The Hunter and The Vampire
6 Capítulo 5: A gente vai se ver de novo?
Notas iniciais
Por Caroline Forbes
No início eu estava tentando lutar contra Dean, mas acabei me rendendo aos seus beijos. Ficamos ali se beijando, o que parecia horas. E cada vez o beijo ficava mais urgente e mas excitante.
– Onde fica seu quarto? — Dean perguntou, enquanto parou de me beijar e começou a beijar meu pescoço
– Primeira porta à direita — eu disse, ofegante.
E então fomos caminhando até o meu quarto, nos beijando. Dean começou a aprofundar os beijos, tornando-os ainda mais urgentes. Senti ele passando a mão pela minha cintura e levantando a minha blusa. Levantei braços para ajudá-lo e então, tiramos minha blusa. Logo tirei seu casaco, e descendo a mão até a barra da sua camisa, a tirei. Senti Dean passando a mão pela minha cintura, me apertando cada vez mais para perto dele. Nos separamos, enquanto eu tirava meu short e ele sua calça. Voltamos a nos beijar e senti ele me jogando na cama, e logo ele veio por cima de mim. Estavamos nos beijando intensamente e senti ele desabotoando meu sutiã com suas mãos, ele apertava meus seios enquanto me beijava.Parou de me beijar e foi descendo até o meu pescoço, seus lábios passavam por meio dos meus seios indo até a minha barriga, onde ele dava pequenas mordidas. Gemi com o ato.Finalmente ele tirou sua cueca e a minha calcinha, e então ele voltou a me beijar enquanto penetrava em mim, começou devagar, mas logo foi mais forte.
– Dean — gemi no seu ouvido, mordendo sua orelha.
Ele ia cada vez mais rápido, aquilo não me machucava, só me dava cada vez mais prazer. Arranhei as costas dele, com cada movimento. Até que chegamos, juntos, ao ápice. E então, adormecemos.
[...]
Acordei e já era noite, olhei para o lado de Dean ainda estava ali. Levantei lentamente dos seus braços, para não acordá-lo e me vesti.
– Nossa, são que horas? — ouvi Dean me perguntando, me assustei.
– Que susto, pensei que estivesse dormindo. — sentei na cama de novo, ao seu lado
Ele passou a mão sobre o meu rosto e então me beijou docemente.
– Dormiu bem? — ele perguntou
– Como um anjo, e você? — perguntei, sorrindo
– Também. Mas eu preciso ir, o Sam deve estar me esperando. — ele falou, se levantando e colocando sua roupa
– Já? — perguntei.
– Sim, nos vemos amanhã? — ele perguntou
– Promete? — perguntei, chegando perto dele e sorrindo
– Prometo — ele respondeu sorrindo e me dando um selinho. — Passo no seu colégio amanhã, ok?
– Ok, 12:30 sem falta? — ele assentiu a cabeça, nos beijamos e o levei até a porta.
Voltei para o quarto, peguei o telefone e liguei para Bonnie.
– ooooi — falei, animada.
– Oi Car, tudo bem? Parece feliz. — ela respondeu.
– Quem deu o meu endereço para o Dean? — perguntei, parecendo séria
– Ai Car, me desculpe. Fiz mal? — ela perguntou, preocupada.
– Bom, podemos dizer que ele saiu daqui agora sabe... — respondi com voz de que aconteceu algo.
– CAROLINE FORBES, me conte o que aconteceu! AGORA! — ela falou e eu ri
– Até amanhã no colégio Bonnie. — respondi, então desliguei.
Tinha um sorriso enorme que não queria sair do meu rosto, eu adorava aquele sorriso. Sim, eu realmente estava apaixonada pelo Dean e depois de hoje eu sabia que ele também gostava bastante de mim.
Por Dean Winchester
Cheguei no hotel e Sam estava pesquisando no seu laptop
– Ei Sammy, como foi o dia? — perguntei
– Pesquisando, como sempre. Onde você estava? — ele me perguntou
– Primeiro eu fui no Grill e depois na casa da Caroline. — respondi, com um sorriso malicioso no rosto. — E o que você descobriu?
– Enquanto eu estava pesquisando, você estava na rua? Que legal. — ele respondeu
– Ah, desculpe então Sr. Dono do Mundo. Encontrei Bonnie, ela mandou um oi pra você. — falei
– Bonnie? E como ela estava? — ele perguntou, interessado
– Hm, tigrão. — respondi
– Como ela está Dean? — ele perguntou, rindo
– Bem, eu acho. — respondi.
– Ok, presta atenção. Descobri como diferenciar os vampiros originais dos normais. — ele falou.
– Hm, e como? — perguntei
– Parece que os vampiros originais tem uma marca no pulso, como se fosse uma tatuagem de uma estrela.
– Entendi, bom pelo menos já sabemos como diferenciar né? E o que vamos fazer com a verbena que encontramos? — perguntei
– Não sei, preciso achar algo ainda. Uma forma de atacá-los com a verbena. Esse caso está muito vago, não sabemos mais nada sobre esses vampiros. Só sabemos que eles estão por ai. — Sam disse
– Pois é, pode ser que eles ainda estejam mais perto do que parece. — respondi.
Notas finais
Beijos! :*
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