The Hood
28 Provocações e carinhos, resmungos e beijos...
Notas iniciais
“O amor tem as suas razões, que a lógica não compreende, como o destino tem as suas ironias que a razão não explica...” — Desconhecido
“Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis”. — Carlos Drummond de Andrade
–;-
– Música sugerida (Arms Feel Like Home – 3 Doors Down) –
–;-
A Inglaterra agora tinha sua própria igreja e rei Ricardo com seu poder de persuasão convencera o povo de que retornar aos templos e a sua fidelidade as reuniões sagradas seria de extrema importância... Uma cerimônia na principal catedral de Londres ministrada por frei Young dera o ponta pé inicial para a nova igreja inglesa.
– Qual o motivo do sorriso debochado? – Perguntou Isabella ao marido assim que saíram da catedral e adentraram a carruagem que os levaria para casa.
– Estou apenas a ver a história se repetir... Ora magricela sei que tens muito mais miolos do que muitos aqui... Ricardo está simplesmente a fazer com que essa nova igreja lhe seja subserviente diferente da igreja romana, essa é agora útil para seu reinado... Mais uma vez a religião está a representar uma grande fatia do poderio de uma nação. – Colocou por fim.
– Do modo como falas parece que vês em Ricardo um inimigo... Em Deus um tirano. – Retrucou a jovem.
– Não, vejo-o como um monarca precavido, esperto e que não quer cair mais uma vez, por isso está se calçando como pode... E quanto a Deus, não ele não é tirano, os homens na verdade aproveitam-se da fé que os subservientes nele depositam e assim os manipulam... Mexer com a fé do povo é e sempre será uma grande tirada... Tu bem sabes que essa é a real verdade. – Concluiu.
– Posso até concordar... Mas tuas palavras não só afetam Ricardo como também difamam frei Young. – Comentou.
– Não é bem assim. – Devolveu.
– Edward ele é um verdadeiro sacerdote e questionar essa nova igreja ou sua posição atual é sim difama-lo... Que Ricardo tem seus motivos, motivos esses puramente direcionados para manter seu poder intacto é um fato definido, mas precisamos dar crédito ao frei... Ele aceitou isso depois de muito relutar e quero acreditar que está fazendo pensando em manter o povo realmente próximo a Deus, é isso de fato o que importa. – Dizia um tanto chateada e o marido percebendo...
– Não quero eu difamar ninguém... Ainda mais o frei bocudo... – Jogou fazendo-a revirar os olhos. — Longe de mim, de verdade, não tenho essa intenção... Sei que o homem é de fato um sacerdote sério. – Colocou.
– Olha aí como falas dele... Eu preciso com teus pais concordar... Tudo relacionado a igreja, a santa fé, é para ti motivo de deboche... Que Deus seja contigo bom não te castigando por tanto sacrilégio. Falou dura e o marido.
– Eu... Ora magricela não é para tanto...
– É para muito mais, tu zombas da santidade, do sagrado... Talvez seja reflexo da devassidão que era tua vida... Mas... Isso me incomoda e eu não quero nossos filhos, principalmente Nolan com essa linha de pensamento... Cresci adquirindo respeito pelo sagrado e quero passar isso a meus filhos... Portanto paras com esses deboches, esses comentários levianos... Não gosto! — Afirmou voltando-se para a janela que trazia a paisagem do caminho... Edward calado, não sabia como argumentar.
– Eu crio em Deus Isabella, em seu poder e bondade, respeito sim o sagrado... Mas não sou cego, tenho olhos que me mostram a verdade em cada tomada de decisão de pessoas como Ricardo que como falei se aproveitam da fé alheia para ganhar pontos... Contudo não quero eu afetar-te com isso, ou pior influenciar nossos filhos... Acho que sou sincero em demasia na maioria das vezes... Mas, não sou um profanador, não tenho em mim esse comportamento... Diria até que sou apenas um falador, apenas isso. – Colocava e a esposa mantinha-se fitando a paisagem. – Me desculpe! – Pediu fazendo-a voltar seus olhos para o interior da carruagem. – Me desculpe meu amor, não quis chatear-te. – Pediu por fim e Isabella ainda chateada assentiu... Mais uma vez nosso jovem Cullen aprendia uma lição... Isso não mudaria constatava o rapaz, sua amada esposa passaria a vida lhe ensinando, lhe mostrando a verdade de fato e ele hoje em dia era maduro o suficiente para admitir que sempre seria assim e que ele se manteria sendo um aprendiz de sua sabia professora. Após mais esse evento as coisas estavam e definitivo em seu lugar... Era hora então de para casa retornar e com essa ideia fixa Cullen’s e Swan juntamente com os “templários” estavam de malas prontas para a Carlisle voltar...
– Vamo pa casa... Vamo pa casa! – Gritava Nolan com real empolgação ao ver os homens carregarem a bagagem nas carruagens.
– Nolan... Filho... Venha colocar o casaco, está frio... Anda venha, já vamos partir. – Chama Isabella ao terminar de arrumar sua pequenina.
– Está tudo arrumado... Hora de partir! – Afirmou Edward e todos sorriram, voltar para casa era um desejo de todos e mais do que depressa se despediram da nublada Londres.
**
A pequena cidade assim como sua circunvizinhança voltara a ter uma rotina pacifica... O povo de Carlisle respirava nos últimos dias a felicidade estampada em cada morador pela volta de seus nobres mais queridos... Lorde Cullen e sua esposa eram por todos muito queridos assim como lady Swan agora também uma Cullen... Nas terras Swan a calmaria enfim reinava e foi com alegria que Isabella retornou ao seu lar... Um sorriso escancarado nos lábios se fez presente no delicado semblante ao vislumbrar o casarão dos Swan reerguido.
– Lindo! – Afirmou a jovem admirando sua casa.
– Harry e os rapazes fizeram um bom trabalho. – Comentou Edward ao descer com Paige no colo.
– É gandão aqui. – Declarou Nolan e Isabella se voltando para o pequenino, ainda sorrindo.
– Esta é nossa casa meu amor, nosso lar. – Admitiu satisfeita com o comunicado e saudosista ao lembrar-se de tudo de bom que ali vivera trazendo com a saudade a louca vontade de viver ali dias de paz e felicidade com sua família.
– A gente um vai pa foeista? – Perguntou Nolan confuso, em sua cabecinha a cabana nas alturas era seu lar e para lá eles voltariam.
– A floresta será lugar de passeio a partir de agora... Nossa casa será aqui tampinha. – Explicou Edward.
– Mais eu vai pode i na foeista sempe né? – Perguntou... Mamãe Bella agachou-se a frente dele.
– Não queres morar aqui amor? – Questionou insegura.
– É bonito, eu gosta... Mas gosta da foiesta tamém. – Respondeu.
– Irás poder lá estar sempre que quiser, mas de agora em diante aqui será nossa casa tudo bem? Como teu pai disse a floresta é lugar de passeio agora. – Esclareceu Isabella e o pequenino assentiu trazendo a mãe mais tranquilidade. O povo da floresta de Forks recebera com exagerada alegria a notícia do retorno de todos... The Hood estava de volta, o bem feitor daquele povo havia retornado... O povo feliz propôs uma festa, como nos velhos tempos para comemorar a volta de The Hood e os “templários” e assim foi feito... Muita comida e bebida recheadas de cantoria e dança...
– Estais feliz! – Colocou Edward ao conduzir sua dama durante a coreografia conhecida por todos na roda de dança.
– Sim estou, muito feliz! Afirmou Isabella com um sorriso doce nos lábios e a noite seguiu-se deixando a jovem mais e mais feliz a cada momento vendo amigos queridos se confraternizando, seus filhos brincando com os amiguinhos a muito conquistados sem contar a alegria de ter seu estrupício ao lado.
**
Calmaria era essa a realidade em Carlisle, contudo essa calmaria foi quebrada em um final de tarde na taverna Denalli... Tanya e Kate, as jovens a dias apresentavam-se indispostas e seus pais preocupados se colocaram, porém a matriarca Carmem Denalli que de boba não tinha nada apossou-se de sua desconfiança e inqueriu as filhas em separado... Primeiro Tanya e depois Kate... A senhora se encontrando entre a indignação, vergonha e raiva constatou que as filhas estavam na verdade gravidas a gritaria se instalou naquela casa e Eleazar Denalli ao saber da novidade exigiu a presença dos bastardos que com suas filhas haviam se deitado... Tanya e Kate em separado mandaram uma mensagem ao responsável pelo estado em que se encontravam sem é claro revelar o motivo do chamado... Eleazar e Carmem naquele dia não atenderam ninguém na taverna, antes todo cliente que adentrava era pelo dono solicitado a se retirar com a alegação de que naquele dia não haveria função e com as filhas no meio do salão esperaram a chegada dos rapazes... Mike Newton após receber a mensagem de Tanya e Kate imaginou estarem ambas apenas com saudade de vê-lo e o jovem todo serelepe preparou-se para ir até a cidade a fim de mais uma vez se refastelar com uma e em seguida com outra um habito que a tempos vinha realizando... O Newton chegou a taverna encontrando-a vazia... Adentrou ao local...
– Boas lorde Newton. — Disse Eleazar sério.
– Como vai Eleazar. – Devolveu aos sorrisos o jovem.
– Peço ao milorde desculpas, mas hoje não teremos função. – Explicou Eleazar com seriedade extrema enquanto suas filhas fitavam o nobre com um olhar suplicante que ele não entendia... Mike fitou-as e sem saber o que dizer, confuso agora...
– Que seja então... – Falou dando um passo atrás fazendo menção de que iria retira-se, mas Tanya sendo a mais atirada das irmãs antecipou-se.
– Não milorde. – Comandou fazendo o rapaz parar, a moça virou-se para os pais. – Eu o chamei. – Disse.
– Não... Quem o chamou fui eu. – Jogou Kate e tanto Eleazar quanto Carmem estreitaram os olhos em direção as filhas e em seguida em direção a Mike... O rapaz sem saber o que pensar, ou fazer apenas levou a mão a cabeça coçando-a enquanto fazia uma careta demonstrando estar de fato confuso...
– Então nobre Newton... Tu andaste ciscando em minhas posses. – Colocou Eleazar dando uma passada larga e colocando-se à frente de Mike... O rapaz arregalou os olhos já entendendo que tinha sido descoberto.
– E não satisfeito com uma mexeu com as duas. – Vociferou Carmem e as meninas atrás da mãe engoliram em seco... A situação estava tensa... Tanya e Kate se entreolharam, o entendimento chegando-lhes no mesmo instante.
– Você e ele... – Balbuciou Kate.
– Você e ele... – Repetiu Tanya e as duas agora virando-se para frente...
– Anda milorde digas algo. – Ordenou Eleazar e o rapaz...
– Bem senhor... Vejas... Eu...
– Eu vejo, estou vendo muito bem... Vejo que tu desgraçaste minhas duas filhas... Agora quem irás ver será tu filho de uma cadela. – Soltou Eleazar tirando de suas vestes a adaga afiada, mas antes que partisse para cima do rapaz as duas jovens a frente dele se colocaram. – Saiam da frente suas infelizes. – Esbravejou o Denalli.
– Não vais mata-lo meu pai... Pensas em teu neto. – Pediu Kate e Mike arregalou os olhos.
– Pensas na verdade em teus netos que ficarão órfãos de pai. – Soltou Tanya e nesse momento Mike teve algo semelhante a uma vertigem ao dar-se conta da situação.
– Netos? – Esboçou baixo enquanto Eleazar tentava passar pelas filhas.
– Por Deus homem elas tem razão... Vais matar o pai da criança... Digo crianças? – Indagou Carmem aproximando-se do marido que bufava de ódio... As jovens voltaram-se para Mike que ali parado, estático, em choque tentava raciocinar.
– Queres que faça o que? Deixes o infeliz impune enquanto ficamos nós com as duas para cuidar? – Vociferou Eleazar para a esposa que agora o segurava.
– Não... Que ele as leve consigo... Elas agora são responsabilidade dele. – Argumentou Carmem decidida e Eleazar a fitou com os olhos arregalados.
– Mas esposa... Vamos ficar na boca do povo, irão dizer que fui frouxo... Não posso deixar de vingar minha honra. – Explicava apertando com força o punhal na mão enquanto o jovem Newton ainda em choque se mantinha ali parado... Tanya e Kate fitando-o perceberam que ele estava catatônico e dele aproximaram-se.
– Marido meu pior do que tua honra será o teu bolso vazio com mais duas bocas para alimentar. – Ponderou Carmem, a mulher não estava diferente do marido... Via-se revoltada, sentindo-se envergonhada, mas de forma racional via que o melhor era entregar as filhas ao homem que delas a tempos vinha se aproveitando... Pensava a mulher agora ele que delas desse conta, tinha sido mãe, cuidado, protegido junto com o marido e a paga tinha sido esta... Não queria é claro ver as filhas mortas, ou difamadas, mas também não achava justo ter que arcar com as loucuras delas.
– Bem pensado esposa, bem pensado... Então que seja... – Colocou Eleazar. – Que esse maldito nobre arque com suas obrigações... Aqui não quero mais nem uma e nem outra e se tu milorde de merda delas não cuidar aí sim mater-te-ei com minhas próprias mãos. – Ameaçou e nesse instante Mike piscou freneticamente como se voltando a si.
– Milorde. – Chamou Kate passando-lhe a mão no rosto e Tanya do outro lado fez o mesmo... O jovem Newton ainda anestesiado olhou de uma para outra e por fim fitou Eleazar e Carmem.
– Vamos leve-as, aqui elas não vão ficar. – Repetiu Eleazar.
– Eu... Veja... – Tentava o Newton a todo custo argumentar o que não tinha argumento... Tanya e Kate se olharam.
– Como podes? – Perguntou Kate raivosa.
– Ora essa eu é que pergunto como podes? – Devolveu Tanya com a mesma raiva... Um rosnado saiu de ambas e Mike no meio sentiu a situação voltar a esquentar.
– Meninas... Acalme-se. – Pediu colocando-se entre elas.
– Andas lorde Newton leva-as, a responsabilidade agora é tua. – Jogou Carmem. – E não me apareças aqui com nenhuma delas. – Antecipou-se em dizer.
– Se o fizeres já sabes o que te aguarda, estarei eu de olho em ti. – Advertiu Eleazar... Mike Newton não teve escolha... Deixando para trás a montaria que lhe trouxe providenciou uma carruagem e nela colocou as jovens Denalli seguindo em direção as suas terras... O que estava feito estava feito e o resultada em poucos meses seria visto.
**
Na propriedade dos Newton bem como em toda Carlisle o comentário era único... Mike Newton havia engravidado Tanya e Kate Denalli ao mesmo tempo... Na taverna Denalli esse assunto era proibido, mas os comentários continuavam assim como a dor de cabeça de Mike por ter que cuidar de duas gravidas e além de cuidar remediar brigas e mais brigas protagonizadas pelas duas misturado a enjoos, fome em excesso e choradeira... Sim, choradeira... Quando uma chorava a outra logo começava e o nobre jovem agora começava a se arrepender de tempos atrás andar, como disse o próprio Eleazar, ciscando em seu terreno... Os momentos de desfrute a que ele se submetera de forma arbitraria com uma e em seguida com outra hoje lhe eram cobrados a única coisa que em alguns momentos, deixando claro que era de fato em alguns momentos, era a libido das jovens que em alta lhe permitia desfrutar de mais alguns momentos isso quando esses mesmos momentos não o levavam a exaustão... Resultado era um jovem lorde com olheiras arroxeadas e um cansaço aparente... Em Swan Edward e os “templários” estavam em sua reunião semanal onde os negócios eram discutidos, o andamento do banco, por exemplo, e como ele estava ajudando a população daquela região... As plantações e colheitas e por aí ia... Edward e seus amigos hoje em dia viviam como uma grande cooperativa onde todos eram donos, onde todos tinham seus lucros... Os tesouros do rei Salomão haviam sido divididos em partes iguais entre todos eles deixando assim todos no mesmo nível.
– É como digo... Mike agora está sentindo na pele o resultado de suas estripulias... Pensava ele que iria apenas se refastelar... Agora tem ao invés de uma enchendo sua cabeça duas... – Comentava Edward entre risadas.
– Sim de fato ele agora com certeza está arrependido, mas é tarde demais... Não tem para onde fugir. – Completou Jacob também rindo... Isabella que na grande sala se encontrava ouvia os comentários e estreitando os olhos em direção ao marido aproximou-se...
– Estais a reclamar é o que ouço Edward? És para ti penoso o matrimonio e uma esposa? Encho-te a cabeça? – Questionava a Swan com as mãos na cintura enquanto seu pé direito batia com toda a força no chão.
– Eu... Não, é claro que não... Estou apenas dizendo que o Newton agora tem que arcar com seus exageros, apenas isso. – Devolveu um Edward inseguro em suas palavras... O olhar matador que Isabella lhe dava naquele momento era de fato de dar medo, coisa que nos últimos dias ela andava fazendo, por tudo e por nada via-se nervosa... Uma bomba prestes a explodir. – Ora essa mulher não me olhes assim, não sou eu o devasso aqui e tu bem o sabes magricela! – Jogou esquivando-se e a jovem resmungando.
– Não te esqueças que meus olhos sempre estão em cima de ti e que eu... Não me esqueci do quanto o assunto devassidão é um ponto por ti muito bem conhecido. – Colocou com o nariz empinado. – Estou de olho estrupício, de olho! – Jogou apontando para os olhos e logo se retirando... Os rapazes segurando o riso até aquele momento agora riam solto e Edward jogava impropérios com um bico enorme nos lábios.
– Vão para o inferno vocês... Tenho eu agora que aguentar seus dentes escancarados além das loucuras de minha mulher... Deixem-me! Soltou e todos tentaram se conter.
**
A jovem impaciente adentrou a cozinha demonstrando estar nervosa, Alice que desfrutava de um chá ao lado de Sue apenas fitava a amiga.
– Acalma-te Bella... Eles no fundo tem até razão. – Comentou Alice e a jovem Swan arregalando os olhos para cima dela.
– Razão? Alice eles estão a dizer que nós mulheres os pomos loucos e você concorda... Edward com aquele sorriso sínico nos lábios acha-se o rei e os meninos o acompanham... Ora essa. – Jogava indignada e Alice olhando para Sue demonstrou estar preocupada com o destempero da amiga por nada.
– Bella assenta-te aqui... Vou lhe dar um pouco dessa infusão... É calmante. – Disse Sue.
– Não preciso de calmante. – Resmungou a Swan.
– Paras de besteira e senta. – Ordenou a senhora e Isabella revirando os olhos sentou-se... Sue lhe trouxe o chá e ela pegando-o nas mãos levou até os lábios, mas antes que bebesse o cheiro lhe atingiu... O estomago dela revirou-se incomodado... Ela afastou a caneca de imediato.
– Acho melhor não. – Disse levantando-se e sem mais nada dizer saiu da cozinha caminhando para a parte de trás da casa em direção ao pomar onde Nolan brincava com um garotinho de sua idade... Isabella sentou-se ali próxima à espera de seu organismo se acalmar e o embrulho em seu estomago lhe deixar... Aquela sensação de desconforto andava lhe perseguindo... Outro dia tinha sido o café da manhã, lhe fora tão indigesto que colocara-o para fora assim que adentrou ao seus aposentos logo depois da refeição... Em outro dia já acordara indisposta não lhe permitindo se quer alimentar-se... Sue andava de olho na moça que tinha como filha e por conta disso resolvera chamar reforços...
**
– Isso aqui é uma mesa onde pessoas civilizadas organizam seus papeis, suas leituras, seus documentos... – Colocava em revolta a jovem ao marido que em pé próximo a mesa preferia calado se manter. – Por que no inferno tu não podes ser mais organizado? Olhas essa bagunça Edward... Isso aqui parece um chiqueiro... E não está muito diferente do vestíbulo depois que tu por lá passas... Deus me casei com um bagunceiro isso sim. – Colocava pegando os papeis e os empilhando com brusquidão.
– Céus mulher não é para tanto... Fazes de tudo um cavalo de batalha. – Dizia tentando remediar, mas o efeito era justamente o contrário.
– Estais a me recriminar? Achas exagero de minha parte? Pois saibas que da próxima vez, lhe aviso, irei jogar cada um desses papeis fora e no vestíbulo mais uma vez que ver tuas roupas ou calçados espalhados irei pela janela jogar. – Ameaçou grunhindo ao final e saindo da biblioteca deixando para trás um Edward de olhos arregalados que em seguida permitia que os ombros caíssem em desanimo.
– É eu acho que ela me odeia... Deve me odiar! – Comentou cabisbaixo ao sentar-se em uma cadeira... Nolan adentrou a sala notando seu papai chateado.
– O que foi papai Edwad? — Questionou o pequeno colocando-se em frente a ele.
– Acho que tua mãe qualquer dia desses me expulsa de casa tampinha. – Comentou derrotado.
– Ela tá bava né? Eu peicebi... Me deu muitas boncas tamém. – Colocou fazendo o pai apenas suspirar por ver-se impotente diante da situação...
**
– Isabella? – Chamou Sue assim que viu a menina dando passos em direção ao jardim... Isabella voltou-se para a mulher que considerava como mãe, os olhos com lagrimas prontas a cair... Ela estava nervosa, irritada em demasia e no fundo nem sabia o porquê de tanta irritação, não estava sabendo controlar-se... A senhora que vinha lhe observando estava preparara para enfim desvendar o que de fato acontecia. – Venha comigo. – Solicitou e Isabella teve vontade de revirar os olhos, respirando fundo a acompanhou resmungando. — Anda adentra de uma vez Isabella! – Ordenou Sue na porta do quarto que era de da jovem e de seu marido.
– O que tanto queres comigo Sue? – Resmungou ela ainda irritada por a minutos atrás ter gritado com seu estrupício, ao adentrar notou paradas a sua espera lady Cullen e Mary McCarty. – O que significa isso? – Questionou com a testa franzida.
– Vamos de uma vez tirar a dúvida aqui. – Colocou Mary dando um passo à frente.
– Isabella tira tuas vestes! – Ordenou Esme e a jovem arregalando os olhos...
– Como? – Perguntou confusa...
– Anda logo, obedeces a milady. – Disse Sue.
– Eu não estou entendendo. – Retrucou incomodada a jovem Swan.
– Tiras logo as vestes para que entendas. – Pediu Mary e ela o fez a contra gosto...Assim que ficou nua Esme dela aproximou-se.
– Vejas as ancas Sue. – Comentou a lady e Isabella franziu a testa ao sentir as mãos da sogra em sua lateral e logo depois em se abdômen.
– Quando foi tua última regra filha? – Questionou Mary e Isabella ainda mais confusa pôs-se a pensar.
– Minha última regra... Bem...Ainda estávamos em Londres... – Colocou pensativa.
– Tens sentido-se enjoada desde quando? – Questionou Sue e Isabella surpresa a fitou, a jovem não havia comentado com ninguém sobre seus enjoos.
– Não sei... Faz um tempo. – Comentou sentindo-se exposta e desconfortável ao perceber sua sogra ainda a estava apalpando... O corpo de Isabella estava já com modificações aparentes e Sue que a conhecia melhor notava isso associado ao fato de suas regras estarem atrasadas, seu humor em constante alteração e os enjoos as senhoras ali presentes já sabiam a resposta.
– Olha os seios. – Comentou Mary e Isabella abaixando o olhar buscou descobrir o que todas ali viam...
– Não há dúvida... Ela está! – Colocou Esme com um imenso sorriso nos lábios fazendo Isabella arquear as sobrancelhas.
– Estou o que? – Inquiriu Isabella.
– Gravida minha filha, tu estás gravida! – Respondeu Sue.
– Serei avó mais uma vez! — Declarou com exultação lady Cullen.
– O que? Não... Não é possível. – Retrucou Isabella afastando-se e buscando sua vestimenta para cobrir-se.
– Ora essa filha como não é possível? Tu e Edward são casados e dormem na mesma cama... Digas-me não tem vocês liberdade um com o outro? – Questionou Mary fazendo a jovem ruborizar.
– O rosto dela já diz tudo... O que de fato já sabemos. – Colocou Esme mantendo o sorriso.
– Não tem porque duvidar filha... Estás sim a espera... Esse seu humor terrível, seus enjoos e as modificações em teu corpo. – Explicava Sue de frente a ela neste momento.
– Eu estou gravida. – Colocou pensativa, absorvendo a ideia e um o nervosismo que a minutos sentia foi substituído por uma emoção que mais uma vez enchei seus olhos d’água... – Um bebê! – Falou tocando seu ventre e uma lagrima de seu rosto desceu... A Swan foi deixada sozinha pelas senhoras...
**
Esme ao descer procurou pelo filho o encontrando ainda na biblioteca com o pequenino Nolan.
– Edward. – Disse Esme ao entrar.
– Mãe... Não sabia que aqui estavas. – Declarou o jovem levantando-se da cadeira.
– Estava no andar de cima com tua esposa. – Devolveu notando o Cullen fazer uma careta ao mencionar Isabella. – Deves subir... Isabella tem algo a dizer-te. – Falou sorrindo.
– Mais bronca? Droga... Hoje serei expulso pelo visto. – Comentou coçando a cabeça.
– É pobema. – Reforçou Nolan fazendo Esme rir.
– Nada disso... Vocês na verdade precisam deixa-la calma, tranquila... Isabella não pode passar nervoso entenderam? – Colocou.
– Preciso será que ela nasça de novo minha mãe... Isabella e nervosismo andam de mãos dadas... De mãos dadas. – Retrucou o rapaz e a mãe em negativa com a cabeça manteve o sorriso.
– Exagerado como teu pai... Vá... Vá logo e cuide de tua esposa. – Ordenou a senhor despedindo-se com um beijo na testa de Nolan... Edward caminhou a passos inseguros para o quarto, bateu na porta assim que ali chegou.
– Entre. – Disse Isabella sentada na cama enquanto penteava os cabelos após o banho, agora mais calma ela apenas ponderava sobre sua nova condição... O Jovem Cullen adentrou desconfiado e ela ao vê-lo mudou a fisionomia... Insegura não sabia como contar a ele a novidade.
– Minha mãe disse que tinhas algo a me falar. – Disse em pé de frente a ela.
– É claro que ela disse. – Devolveu Isabella e ele notou um vacilo em sua voz, o rosto ruborizado foi a próxima coisa que viu e achou estranho.
– O que se passa? – Questionou e antes que ela dissesse algo ele fechou os olhos com força lembrando-se do que ela havia dito a instantes atrás na biblioteca. – Está certo... O vestíbulo... Vejas Bella eu... Olha magricela vou arrumar... Vou arrumar a bagunça e prometo manter as coisas em ordem ok? – Antecipou-se e a jovem que já nem lembrava mais do ocorrido franziu a testa, mas se importando menos...
– Não sei do que falas e seja o que for não tem importância. – Colocou deixando-o confuso.
– Mas... Mas...
– Tua mãe disse que preciso lhe contar algo... E... De fato ela está certa. – Declarou levantando-se, a roupa que ela usava o deixou aceso... Um camisola fina de linho, quase transparente que ela costumava usar para dormir... Ele firmou os olhos na parte de cima, nos montes que tanto admirava... – Edward? – Chamou. – Olhos aqui em cima. – Comandou e ela salivando o fez, piscando algumas vezes e ela teve vontade de rir...
– O que queres me falar? – Perguntou.
– Quero falar-te sobre... Sobre nós. – Devolveu e ele inseguro, confuso...
– Nós? – Retrucou. – Estás estranha. – Colocou e ela em alerta.
– Tu achas? – Perguntou agora tomando-lhe dele a insegurança.
– Sim... Muito estranha. – Jogou pensando nos últimos dias, nos humores dela que já eram afetados e agora estavam ainda mais aflorados... Isabella tentou se olhar, lembrou-se das senhores dizendo que suas ancas estavam mais largas, que seu corpo estava modificado e aquilo lhe deixou desconfortável... Ela achava que ela estava estranha, pensou... Na certa está me achando feia, gorda talvez, imaginava...
– Achas que estou... Estou gorda? – Perguntou.
– Gorda? – Questionou ele confuso.
– Sim Edward... Falas logo... Achas que estou feia, gorda? – Perguntou impaciente.
– Mulher o que te acontece? – Quis saber e ela bufando deu-lhe as costas fitando a janela a frente... Puxou os cabelos e o Cullen vendo fechou os olhos com força já esperando uma nova explosão dela... Isabella sentiu seu rosto ficar quente e molhado, estava chorando... Sua sensibilidade à flor da pele... Uma fungada soltou de forma audível e Edward notando-a com estranheza adiantou-se aproximando-se. – Bella? – Chamou colocando-se ao lado dela e quando viu as lagrimas... – Por Deus me digas... Estás doente? Sentes alguma dor? – Inqueriu nervoso, poucas vezes a vira assim... Tão frágil, desprotegida... – Magricela o que se passa? Me digas, por favor. – Pediu inclinando-se em direção a ela.
– Vou deixar de ser tua magricela. – Colocou enxugando os olhos, tentando se recompor... O medo lhe atingindo... Ele não vai mais que querer, me olhar... Estar comigo... As inseguranças, bobas inseguranças da gestação a assolando.
– Que história é essa? Isabella me digas o que se passa? – Inqueriu com intensidade e mais uma vez achou que de fato ela iria expulsa-lo. – Olha se pensas que vou embora... Estais muito enganada... Podes parar com teus melindres... Já falei vou tentar me comportar, ser mais organizado... Mas ir embora não vou... Tu és minha mulher... Meus filhos aqui estão... Eu não vou embora entendeu? – Jogou irritado afastando-se. – Podes parar com isso, queres gritar comigo, gritas... Até me bater podes... Mas não vou embora... Queres ser mandona que o seja... São como dizes hábitos celtas tudo bem...Inferno eu não vou embora e ponto! – Colocou por fim ouvindo ela mais uma vez fungar e aquilo o incomodou sobre maneira... Ele voltou-se para notando que ela ainda chorava. – Maldição Bella... – Soltou chegando-se até ela, ficando em sua frente colocou as mãos em seus ombros... – O que está acontecendo contigo? – Perguntou saindo da insegura raiva e entrando na pesarosa constatação de que sua esposa não estava bem. – Magricela me digas, por tudo que a de mais sagrado, o que tens? – Questionou suave e a jovem jogou-se em seu peito, ali escondendo-se... O Cullen sem saber o que fazer a acolheu... Colocou-a sentada na cama e ainda de frente a ela permaneceu. – Bella... – Disse com ainda mais suavidade, levantou o queixo dela fazendo seus olhos se conectarem. – O que foi meu amor? – Perguntou mais uma vez, ela respirando fundo.
– Edward... Eu... Eu estou gravida. – Disse ela baixinho.
– Magricela tudo bem... Vejas... Podemos resolver isso e... – Colocava tentando acalma-la, mas no meio da frase deu-se conta do que acabara de ouvir. – O que disse? – Perguntou confuso.
– Di... Disse que... Estou gravida. – Respondeu abaixando a cabeça e o jovem nobre arregalando os olhos constatou o fato... Respirando pesadamente fez em seus lábios surgir um sorriso escandaloso.
– Tu estais gravida? Tu está a carregar uma criança? Estais gravida? – Soltava bobo.
– Sim Edward... Deus de quantas formas irás fazer a mesma pergunta? – Soltou com quase impaciência e ele ainda sorrindo levantou o queixo dela mais uma vez... Os olhos mais uma vez conectados... Isabella viu ali o sorriso exagerado instalado.
– Vou ser pai de um filho teu. – Constatou maravilhado.
– Sim. – Rebateu ainda insegura... Edward levantou-se, exultante não conseguia ficar parado.
– Minha magricela está gravida. – Jogou empolgado e Isabella sorriu se contagiando com a alegria dele.
– Já falei estrupício vou deixar de ser tua magricela. – Provocou para não perder o costume e ele riu.
– Agora entendo a colocação apesar de acha-la infundada... Para ficares gorda é necessário nascer de novo meu amor... Tu ficarás apenas menos magra, apenas isso. – Declarou fazendo-a revirar os olhos.
– Grande diferença... Menos magra... Mais gorda. – Soltou aos resmungos.
– Ficarás linda... A mulher mais linda de toda a Inglaterra... Minha dama... Minha lady... A mais linda de todas... – Dizia mantendo a empolgação e voltando a ajoelhar-se na frente dela... – Minha eterna magricela! – Colocou e de forma devotada depositou suas mãos sobre o abdômen liso dela maravilhado com a noção de que ali descansava um fruto vindo deles. – Nosso filho. – Declarou beijando-a em seguida.
**
As ironias do destino... Razão nenhuma consegue compreende-las ou alcança-las... Edward um jovem nobre cheio de arrogância e empáfia um dia achou que sua vida era perfeita do jeito que era, achou que seus caminhos traçados como estavam eram o correto e por fim descobriu justamente o contrário ou melhor lhe mostraram justamente o contrário... Isabella em seu obstinado temperamento sofreu a perda dos pais com mãos de ferro tentando garantir sua subsistência, jamais admitiria ela que precisasse de alguém para viver, alguém com quem compartilhar, alguém para lhe proteger e por fim viu-se justamente necessitada de dividir sua vida com alguém, com um especifico alguém... Estrupício e magricela... Dois jovens que se conheciam desde sempre e aparentemente se odiavam, ou ao menos ela aparentemente o odiava e ele se deleitava em provoca-la... Os caminhos se cruzaram e quis o destino uni-los pela dor, pela perda, pela descoberta, pela teimosia, pelo amor... Hoje casados, pais de pequeninas crianças que traziam a suas vidas doces e amorosas travessuras... Sim de fato a lógica não cabe aqui... Nunca caberia, logica não combina com o amor de estrupício e magricela... Edward e Isabella se amam no modo deles... Com provocações e carinhos, com resmungos e beijos... Eles são assim e assim são felizes...
– Edward anda com isso... Quero logo chegar. – Colocou irritada ao subir vagarosamente na carroça.
– Estou indo, fui buscar a cesta que mandaste homessa. – Retrucou. – Vamos... Nolan, Paige. – Chamava e os pequenos logo apareceram... Isabella bufando alisava a barriga já saliente.
– Nessa lerdeza toda vamos perder o sol. – Reclamou e o Cullen revirou os olhos sentando-se ao seu lado depois de acomodar as crianças na parte de trás.
– Pronto resmungona... Vamos. – Soltou levando dela um tapa no braço quando a carroça começou a se mover... A convidativa estação primaveril dava o ar da graça com suas coloridas flores e frutos enfeitando a clareira... Lugar do qual Isabella e Edward sempre que possível se refugiavam e ali passavam momentos agradáveis em família... Os pequeninos brincavam correndo entre as flores ou jogando água um no outro na beira do pequeno riacho... Edward acomodado bem próximo da esposa passava a mão de forma carinhosa em seu dilatado abdômen.
– Está chegando. – Disse maravilhado ao sentir o minúsculo serzinho mexer-se.
– Sim está, logo vem. – Colocou Isabella com certa ansiedade enrolada em um tantinho de medo.
– Tudo vai ficar bem. – Jogou ele próximo ao ouvido dela. – Sabes por que? – Perguntou.
– Por que? – Devolveu colocando a mão em cima da mão do marido.
– Ora porque tu és Isabella Swan... Uma mulher forte, decidida... Ninguém te dobra e disso sei por vivencia... Vais isso tirar de letra. – Colocava percebendo nela uma certa insegurança.
– Não é bem assim. – Devolveu baixinho.
– É assim sim... Ou pensas que já me esqueci de tudo que contigo passei... Ora se a mulher valente que conheço vai deixar se abalar por algo... Vejas aqui... – Apontou para o queixo e Isabella o fitou. – Lembras dessa cicatriz? Eu me lembro, e como... Um lembrete vivo de como não se deve mexer contigo magricela. – Jogou sabendo que a provocava.
– Ora você mereceu... Chegou traiçoeiro... Fui eu até boa em demasia... Devia ter atingido outras partes isso sim. – Comentou altiva e ele segurando o riso.
– Se tivesses o feito hoje não estaríamos aqui... E tu não estarias assim. – Soltou sorrindo convencido e ela revirou os olhos.
– Paras de me provocar... Depois não vais aguentar o meu humor... Vais dizer que sou chata... Quando na verdade o chato és tu... Devias respeitar-me, cuidar de mim e não me provocar. – Colocava trazendo um biquinho doce ao final e o Cullen compadecido aproximou-se para ela acarinhar... Achegou-se próximo aos doces lábios e a beijou... Mas a jovem Swan, que como sempre imprevisível deu-lhe uma dentada entre o beijo.
– Assassina. – Retrucou ele levando a mão a boca e afastando-se dela.
– Falei para não me provocar estrupício. – Declarou com um sorriso diabólico nos lábios e ele revirando os olhos.
– Tu não te emendas magricela... Não te emendas. – Soltou sorrindo ao final sabendo que aquilo eram apenas as preliminares deles... A forma carinhosa que sempre se tratavam e de maneira descabida gostavam... Provocações e carinhos... Resmungos e beijos... Estrupício e magricela... The Hood e sua lady Bella... Ali na clareira mais uma vez reafirmavam o quanto se amavam, o quanto queriam um ao outro e em torno deles Nolan e Paige brincavam felizes, seguros e amados à espera do irmão ou irmão que logo viria para completar essa linda e única família.
FIM
Fale com o autor