The Hunter
1 O começo
Notas iniciais
Deidara acordou em um péssimo dia, e resolveu ir falar com o Hidan, em sua padaria. Entrou pela porta dos fundos como sempre fazia e ouviu Hidan gritar:
— Porra, caralho moleque, devolve meu pão. Betty atrás dele – Betty, por acaso, era uma galinha preta e bichinho de estimação do Hidan, correu atrás do garoto – Kakuzo esse moleque não da folga.
— Oi né, hun, o que está acontecendo aqui? — Perguntei adentrando a loja.
— A oi, foi a merda do Naruto de novo, parece que só tem essa padaria pra se roubar pão, porra. – Disse Hidan, que não estava nada feliz.
— Po, aquele loiro pirralhento de novo? – disse — Ouvi dizer que ele roubou a barraquinha de sushi do Kisame e do Shisui esses dias, hun.
— Porra, até o Kisame e o Shisui foram roubados por esse moleque, caralho em – Disse Hidan em um tom desacreditado.
— Fiquem quietos ai, to contando a grana. – disse Kakuzo em um tom nada amigavél.
Os dois amigs se calaram pois Kakuzo era nada amigavél quando estava contando seu dinnheiro mas logo esse silêncio se foi quando ouvimos um barulho na porta e vimos Naruto com a Betty bicando sua bunda:
— Desculpa ae, mas eu ando roubando por que o tio do ramen, seis sabem o que rola... – disse Naruto, sorrindo achando normal a situação.
— A gente não ta sabendo de nada, desembucha logo, hun! – disse Deidara com um tom raivoso.
— OK, o tio do ramen – tio do ramen, é o mafioso da cidade, seu nome é um mistério — anda fazendo…- do nada chegou um cara tampando a boca de Naruto e o levando embora, que porra está acontecendo?
— Porra, o que foi isso? – disse Hidan e Deidara o olhou tipo: você leu minha mente– Kakuzo, precisamos conversar. Deidara, vai ver os pães.
— Fazer o que, hun. – disse Deidara, da última vez que recusara quase apanhou.
Deidara foi até a cozinha e começou a falar sua frase caracteristica:
-BANG! BANG! IT’S ART! ART IS A BANG! – falava animado.
Deidara então ouviu um barulho, virou-se e viu o forno explodindo, sabia que estava encrencando mas não o quanto e então perdido em seus pensamentos ouviu passos e logo Hidan gritou:
— DEIDARA FILHO DA PUTA...
— Que é? Não está vendo a arte fluindo aqui? – disse num tom irônico mas se cagando de medo.
— SE ME PAGA, SUA LOIRA OXIGENADA, SE FEZ ISSO DE NOVO PORRA.... CARALHO LIMPA ISSO LOGO SEU FOLGADO. – Hidan disse, ele estava muito irritado já que o amigo explodiu o forno algumas vezes (30 vezes).
— Não posso limpar isso, isso é arte ♥. – Deidara continuava tentando escapar da encrenca.
— KAKUZO CHEGA MAIS. – Berrou Hidan, enquanto tentava chegar perto de Deidara que tentava se esconder.
— O QUE FOI CARALHO? DEXA EU FAZER MEU TRABLAHO EM PAZ – Gritou Kakuzo lá da frente.
— LARGA ISSO E VEM VE A ARTE QUE NOSSO AMIGO FEZ NOVAMENTE – Gritou Hidan – Caralho, terei que resolver isso denovo – resmunga a para si.
— TO INDO. – disse Kakuzo, indo ver pessoalmente o ocorrido.
— Finally – falou Hidan ao ver o amigo na cozinha – Olha a arte que o Deidara fez.
— Caralho Deidara, de novo? Porra, sempre quando se vem aqui se bagunça tudo. – disse Kakuzo num tom de bronca.
— Isso porque art is a bang. – disse Deidara tentando justificar-se.
— Vai limpar. – Kakuzo disse num tom de ordem.
— NÃO. – disse Deidara, aquilo estava muito bagunçado e não queria limpar.
— Ah é? Betty, vem ca, seu almoço vai ser loira oxigenada, já que você ama ela. – Disse Kakuzo chamando a Betty, sabia que o amigo tinha medo dela.
~Le Betty chega com um brilho no olhar~
— Ta bom cara, eu limpo, hun. Da próxima vez vou ir enche o saco do Kisame e do Shisui. – disse Deidara, somente aceitara limpa por causa do medo por Betty.
— Faça o que quiser. – Kakuzo disse voltando para a frente do estabelicimento.
— Cara, você me deve um forno novo porra. – disse Hidan, penteiando o bigode.
— Então além de limpar eu terei que compra um forno novo pra você, bigodudo? – Disse Deidara um pouco alterado.
— Caralho, você que destruiu essa porra, vai pagar sim, folgado. – disse Hidan, odiava esse tipo de atitude do amigo.
— Porra, já to sem dinheiro de tanto comprar as coisas que destruo dos outros. – Disse Deidara reclamando.
— Da um jeito porra, porque eu tenho que faze meus pão. – disse Hidan.
— Ta, Ok, irei falar com o Sasori e daremos um jeito nisso. – Disse Deidara, sabia que Sasori o ajudaria.
— Bom mesmo porra, quando terminar vai lá na frente pra eu te falar algo. – disse Hidan saindo da cozinha.
— Ta, hun! – Deidara apenas concordara.
Demorou bastante para realizar a limpeza, se perguntará o porque de ter feito aquilo, se perguntará porque destruia as coisas mas não achou as respostas. Após 1 hora estava tudo limpo e foi para a frente ver o que Hidan queria.
— O maluco, o que tu que, hun? – disse Deidara, apenas queria ir para a casa.
— Bem, Sasori veio aqui ontem e pediu pra te avisar, o sobrinho dele vai passa uns tempo contigo e com ele. – disse Hidan sem preocupações.
— O cara some por dois dias, aparece aqui dizendo de sobrinho pra você e não para mim, quem ele pensa que é? – disse Deidara, estava irritado com o amigo que dividia sua casa.
— Não sei de nada, pergunta para o Sasori. Agora xispa da minha padaria logo porra. E não esquece o forno! Ah é melhor você ir pra casa, acho que o tal ser vai chega hoje. – Disse Hidan meio que expulsando Deidara.
Deidara saiu e logo se viu a caminho de casa, chegou e estava silencioso, mas é claro, Sasori n estava ali a dois dias até aparecer alguém:
QUEM É VOCÊ? O QUE FAZ NA CASA DE MEU TIO? – disse um garoto ruivo e pálido que estava deitado no sofá de Deidara.
— Hein? QUEM É VOCÊ DIGO EU. – disse Deidara
— SUA CASA? ESSA CASA É DO MEU TIO SASORI! – disse o garoto.
— Porra moleque, tu é o sobrinho do Sasori? – disse Deidara que lembrara do que Hidan dissera.
— Sou sim, e quem és você? – disse o garoto
— A eu moro aqui com seu tio, hun. – disse Deidara
— A então você é o Deidara? – disse o garoto num tom de não creio que é esse ser.
— Sim, e você como se chama? – disse Deidara ignorando o tom do garoto.
— A eu me chamo Gaara. – disse o garoto finalmente revelando seu nome.
— Legal... – disse Deidara e ficaram em silêncio por um tempo.
— Ouvi dizer que você é um maluco que adora explodir coisas! – disse Gaara vendo um sorriso se formar nos lábios de Deidara.
— Po cara, isso porque ART IS A BANG!! – Disse Deidara confiante.
— Como pensei, só um maluco atrás de se aparecer! – disse Gaara, comrçara o assunto apenas para implicar com Deidara.
— Ta me tirando? Ruivinho de meia tigela, hun? – disse Deidara irritado.
— Não estou tirando contigo, só estou sendo franco. – disse Gaara.
— A é? Agora tu vai ve. – disse Deidara num tom ameaçador.
Aproximou- se de Gaara fingindo que iria lhe dar um soco wuando ouviu uma voz:
— Deidara, pare com isso! – disse Sasori.
— Fala ae ruivinha, tava sumido em, hun. – disse Deidara — Onde estava? – perguntou, odiava quando o amigo sumia por dias.
— Onde eu estava não vem ao caso – disse Sasori – Mudando de assunto, Hidan me ligou dizendo que você explodiu o forno dele e eu terei que pagar denovo. – disse Sasori dando bronca.
— Foi nada de mais, hun, foi arte! – disse Deidara tentando se explicar.
— Nada de mais? Explodir um forno é nada de mais? Além disso, como já disse, arte é algo que dura eternamente e não um “ BANG”. – disse Sasori irritado com o amigo.
Gaara estava rindo no cantinho, o que deixara Deidara ainda mais irritado com o garoto.
— Ta rindo do que moleque, hun? – disse o loiro ameaçando o garoto novamente.
— Você, que é maior de idade, levando sermão do meu tio. Isso é tão hilário. – disse Gaara entre risadinhas.
— A caramba, temos um pirralho conosco, preferia a Betty que ele. – disse Deidara, o mesmo que tinha medo de Betty
— Não fale isso, a Betty não... – disse Sasori, que não era muito fã da galinha do amigo.
— Quem é essa tal de Betty? – perguntara o mais novo.
— Betty é a galinha do nosso amigo. — explicou sasori
— Ai que hilário, ter medo de uma galinha. – disse Gaara se divertindo com a situação.
— Olha se você não... – Deidara foi interruompido pelo barulho da porta caindo, quem arrombaria a porta? E então viu Tobi assustado entrando.
— Gente, aconteceu algo. – disse Tobi preocupado
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