The Hudson-Berry Baby
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Finn estava na cama lendo o livro ‘O que esperar quando se está esperando’, na verdade ele não estava nem lendo direito, estava apenas vendo as figuras. Ele já estava de saco cheio de todas as coisas de bebê, estava muito empolgado para ser pai, mas se pudesse já queria que sua filha nascesse pronta, como uma lata de refrigerante, que você coloca a nota na máquina, escolhe o sabor e imediatamente ela aparece.
Na maior parte do tempo ele ficava confuso em relação a Rachel. Uma hora ela estava feliz, toda envolta na plenitude de gerar um bebê e em outra hora ela só faltava mata-lo, o culpando de estar naquele estado, devido aos enjoos e na maior parte do tempo por causa de sua barriga que já estava visível e ela sabia que ainda ficaria muito maior. Mas tinha uma vantagem da gravidez que Finn sabia apreciar muito bem: Os hormônios de Rachel ficam em ebulição e ele sabia aproveitar cada oportunidade em que ela não estava cansada, enjoada ou reclamando de qualquer coisa, pois se os hormônios ficavam mais aguçados, as emoções também mexiam ainda mais com ela.
“Babe, o que falta pra gente se mudar?”, Finn ouviu Rachel perguntar saindo do banheiro.
E sem tirar os olhos das figuras do livro ele respondeu: “Eu tenho que me encontrar com o antigo proprietário pra assinar o contrato, só isso”
“Ah, sim... É que o Kurt vem aqui na próxima semana e eu já queria começar a decorar o quarto da nossa filha, ele vai me ajudar”
“Relaxa, a nossa filha ainda nem tem nome, o quarto ainda pode esperar um pouco”, ele tirou os olhos do livro e encontrou Rachel em pé com a perna esquerda na cama enquanto passava hidratante. Sua pequena mão deslizava do seu pé até a sua coxa torneada e fazia pequenos círculos enquanto espalhava o creme. Finn tinha certeza que ela estava fazendo aquilo para provoca-lo, mesmo quando eram “só amigos” as pernas de Rachel sempre foram uma tentação para ele e agora que ela estava grávida, as coxas pareciam mais grossas na medida certa para que ele se perdesse em cada centímetro da pele dela só com os olhos.
“Você quer me ajudar a passar?”, ela perguntou com ar inocente, mas Finn sabia exatamente o que o olhar dela significava...
“Porque você não pergunta pro macaco se ele quer banana?”
Rachel apenas riu e se sentou na cama, entregando o frasco do hidratante a ele. Finn colocou um pouco em uma mão e esfregou as duas mãos, antes de começar a passar o hidratante na perna direita dela. Ele começou cuidadoso, espalhando com carinho e então começou a apertar a perna dela, subindo para a coxa e apreciando a carne dela. Rachel se deitou na cama e a enorme mão de Finn foi subindo cada vez mais até que chegou na calcinha dela e antes de tomar uma iniciativa, ele olhou pra ela só para ter certeza que não estava entrando num território perigoso de emoções de Rachel Berry que o impediria de fazer qualquer coisa naquela noite.
No começo, Finn tinha medo de que a penetração machucasse o bebê, mas ele não podia resistir, Rachel grávida era uma das coisas mais atraentes que ele já havia visto, não que ela não fosse antes. Mas a Dra. Annie deixou bem claro que sexo não prejudicava o bebê, já que ele está bem protegido dentro do útero da mãe, muito pelo contrário, na verdade o sexo fortalece os músculos que ajudam na hora do parto. Finn não cobrava, sabia de todas as neuras de Rachel e a respeitava, carinho, atenção e paciência eram suas palavras principais e ele repetia para si mesmo como se fosse um mantra, mas Finn não tinha do que reclamar, na maioria das vezes, sua esposa cedia às suas vontades, afinal o apetite sexual dela também era enorme.
Antes de tirar a calcinha dela, Finn foi levantando a camisola branca que ela usava distribuindo pequenos beijos na barriga dela e disse: “O papai e a mamãe vão se divertir um pouquinho agora, okay? Fica quietinha e tampe os ouvidos porque você já sabe que a mamãe gosta de gritar”
Rachel não pôde deixar de rir e Finn terminou de tirar a camisola dele, deixando-a apenas de calcinha e ficou admirando os seios dela que estavam maiores graças a gestação, colocou a mão sobre o seio esquerdo dela e o apertou enquanto sua boca brincava com o seio direito, como se fosse um bebê mamando, até que ficou mais selvagem e o mordeu, começando a chupá-lo com mais ferocidade. Um gemido de Rachel o incentivou a continuar naquele ritmo e ele passou para o seio esquerdo fazendo a mesma coisa que tinha feito no outro.
A cueca dele já estava apertada e Rachel começou a abaixar a calça do pijama dele e ele terminou o trabalho dela para facilitar as coisas, aproveitou e se livrou da calcinha dela e de sua cueca de uma vez, para acabar com a tortura que estava se formando. Ele se voltou para os lábios dela, que já estavam famintos, e ela deslizou suas unhas pelas costas dele, e quando ele concentrou suas atenções do pescoço dela, ela ficou suas unhas e as arrastou até os braços dele. Ela não duvidada que deixaria um enorme arranhão, mas não se importava, afinal, ela era o dona de tudo aquilo.
“Finn... vira”
Ele ignorou o pedido dela e voltou para seus seios.
“Finn, deita, eu não consigo me virar por cima de você”
Ele a obedeceu. Sabia que a barriga trazia algumas dificuldades, mas eles sempre davam um jeito.
Rachel simplesmente abriu as pernas por cima dele e se sentou de uma vez só sobre o pênis já ereto dele, causando um grito de prazer dos dois ao mesmo tempo. Ela gostava de estar no comando e começou a subir e descer de vagar e ele começou a acariciar uma das coxas dela com a mão.
“Mais rápido”, ele pediu e ela atendeu. “Oh, Rach...”
O quarto ficou banhado por gemidos dos dois e o corpo de Rachel foi tomado por uma corrente elétrica muito maior e duradoura. Uma das coisas boas da gravidez que ela descobriu foram os orgasmos múltiplos e seu corpo ficou mole por cima de Finn e ela saiu dele, deitando-se ao seu lado. Os dois ficaram quietos por um tempo, ofegantes, e quando Finn se virou para ela, ela já estava de olhos fechados, dormindo e ele apenas deu um pequeno beijo nela e apagou junto à ela.
Três horas depois.
“Finn...”
“Finny...”
“Babe, acorda”
“Que foi, Rach?”, ele perguntou, ainda de olhos fechados.
“Eu quero algodão doce”, ela disse.
“Tá, de manhã a gente pode caminha no Central Park e eu compro”
“Finn, eu quero agora”, ela disse séria e ele abriu os olhos para encará-la.
“Rachel, são uma e meia da madrugada. Onde eu vou achar algodão doce numa hora dessas?”
“Tá bom, você não quer comprar... Apenas saiba que nossa filha vai nascer com cara de algodão doce e a culpa é toda sua”, ela disse e se virou para o outro lado da cama, ficando de costas para ele.
Ele bufou e disse: “Você venceu, eu vou achar o algodão doce pra você, nem que eu tenha que ir até o fim do mundo pra isso e só pra constar, eu não acredito nem um pouco nessa baboseira que a nossa filha vai nascer com cara de pudim”
“Algodão doce”
“Que seja”
“Eu quero o rosa”
“Vou trazer o que tiver e SE tive”
“Okay. Te amo, Finny”
Finn colocou uma calça qualquer, uma blusa qualquer e calçou um par de tênis qualquer, nem arrumou o cabelo e foi direto para o elevador. Quando saiu com o carro, perguntou ao porteiro do turno da noite onde ele poderia encontrar algodão doce em Nova York naquela hora.
“Algodão doce? Pra que você quer algodão doce de madrugada, meu filho?”
“A minha esposa tá grávida”, imediatamente o velho senhor ligou aos pontos e soltou uma gargalhada.
“Desejos... Sei bem... Quando minha mulher ficou grávida do nosso terceiro filho, ela queria comer sorvete de passas ao rum com pasta de dente”. O estômago de Finn embrulhou e ele deu graças a Deus por Rachel estar se limitando no algodão doce. “Pra sua sorte, tem um circo montado no Queens. A festança lá costuma ir até altas horas, só não tenho certeza se você vai encontrar algodão doce lá”
“Espero que eu encontre, obrigado”
“Boa sorte, meu filho”, ele ouviu o senhor dizer, antes de dar a partida.
Para a sorte de Finn, o trânsito não estava muito conturbado e ele conseguiu chegar no Queens em certa de vinte minutos e rapidamente conseguiu a informação de onde estava o tal circo. O porteiro tinha razão, o lugar ainda estava iluminado e haviam várias pessoas ali, assim como barracas de várias coisas, ele se perguntava se nenhum morador se incomodava com o barulho aquela hora, mas parecia que o bairro inteiro estava ali.
Como era alto, Finn avistou rapidamente uma barraca de algodão doce, mas para chegar lá ele precisaria passar pelo mar de pessoas ali. Ele respirou fundo e disse milhares de ‘com licença’ e ‘desculpa por ter pisado no seu pé’. Mas mesmo com o fim da banda, Finn ainda era um rosto famoso e rapidamente foi reconhecido.
“Hey, aquele ali não é o baterista da The Poison?”, uma garota perguntou para a amiga que estava com ela.
“É sim, mas a banda já acabou”
“E daí, eu tenho que falar com ele”
“MEGAN, VOLTA AQUI”, ela tentou chamar a amiga, mais foi tarde demais ela já estava bem próxima dele.
“Oi! Finn Hudson, né?”
“É, sou eu”, ele disse.
“Nunca imaginei que eu fosse te ver por aqui”, Megan falou.
“É... Escuta, eu tô com pressa, você quer um autógrafo ou uma foto?”, ele perguntou, tentando ser simpático.
“Não, só de falar com você já é muito pra mim”, ela disse e o beijou na bochecha, muito perto dos lábios e foi embora.
Finn já estava acostumado com essas fãs loucas que brotam de repente na frente dele, mas estava sem paciência, apenas prosseguiu em direção a barraca do algodão doce e terminou sua missão naquele lugar.
Quando chegou em casa, meia hora depois, encontrou Rachel dormindo e assoprou no ouvido dela, para despertá-la.
“Que foi? Me deixa dormir...”, ela disse.
“Eu trouxe seu algodão doce”
“Eu não quero mais”
A raiva subiu a cabeça dele, mas ele se controlou para não fazer besteira e criar uma discussão. Ele pode feito tudo aqui a toa, mas não valia a pena brigar com ela por causa disso. Largou o doce na geladeira e se jogou na cama de roupa e tudo.
Mal sabia ele que uma confusão pior estava prestes a ser criada.
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