The Hidden Truth
9 I Want It All
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS INICIAIS. ELAS NÃO ESTÃO LÁ DE ENFEITE!!
The way that you're moving
You know what you're doing
I want you to prove that I'm right about you
Go ahead, admit it
– O que você quer agora?
– Conversar.
Thalia estava com suas típicas roupas pretas deitada em minha cama olhando para o teto jogando uma bolinha de tênis para cima e pegando-a ainda no ar quando caía.
– Não quero conversar com você agora Thalia. Não pode esperar eu dormir, descansar e pensar?
– Lamento pelo que aconteceu hoje Annie. Tem muita coisa que você ainda não sabe...
– Então me conte – Cortei-a.
Thalia se sentou na beirada da cama e ficamos nos encarando por longos minutos.
– Não cabe a mim te contar. Lamento.
– Você não pode me contar. Percy não pode. Quem pode então?
Ela se levantou e veio em minha direção e me abraçou. Fiquei sem reação. Quando foi a última vez que nos abraçamos assim? Não sei. Abraçar não é muito de meu feitio ou do de Thalia, então era raro isso acontecer.
Thalia me apertou e não desfez o abraço até que eu a abraçasse também. Com a mesma intensidade. Nenhuma de nós duas se separou rapidamente.
– Sinto muito Annie. Conversamos mais tarde. É muita informação, eu sei. E você deve estar muito confusa. Agora durma e nos vemos mais tarde, tudo bem? – Assenti. – Durma bem.
– Você também Thalia.
Fechei a porta do meu quarto e fui em direção a minha cama que estava totalmente bagunçada.
Tentei dormir, tentei de verdade. Mas o máximo que aconteceu foi eu ficar rolando de um lado para o outro da cama. Levantei-me e fiquei andando pelo meu quarto pensando em tudo. Esbarrei no meu abajur e quase o derrubei umas dez vezes, e com ele alguns livros meus caíram no chão fazendo o maior barulho. Por fim voltei para a cama e fiquei olhando para o teto.
Até alguém bater na minha porta.
– Percy? Pensei que já estivesse no sétimo sono.
Ele encostou-se na soleira da porta. Com uma calça moletom que não faço ideia de onde conseguira e uma simples blusa branca que mesmo solta marcava seus músculos. Mesmo simples ele estava estiloso, sexy e gostoso como sempre.
– Não estou com sono e digamos que você não é a pessoa mais silenciosa do mundo.
– Eh... Eu sei que não.
Afastei-me e deixei que ele entrasse.
– Vem cá. – Disse deitando-se na minha cama e batendo no lugar ao seu lado.
Deitei ao seu lado e Percy passou seus braços por meus ombros e puxou de encontro a seu peito. Aninhei-me a ele. Prestando atenção somente no seu levantar e abaixar do peito, as batidas do coração calmo. Ele estava ali comigo, me fazendo companhia, não falou nada e isso era tudo o que eu precisava.
Só isso, parecia até que ele adivinhou o que eu estava precisando.
Percy começou a fazer carinhos em mim, mexer em meu cabelo. Fechei os olhos aceitando ao carinho.
Não é possível que exista alguém tão bom assim. Tudo bem, Percy mentiu para mim. Mas ele era simplesmente maravilhoso. Tinha um jeito de me acalmar, além de ser carinhoso, um pouco lerdo, mas tudo bem, isso faz parte.
– No que esta pensando? – Suspirei.
– Nada de mais.
– Olha Annie, sobre hoje...
– Não quero falar sobre isso agora tudo bem? Estou de cabeça quente, e não é muito bom que eu converse nesse estado. Acabo falando coisas de mais – Cortei-o.
Uma ideia genial brotou em minha mente, não posso mais adia-la.
– Percy?
– Hm?
– Não acha que estamos indo rápido de mais? – Me levantei um pouco para conseguir vê-lo direito – Quer dizer, nós mal nos conhecemos e bom, você esta no meu quarto – sentei-me em seu colo e nossos olhos se encontraram, seus olhos verdes ficaram mais escuros que o normal – E eu estou sentada em cima de você agora, e você não objetou. Porem é claro, você é homem, nunca iria dizer que não. Ah não ser... – inclinei-me para frente e passei meus cabelos para um lado só – Que eu esteja errada, porque até agora você não fez nada.
Finalmente ele pareceu sair de transe, suas mãos apertaram minhas coxas e sem que eu percebesse ele estava em cima de mim. Soltei um muxoxo. Já disse que gosto de ficar no controle não é mesmo? Pois é, e as coisas já estavam saindo do meu controle e Percy percebeu isso, pois seu um sorriso debochado logo apareceu em seu rosto.
– Primeiro: Chase não é só você que gosta de estar no controle – levantei uma sobrancelha – Segundo: eu estava tentando ser um cavalheiro, mas você é uma garota muito má. Me provocando desse jeito. Tsc, tsc, tsc. – negando um pouco a cabeça abaixou-se até que estivesse no mesmo nível que eu – Mas acontece Chase, que eu também sei provocar – Disse mordendo o módulo da minha orelha.
– Que bom Jackson, ou então eu ficaria muito desapontada com você!
– Ah Annie, você não viu nada ainda. E não pense que eu me esqueci do episódio do carro. Você me deixou muito, muito bravo. Tive que me aliviar sozinho acredita?
– Oh que pena Jackson – dei um mínimo sorriso – Isso não pode acontecer mais não é mesmo?
– Não, isso não pode acontecer mais. – Disse puxando-me mais ainda e colando meu corpo ao dele.
– E você vai me castigar por isso? – Passei meus braços por seu pescoço
– Ah eu vou, é melhor de preparar Chase.
– Pena que eu duvido disso.
E esse foi o timing perfeito para Percy perder o controle.
Em uma hora estávamos apenas nos provocando, em outra seus lábios atacavam-me como nunca. O ar não nos parecia necessário agora, tudo que precisava era somente de nossos corpos o mais juntos possível.
Esse garoto me leva a loucura. Ele levou sua mãe ate minha coxa esquerda e puxou-a dobrando-a de modo que pude sentir eu membro já eriçado de encontro à minha intimidade, separados apenas por nossas roupas, fazendo-me soltar um pequeno gemido o mais baixo possível e arquear as costas procurando por mais contato. Ele percebeu isso e começou a mover-se lentamente enquanto direcionava seus lábios ao meu pescoço, beijando-o e logo depois deu um chupão que com toda certeza deixaria marca.
Não sei de onde surgiu, mas juntei todas as forças possíveis e o empurrei, ficando mais uma vez por cima.
– Você está me torturando com isso. – sussurrei.
– Essa é a intenção, um castigo por você ter feito o mesmo comigo ontem – disse mordendo o módulo de minha orelha.
Mesmo sabendo eu não adiantaria muita coisa, segurei seus braços ao lado de sua cabeça e ele deu uma leve risada.
– Acha mesmo que vai conseguir me prender aqui desse modo, apenas segurando meus pulsos? Achei que fosse mais inteligente Chase.
– Acredite, não é assim que vou te segurar aqui.
Ataquei seus lábios com tanta intensidade que acho que no começo ele até se assustou um pouco, mas depois recordou os sentidos e beijou-me com a mesma intensidade. Soltei seus pulsos apenas por um breve momento para tirar sua blusa e suas mãos foram para minha nuca não deixando eu me separar por um segundo se quer. Levantei sua blusa numa lentidão tortuosa e nos separamos apena para que eu a retirasse por completo. Não sei pra que lado joguei-a.
Fui me levantando devagar e trazendo Percy junto até que ficasse sentada em seu colo arranhando seu abdômen perfeito, cada gominho.
As mãos de Percy apertaram minha cintura com força, depois foram para minhas nádegas onde deu uma leve apertada e voltou-as para minha cintura procurando a bainha de minha blusa e quando a achou tirou-a com certa brutalidade. O que só me deixou mais excitada.
Seus lábios se direcionaram para o meu colo do peito ainda coberto pelo sutiã de renda azul, arqueei minhas costas esperando por mais contato.
– Azul é minha cor favorita Chase – disse apertando meus seios por cima do sutiã.
Gemi em resposta e seu braço esquerdo rodeou minha cintura me puxando ainda mais e fazendo com que minha intimidade já completamente molhada roçasse ainda mais em seu membro.
Eu tentei, juro que tentei, mas não consegui e assim que o senti tão perto, separados só pela roupa de baixo soltei um gemido sôfrego. Pressionei meu quadril em seu membro e dei um leve rebolado apenas para nos torturar ainda mais. Já não estava conseguindo mais me segurar. Consegui escutar um leve gemido vindo dele e dei um pequeno sorriso vitorioso.
Isso era um jogo de prazer.
Me segurando para que eu ficasse quietinha em seu colo, ele levantou seu rosto ficando no mesmo nível que o meu. Tirou a mão direita do aperto em meu peito e a levou para minha nuca dando-me um beijo para acabar com o resto do folego que me restava.
E simplesmente do nada ele me soltou, deitou-se na cama apoiando a cabeça nos braços, relaxado como se nada tivesse acabado de acontecer.
Minha expressão não deveria ser uma das melhores pois ele riu do meu estado.
– Você só pode estar brincando comigo. – Tinha quase certeza que estava vermelha de raiva. Ele riu ainda mais e olhou para a porta.
Alguém estava batendo nela como se sua vida dependesse disso. Como eu não tinha percebido isso? Revirei os olhos e me levantei do colo de Percy. Peguei minha blusa do chão e a vesti rapidamente.
Ao passar pelo meu espelho levei um susto comigo mesma. Meu estado não estava em um dos melhores.
Meu cabelo estava todo bagunçado, meu pescoço completamente vermelho, lábios inchados, e eu ainda ofegava. Não ia adiantar tentar esconder as vermelhidões mesmo então eu só fiz um coque frouxo e fui atender quem quer fosse.
– É bom que tenha um ótimo motivo para me fazer levantar agora. – Disse abrindo somente uma freta da porta e dando de cara com Thalia. Que estava com uma cara raivosa no rosto e ofegante. – O que aconteceu com você dessa vez?
– Preciso falar com Percy, é urgente.
– E o que a faz pensar que ele está aqui no meu quarto?
Thalia arqueou uma sobrancelha.
– Olhe para o seu estado Annabeth, é claro que ele está aí.
Abri a boca para combater mas nada saia e eu não tinha argumentos contra o óbvio então somente rolei os olhos e afirmei com um balançar de cabeça.
Senti braços fortes rodearem minha cintura e a cabeça dele apoiar-se. Abri um pouco mais a porta.
– Thalia, o que minha querida prima quer comigo nessa hora tão importante?
– Nana está lá em baixo querendo falar com você e não vai sair e nem me deixar dormir enquanto você não for até lá. E eu estou muito a fim de dormir. Então vai lá resolver isso agora, antes que arranque o que você preza por ter entre as pernas com alicate de unha.
Arqueei a sobrancelha e olhei para Percy por cima do ombro.
Ele parecia estar intrigado. Pensando se ia ou não, e seu olhar se alternava entre mim e Thalia.
– Annie eu realmen...
– Vai – Me desvencilhei de seus braços, irritada.
Praticamente o expulsei do meu quarto e bati a porta com certa, muita força. Tranquei a porta e deitei na cama. Até me esqueci de Thalia. Olhei para um canto do quarto e o idiota tinha esquecido a bendita blusa aqui. Nem me dei ao trabalho de ir lá a tira-la do chão.
Encarei o tento por uns cinco minutos e ouvi batidas na porta.
– Annie abra a porta, por favor?
Respirei fundo, peguei sua camisa e fui atendê-lo. Ele estava escorado na parede.
– Sua blusa, durma bem. – Ia fechando a porta, mas ele não deixou. Rolei os olhos. – Não vai sair daqui?
– Não.
– Por quê?
– Por que você está se corroendo de ciúmes e fica muito linda assim, não quero perder isso por nada – Disse entrando e fechando a porta, escorando-se na mesma. Mesmo escorado ele ainda ficava mais alto que eu. Fazendo minha boca ficar na altura do seu queixo.
Eu sei que sou baixinha, mas não precisava humilhar.
– Perdeu uma coisa que seria muito melhor.
– Ou não.
– Ou sim, pois não estou mais com vontade. – Me virei indo em direção à cama.
Percy me puxou pela cintura, soltei um gritinho muito gay na minha opinião por causa do susto, e jogou-me na cama não aguentei e comecei a rir histericamente enquanto Percy deitava sobre mim.
– Você é um idiota sabia?
– Por quê? – disse com um sorriso de lado.
– Porque eu não consigo ficar brava com você.
– Acho que isso é bom – mordeu meu lábio inferior e apertou minha cintura.
Aquele fogo que até pouco tempo atrás estava se extinguindo, voltou com tudo e eu ataquei seus lábios com voracidade. Levando minhas mãos para sua nuca e bagunçando ainda mais seus cabelos pretos.
– Vamos acabar logo com isso, já nos torturamos o bastante por hoje.
– Concordo plenamente.
Em questão de segundos eu estava apenas de lingerie e Percy som com sua cueca. Olhei para baixo enquanto ele beijava meu pescoço. O volume em sua cueca era perceptível.
Apertei seu membro por cima do pano, e escutar Percy gemer foi como um combustível para eu continuar. Adentrei minha mão e apertei seu membro já rígido. Subi e desci varias vezes devagar e tortuosamente. Senti seu membro crescer e pulsa cada vez mais. Acelerei o ritmo. Tudo que Percy conseguia fazer era se apoiar e me beijar, mas ainda assim gemendo baixo e ofegante.
Fazendo-o gemer diante a mim, me fazia sentir poderosa e era eu quem estava comandando isso. Como eu disse, é um jogo de prazer.
Acelerei ainda mais.
– Annabeth... Eu vou... – Sussurrou ofegante.
Quando percebi que ele estava prestes a gozar, eu parei. Tirei sua cueca por completo e enquanto Percy se recuperava eu levei um breve susto. Era maior do que eu pensava.
– Gosta do que vê?
– Muito.
Num movimento repentino Percy tirou meu sutiã e já chupava meus seios como se sua vida dependesse disso.
Escutei gemidos e palavras desconexas e logo percebo que saiam da minha boca, tentava me controlar, mas ele simplesmente me levava para outro mundo.
De tempos em tempos sentia seus dedos pressionando minha entrada ainda por cima da calcinha.
Um barulho de pano rasgando me fez levantar um pouco o tronco. Percy RASGOU, rasgou minha calcinha.
– Seu filho da... – Gemi alto quando ele penetrou três dedos de uma vez só, fazendo-me arquear mais ainda as costas dando-o total visão de meus peitos seios e vermelhos.
Seus dedos faziam um trabalho excepcional, entravam devagar e saiam rapidamente, uma tortura maravilhosa, e quando eu estava chegando ao ponto ele voltava numa lentidão que dava agonia.
– Percy seu grande filho da puta, sem mais delongas. – Disse arranjando forçar de onde nem sabia que podia ter virando-o e colocando uma perna de cada lado somente roçando nossas intimidades.
As mãos de Percy foram para minha cintura e desci, encaixando seu membro e comecei a cavalgar em cima dele enquanto Percy distribuía beijos e chupões pelo meu pescoço e colo.
Estávamos no mesmo ritmo, e gemíamos muito. Em certo momento fiquei com uma pontada de medo por poder acordar meus tios, se isso acontecesse estaria muito encrencada.
Esses pensamentos logo foram embora quando Percy nos virou mais uma vez e dessa vez ficando por cima. Mais uma vez entrava com força e saia devagar, me levando à loucura.
Percebi que estávamos chegando ao ápice quando comecei a rebolar mais rapidamente e Percy entrar e sair com mais força e rapidez ainda.
Nos beijamos mais e mais vezes e em meio à esses beijos que senti todo meu corpo estremecer e chegamos, os dois, ao ápice. Juntos.
Estávamos ofegantes e a cabeça de Percy repousava no vale entre meus peitos, ele ainda estava dentro de mim. Ficamos assim por uns 5 minutos.
– Percy seu gordo, sai de cima de mim.
Ele riu, levantou-se e atacou meus lábios em um beijo apaixonante. Nossas línguas travavam uma batalha, explorando locais novos. E então vencidos pelo cansaço, Percy deitou-se ao meu lado e me puxou de encontro ao seu peito. Ficamos assim, até eu adormecer, sentindo o carinho de Percy em meus cabelos e o beijo em minha testa e um sorriso nos lábios.
A melhor de todas as noites que já tive com alguém.
Oh, I got the feeling down deep inside
Got the feeling I can't deny
Got the feeling that makes me high
Only thing is baby
I want it all
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