The Hunter

14 Declaram Guerra.


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews. Continuem assim! Aqui esta o capítulo, boa leitura e deixem seu comentário. Spoleirs nas notas finais e para quem comentar tem mais haha!
Beijos sabor Klaus.
(Não achei nada decente ele me trair publicamente com a Hayley '-')

Música: Parachute - She is Love.

Capítulo XV

“Declaram guerra.”

POV Sophia / Lucy Adams

Ouvi passos na floresta e quando retirei as mãos de minha face, meus olhos azuis se encontram com aqueles olhos castanhos cheios de lágrimas. Eu tremi. Minha respiração estava descompensada e meu coração batia fortemente. Levantei da pedra com o vento batendo em meu cabelo preto.

Kol Mikaelson estava na minha frente após três semanas e meia.

Não sabia ao certo o que sentir quando seus olhos se encontraram com os meus. Eu queria sair correndo e abraçá-lo para nunca mais soltar. Porém minha razão não dizia isso, ela dizia que ele iria querer me matar. Kol me encarava com os olhos cheios de lágrimas. Caminhamos um ao encontro do outro, dane-se a minha razão.

Senti sua respiração tão próxima da minha. Estávamos encarando um ao outro. Ele me abraçou fortemente e sua respiração descompensada bateu em minha nuca, causando-me arrepios. Eu sorri. Afastei-me meu rosto de seu ombro e selei nossos lábios calmamente. Aquele era um beijo de saudades. Eu senti falta daqueles lábios.

Afastamos depois de um longo tempo. Estava sentada entre as pernas de Kol e ele me abraçava por trás mexendo em meus cabelos negros. Não tínhamos trocado nenhuma palavra até que o original resolveu se pronunciar. Meu ex/atual namorado retirou o meu cabelo da minha nuca e virei minha cabeça, um pouco, em sua direção.

–Por que você fugiu? – ele me perguntou.

–Por que você não foi atrás de mim? –retruquei.

–Eu fui atrás de você, mas o avião já tinha ido com você junto. Eu só queria alcançar você. Meus irmãos ficaram enchendo a minha cabeça sobre não ir atrás de você. – ele disse com um olhar triste.

–Eu fugi com medo de como você fosse me encarar. – disse levantado-me. – Eu ia matar você e toda sua família. E vou, Kol. Menos você, lógico. Eles ...

–Eu não quero falar disso agora. Eu amo você e não vou deixar que eles te encostem um dedo. – ele disse segurando meus braços.

–Ta bom.

–Por que não atendeu minhas ligações? – ele perguntou.

–Porque só de ouvir a sua voz eu teria voltado. – disse chorando e ele me abraçou.

–Eu amo você, baixinha. – ele sussurrou, e depois beijou o topo da minha cabeça.

–Eu também amo você, lerdo. – disse rindo e ele fez biquinho. Coloquei meus dedos ao lado de seu lábio. – Faz peixinho.

–Peixinho. — ele fez e nós rimos. -Retardada! – ele falou e eu bati no seu braço.

–Você me ama.

–Claro. Você é minha. – ele me beijou.

Ficamos conversando sobre coisas aleatórias. Ele disse que não achou nada engraçado o Salvatore ir atrás de mim e ainda por cima me beijar. Sério, ele ficou puto. Eu não disse nada. Kol prometeu que os outros originais não iriam saber da minha volta e nem onde eu estava, pelo menos, não por ele.

Caçamos dois humanos e ainda estávamos com fome. Mas achamos melhor ficar assim. Fomos para uma trilha onde descobrimos uma cachoeira muito legal. Eu mergulhei, depois de tirar meu casaco, e Kol olhou-me como se eu fosse uma louca. Ok, eu era. Após tirar a blusa e o casaco, o original juntou-se a mim. Fazia tanto tempo que eu não entrava na água. Era relaxante, ainda mais com ele perto de mim.

Saímos da água depois de um tempo e ficamos nos secando no sol. Depois eu voltei para minha nova casa e ele para a dele. Peguei meu celular vendo dez ligações perdidas da Joanne. Voltei o mais rápido que pude e cheguei na hora que Dakota estava saindo.

–Já ia atrás de você. – ela disse, abrindo espaço para eu entrar na sala de estar.

Joanne me lançou um olhar furioso e olhou para o meu cabelo molhado. Subimos nós três para o meu quarto. Depois de eu tomar banho e trocar de roupa – blusa dos Beatles, shorts jeans claro e blusa xadrez -, nós fomos conversar.

–Onde você estava?- a bruxa perguntou.

–Na floresta com o Kol. – disse.

–AHHHHHHHHH vocês se acertaram? – a fofoqueira da Dakota perguntou, batendo palmas.

–Dakota! – Joanne advertiu.

–Vai dizer que você não esta curiosa?- ela perguntou comendo doritos.

Aquela garota ainda vai ter um problema com esses nachos. Joanne disse que ia ver novela e nos deixou lá conversando. Contei os detalhes do meu encontro com Kol para Dakota. Ela achou fofo, mas disse que era team stefia. A criatura inventou um nome para eu e Stefan. Joguei doritos na cara dela. Nós rimos e fomos até minha cama comendo os nachos.

–Lembra da gente na Califórnia?- ela perguntou.

Eu e Joanne, agora Dakota, estávamos sentadas na grama de um parque. Um rio passava em nossa frente. Em volta tinham várias árvores e dava para ver as montanhas, com nossa visão aguçada. Dakota estava na fase de iniciação como uma vampira e eu a ajudava. Jessie, agora Joanne, não queria se aproximar dela. Estava na fase de negação.

–Por que ela faz isso comigo? – a loira perguntou.

–Ela acha que perdeu sua parte humana para sempre.

–Eu a amo. Ela é minha irmã.

–Eu sei. Vamos praticar o controle? – perguntei e nós levantamos da grama.

–Obrigada por me ajudar. – ela disse abraçando-me.

–Lembro. – respondi.

–Você se tornou uma irmã para mim, Soph. – ela disse me abraçando.

–Você também, Jes. – disse e ela riu, já que eu a chamei pelo apelido verdadeiro. –Te amo, doritos girl.

–Também amo você, Hunter.

Ouvi lá de baixo a campanhia tocar e Dakota me olhou com uma cara. Ela se levantou da cama, assim como eu, colocou o dedo na boca e fez um “ops”.

–Devo ter me esquecido de comentar que Stefan iria vir aqui. – ela disse.

–Como vocês deram o nosso endereço? – perguntei descendo as escadas.

Joanne e Dakota se olharam e bateram com a mão na testa. Caminhei até a porta branca e digitei o código, abrindo-a. Stefan Salvatore estava com calça jeans preta, blusa branca e tênis. Ele estava encostado na porta e quase caiu quando eu a abri.

–Oi. – disse e ele tentou entrar. –Joanne? – olhei para a bruxa.

–Não vou deixá-lo entrar. – a bruxa falou comendo salada.

–Sinto muito. – falei para Stef.

–Precisamos conversar. – o vampiro falou.

–Vai ter que dizer daí e rápido.

–Eu quero você. – ele disse.

–Estou com o Kol.- ele lançou-me um olhar decepcionado. — Está tarde, Stef, vai para casa. – disse, fechando a porta em seguida.

Subi para meus aposentos – falando assim pareço da realeza – e tranquei a porta. Coloquei minha blusa grande do one piece e short do pijama. Deitei-me na cama após escrever em meu diário. Após escrever, me cobri e apaguei o abajur. Meu celular vibrou e vi a foto de Kol. Era uma mensagem.

Boa noite, baixinha.

Te amo.

–Kol.

Comecei a digitar e enviei.

Boa noite, lerdo.

~ Hahahah! ~

Também te amo, idiota.

–Lucy.

(...)


Narração em terceira pessoa


Alguns dias depois ...

Sophia/Lucy se encontrava com Kol mais do que devia. Joanne estava preocupada, ela poderia estar levantando suspeitas. Stefan aparecia aqui de vez em quando até que um dia Kol estava no quarto da Lucy e ouviu a voz do Salvatore vindo da porta. A bruxa, Joanne, tinha convidado Kol para entrar na casa. Digamos que o original ficou furioso.

Os vampiros da Adams estavam treinando dia e noite, além de pesquisar informações sobre vampiros e lobisomens e até mesmo ambos. Sophia estava matando alguns vampiros e híbridos indesejáveis na cidade com a ajuda de Dakota.

Os Mikaelson, principalmente Klaus, perceberam que os híbridos estavam diminuindo. Kol era o único que sabia o motivo, mas ficou calado. Elijah começou a notar que o irmão mais novo estava muito fora de casa. Rebekah, como estava caidinha por Matt, nem percebeu. O informante da família original avisou que, em alguns lugares, espalhava-se a notícia que Mikael havia retornado. Niklaus não acreditou, mas Kol ficou com uma “puga atrás da orelha”.

A mesma noticia chegou para a família Adams. Sophia sabia que ele viria atrás dela, isso não era um bom sinal. Fez questão de treinar mais e ficar um pouco menos com Kol, até mesmo para a segurança de ambos. Ela pesquisou cada passo de cada vampiro pela região dos Estados Unidos Da América a fim de encontrar o caçador original. Não teve resultados. A notícia era um boato ou Mikael realmente estava sendo cuidadoso.

Em uma noite Kol se preparava para ir a casa da namorada. Rebekah, Elijah e Klaus tinham dado uma desculpa dizendo que iriam sair para o grill. O lerdo, quer dizer Kol, não prestou nem atenção e saiu da mansão a caminho da mansão de Sophia. Os irmãos do original o seguiam com cautela e sem serem percebidos.

Kol tocou a campanhia e Dakota abriu a porta. Os dois entraram na sala de estar. Joanne estava aprendendo novos feitiços enquanto Lucy devorava três bolsas de sangue. Quando viu o namorado, largou as bolsas de sangue em cima da bancada da cozinha e foi correndo ao seu abraço. Eles subiram para o quarto e começaram a se agarrar.

Os outros originais chegaram em frente a porta da caçadora. Rebekah, que usava luvas enfeitiçadas assim como os irmãos, pegou o papel branco que estava em seu bolso e entregou a Niklaus. O híbrido pegou uma caneta e escreveu na folha em branco. Elijah pegou o papel e tacou de baixo da porta da mansão das Adams. Eles seguiram o seu caminho pela floresta enquanto o vento batia na face de cada um.

Joanne, que estava na sala, ouviu o barulho do papel. Do andar de cima as vampiras e Kol também ouviram. Desceram rapidamente as escadas e antes que Lucy pegasse o papel, Joanne fez.

–Esta com partículas de carvalho branco. – a bruxa advertiu. – Leia. – ela disse, após a caçadora colocar luvas.

–Nós encontramos vocês. Não irão escapar assim tão fácil. A caçadora virou a nossa caça. Assinado: Klaus, Rebekah e Elijah.

A caçadora leu e olhou para Kol. Todos estavam olhando para o original.

– De qual lado você vai ficar, amor? –Sophia perguntou a Kol, largando o papel com Joanne.



Notas finais
Comentem, favoritem, recomendem...
Volto até sábado (eu acho).
PRÓXIMO CAPÍTULO: Kol decide de qual lado deve ficar. Alguém muito importante para Lucy/Sophia morre. Mikael aparece e tem flashbacks da soph e dakota.