The Joker.
20 Finally, DAMN CLOWN !
Notas iniciais
IQWEUOOUEQWIOUEQWUIEQW ,meu namorado me ajudando ♥
e queeeeeem mais? desculpem a demora D: meu co-autor, estava estudando pro enem, e eu estudando para as provas que vai ser agora. -qqqq
Enjoy e comentem, podem me matar D;
Ahmmmmmmmm, quando eu terminar essa fic /não sei quando, pretendo criar uma de ...sei lá, terror sobre o coringa *-* , só que depois explico, é algo com uns co-autores que selecionarei D: !
E ainda tem uma segunda parte dessa ok ?!
''Encaravamos rindo maliciosamente.
– Promete manter contato — Falou-me a voz conhecida.- Sempre — Nos abraçamos forte.
– Sabe... quando te conheci imaginei que fosse ser uma santinha chata, mas na verdade era só uma diabinha fingindo ser um anjo — Gargalhamos juntas.- Aprontamos de montão... — Refletimos juntas — Mas... eu tenho que manter as aparências e ser uma boa filha... por enquanto, mas se quiser uma ajuda pra colocar remédios sem prescrição na água da professora... colocar uma camisinha usada nas coisas do professor, e etc...- Conte comigo– Falamos juntas. "
'' Lobo em pele de cordeiro '' .
Talvez eu mereça tudo que esteja passando, talvez... só talvez, eu goste de tudo isso.
Essa sensação, os batimentos cardíacos, a adrenalina, a respiração pesada, os olhos preocupados vasculhando tudo ao redor, as tremedeiras involuntárias, o medo constante, a preocupação excessiva...
Tudo isso parece tão... delicioso, quando se é vivido dessa forma.É uma explosão de sentimentos, não consigo me conter , tamanha expectatitva de uma nova aparição.Talvez eu esteja ficando completamente louca, mas eu sinto saudades do palhaço, ele sumiu...Arregalei os olhos, e arfei levemente.
– Ele me abandonou? — Sussurrei para o vento .
Por favor... diga, apareça, responda, de preferência negativamente.
Eu já estou louca o suficiente, já tomei doses enormes de você, uma droga viciante, não consigo desapegar, me pego pensando em você e suas traquinagens 24h por dia.
Balancei a cabeça fortemente, levantei-me, estapeei meu rosto como uma doida.
Concentre-se, concentre-se docinho.
Era o que minha mente dizia, pregando uma peça, pois repetia isso com sua voz regada á malicia.
– Olá, docinho. — Disse o dono da voz mais procurada de Gotham ( –alterego: e dos meus mais íntimos sonhos ), pulando o parapeito da minha janela.
– ... — Demorei pra recuperar o fôlego — Vo-você... — disse admirada e irritada — ...ONDE ESTEVE OS ÚLTIMOS DIAS, PALHAÇO IDIOTA?! PODERIA TER PRECISADO DE VOCÊ!
– A nova queridinha do playboy da cidade — Riu com gosto — sentindo falta de um simples bandido de uma cidade pútrefe como essa? — Seu tom, sempre irônico, ficou agressivo — Não creio que o Sr. Wayne irá gostar disso.
– Awwnn... — Não me abalei pela mudança de voz, mas sim por ter visto um outro lado dele... — o bobo da corte ficou com ciúmes pela sua comparsa estar saindo com o melhor partido da cidade?!
Talvez eu devesse ter escolhido melhor as palavras. Ele veio caminhando lentamente até mim, um olhar na face que me arrepiou até o último pêlo do corpo
– Talvez você tenha esquecido, docinho — vociferou o palhaço, agarrando meu braço, envolto por uma aura demoníaca — o que acontece se me provocarem.
Puxando sua navalha do bolso, ele a posicionou na minha boca, como se fosse rasgá-la a qualquer momento.
Sua marca registrada.
– Gosta das minhas cicatrizes não é, docinho? Sim, eu sei que gosta. Mas pensando bem, você não sabe porque elas existem, deixe-me te contar uma hist-...
– Agora não, palhaço. — Escutei a voz de Crane adentrando minha sala, caminhou até o Coringa e tirou a navalha da minha boca — Terá outra oportunidade, mas temos coisas mais importantes a tratar com a Ms. Joker.
– Ahhh — Resmungou contrariado, como uma criança — Estraga prazeres — Retirou a navalha do meu rosto, ainda com seu sorriso irritante...
– Vocês são amiguinhos então — Rolei os olhos contrariada, afinal meu plano estava indo por água a baixo, graças a essa maldito palhaço.
– Talvez parceiros seja a palavra correta. — Respondeu Crane com seu olhar de análise, suspirei. — Mas não é isso que viemos discutir — Levantei a sobrancelha.
– Tic toc, tic toc. — Balbuciava o palhaço olhando para seu relógio de pulso, fiquei encarando a — cara de paisagem dele– e o barulho irritante que ele insistia em fazer com a boca.
– ... — Dei uns tapinhas de leve na minha cara, coloquei a língua pra fora, e comecei a mexe-la que nem uma cobra tramando algo.
– Você... pirou? — Questionou Crane, encarando-me estático, quando finalmente obtive a atenção do Coringa, parei com a brincadeira.
– Não... só estava chamando a atenção do meu parente — Mexi a cabeça indicando o palhaço que me encarou curiosamente — Sabe como é né, cobra entende língua de cobra. — Comecei a rir, como se fosse algo realmente engraçado, percebi que ninguém me acompanhou e parei mordendo os lábios ainda com vestigios da risada — Palhaço que não entende piada, Psicologo que precisa de psicologo, Gotham está perdida — Fiz cara de desespero, e levantei os braços rapidamente.
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