The Hidden Truth

2 When I’m Gone


Notas iniciais
heey gente linda do meu coração! Aqui estou eu postando mais um capitulo o/ obrigada a todo mundo que comentou, e obrigada Hermione Salvatore Malfoy e Secrets of friends por terem favoritado a fic *u* vocês são uns amores, obrigada mesmo :D Esse capitulo ficou tão grande que eu tive que dividir em dois e a primeira parte ficou, na minha opinião, muito chata, mas eu tive que coloca-la mesmo assim para a construção da fic. Espero que gostem xD

LEIAM AS NOTAS INICIAIS

Leave the past in the past gonna find the future

And misery loves company

POV: ANNABETH

Estava acordada a muito tempo fitando o teto do meu quarto, pensando em como a minha vida foi parar nisso. Fui expulsa de novo de outra escola de novo, e dessa vez eu não fiz nada, nadinha mesmo. Mas meu histórico já não era muito bom, então não ajudou muito na minha situação. Pelo menos fui expulsa na última semana de aula.

Meu celular começou a tocar o alarme, dizendo que as férias acabaram e eu quase o joguei na parede. Estava mal humorada, não consegui dormir direito. Continuei a minha atividade tediosa de fitar o teto. Passaram-se quinze minutos, já estava começando a me atrasar para a escola, seria meu primeiro dia na escola nova. Quem gosta de ir à aula no primeiro dia?

Levantei com um certo esforço, não queria ir à aula hoje, não teria nada de interessante, mas meus tios insistem em me obrigar a ir. Fui ao banheiro, tomei um banho, a água fria logo de manha me fez despertar. Sai do banheiro de toalha mesmo, e logo encontro minha prima sentada na minha cama. Bufei e fui procurar uma roupa aceitável para o primeiro dia de aula. Não que eu me incomode com o que os outros achem, mas era o meu primeiro dia, e digamos que não fui a garota mais certinha da minha antiga escola, se é que vocês me entendem. E nessa nova escola, quero fazer as coisas diferentes.

– Temos que conversar – Thalia disse.

– Bom dia pra você também Thalia – Falei ainda mexendo em meu armário. Thalia bufou e revirou os olhos.

– Bom dia Annabeth – falou exalando ironia – agora, precisamos conversar.

– hm, sobre o que?

– Meu pai falou que vamos nos mudar amanha e é pra você arrumar suas coisas.

– Para onde vamos nos mudar?

– Para uma casa mais perto da escola – resmungou

– E por quê? – Estava me segurando para não rir da cara de Thalia. Ela não gosta muito de mudanças, mesmo tendo que mudar de escola junto comigo todas as vezes que sou expulsa...

– Eu sei lá, eu que vou saber o que se passa na cabeça do meu pai? Ele é doido, nós temos carros, temos um motorista para nos levar onde quisermos e quando quisermos, e ele ainda da nas ideias de que temos que morar mais perto da escola, que por acaso ou não, parece uma prisão.

– E como você sabe disso? É seu primeiro dia também lembra?

– Ah, eu procurei na internet, ela é muito grande e temos que usar uniforme sabia? Agora só falta sermos fichados. E Annabeth, anda logo com isso aí querida, tenho o dia todo não.

– Tá bom Thalia. Agora some, já estou terminando. – Thalia bufou e saiu do meu quarto resmungando alguma coisa sobre “além de demorar, ainda me expulsa do quarto”.

Após esse ataque rebelde de minha prima, troquei de roupa. Vesti uma roupa simples, regata azul marinho, calça jeans preta, meus inseparáveis All Star, e uma jaqueta preta de couro. Ao passar pela cozinha, me deparo com uma Thalia insistente e o meu tio em uma negação constante. Mas passei reto murmurando um “Bom dia” apenas, não estava afim de explicar meu mal humor.

– Vamos Thalia, ou vamos nos atrasar – chamei-a /resmunguei. Thalia chegou no carro e começou a reclamar do quanto o pai dela era chato, Jason o certinho e o quanto sua mãe, Hera, era uma chata por não concordar com ela. Cheguei estacionamento da nova escola e não estava aguentando mais tanta reclamação no meu ouvido.

– Thalia, deixa de reclamar tanto assim e simplesmente agradeça por você ter pais que se importam com você, e você não precisar viver tão angustiadamente por não ter aqueles que lhe deram a vida ao seu lado, e não ter noticia alguma do paradeiro deles. – Estava tão mal humorada que nem medi minhas palavras. Ao meu lado Thalia me olhou um pouco culpada.

– Me descul...

– Não precisa se desculpar, apenas não reclame tanto mais de seus pais. – cortei-a.

Saímos do carro e minha boca caiu formando um belo “O”. A escola era simplesmente enorme, e era a escola mais bonita que já havia visto em toda a minha vida. E olha que eu já fui para muitas escolas.

– Thalia, você disse que ela era grande, mas não disse que era tão bonita – Thalia deu de ombros.

– Quem liga se ela é bonita ou não, ainda parece uma prisão pra mim.

Entramos na escola, e ela ficava cada vez mais impressionante. Eram três prédios na frente com cinco andares cada. Atrás dos três prédios havia o refeitório, e atrás dele uma grande quadra coberta, dividida com a piscina e a quadra de vôlei, e atrás da quadra coberta, um campo de futebol americano. Em outras palavras, a escola era grande, muito grande. A escola era toda pintada de vermelho e branco, os armários eram personalizados, cada aluno fazia o seu de acordo com seu próprio gosto, e era cada um mais criativo que o outro.

Como éramos as duas únicas novatas, por entrarmos na metade do ano, pelo jeito não era tão comum isso acontecer por aqui, assim que colocamos os pés dentro da escola todos, sério, todos olharam para nós com cara tacho. Alguns alunos estavam se engolindo na escada, e até mesmo eles pararam para nos observar. Thalia, assim como eu bufou e continuou andando. Passamos pelas lideres de torcida e alguns alunos do time de futebol da escola, e pelo jeito eles não gostaram nem um pouco de nós duas, por que assim que passamos por eles, fecharam a cara na hora, e nos olharam de cima a baixo. E eu não sei o porquê. Acabei de chegar na escola e nem fiz nada ainda, e nem pretendo aprontar.

Todos abriam caminho para gente. E foi até fácil encontrar a secretaria, eram bem perto da entrada. Pegamos nossos horários e fomos para nossa aula. Infelizmente não tínhamos os mesmos horários, mas para Thalia foi fácil encontrar, a sala dela era bem em frente da secretaria. Já a minha, bom, era outra história.

Já havia de passado quinze minutos, e eu ainda não conseguia encontrar a minha sala.

– Onde que esta essa merda de sala? – Perguntei mais para mim mesma, mas alguém, que pelo jeito brotou do chão, escutou e pigarreou bem ao meu lado. Quase pulei no teto de tanto susto – Quer me matar do coração criatura?

– Posso saber o que esta fazendo andando pela escola nesse horário mocinha? – Perguntou-me um homem baixinho, velho, na média dos quarenta e poucos anos acredito eu, cabelos grisalhos, uma voz meio roupa, parecendo que estava de ressaca, e que quase me matou do coração.

– hm, isso é da sua conta? – Sei que fui grossa, mas qual é? Eu já acordo mal humorada, tenho que vir a uma escola nova, me perco procurando a sala e ainda quase morro de susto. Ficar calma é impossível.

– Na verdade é sim senhorita?

– Chase, Annabeth Chase.

– Senhorita Annabel, eu sou o diretor do colégio, caso não saiba, e isso foi uma total falta de educação. – “Ta bom, além de velho é rabugento” – E onde esta seu uniforme?

– É Annabeth, e sou nova, não tenho um ainda. – Respondi dando de ombros

– Pois então trate de comprar um, não quero pirralhos andando pela minha escola sem uniformes – E com isso ele foi andando sem me dar a chance nem de perguntar onde ficava a sala. Pois é, que belo diretor ele era.

Eu fiquei andando pela escola por mais uns vinte minutos, até que, FINALMENTE, eu encontrei a bendita sala. Ela ficava no corredor G, do prédio dois, no terceiro andar, sala sete. “Como alguém consegue andar por essa escola sem se perder? É impossível.”

Faltava apenas cinco minutos para a aula acabar, resolvi esperar o segundo horário, já que entrar agora ou depois não ia fazer a menor diferença. Enquanto isso, fui procurar a próxima sala, que era no corredor ao lado, “graças a Deus”.

O sinal bateu e aquele bando de aluno saiu das salas, a procura da próxima aula.

Esperei diminuir o “transito” de alunos, beleza até aí tudo bem. Mas na hora que eu resolvi entrar, bem na porta, uma imbecil trombou comigo e eu quase cai no chão, só não cai, por que fui esmagada pela parede.

– Não olha por onde anda não? – perguntei a imbecil. Ela se virou pra mim me olhou de cima a baixo. Já não fui muito com a cara dela. Ergui a sobrancelha, claramente irritada com a garota.

– Não converso com loiras oxigenadas.

– Falou a original. – Como eu disse, não ligo para o que pensam, mas se é ignorante comigo, respondo na mesma moeda, e eu já não estava com um humor muito bom. “Eu me lembro dessa menina” pensei. Era uma das meninas que eu vi na entrada, uma das lideres de torcida que estava se engolindo com um dos jogadores de futebol da escola na escada. Ela também era loira, mas estava muito na cara que era falso. Estava vestida com o uniforme de líder de torcida e a saia dela era tão curta, mas tão curta, que se levantasse um pouco mais daria para ver o útero da garota. E o diretor ainda vem reclamar comigo por estar sem uniforme.

– Olha aqui garota, quem você pens...

– Aaa vai catar coquinho vai, aproveita e me deixa em paz – falei já passando pela mesma e deixando-a falando com o vento. Mas no meio do caminho eu parei e me virei para ela. Olhei-a de cima a baixo. – Realmente não merece que eu gaste a minha saliva com você – falei alto o bastante para que ela ouvisse. E ainda dei um sorrisinho de lado debochado. Ela ia rebater, mas o sinal tocou anunciando o segundo horário.

É, essa escola promete.

Notas finais
Então? O que acharam? ficou chato néh :s mas o próximo é mais legal que esse u.u genteee conversem comigo please, me deem ideias, opiniões!! Fantasminhaas apareçam viu? por favor, eu respondo TODOS os reviews. E não vai tomar muito o seu tempo, deixem nem que seja um "Oi, tudo bem?" não vai matar ninguém Ok? bjookas e até o próximo capitulo