The Horse And The Owl

10 Capítulo 10-– Conhecendo o Acampamento


Notas iniciais
Olá meninas !!
Tudo bem ?
como Hoje e quarta-feira mais um capitulo para vocês !!
Boa leitura
e até na em baixo .

Cap. 10 – Conhecendo o Acampamento (narração de Julia)

O acampamento todo era realmente incrível e lindo. Quando chegamos, estava de noite, então não conseguimos ver nada. Mas agora, acompanhadas de Annabeth e de Nico, estamos vasculhando cada pedacinho do lugar. Vimos o campo de morangos (eles estavam deliciosos :D) e também os estábulos dos pégasos, além de uma parede de escaladas assustadora à primeira vista, uma praiazinha linda, o pavilhão do refeitório. Admiramos também cada um dos chalés e conhecemos histórias sobre eles, além de também nos apresentarmos a muitos dos campistas veteranos que encontramos pelo caminho.

Eu estava realmente admirada com tudo aquilo. Lilian deveria sentir o mesmo. Ela adorou a seção de arcos e flechas e o treinamento com os cavalos alados. Já eu, gostei do das lutas com espadas. Foi um dia realmente incrível e inesquecível.

Passamos boa parte do dia seguindo Annabeth e Nico para cima e para baixo. Finalmente terminaram de nos explicar as regras e de passar as últimas informações sobre as atividades diárias e semanais dos campistas. Estávamos muito ansiosas por tudo aquilo.

-- Bem – Annabeth disse, por final – Entenderam tudo?

-- Sim, sim – dissemos em uníssono. Depois acrescentei – Isso tudo é incrível!

-- É, sim! – Lilian concordou.

Annabeth e Nico sorriram para nós.

-- Ótimo! – ela disse, gentil – Então acho que já podemos parar por aqui. Querem que acompanhemos vocês até junto do pessoal do chalé 11? Eles devem estar no treinamento de voo com pégasos agora.

-- Ah, sim! – fiquei super animada.

Eles riram.

-- Ah, então vamos lá!

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Enquanto nos dirigíamos para os estábulos, fiquei admirando a floreta, que se erguia muito alta ao nosso lado.

-- Hey, Annabeth...

-- Sim?

-- Aquele jogo da bandeira que vocês mencionaram... É nessa floresta que vocês o praticam? – perguntei, apontando as árvores.

-- É sim – ela respondeu, olhando.

-- Tem muitos animais lá? – Lilian perguntou.

-- Tem sim. Mas a maioria são monstros de diversos tipos e ninfas.

-- M-Monstros? – gaguejei – monstros como... aquela quimera?

-- Vocês lutaram com uma quimera? – perguntou Nico.

Assentimos, tentando esquecer do ocorrido. Annabeth pesnou um pouco.

-- Hum... Também. Tem de vários tipos.

Ficamos quietas, Lilian e eu.

-- Argh! – disse Lilian – só de pensar que existem monstros tão perto assim de nós, já fico tipo...

-- Que legal! – cortei os pensamentos de Lilian. Ela olhou para mim, a testa franzida.

-- Legal?

-- Ah, é. Tipo, aqui nós teremos a preparação necessária para enfrentarmos aquelas coisas. Além do mais, estamos cercadas de campistas já experientes aqui.

-- Isso é verdade – disse Annabeth – Não têm com que se preocupar.

Fiquei encarando Lilian por um tempo. Mas achei a situação engraçada e comecei a rir. Logos, estávamos todos rindo.

-- Hey – disse Nico, parando um pouco de rir – vocês vão participar da captura da bandeira na sexta?

-- Não – disse Lilian.

-- Sim – disse eu, ao mesmo tempo. Depois retruquei – Ah, qual é, Li! Vamos lá! Vai ser divertido!

-- Ah... eu não sei...

-- Não vai querer dar uma de medrosa, vai?

Olhei para Lilian, encarando-a e fazendo uma expressão brincalhona. Ela olhou para Annabeth, em seguida para Nico e depois para mim novamente.

-- Ah! –ela exclamou, por fim – Por mim, Beleza!

-- Isso! – comemorei.

-- Vocês vão gostar – disse Nico.

-- Vão sim. – completou Annabeth – é bem divertido.

Continuamos andando enquanto conversávamos. Olhando mais à frente, um grande estábulo se estendia. Reconheci o pessoal do chalé 11 que me cumprimentara na noite anterior. Eles estavam no meio de um bando de lindos cavalos brancos com asas que pareciam mais nuvens. A única quebra de cor contrastante naquele mar de branco que ocorria era um pégaso negro como a noite, que relinchava loucamente para um dos campistas ali. Eu ri.

-- Haha, parece que aquele quer brincar!

-- Eles está pedindo por torrões de açúcar – Disse Lilian, simplesmente.

-- Como sabe? – perguntei.

-- É o que ele está dizendo. Não estão ouvindo? Além disso... não sabia que pégasos falavam, mas... Acho que tudo é possível, afinal.

-- E não falam... – disse Annabeth, franzindo o cenho – só se... – ela se interrompeu. Parecia pensar seriamente em algo. Nico manteve sua expressão fechada também.

-- Se...? – insisti. Ela pareceu despertar de um transe.

-- Não, nada. Esqueçam. Haha, apenas vão agora. Travis e Connor lhes explicarão sobre a montaria dos pégasos. Eu... tenho que ir à casa grande. Nico?

-- Vou também. – ele disse.

-- Ok, até mais, então! – me despedi.

-- Obrigada! – disse Lilian.

Annabeth sorriu, meio tímida e já estava se virando quando me lembrei de algo.

-- Hey, Annabeth! – ela se virou para mim. – Será que teria como eu ligar para o meu pai mais tarde? Não tive tempo de me despedir dele antes de vir para cá...

-- Ah, mas é claro. Mas pode ser mais tarde?

-- Pode, sim. – disse eu. Ela assentiu e se virou, indo embora junto com Nico. Achei estranha a reação deles. E também achei estranho Lilian dizer que pégasos falavam, mas... Bem, minha vida realmente não é normal. Isso não seria realmente impossível, não é?

Falamos com Travis e Connor e, depois de muitos blá, blá, blás, montamos em dois dos pégasos menores. Algumas instruções básicas e treinamentos no solo mesmo, antes de alçarmos voo.

Tirando o medo e o som de nossos gritos misturados à risadas, a sensação de voar foi incrível.

Notas finais
Gostaram ?
Deixe seu comentário ! ou sua recomendação prometo que não ficarei nem um pouco triste :D
Até sábado povo :)