The Infection
30 Cap. 30 - Flash Back
Notas iniciais
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Boa Leitura! =D
- Queria agradece-los por virem até aqui com meu filho. So vocês não tivessem vindo... Talvez estaria morta ou me transformado num deles. Muito obrigada!
- O prazer é todo nosso! Agora cadê os nossos R$10,00 Luiz?! — disse Maynara seriamente.
- Uh?!
- Brincadeira hehehe... — todos riram.
- Ei! Que história era aquela de não ser tao cheiroso ein? — falava Paulo estralando os dedos atrás de mim.
- É que você tinha cagado e... Hey! Sou homem manézão! Não irei te cheirar pra saber se tu é cheiroso ou não! — eu e ele discutiamos enquanto os outros sentavam-se a mesa.
- Ah! Agora que você vai me cheirar. Cheira meu suvaco!!! — Paulo me puxou para de baixo do suvaco dele.
- Nããããão! Me solta!! Haaaa...
- NÃO! Hohohohoo...
- Socooorroo!!
- Aff! Garotos... Olha aquilo! — disse Maynara apontando para nós.
- Hahahahaha!! — todos riram da situação.
- Mãe, agora que fui notar. Cadê o tio? — dizia ele servindo-a (ele se referia ao se padrasto). — E como a senhora conseguiu machucar a cabeça?
- Argh! Moleque nojento! — dizia eu empurrando Paulo e ele ria.
A mãe de Luiz parou de comer, colocou o copo sobre a mesa e baixou a cabeça apoiando-se sobre os braços.
- A senhora esta sentindo-se bem? — perguntou Mara.
- Não... Mas obrigada por se preocupar. — ela passou a mão sobre a cabeça dela.
- O que que aconteceu tia Mônica? — Rayanne pegou nas mãos dela e olhou-a nos olhos.
- Ele morreu... — todos param o que estavam fazendo e olharam para ela e ela olhava para a mesa tristemente pegando o copo e balçançando.
- Er... Desculpe perguntar mas, como ele morreu? Poderia nos contar? — perguntou Maynara tentando olhar nos olhos dela.
- Não... — ela respirava profundamente demonstrando que estava triste. — Irei contar a vocês...
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Naquela sexta-feira, o que já não faz tanto tempo. Luiz havia acabado se sair quando, Adeildo, acorda para preparar o café e tomar anho. Lgo após de entrar no banheiro, eu levantei e fui escovar os dentes.
- Bom dia amor. — disse ele no box.
- Bom dia Dé. — respondi a ele carinhosamente.
- Hoje nos iremos ao treino né?
- Sim. — respondi colocando a escova no lugar.
- Que vai ser mesmo?
- Nove. Sabe que a competição é daqui à dois dias né?
- Aham...
- De o seu melhor ein! — falei com um tom sarcástico.
- Este ano não perderei pra você novamente!
- Hahahaha... Treine bastante ein. To descendo.
- Ok!
Tomamos nosso café da manhã juntos rindo e discutindo sobre a competição. Às oito e dez estavamos nos dirigindo ao carro com nossas coisas, quando ouvimos o primeiro barulho vindo da rua. Estranhamos mas logo depois fomos colocando tranquilamente o equipamento no carro. Ouvimos o segundo e o teceiro barulho quando o carro estava por completo fora de casa. Antes de fechar o portão, fomos atingidos por uma bola de fogo vinda de um homem de regata na rua.
- Você esta louco?! O que fizemos a você? — dizia Adeildo já fora do carro indo em direção ao homem.
- Para Dé. Vamos logo. — ordenei dentro do carro.
- Só não te dou umas porradas porque minha esposa esta aqui. — o homem continuava a olhar pra ele.
- CUIDADO! — o homem lançou mais uma bola de fogo contra um outro homem que estava prestes a atacar Adeildo.
- AGORA VOCÊ PIROU DE VEZ?! Olhe o que você fez!! Irei denuncia-lo pro Ministério Elementar para que perca esta tua Licença de Usuário!!! — ele chegava mais perto do rapaz problemático.
- De-Desculpe-me.
- Desculpas não irão adiantar!! — Adeildo o agarrou pelo colarinho de sua camiseta.
- Olhe! Ele ainda está se mexendo!
- Preste atenção no que eu digo! E graças a Deus que ele está vivo!
- Olhe direito para aquele ser ali! E observe como ele se levanta estranho. — Adeildo o sóltou.
- É obvio que se levantaria assim! Depois de receber um ataque daqueles você queria o que ein?! Até eu ficaria daquele jeito.
- Olhe direito. — ele ainda insistia.
- Covarde! Ele deve estar bebado ou algo do tipo e você ainda o ataca?! Por que não faz isso comigo já estou são?! HAN?! Tá com medinho do que sou capaz de fazer com esta tua cara ai é?!!
- Chega Dé! Moço, o senhor esta bem? — fui ajuda-lo a se levantar.
- Diga a sua mulher para que se afaste daquela coisa!!
- Não.
- Diga a ela...
- Eu já disse que NÃO!!
- SAIA DE PERTO DELE SENHORA! AGORA!
- Não dê ordens a minha mulher!! — Adeildo o empurrou.
- Vamos, eu ajudo o senhor a se levantar. — eu tentava ajuda-lo enquanto o Dé estava de olho no rapaz.
- UHAAAAA!!
- HAAAAAAAAAAAA!!! SOCORRO! ADEILDO! ME AJUDE! — o moço perto de Adeildo lançou outra bola de fogo. Só que esta era mais forte que a de antes e acaba matando o homem.
- O que você fez?!
- O que ELE fez! — o homem olhou seriamente para Adeildo.
Notas finais
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Sei que é meio chato isso mas... No fim de tudo, é legal o/
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Faltam 3! o/
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