The Hunter and The Vampire

33 Capítulo 32: Fazendo as pazes


Notas iniciais
ooooooi meus amores! *-*
Como vocês estão? hihi
Queria agradecer a Winchester Brothers, que recomendou a fic! *-*
Espero que vocês gostem e boa leitura! :)

Por Caroline Forbes

Acordei depois dos 20 minutos que eu havia dormido. Mas eu já não conseguia mais dormir de novo, estava pensando no que Klaus havia me contado. Dean realmente estava querendo me matar, poderia até dizer que eu já esperava algo como isso, pelo jeito que ele me tratou depois que finalmente descobriu quem eu era. Mas eu não esperava algo desse tipo, não algo ligado a me matar.

Ok, Dean é um caçador e eu sei muito bem disso. Ele já deve estar acostumado a pensar assim e com certeza deve ter pensado que eu era alguma vampirinha do mal. Eu sei e além disso eu não poderia culpá-lo. Mas nós tivemos uma história juntos, como ele poderia ter esquecido o que vivemos tão rápido?

Não, eu não acredito que ele poderia ser capaz de fazer tal coisa comigo. Ele dizia tanto que me amava, que eu havia feito ele feliz, como ele pensaria em me matar depois de tudo o que nós vivemos juntos? Como ele ainda conseguia pensar nisso? Como ele poderia ser tão frio e calculista sobre mim? Como ele

Quando eu pude perceber, o sol já estava nascendo e o dia começava a clarear. Isso era um sinal de que eu deveria estar acordando para ir me arrumar. Não estava nem um pouco afim de ir para o colégio hoje e encontrá-lo na hora da saída como sempre. Não, hoje eu não iria. Hoje eu ficarei em casa, quero ter o dia apenas para mim e sem pensar em Dean, Klaus ou qualquer outra coisa.

Virei de um lado para o outro até conseguir achar uma posição boa para dormir. Fui fechando os meus olhos até adormecer por completo.

[...]

Pude ouvir minha mãe me chamando e senti ela me cutucando, me acordando.

– O que foi mãe? – perguntei ainda sonolenta.

– Filha, eu acabei de voltar do trabalho. Já são 14 horas, você foi pra escola? – ela perguntou.

– Não, não fui. – eu disse, me sentando na cama e coçando os olhos. – Que horas são mesmo? – perguntei.

– 14 horas. – ela disse, confirmando e olhando no relógio. Uau, eu dormi demais! – Você vai ficar em casa? – ela perguntou.

– Vou, acho que sim. .– eu disse, sorrindo.

– Eu to indo pro shopping, preciso comprar algumas roupas. Você quer ir? – ela perguntou e eu olhei pra ela na mesma hora.

– Shopping? – perguntei, sorrindo.

– É, shopping. – ela falou, sem entender.

– Claro que eu vou, só me da um tempinho pra me arrumar. – eu disse.

Corri para o banho, troquei de roupa e depois desci as escadas, minha mãe estava na sala e então fomos para o shopping.

Tivemos uma tarde adorável, tudo bem que era com a minha mãe mas a gente nunca havia feito aquilo antes. Ela estava sempre no trabalho e eu mal ligava para ela. Pelo menos não ter ido a aula serviu de alguma coisa, eu sai com a minha mãe e a tive como amiga na tarde toda.

Nós compramos algumas roupas, umas para mim e outras para ela também, fomos ao cinema, depois tomamos um sorvete. Até que foi bem divertido, eu consegui me sentir uma criança de novo, tendo a mãe sempre ali do lado.

Depois de nos divertirmos bastante, era a hora de voltarmos logo para a casa. Chegamos finalmente em casa e observei o carro de Dean na frente, parei meu carro na garagem enquanto eu e e minha mãe íamos até a porta da frente. Minha mãe cumprimentou Dean, o chamando de ''Brian'' e entrou em casa, ouvi seus passos até ela chegar no quarto.

Fiquei na varanda com Dean, ainda nos olhávamos mas mesmo assim não dizíamos nenhuma palavra.

– Então, o que você está fazendo aqui? – perguntei.

– Eu queria conversar com você, hoje eu fui no seu colégio mas disseram que você não tinha ido. – ele disse

– É, eu fiquei em casa e depois sai com minha mãe.

– Caroline, a gente precisa conversar. – ele disse.

– Eu sei. – abaixei a cabeça. – Como ainda teve coragem de pensar em me matar depois de tudo Dean? – perguntei, levantando a cabeça de novo e encarando seus olhos verdes.

– Eu sei, mas eu não teria coragem, Caroline. Eu realmente pensava nisso, mas pelo motivo de você ter escondido de mim quem você realmente era. – ele disse.

– Não havia motivos para eu te contar, Dean. Não naquele momento. Imagina se eu te contasse logo quando nos conhecemos... eu estaria morta agora não é? – perguntei e ele me encarou.

– Provavelmente. – ele disse, sorrindo de lado. – Você tem razão, eu sei. Mas eu só queria que você soubesse que eu nunca pensaria em te matar de verdade. Eu me fazia acreditar, mas eu sei que no fundo eu nunca conseguiria encostar um dedo em você para lhe fazer qualquer tipo de maldade.

– Tem certeza? – perguntei.

– É claro que sim, Caroline. Eu tentava acreditar que conseguiria mas a verdade é que eu não consigo Caroline. – ele disse, passando a mão no meu rosto e se aproximando.

Dean se aproximava ainda mais de mim e selou nossos lábios, começando com um beijo doce e apaixonado.

Nos afastamos e colamos nossa testa, enquanto ainda olhávamos um nos olhos do outro. Parei de olhá-lo e o abracei forte.

– Senti sua falta. – eu disse, enquanto o abraçava.

– Eu também. – ele disse, mexendo no meu cabelo. – Fiquei preocupado com Klaus. – ele disse, enquanto nos separávamos. – Não vou deixá-lo fazer mal algum para você, Car.

– Não é comigo que eu estou preocupada Dean, é com você. Você não conhece Klaus, quando ele quer alguma coisa ele realmente consegue, por bem ou por mal. – eu disse.

– Não quero que você chegue perto dele. – ele disse.

– É inevitável Dean, Klaus pode me perseguir. E pode muito bem te perseguir também, então você promete que vai tomar cuidado? – perguntei.

– Pode deixar que sim. Mas vamos esquecer esse assunto? – ele perguntou, enquanto fazia carinho no meu pescoço.

Confirmei com a cabeça e então nós nos beijamos de novo.

– Quer entrar? – perguntei, quando nos separamos.

– Claro. – ele disse, sem pensar duas vezes.

Segurei sua mão enquanto eu o encaminhava para o quarto, entramos e eu joguei Dean atrás da porta, enquanto a trancava.

O beijo que antes era calmo e apaixonado, agora era rápido e urgente. Me joguei nos braços de Dean, enquanto colocava minhas pernas em volta de sua cintura.

Suas mãos passavam livremente sobre as minhas costas, enquanto as apertava. Ele puxou o zíper do meu vestido enquanto me colocava na cama e ia tirando.

Ele ficou por cima de mim e eu troquei as posições, enquanto eu ainda o beijava. Dean se sentou, enquanto eu ficava sentada em cima dele e de frente para ele. Tirei sua jaqueta e depois sua blusa. O deitei de novo na cama enquanto desabotoava sua calça, a jogando em algum canto do quarto.

Dean inverteu as posições e ficou em cima de mim de novo, ele tirou meu sutiã e apertava meus seios enquanto me beijava. Empurrava sua cueca boxer para baixo e ele a tirou, tirando minha calcinha.

Ele penetrou levemente, mas depois foi intensificando ainda mais seus movimentos. Eu arranhava suas costas, segurava seus cabelos, apertava os lençóis da cama e cada vez o puxava para mais perto de mim se ainda poderia ser possível.

Quando finalmente eu cheguei ao ápice e logo depois ele chegou, se deitando ao meu lado na cama. Sua respiração era ofegante e ambos estávamos suados.

Dean me puxou para o seu braço, me abraçando e beijou o topo da minha cabeça enquanto meus olhos se fechavam pelo cansaço.

Notas finais
Eu to tentando postar todos os dias, mas ontem não deu. hihi
Espero que tenham gostado e me deixem um comentário *-* HUAHUA
Beijos ♥