The Infection
24 Cap. 24 - O “Fim” da Tensão das Ruas
Notas iniciais
Boa Leitura
- Meu Jesus! — Bia surpreendeu-se com a quantidade a volta deles. — Earthkaque Wind! — ela caiu no centro onde eles estavam e fez com que os zumbis em sua volta caíssem.
- Essa é a hora! Vamos Paulo! — dizia Thiago enquanto pisoteava os zumbis deitados.
- S-sim. — ele olhava aquilo com espanto, pois nunca tinha visto o poder de Bia.
- Vai logo garoto! — Bia o empurrou.
- Não precisava empurrar. — Paulo banhava sua espada.
- Vamos logo pessoal! — Lucas acenava a eles em um buraco que ele fez no muro.
- Rápido vocês dois! Eles já estão se levantado! — Bia olhava para trás para ver sua distância.
- É fácil falar quando se é uma usuária de vento. — Paulo já começou a se estressar.
- Vão! — os dois passaram por ela enquanto encarava os zumbis se aproximando.
- Bia! — Paulo parou e voltou.
- Não Paulo! Vamos. Ela sabe o que faz! — ordenou Thiago olhando para trás.
- Mas...
- Sem, mas! Vamos. — Thiago começa a se irritar.
- Vá logo Paulo!! — ela dá uma bronca no garoto.
- Unf!
Ana Beatris olhava firmemente para os monstros vindos em sua direção, ela dá um sorriso e avista uma caixa d'água.
- Por que isso apareceu de repente? — pensou ela ao se deparar com a situação anterior. — Enfim.
Ela pega a água e começa a fazer um remoinho com a água em sua volta. Após o feito ela levanta os braços e joga a água para cima, fazendo com que ela se fragmente, depois disso ela junta as mãos e umas estacas de gelo começam a se formar. Ela aponta os braços para os zumbis e as estaca de gelos começam a descer quem nem torpedos perfurando vários zumbis retardando a vinda deles.
- Arf! Isso me custa muito. — Bia pensava com um olhar cansado. — Vou logo sair daqui.
- Olhe a Bia! — Lucas avisa os dois quase perto da casa onde estavam e Thiago manda um sinal de beleza.
- Arf! Arf! Arf!
- Você esta bem Bia?! — Lucas a pega no colo antes que a mesma caia no chão.
- Só um pouco cansada.
- Usou um golpe que nunca tinha usando antes né? Por isso o cansaço?
- Sim. Hehehe... Até que você é esperto! — Bia debochou dele.
- Ah! Eu também sou um usuário elementar! — Lucas a largou no chão e cruzou os braços.
- Aaaaaii... É assim que você trata uma garota? — Bia falava com a voz tremula.
- Desculpa. — Lucas a pegou após fechar a “porta” de terra.
- Por que eu não consigo fazer o Joel acordar? — perguntava Mara desesperada tentando me curar.
- É porque ele desmaiou de uma maneira diferente sabe? — Maynara tentou explicar.
- Maneira diferente? Como? — perguntou ela sem entender ainda.
- Falta de energia. Ele gastou tudo após tomar aquele coquetel. — Maynara completou o que dizia.
- Ah! A heroína do dia chegou! — disse Lucas parado no portão avisando-os.
- Eroina? — pensou Mara confusamente ajoelhada ao meu lado.
- Eeeeeeee!!! — uma recepção calorosa para Bia encheu o lugar e ela retribuiu com um sorriso tímido.
- E a situação la fora. Como está? — perguntou Thiago.
- Ela acabou com quase todos em uma só tacada. — disse Lucas todo animado.
- Uhnf! — Paulo resmungou baixinho lá no fundo.
- Paulo, você tá bem? — perguntou Bia indo em direção a ele.
- Tô! — respondeu ele com um tom serio que fez o local inteiro ficar em um silêncio mortal.
- Eita! Ele sério é tenso, apesar de conhecê-lo há um dia. — pensou Maieza surpresa.
- Ai que fome! Que horas são ein? — perguntou a Mara com a mão na barriga.
- Uma e trinta e dois. — respondeu Thiago apontando para o relógio em seu lado.
- Ah! Hehehe... Obrigadinha. — passou a mão na cabeça pra disfarçar.
- Tudo isso?! Passamos este tempo todo só pra vir até aqui? — perguntou Lucas surpreso.
- Sim. Pelo jeito, nossa viajem foi bem turbulenta. — falou Luiz com um certo tom de ansiedade.
- Paulo, preciso falar com você. Venha comigo até o quarto. — disse Bia sussurrando nos ouvidos de Paulo.
- Han?! — ele levou um susto ao escutar aquilo.
- Diga. — ele cruzou os braços.
- Você está brava comigo? — ela o encarou.
- Por que eu estaria?
- Pelo jeito que você me respondeu. — ela começou a abaixar a cabeça.
- Ah! Desculpa hehe... Aquilo não foi nada!
- Você não gostou da idéia de eu ter ido te salvar né? — Bia olhou para o canto do quarto com um pouco de tristeza nos olhos.
- Não! Não é isso...
- Então o que é?
- Eu gostei da idéia de você ter ido nos salvar e tals... — ele gesticulava de mais com as mãos.
- Chega de enrolação e fala logo.
- Bom... É que eu fiquei sem E.E. e me senti um inútil por não ter o suficiente para ajudar o garoto que quase me queimou vivo.
- Só isso? — ela o pressionou e cruzou os braços e o olhou com um olhar desafiador.
- Também pelo fato de ter sido salvo por uma garota... — ele coçou a cabeça.
- É só isso?
- Olha isso tá tenso então, irei direto ao ponto. Realmente fiquei um pouco bravo por você ter ido la nos salvar.
- Então você não queria ser salvo. Preferiria morrer e me deixar com tristeza no coração é isso?
- Ela gosta de mim! — ele pensou. — Não é que... Realmente eu fiquei sem a E.E. e depois tive que ser parado por um cara e depois ser salvo por uma garota. Isso me incomodou, entende?
- Entendo... Você gosta de mim?
- Uh! Já desconfiava disso! — pensou ele rapidamente num estado de choque. — S-sim, eu gosto sim!
- Então prova.
- Provar?! Como? — ele começou a apavorar-se.
- Me beija. — ela respondeu com um tom desafiador.
- Uh! Ah! Ein?! 'Se tá' falando sério mesmo?! — ficou nervoso de vez.
- Estou com cara de quem esta brincando?
La na sala.
- Rayanne. — Luiz a cutucou.
- Quê?
- Uh! Num responde assim! Da medo... Enfim, pergunta pro Thiago quando podemos ir la pra minha casa. Mas oh! Shiu.
- Ta! O Japa! Ele quer saber quando é que vamos para a casa dele.
- Ela nem escutou! — pensou ele cheio de vergonha.
- Podemos ir daqui a pouco. Temos que esperar a energia Paulo voltar um pouco para que possamos ir com mais segurança. — disse ele.
- Falando nele. Cadê? — Maynara olhou para os lados procurando ele.
- May! Shiu! — Mara fez uma cara para que ela desconfiasse.
- Ahh... 'Tendi'. — ela deu um sorriso.
No quarto.
- Você vai ou não provar-me?
- Tão assim de repente?
- Aff! Vou pra casa do Luiz que la deve ter o que fazer. — ela virou-se e dirigiu-se a porta.
- Espere! — ele a puxa pelo braço e a agarra pela cintura e a beija-a. Um beijo bem dado quem nem se tem em cinema.
Na sala.
- Acho que agora poderemos ir depois que eles terminarem.
- Issaaaa! — Luiz pulou de alegria dentro de si.
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