Notas iniciais
Vas happenin'??? Quem quer me matar levanta a mão o/ o/ o/ Então pega a senha e espera na fila, flw?
Gentem, eu fui viajar esse fim de semana e minha linda mamãe decidiu em cima da hora, então, não deu tempo de escrever um capitulo no sabado. Eu fiz esse aqui rapidinho!
AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH EU TÔ CHORANDO PAKAS AKI! TA ACABANDOOO! AAAAAAAHHHHHHH, VAMO TUDO MORRÊÊ SEM NICONOUR! AAAAAAAAAAHHHHHH SÓ MAIS MAIS ALGUNS CAPITULOS E PUUUUUUFFFFF
But, esse capitulo é dedicada a Aline Cimadon que me deixou uma recomendação lindérrima ~sim, inventei essa palavra, ok~ essa coisa mais linda...
E não me culpem, o capitulo não está muito legal. E mesmo com o apoio pervertido da minha linda leitora Déborah Poynter esqueci o resto do nome, eu não vou escrever um hot, ta bom? Eu sou uma menina muito pura (kkkkkkkkkk, onde já se viu Directioner pura?? Só se for poser... Mas eu não sou poser, então eu tô fudida) O troço é que eu não consigo escrever hot. Eu tenho vergonha do pc me vê escrevendo esse tipo de coisa. E se a minha mãe pega, aí ferra de vez.
Enfim, por que vocês ainda estão lendo isso aqui?? Let's go crazy crazy crazy till we see the sun...
*Enjoy*

— Eu devia matar vocês!

Um raio cortou o céu. Segundos depois o trovão mais alto que já escutara penetrou meus ouvidos. E olha que eu até gosto desses barulhos.

Novamente me senti tonta. Dessa vez foi até pior: tive a sensação de que estava realmente caindo do Olimpo. Se não fosse o braço de Nico em volta de minha cintura eu teria caído no chão. Me senti completamente enjoada com essas tonturas consecutivas.

— Preciso me sentar... – sussurrei para Nico.

Ao contrário do que pensei, apenas meu pai, Mnemosine e Hades estavam nos esperando lá em cima. Afinal, o que fizemos foi um afronto a todos eles e, claro, eles iriam querer manter em segredo, se fosse possível.

Como eu esperava, ninguém me arrumou uma cadeira.

— E porque não vai matar? – Nico perguntou a meu pai.

— Nico – Hades o repreendeu.

— Eu não disse que não vou mata-los – meu pai respondeu visivelmente alterado.

Minha mãe permanecia me encarando como se tentasse decifrar o que eu pensava. Confesso que fazia o mesmo com ela. Pelo que me pareceu, ao se cansar de me olhar, ela estalou os dedos e fez uma poltrona aparecer atrás de mim. Me joguei nela imediatamente.

— O que vocês dois fizeram foi uma tremenda afronta – meu pai continuou. – Você não tinha de usar o Cetro para ajudar seu pai, muito menos para tirar a imortalidade da minha filha!

— Eu quis que ele fizesse isso – eu disse o mais alto possível. Felizmente eles me escutaram. – Eu não queria ser imortal... Eu era uma velha de sessenta anos, trancafiada em um Palácio, inocente, sem saber de nada do mundo e agora que sei simplesmente não aguentaria vê-lo ruir. Entendam, eu não nascia para ser imortal.

— Ninguem nasce ou não para ser imortal, Eleanor – Mnemosine revidou. – Tínhamos planos para você...

— Estão ven... – Eu tive que para de falar, não aguentei terminar. Um fraqueza imediata me tomou. – Vocês só me querem enquanto sirvo para algo.

— Mas é claro, somos deuses! – Hades felizmente concordou comigo.

— Pai! – Nico o repreendeu.

— Olha, acho melhor decidirmos o que fazer logo – Hades falou. – Meu filho me ajudou lá embaixo, acabou com os feiticeiros e trancafiou Hécate de novo, e eu confesso que tenho que estar do lado dele – ele se virou para nós e nos encarou com aqueles olhos mais profundos que o Tartaro. – Isso não quer dizer que o que fizeram foi uma tremenda falta de respeito e sanidade. Vocês dois terão um julgamento e tanto quando morrerem.

— Exato – Zeus concordou. – Agora Eleanor pode morrer, oras!

— Ela estava mais perto da morte antes que agora – Nico interviu.

— Sejam rápidos, senhores – minha mãe se colocou entre os deuses. – O que irão fazer? Não sou bem vinda nesse lugar, não gosto de estar no Olimpo, então, sejam rápido, por favor.

Hades e Zeus se entreolharam. Por um breve momento tive a impressão de que havia algum tipo de compaixão nos olhos de Hades.

— Nico permaneceu muito tempo comigo no Mundo Inferior. Ele nunca teve motivos para ficar aqui em cima. Ele me ajudou, ajudou a todos nós, Zeus. Sua divida com ele cresce a todo dia. E, bem, eu não vou ficar contra ele. Sei o porque dele fazer isso.

No fim, os olhos de Hades estavam mais humanos do que os de um médico mortal que perde um paciente.

— Ah, sim – meu pai jogou as mãos para o alto, desesperado. – O pai e o filho que roubaram as minhas filhas!

— Não leve isso ainda mais para o lado pessoal, Zeus – Mnemosine interviu, novamente.

— Não sei por que te chamei aqui, sua titã maluca – Zeus gritou.

— Se tiver de jogar sua raiva em alguém, jogue-a em Afrodite! Se não fosse ela esses dois não estariam aqui.

Nico apertou minha mão. Eu me sentia irritantemente mais segura com ele ali.

— Eu sou a favor de deixa-los ir – Mnemosine continuou. – Hades também é. Esse garoto aí merece uma grande recompensa por tudo o que fez – ela se virou relutantemente para Zeus. — Salvou suas duas filhas, impediu Hécate, massacrou os feiticeiros, ajudou a derrotar Nix, e ainda acabou com um pandemônio. Tirando o fato de que nem mesmo um deus consegue aguentar o poder que o Cetro exerce sobre a mente. Esse menino tinha um foco e tanto enquanto controlava aquele negócio. E ele e Hades são os únicos que sabem onde o Cetro está, então, se eu fosse o senhor dos deuses teria o bom senso de ter medo do que eles são capazes de fazer juntos. Ainda mais com Hades estando um passo a sua frente com essa história da Profecia. Você sabe que quando precisar da ajuda dos semideuses, esse menino vai estar lá na frente de batalha, como fez contra Cronos. Então, meu caro, Zeus, é melhor abrir seus olhos e controlar o orgulho, porque eu sei que até mesmo Érebo teme esse garoto se ele estiver com o Cetro na mão. Quantas vezes vai ser preciso você escutar um relatório sobre tudo isso?

Meu pai nos encarava como se fosse nos devorar. Aqueles olhos de predador me faziam ficar arrepiada. Eu morria de medo dele ter coragem de fazer algo... Felizmente, o que minha mãe disse foi capaz de destruir todo o orgulho e prepotência dele.

Os raios e trovões do lado de fora só aumentavam, enquanto isso meu pai se via em um dilema terrível.

— Mas um deslize da parte de vocês, e eu juro que coloco aqui dentro todos os deuses para julgarem vocês. Sinceramente, não entendo o que vocês pretendem agora.

Nico fechou os olhos, como se tivesse com medo daquilo ser uma pegadinha. Mas a minha felicidade não durou muito. Dentro da minha cabeça parecia que as veias estavam estourando. E olha que eu nem sabia que tinha veias dentro do meu cérebro, mas enfim.

— Eleanor, você esta bem? – Nico me chamou enquanto se ajoelhava na minha frente. Ele colocou as mãos em meu rosto e em seguida se virou para meu pai. – Essas coisas vão parar?

Meu pai bufou e desapareceu. Minha mãe veio até mim e deu um beijo em minha testa.

— Boa sorte, querida.

Agora ela me deseja boa sorte, não é? Grande coisa...

— Bem, hã... Eleanor – Hades me chamou um pouco sem graça. – Você está se acostumando com a ideia de ser mortal. Seu corpo vai se modificar... Talvez demore algumas horas, mas não vai ser nada demais.

Assenti. Nico se levantou e comprimentou o pai.

— Obrigado.

— Não se acostume – devolveu Hades voltando a ser rabugento.

— Claro que não... – Nico sussurrou.

— Bem... Hã... Se eu fosse vocês não abaixava muito a guarda. Os deuses odeiam vocês agora, todos. Os monstros não darão problemas a vocês, pelo menos os que estão em meu domínio. Já outros seres eu não posso garantir. Tomem cuidado. E, Eleanor... Éter mandou te dizer que não te culpa pela morte dos filhos dele.

— Mas é claro que não – eu disse amargamente. – Por que será que ele não veio falar comigo?

Foi uma pergunta retórica. Nico enrijeceu, mas Hades extrapolou:

— Por que durante esse ano você mudou. Se tornou outra pessoa e esqueceu totalmente tudo o que ele lhe ensinou. E agora sendo mortal, duvido muito que o virá novamente. Se os deuses já não falam com os semideuses, imagine os primordiais. Enfim, aproveitem a vida mortal de vocês.

Então, ele desapareceu. Se misturou as sombras do mesmo jeito que Nico fez nas Ruínas.

Nico se virou novamente para mim e fechou a cara.

— Você esta muito pálida.

— Obrigada. Me leva embora agora?

Ele sorriu de lado e assentiu.

— Mesmo você estando desse jeito não sabe o quanto estou feliz. É egoísmo?

Eu dei um sorriso.

— Não, não é.

Ele me pegou no colo e eu afundei o rosto em seu peito, enquanto fechava os olhos. Nico andou por alguns segundos e logo depois fui engolida por mais escuridão.

Como agora o Acampamento todo sabia da minha história, da verdadeira história, não foi nenhuma surpresa pra ninguém quando Nico chegou a porta do Chalé de Zeus comigo em um estado incrivelmente alterado, em seu colo. Ninguem questionou. Nem mesmo a criança maluca dentro do Chalé.

— Você está viva! Pensei que não estivesse viva! – May secou as lágrimas e correu em nossa direção enquanto Nico me colocava deitada na cama.

— Oi, May. Como você está?

— Estou bem. Oi, menino – ela acenou para Nico.

— Olá, May. Quanto tempo, não?

May soltou uma gargalhada gostosa.

— Ah, o que foi que eu perdi? – perguntei.

Os dois deram de ombros. May, inteligentemente, foi buscar ambrosia e néctar para mim. Nico se sentou na beirada da cama e me encarou.

— É incrível como você mudou – disse. – Está tão... Diferente.

— Sim, capitão obvio. Pra melhor ou pior?

— Melhor, sem ofensas. Que tal você descansar agora, hein?

Assenti. May voltou com as coisas e pela primeira vez eu senti um gosto diferente ao comer o cubo de ambrosia.

— Isso é bom para os semideuses – falei debilmente.

— Depende bastante.

— Por que ela disse isso? – May indagou.

Suspirei.

— Pode dormir, Eleanor – Nico falou-, eu explico para a baixinha. E acho que vou falar com o Quiron também. Você me acompanha, May?

May me deu um beijo na testa e saiu saltitando pelo Chalé, toda descabelada. Nico se debruçou sobre a cama e me deu rápido beijo.

— Já volto. E se acontecer alguma coisa...

— Eu grito. Tenho certeza que você vai escutar.

Ele sorriu de lado. Meu coração disparou.

— Eu te amo – ele sussurrou.

— Eu também te amo. Pra sempre.

— O nosso pra sempre.

— Felizmente.

Notas finais
QUEM AÍ VIU Z FESTIVAL? UHUUUUUUUUUUL! Eu vi pelo Multishow pq sou pobre e não fui no show... Mas tava tão phoda, neh? Mc Fly, Demi e Big Time Rush... Ai, gentem, morri-me aki!
Enfim, TRATEM DE DEIXAR REVIEWS! E NÓS CHEGAMOS AOS 200 AÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!
Cês viram que eu não to bem, neh? Eu tô tão triste...
Milhões de beijos, abacates!
xoxo