriam lutar, e ela escolheu a katana. Um longo período de silêncio tornava aquele momento pior, e logo violentamente ambos jogam suas katanas (Ado deu uma katana a Diana) violentamente um no outro, chegando num impasse de sair até faíscas. Diana aproveita para falar que sabia que iria ver Ado ali hoje, ele estava ali por ela. Ado sorri e a briga continua.

Ronald está sofrendo tiros de todo o arsenal que o snapper tinha, e nenhum perfura sua armadura. O snapper comenta que odeia pessoa "a prova de balas", e Ronald ostenta que "é difícil de matar". "Me mostre", diz o snapper. Com uma metralhadora, ele volta a tentar destruir a superfície de aço no corpo de Ronald, enquanto ele está distraído com a batalha, joga uma granada em Arthur, que tinha acabado de se estabilizar em sua briga. De volta ao chão, Arthur volta a ser espancado por Bruno. A Diana viu aquilo. Enquanto via, Ronald estava distraído e o snapper descarrega sua arma nele, apenas para ele admitir que ele é assim e ponto. Usando sua mão para a transformar em um martelo e mandando seu inimigo para longe.

Pelos comunicadores, Diana manda que todos "troquem de parceiro de danças". Ela imediatamente troca com Arthur, dominando Bruno com pesados golpes quase que imediatamente. Arthur pega a katana de Diana e tenta duelar com Ado, mas o snapper usa suas armas para o afastar, ainda querendo matá-lo. Ronald lhe dá outra martelada e troca de lugar com Arthur. O snapper se prepara, mas estava sem munição e até recarregar o gatilho é derrubado por um chute voador do inimigo.

Bruno e o snapper estavam no chão, então Ado percebe que era hora de partir. Ele avisa sua agente, através do comunicador, que já poderiam executar a operação. Um caça sobrevoa a fábrica e atira nela um míssil, a destruindo. Bruno assiste, com fúria, isso. Ignorando Ronald, ele junta os outros ao ponto de encontro e vão, em uma escada, para fora de lá através desse caça. Arthur, ferido, Diana e Ronald assistem aquela fuga. Com raiva, Ronald cospe no chão.


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Diana então narra que os eventos daquela noite levaram aos eventos da próxima. No apartamento de Arthur, Diana estava tomando cerveja no sofá enquanto Alecsandra chega da cozinha com um vinho para abrir entre amigos. Karslie ri e comenta que Diana já bebeu o suficiente, enquanto a Diana olha com raiva a situação por já ter bebido seis garrafas e não conseguir estar bêbada.

Arthur entra em sua casa falando no telefone com sua namorada, Bridgette, e se surpreende ao ver sua convidada deitada com os pés no sofá (Diana) e também Alecsandra junta a Karslie no outro sofá. Alex diz que vai se comportar, e que tem mais gente na cozinha. Assim, ele vê Leonard e Isabelle, que o cumprimenta. Ele então fala a Bridgette que vai ter de desligar. Isa pergunta quem era no telefone, e ele diz que era sua namorada. Todos ficam bem curiosos, enquanto ele garante que tudo estava seguindo o caminho certo, que gostava muito dela e ele estava o incentivando a fazer seu discurso na ONU.

Diana pergunta se isso não ferra com a existência de seu grupo, mas Arthur diz que não vai usar informações sigilosas, e que apenas quer representar a população mutantes que nunca entra nas pautas da ONU. Além disso, ele lá falando sobre esse tema e dando engajamento político a todos os interessados no mundo, as chances desse tema virar relevante só aumentam e o próprio Connor pode integrar oficialmente a equipe.

Isa comenta com Diana que já tem as informações que ela pediu e queria as apresentar. Arthur afirma estar cansado e vai para seu quarto descansar. Na cozinha, vendo o notebook de Isabelle, todos descobrem que Howard Dutchmann compartilhou uma suspeita de um centro de concentração de mutantes, depois de filtrados, em um deserto da Venezuela. Haveria, contudo, uma aliança provável entre o governo venezuelano e um cartel de tráfico internacional, que aliás é um dos primeiros a existir no mundo, chefiado por três homens muito conhecidos dentro da super-equipe.

O plano seria invadir a base, roubar informações, analisar como ocorrem a administração dos cativos ali, e a evasão lutando para não serem vistos e gerar uma crise diplomática. Diana concorda. Assim, no outro dia, Alecsandra se traja como uma soldado só Exército venezuelano e, graças as habilidades de hacker da Isabelle, é designada para a equipe do general Rodrigues que irá inspecionar às instalações. Ela é recebida em um ponto estratégico pelo comboio e é a primeira a entrar naquele espaço.

Isa, Diana e Leonard estariam em um furgão do lado de fora, velho e livre de suspeitas, com aparência de abandonado, colhendo informações e prestando suporte. Karslie não pôde participar porque Connor o designou a uma missão oficial. Alex entra naquela base, fria e suja, totalmente sombria e sente algo estranho e perturbador. No chão, corpos humanos ensanguentados pareciam fazer parte da decoração, e o general logo a colocou no saguão principal. Lá, onde o agente K iria fazer uma demonstração do processo de filtragem que eles faziam ali de humano e mutante.

O general Rodrigues comenta suas suspeitas de que tais pesquisas poderiam estar sendo feitas para o governo americano, ou então os criminosos de lá, usando de recursos e gente da Venezuela. K. retruca que o quê o governo venezuelano queria era ter em suas mãos uma equipe de soldados de elite para garantir, de uma forma mais definitiva, o poder de Maduro. A iniciativa que une sua rede de tráfico ao governo seria justamente o meio da Venezuela ser um dos primeiros países do mundo a ter uma "fábrica de mutantes".

"Como se fabricam mutantes?", perguntou o general. K. apresenta Benjamin Kondanskwi, um dos exemplos de mutantes que ele "fez". Em teoria, o que faz despertar o poder mutante é um trauma muito agudo, penetrante, destrutivo. Benjamin simplifica o processo. Eles trazem uma mulher assustada, em condições pescarias. Ben sorri enquanto, usando seus poderes, a força a viver em sua mente um terror psicológico por pelo menos 3min. Ela grita de terror, e os soldados na base não conseguem acreditar nisso.

Ao fim, ela desmaia e é encaminhada a pilha "dos descartes". Alecsandra mal pode acreditar no quê via. O general se assombra com tudo aquilo, mas entende que "não se faz nenhuma omelete sem quebrar alguns ovos". Crente de que o esquema funciona, ele autoriza que o exército venezuelano o financie, agora em seu desenvolvimento de ativos.

No furgão, Isabelle está discutindo sobre o quão desumano é tudo aquilo e como deveriam agir para impedir que essa "máquina de tortura" pare de funcionar. Diana adverte que não, eles tinham que evitar crises diplomáticas. Mas, a Isa sabia que não era esse o motivo que assombra a Diana. Ela tinha medo de tentar e fracassar de novo, como ocorreu na Somália. Perturbada com essa verdade, ela então autoriza a intervenção e dá a ordem para Alecsandra aguardar a entrada da Isabelle e do Leonard nas instalações: eles iriam libertar os prisioneiros do agente K.

O plano envolvia a localização de onde eles estavam cativos, a evacuação, tudo em meio a uma distração que fazia o exército venezuelano se preocupar com outra ameaça? Quem? Diana aparece dos céus, sem conseguir ser identificada pelo forte Sol daquele dia, andando sobre um pedaço de pedra como se fosse uma prancha e incentivando uma onda de terremotos que os faziam se sentir sob ataque.

De fato, o general Rodrigues pede a seu pessoal para defender a instalação. O agente K. pergunta o quê estava acontecendo ali, e o general conta que um sujeito não identificado com habilidades geocinéticas estava promovendo terremotos naquela área, e "surfando" nos céus com pedras. Seus comentários passam a ser depreciativos com os mutantes, dizendo que não tinham cabeça para o poder que possuem. K., porém, diz que "para tudo tem um jeito". Em segredo, ele contata Ben e diz que a equipe de super-agentes dos Twelve estavam invadindo seu empreendimento.

Enquanto o exército tenta abater a Diana nos céus com tiros e lançadores de mísseis, Isa e Leonard invadem a instalação e correm para tentar achar a área onde estavam os cativos. Eles se encontram com a Alecsandra, que sabe onde é e fala para irem logo até que Ben revela sua presença. Alex diz que se lembra do Arthur dizendo que o Ben também era um rapaz que foi sequestrado e obrigado a desenvolver seus poderes por menos vis. Ele, mais do quê ninguém, deveria entender a dor que eles passam.

"Dor... Eu sou a dor. A dor é o quê me alimenta, você tem medo da dor?". Simplesmente, de uma forma tensa, Ben parecia nem ser capaz mais de entender as palavras da Alecsandra. Ele estava indiferente ao mundo. Meros receptáculos de sua agressividade, seu poder de induzir e explorar o medo nas pessoas. Neste instante, ele se transforma em um monstro, como se os medos saíssem do psicológico e se tornassem uma armadura física. Tão logo, ataca o trio.

Ele se aproxima mais de Isabelle, porque ela estava com mais medo de sua forma monstruosa. Ele adiciona detalhes aracnídeos nela, por conta do medo de aranhas que Isa desenvolveu quando tinha 7 anos. A garota espalha ao grupo que seu inimigo está usando os seus medos para se tornar mais forte. Alecsandra, então, pergunta o quê aconteceria se lhe entregassem coragem. Pegando uma viga de aço, e usando seus poderes para a afastar dela, se desprender do teto e acertar o Ben.

Ben ruge assustadoramente, mas Isa atira mísseis de sua armadura nele. Ele se afasta, e Leonard usa seu fogo para construir uma barreira e o isolar. Apesar de o ferir, Ben consegue a atravessar e volta a atacá-los tentando possuir novamente a Isabelle, quem transforma seu braço num canhão ultrassônico e dispara contra Kondanskwi, o derrubando em aflição. Ao mesmo tempo, o exército lida com a situação da Diana "sendo feitos de bobo", até que um dos mísseis acerta sua prancha fazendo Diana cair no chão rochoso numa altitude de 15m, com ela usando seus poderes para fazer o desnível do chão ser menos doloroso. Um pouco ferida, Diana é capturada pelo exército.

A batalha de Ben com o trio se seguia, com ele tentando possuir a essência da Alecsandra e do Leonard, e a Isa tentando fazer com quê ele saia de perto delas. De repente, o agente K. ordena que Ben levasse o trio como prisioneiros. Benjamin se transforma novamente em humano e fica chateado com a ordem. Alex e Leonard estão ainda respirando por terem vivido medo puro, mas Ben ordena com autoridade que lhe sigam, caso contrário, lhes fariam algo muito comum. Soldados do exército entram no cômodo para reforçar isso.

O quarteto se reúne e o agente K. justifica para o general Rodrigues a importância e emergência do países ter seu time de mutantes pronto. Já que, na visão dele, foi o mutante dele (o Benjamin) quem conseguiu realmente salvar aquela base da invasão estrangeira. O general disse que não tinha pensado por esse lado, mas que ia querer os quatro como prisioneiros. K. consente. Enquanto conversavam, a equipe dava as coordenadas para seu computador portátil e ativam o teleporte, para o furgão. Todos ficam aturdidos com o sumiço.

Já lá, Alex é a única a lamentar como tudo deu tão perfeitamente errado. Diana só se mostrava profundamente frustrada. Isabelle, cansada.


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A narração, então, vai para o terceiro ato. O momento onde o assassino conhecido como Executor pergunta para Benjamin se ele iria conseguir fazer o serviço, porque o alvo estaria distante dele. Ben fala que ainda está tentando controlar seus poderes de possessão, mas que acredita já ser útil para a operação sim. "Seria como brincar de bonecos". Eles estavam em um beco não muito distante do prédio da ONU onde a assembleia sobre os mutantes iriam começar.

O Executor comenta para sua parceira, até então desconhecida, que tudo estava pronto para começar. Na hora certa, Ben possui aquele líder do movimento anti-mutante e através de seus próprios poderes de metamorfose, geralmente monstruosa, ele cria o monstro quem derrubou o Arthur e ameaça os diplomatas da ONU. Longe das câmeras, já que os jornalistas haviam sido evacuados a tempo, Diana se sentia livre para brilhar. Ela intervém dizendo ao monstro que iria vingar seu amigo, e começa verdadeiramente a espancá-lo. Ele até tenta revidar, devolver a brutalidade, mas acaba que ele não suporta os golpes da Diana e cai desacordado.

Fazendo uma ronda no prédio da ONU para achar eventuais culpados ou novos extremistas, Alecsandra se depara com sua meia-irmã, Hannah Petrovich, saindo de uma sala com um pendrive na mão. Ela está surpresa por ele estar viva e bem, apesar dos grandes e assustadores queimados que ela tinha pelo corpo. Cicatrizes da eletrocussão que ela sofreu. Ela, com amargor e raiva, diz que não era para ela ser vista ali. Mas, ia corrigir isso.

De suas mãos, rajadas do que pareceu ser energia vermelho e azul atingem em cheio o peito da irmã, que tendo uma parada respiratória induzida desmaia imediatamente. Uma onda de energia apaga toda a luz daquele setor. Hannah sai e diz: "tchau, irmãzinha". Depois da crise, Alex acorda e se vê sendo atendida por uma equipe médica no local. Ela pergunta se venceram, e Diana diz que sim. Mas, que sente que tinha algo que ainda não foi esclarecido acontecendo.

Alex conta sobre Hannah e que levava um pendrive na mão. Assim, Diana conclui que o neandertal era só uma distração. Eles queriam informações sigilosas que a ONU poderia ter. Pior, eles queriam fazer uma propaganda para o mundo inteiro de como mutantes são armas que merecem ser vendidos, e que cada país deveria ter o seu melhor.

Eles precisavam de orientação, e ele sabia exatamente onde encontrar.