The Human Diaries
5 A verdade é que...
Notas iniciais
Matt foi ao cemitério com o objetivo de ir para um lugar calmo, onde pudesse pensar em tudo tranquilamente.
Se ele soubesse o que aconteceria em seguida, eu seriamente duvido que tivesse ido.
Ele pensava em tudo, Katherine, de onde a conhecia? Damon e Caroline, quem são eles? Nenhuma família, nada. E Anna, ele gostava de Anna, ela era gentil. Mas o que mais o incomodava era, o ser poderoso que o atraía!
Então ele ouviu um barulho, sentiu o poder, estava por perto. O que ele ia fazer? Correr? Não conseguia, era tão poderoso, precisava saber o que era, ou quem era!
Uma voz, ele ouviu uma voz, lembrava a de Katherine, pensou Matt, mas não era ela, era parecida, mas tinha algo sexy, arrastado, poderoso, que a voz de Katherine, não tinha.
A voz riu e disse: — Você até que é mais bonito do que eu pensava, caçador de vampiros.
–- Com.. como você sabe? Quem é você? Cadê você?
– Quantas perguntas! Você é sempre assim curioso? Ou eu sou um caso especial?
– Apareça!
–Já que você pede com tanta urgência, tudo bem, vou deixar você me ver!
– Ela saiu de seu esconderijo, e Matt não acreditou no que via, era como a voz, era Katherine, mas não era Katherine. Então uma lembrança, de muito tempo despertou em sua mente e ele a reconheceu!
– Elena!
– Muito bem! Você até que tem boa memória, então espero que saiba que não tem chance contra mim!
– Eu sei... Ele disse, e não entendeu porque disse.
– Pare de me olhar assim! Eu sou sua inimiga lembra? A vampira! E você o caçador de vampiros, nasceu para isso, não tem escolha! Mas escolheu ser muito ruim nisso pelo visto!
– Como assim?
– Nunca percebeu o simples fato de que alguns moradores da cidade, são vampiros.- ela diz, rindo da situação.
– Ah, eu não quero ser um caçador, você sabe disso. Mas protejo as pessoas que gosto. Não ligo se tem vampiros aqui, a não ser é claro, que sejam uma ameaça. Nesse caso..
– Agora me explica, como você pode ser tão igual a Katherine, poderiam ser gêmeas. O mesmo cabelo, pele. os olhos..
– Eu não sei, para falar a verdade, mas é algo que vou descobrir. Agora licença, que eu tenho uma refeição para fazer! — ela disse, lambendo os lábios.
– Espere! Elena! Não machuque ninguém! — ele tentou chamá-la, mas Elena já tinha ido.
A verdade Matt sabia, sabia sobre Damon e Caroline, e sabia da dieta deles. Agora ele tinha que ir até lá, para avisá-los. Pedir ajuda! Elena era linda, inteligente e milhares de outras coisas, mas era também má, cruel e vingativa.
Na pensão
Querido diário,
Elena está de volta. Não posso acreditar, Matt, é caçador de vampiros, ele nunca fez nada contra Caroline e eu, porque não nos considera uma ameaça. Mas agora precisa de nossa ajuda. Ainda acho que Stefan, aparecerá por Mystic Falls, mais cedo ou mais tarde, ele adora uma confusão, e com Elena aqui, confusões não faltarão.
Sinto saudade dela, de amá-la, beijá-la, mas também ódio, sinto muito ódio. Mesmo sendo a 162 anos, o que Elena fez nunca poderei superar completamente, nunca a esquecerei e também nunca a perdoarei.
E agora tem Katherine, preciso falar com ela, eu achei que ignorando ela a dor diminuiria, mas na verdade aumentou muito. Irei me aproximar, o máximo que ela deixar, porquê a verdade, a verdade é qu... que estou apaixonado por ela. Ela mesmo, não uma lembrança de Elena, mas como Katherine, com seu sorriso doce e gentil, olhos determinados e implacáveis, com sua fidelidade aos que ama, por tudo que ela é.
Damon, parou de escrever, e decidiu que falaria com Katherine no dia seguinte, acontecesse o que acontecesse!
Na casa de Katherine
Katherine tinha admitido a verdade para si, de seus sentimentos por Damon, e falado com Anna, foi difícil, mas necessário, pensou Kat, mas no final foi bom, porque Anna também tinha refletido, e não achava que realmente sentisse sentimentos por Damon, concordou até em ajudar Kat com ele.
Ela precisava falar com ele, pensou. Doía não vê-lo, precisava ajeitar as coisas, não iria permitir que ele a ignorasse. Iria falar com ele agora, decidiu, antes que perdesse a coragem. Porque se deixasse para depois, somente arranjaria desculpas para não falar com ele, e ela ia, tinha que ir, era agora ou nunca!
Tomou um banho quente, colocou um vestido verde que combinava com seus olhos, ajeitou seu cabelo, colocou um pouco de perfume, respirou fundo e entrou no carro, imaginando o que falaria quando chegasse lá.
Na pensão
Damon pensava sobre tudo, especialmente sobre Katherine, e seus olhos verdes, quando a campainha tocou.
Quem seria? pensou, e cautelosamente foi abrir a porta.
Quando abriu a porta, mal viu quem era, ela começou a falar. — Você não vai ficar me ignorando, eu não vou deixar! Katherine disparou.
O alívio de Damon foi tanto, por ela querer estar com ele, que ele fez algo que nenhum dos dois esperava. A beijou, simplesmente a puxou para ele e a beijou, foi um beijo suave, e depois um pouco mais desesperado mas, sempre com cuidado para não machucá-la.
Elena realmente ficou surpresa, não esperava isso, mas tinha gostado, tinha gostado muito. Sorriu e Damon pegou sua mão, e a guiou para o sofá, e eles sentaram e conversaram, só conversaram,sobre seus sentimentos, sobre seus pensamentos, sobre suas vontades e sonhos, sobre tudo, sobre nada.
No cemitério
Anna foi visitar sua avó, que tinha morrido, no ano anterior, ela amava muito sua avó, e sempre que podia, ia visitá-la e viu, ficou horrorizada,com o que viu, e começou a gritar, e gritou, até que outras pessoas ouviram os gritos da menina e foram até ela e viram o que ela viu, e ficaram horrorizadas, mas decidiram ligar para a polícia e acalmar Anna.
O que viram?
Viram três corpos, com as gargantas dilaceradas, roupas rasgadas, olhares apavorados, machucados e nen... nenhu.. nenhum sague.
Como? Era o que as pessoas perguntavam, mas isso, você já sabe. Acho que a pergunta certa seria.
Quem?
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