The Infection

1 Cap. 1 - O Começo


Notas iniciais
Bom... essa historia foi um resultado entre eu e um colega meu sobre zumbis. Sim! Viajamos mto na maioneze e em um monte de coisa ate nos elementos. Ai eu pensei em desenvolver a ideia q estava na minha mente. Fui no exemplo de um amigo q escreve tbm! (Neste Lugar - mto bom a historia). Ai eu comecei a desenhar a historia em forma de manga, mas sem roteiro ¬¬. Fiz ate o 2° capitulo e desesti. entao! as ideias resurgiram das cinzas e surgiu oq é agora! The Infection!! =D Aproveitem a historia!!

- SÃO MUITOS!! ELES ESTÃO ATACANDO!

- Nem mesmo a Polícia Elementar está conseguindo dete-los!

Sexta-feira 08 de abril de 2011, um dia no qual muitos esperam pelo fim de semana chegar para poder curtir com a família e amigos ou descansar de uma longa jornada de trabalho exaustivo pela semana. Mas, isso foi quebrado por algo que jamais esperavamos.

Um parasita que foi injetado para combater o mal do HIV em bilhões de pessoas pelo mundo todo. Uma vez injetado o parasita, jamais pode fazer com que ele saia de seu hospedeiro.

Naquela sexta-feira, estava eu, no segundo tempo de aula aprendendo a pior matéria de matemática que já vi. A tal da PG. Quando começava a entender um pouco daquela coisa, algo me atrapalho no entendimento, gritos vindo direto das ruas ao redor de meu colegio, explosões, carros, ônibus, caminhões e dentre outros, chocando-se um contra os outros, tiros, gritos e mais gritos. Imediatamente, todos de minha sala param e escutam os barulhos vindos de fora. O barulho era contínuo, quando de repente, um dos coordenadores da escola entra em minha sala com uma expressão de terror e tremulo, e nos da a seguinte notícia:

- Alunos, quero-lhes informar que a escola, a partir de hoje, não estara dando mais suas aulas como sempre faziamos. Não somente esta escola como as demais estarão parando de funcionar devido ao incidente que aconteceu.

- Incidente professor? Que incidente? É a causa dos barulhos vindo la de fora? — um colega meu perguntou assustado.

- Também, mas o verdadeiro problema ainda não sabemos. A única coisa que nós vimos foi de pessoas atacando as outras e mordendo as demais.

- ZUMBIS!! — gritou um de meus colegas de sala.

- HAAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHHA... — a sala inteira caiu na gargalhada.

- Sem brincadeiras por favor, estamos falando de um assunto sérissimo.

Nesta hora entra o diretor da escola nos informando sobre o acontecimento:

- Alunos, quero-lhes dizer, que o caso não está acontecendo somente aqui nesta cidade, mais em todo o lugar do Brasil e do mundo. Pelo que o jornal nos informou, foi causado pelo parasita injetado nas pessoas portadoras de HIV e as que já se previniram.

O parasita é injetado diretamente no sangue — assim como as demais vacinas – fazendo com que procure o vírus ou a célula portadora do HIV, tomando conta total do controle de proteinas produzidas pelas células, assim destruindo o invasor. A causa foi que, o parasita acabou entrando em colapso e fez com que acabasse controlando o sistema nervoso e neural da pessoa.

- Aqueles que sabem se defender com artes marciais ou elementares, voluntariamente se quiserem sair da escola, que vão. Os que quiserem fiquem. Por um certo periodo os pretegeremos das ameaças, depois disso, abandonaremos o recinto e quem quiser usa-lo para se refugiar, avontade. — disse o diretor.

- Se quiserem sair, a vontade. — o coordenador completou.

- Eu ficarei. Não sei qual o verdedeiro perigo de la. Então ficarei! — eu falei quando me virei para saber o que minha amiga ia dizer.

- Bom, eu não quero ficar, mas, fazer o que? Não se sabe o que se pode encontrar la fora né? — disse a Maynara.

- Sim!

- JOEL! — olhei meio sem entender – você vai ficar né Joel?

- É... sim... eu vo!

- Beleza! — disse meu amigo Luiz.

- Luiz!

- O quê?

- Você e quem mais além de Maynara, eu e você ficaram aqui?

- O Thiago, a Mara e... é! Esqueci!

- Maieza! Você vai ficar ou vai?

- Eu irei fiar com certeza! — ela repondeu.

Muitos já saiam para suas casas, obviamente, esses eram bons lutadores e/ou usuarios elementares.

Quando todos os que iam saindo, fui junto para ver o acontecimeto. Não consegui ver o que se passava la fora por conta de uma muralha de terra feita nas duas únicas entradas do colegio. Ao chegar ao portão, observei o que realmente iria acontecer. Quando todos realmente sairam, os porteiros fecharam o portão de terra, quando começo a escutar pessoas a clamarem para entrarem de volta. Mas já era tarde. Pois a ordem dos superiores da escola era que, “A ultima pessoa que sair daqui da escola, não podera mais voltar. Lembresse todos vocês ok?”. A primeira voz que eu ouvi foi de uma colega minha de sala, e ela dizia:

- POR FAVOR! ABRAM! EU NÃO QUERO MORRER! EU NÃO QUERO MORRER! EU NÃO QUERO MORRER! POR FAVOR ME AJUDEM! ME AJUDAA!! HAAAA.... PRA TRAS! JÁ DISSE PRA TRAS! NÃO! NÃO! NÃO! HAAAAAAA....

Ao ouvir não somente ela mas os demais alunos e funcionarios gritando por suas vidas, fiquei tremulo, com medo, não sabia o que fazer, se eu gritava, saia correndo, chorava. Fique instavel, apavorado sem reação, quando eu sinto um leve toque no meu braço, quando eu viro, minha amiga chamada Bia me da um abraço e diz que tudo vai ficar bem. Sim, me senti envergonhado, por ser uma menina dizendo isso pra mim e não eu dizendo isso para uma garota.

No final das contas os únicos que sobraram foram eu, Maynara, Ana Beatris, Luiz Carlos, Thiago, Mara, Maieza, Lucas, Rayanne e alguns de meus colegas de sala.

Notas finais
1° Capítulo =D |o/ continuem lendo!! o/