The Infection

34 Cap. 34 - Loucura


Notas iniciais
Aeee! Chegou mais um capitulo de The Infection =D
Desculpem por ter postado antes =D Aqui, mais um cap. Tentarei voltar a postar novamente a cada 2 vz na semana =D
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Boa Leitura =D

- JOEEEL!! — Rayanne gritava me seguindo.

— Não Ray!! — Maynara pegou em seu braço.

— ME SOLTA! — Rayanne puxou seu braço com força e continuou a correr.

— Volte aqui Rayanne!! Você esta louca menina?!

— Se eu estiver o problema é meu e não seu, então fica na sua! Lucas ou Paulo! Abram uma passagem agora pra mim um dois. AGORA!

— RAYANNE! — quando ela olhou, Maynara deu um tapa em seu rosto fazendo que ela caia no chão.

— VOCÊ ESTA LOUCA MENINA?! QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA ME BATER NA CARA?!

— Você está enlouquecendo!!

— AH! Eu enlouquecendo?! Hahaha... Essa é boa! Por que você acha isso?! HAN?!

— Não sei se você percebeu mas, estamos no meio de um apocalipse zumbi e, você, ao menos sabe algum elemento ou algum tipo de luta ou atirar. Você por acaso sabe? Você quer morrer?! Se quiser é só esperar que um dos meninos abram a parede pra você passar. Rayanne ficou em silencio por alguns instantes.

— Hunf! Desculpe-me. — ela se levantou limpando a roupa.

— Vamos ajuda-lo. — disse a mãe de Luiz sentada a mesa.

— O que?! — Maieza pensou assustada.

— Nos iremos mesmo mãe?

— Sim. — ela se levantou. — Vocês ai! Nos iremos ajuda-lo! Preparem-se o mais rápido possível. — ao terminar sua fala ela virou-se e foi se trocar.

— Droga... — pensava Maieza.

— Espero que eu chegue a tempo... Uh?! Uma barra de ferro serve. — pensava eu correndo em direção ao local desviando de vários zumbis.

— Estão todos prontos? — perguntou Mônica.

— Sim. — todos menos Maieza responderam. — Então vamos.

— Antes... — interrompeu Thiago. — Sabe-se que existem vários tipos de monstros, como aquele que a senhora viu e os que vimos. Então, todo cuidado é essencial para nos agora. Se vamos até lá, sera correndo. Motivo, se fomos andando, em vez de chegar em dez ou quinze minutos como era de costume. Poderemos levar vários minutos ou algumas horas. Então, teremos que ir correndo. Todos de acordo?

— Sim. — novamente, Maieza não respondeu.

— Antes de sairmos, uma coisa. Bia, você irá na frente de todos. Você poderá ir a nossa frente e avisar se tiver alguma coisa perigosa. Paulo, você ficará em ultimo. Caso venha algo atrás de nos. Mara e Rayanne ficara no meio de todos. Maieza e eu ficaremos atrás das duas e Luiz e sua mãe ficaram na frente, com Mônica a frente de Luiz. Maynara e Lucas, Lucas ficara a retaguarda de Mônica e Luiz e Maynara fique junto a Maieza e eu.

— Então vamos. — dizia Mônica sacando suas armas. — Vocês duas ai, peguem esses carregadores. — ela jogou as duas.

— Que saco ter que ir até la. Droga... Por que se arriscar por uma pessoa?! Se alguém cair ou ficar pra trás eu não irei ajudar. — pensava Maieza friamente.

— Er... Thiago...

— Aqui sua espada. — Thiago devolveu sua katana antes que terminasse de falar. — Valeu.

— Agora podemos ir.

— Deixe que eu abro. — Lucas foi na frente de todos e abriu o muro.

— Ok! Bia, você primeira.

— Sim. — ela saiu rapidamente e observou a sua volta e acenou para todos virem.

— Agora. GO!

— HAAAAAAAAAAA!! — gritava eu pulando sobre vários zumbis e queimando-os. — YURE! — gritava chamando ele.

— Han?! Joel?! Ele veio?! — pensava Yuri saindo cuidadosamente do lugar onde estava. — Joel!! Aqui!! Opa! — acenava ele e se escondendo depois.

— AHH!! — pulei sobres os bichos e fui em direção a ele socando a cabeça de todos os que estavam a minha volta.

— Corram!! Mais rápido!! — dizia Mônica correndo dos zumbis atrás de todos.

— AHH! — Mara tropicou e caiu no chão. — AI! Meu tornozelo!!

— Maieza!! Ajude ela!! — disse Thiago impedindo a passagem de zumbis junto a Paulo e Maynara.

— Eu ajudar você?! — pensava ela olhando Mara friamente enquanto alguns dos zumbis passaram pelos três de trás.

— Me ajude Maieza!! — Mara estendia sua mão a ela com muita dor no tornozelo. E ainda sim, Maieza só ficava olhando para ela pegando seu cassetete e caminhando lentamente a Mara.

— MAIEZA! O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTA FAZENDO?! — gritava Maynara olhando para trás.

— Droga! Paulo...

— Vá!! — Thiago virou-se e foi correndo em direção as duas, pulando sobre alguns zumbis, atirando e dando cacetadas.

— Maieza... O que você esta fazendo?! — Mara começou a se afastar dela arrastando-se no chão.

— Os fracos merecem morrer. — Maieza levantou o porrete em chamas para acerta-la. — Ugh! — Thiago a acerta na nuca fazendo-a desmaiar.

— O que deu na Maieza?! — perguntava Mara enquanto Thiago a levantava.

— Não é hora de perguntas. Vamos!! Maynara! Leve ela!! — Maynara foi correndo pegar Maieza enquanto Paulo os impedia.

No Parque.

— Você esta bem Yuri?

— Sim. Obrigado por ter vindo... Você esta sozinho?

— Não queria vê-lo virar um desses... O que você faz aqui sozinho?! Você é idiota por acaso?!! Queria morrer vindo pro um lugar acessível assim?!

— Eu não vim sozinho.

— Com quem você veio e cad... Desculpe...

— Não. Tudo bem. Já superei isso e, não quero mais tocar no assunto ok?

— Ok.

No grupo.

— Estamos chegando. Isso foi difícil mesmo sendo perto. — pensava Bia. — Santo Deus!! — ela voltou. — Pessoal!! Esta cheio deles ao redor do parque! O que faremos?!

— Deixe-me ver. — Mônica foi ver como estava a situação. — Caraca! — ela se abaixou vendo-os.

— Hey! Por que param?!! — perguntou Paulo e os outros falando alto.

— Shiiiiiiiiiiiiiiiiii!! — a mãe de Luiz apontou para o local. — Abaixem-se.

— Jesus! Como vamos passar por ali?! — perguntou Maynara falando baixo.

— Eu não sei! — respondeu Mônica.

— Como que o Joel conseguiu passar por ali?! — Rayanne perguntou.

— O que? Passar aonde? — perguntou Lucas sem entender nada.

— Cala a boca guri! — ordenou Maynara.

— É fácil passar por esses bichos sendo um usuário de vento. Ele simplesmente pulou por eles e entrou. — respondeu Bia.

— Como nos vamos passar? Será arriscado correr com Mara e Maieza para que possamos atravessar aquela ponte. — disse Luiz. — O que aconteceu?!

— Depois agente explica. — respondeu Maynara.

— Aquela ponte?! Ta louco?! Quer que agente morra?!

— É isso mesmo que estou falando. Se formos la com elas, é provável que seremos atacados...

— Quer dizer pra deixa-las é isso? — Rayanne o interrompeu.

— Deixa eu falar primeiro. Não estou dizendo para deixa-los aqui...

— É o que parece! — ela o interrompeu novamente.

— Cala a boca Rayanne! Deixa ele falar! Mas que merda! — Mara se irritou.

— Tá. Se formos com elas pela ponte será um suicídio. Se formos pelo córrego, outro suicídio. Então, qual a melhor maneira de irmos sem que sejamos pegos por eles?

— Podemos pegar outras ruas e ir até la. — sugeriu Lucas.

— Não. Isso é arriscado também. Teríamos que atravessar esse hospital para termos acesso as outras ruas. — disse Mônica.

— Então, tem uma entrada la. E ela não é pequena. É pra carros e pedestres. — Lucas continuou falando.

— Der!! Disso ela sabe. Pode haver monstros pelo hospital e poderíamos encontrar vários deles em outras ruas. — respondeu Maynara a ele.

— Então como vamos chegar até la?! — ele se irritou.

— Uma ponte.

— Que?! Mas é arriscado passar pela ponte não é? — Lucas indagou-se.

— Menino como você é lerdo! Teremos que fazer a ponte! Idiota. — Maynara respondeu a ele quase socando-o.

— Mas, mesmo assim...

— Cala a boca e escuta Lucas!! — Rayanne se irritou.

— Lucas e Paulo. Vocês faram uma ponte saindo daqui até pra dentro do parque. Lucas, depois faça como você tinha feito la na escola. Tudo bem?

— O que eu fiz na escola?!

— Porra guri! Acorda pra vida!! Ficar desse jeito só vai piorar!! Aff! — Maynara o sacudiu, depois largou meio que empurrando ele.

— Bia, se não for de mais. Você poderia distrai-los? — perguntou Thiago.

— Sim.

— O que?! Não! Negativo. Você não vai!! — Paulo desesperou-se.

— Se eu não fizer ninguém poderá fazer para chegar ate lá! Entendeu?!

— Sim... — ele abaixou a cabeça tentando aceitar aquilo.

— Agora. Vamos!!

Notas finais
Espero que tenham gostado e, nao deixem de deixar um review ok?! Te terça o/ xau!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.