The Heirs: O Progeto Concentração
1 Capítulo Um — A revisão Anual
Notas iniciais
Capítulo um: A revisão Anual:
Num futuro não tão distante em Meados de outubro eles viam e em outros meses em outros lugares, ao saberem de sua chegada houve gritaria, tumulto, Confusão, todas as crianças, adultos e velhos corriam para suas casas em buscas de segurança, alguns mal conseguiam chegar a suas portas e eram pisoteados, outros se batiam enquanto corria para chegar a suas casas, um homem muito velho começou a gritar no centro daquela pequena vila.
— Eles estão vindos... Eles estão vindo ao... — Disse o homem quase sem folego e muito roco, foi derrubado por algum homem que também caio no chão, se levantou tomou novamente e forçou folego — Ao... — sua voz cansada quase não gritara mais uma vez — Ao Pôr-do-sol — e foi novamente abatido, e morreu.
Faltavam 5 minutos para por do sol, algumas pessoas estavam caídas, mas ainda com vida, os sangues escoriam pelo chão que estavam com muita lama por causa da chuva.
Faltavam 2 minutos para por do sol, tomada pelo silencio de pânico, alguns estavam chorando, outros estavam com muito medo escondidos nos cantos de suas casas, fazia quatro anos que eles não viam, alguns ate acreditavam que eles aviam desistidos de matar os herdeiros, enfim o pôr-do-sol, eles chegaram, alguns chamavam de exterminadores de herdeiros outros simplesmente chamavam de tiranos, usavam uma espécie de casaco ou informe muito branco e também um capacete para não serem infectados pelas doenças dos afetados pelo regime totalitário, eles estavam em seis cada um era marcado com um numero, e cada um carregava consigo uma maleta prateada, mas eles não vieram no tempo como era previsto pelos worms, os boatos de um novo herdeiro tomaram a vila é claro que eles iriam descobrir.
O numero um, o líder do grupo, colocou a meta prateada no chão abriu para certificar que estava correto, mas como sempre para o azar dos worms sim em cima avia escrito B.C1.
Um garoto os observava-os por um buraco na porta, não consegui-o ver direito o que era na verdade, pedia silencio para seus irmãos que estavam em pânicos.
— Façam silêncio... Para que eu possa ouvir. Mas ninguém lhe dava ouvido exceto quando lhe informava onde estavam.
Aproximavam-se das casas que para eles eram barracos, arrobavam as portam sem piedade, olhavam diretamente nos olhos dos worms e perguntavam se na aquela “casa” avia crianças, as pessoas tomadas pelo medo, respondias gaguejando, quando elas diziam que não tinha saiam sem dizer mais nada, eles saem em pares na ordem, o numero cinco e o numero seis arrobaram outra casa, outra vez perguntaram se aviam crianças no local.
— Sim — Disse a mulher tremula, os olhos dela estavam roxos, pareciam ter tomado um murro nos olhos ela não parava de chorar, estava ajoelhada como quem tivesse acabado de rezar.
Ele pediu para lhe mostrar a criança, mas eles só interessavam por crianças maiores de 12 anos, no começo as pessoas mentiam, eles as castigava agora ninguém se atreveria a mentir quando ele coloca seus grandes olhos.
— Filha... — disse a mulher ainda ajoelhada com os olhos cheios de lagrimas — Filha velha cá... Não a com o que se preocupar.
A menina saio do quarto com suas vestes sujas como as de todos ali, estava quieta obviamente avia pânico em seus olhos.
— Filha venha para cá, O nome dela e...
— O nome dela não nos importa, qual a sua idade. — Perguntou o numero cinco quase gritando da maneira mais grossa possível.
— 12 — respondeu a mulher cabisbaixa.
Aproximou-se do rosto dela apertou seu rosto com muita força quase a criança chorava e a girando para lodo e para o outro e para outro procurando algum sinal e disse.
— Não sei — Disse o numero cinco.
— Faça o teste. —Disse a mulher excitada.
tada, com um sorriso quase psicótico.
O numero cinco odiava receber ordens de um inferior não seria worms porque quem seria louco eles eram tratados como vermes. Os dois cinco e seis se entreolharam, cinco sabia que iria ser perda de tempo. Mas não poderia contrariar as ordens do um “Todas as crianças...”.
Seis abriu a maleta prateado a mulher se curvou para ver, mas foi impedida pelo lado de cima da maleta.
— Estique o braço. — Ele puxou o braço direito da menina com brutalidade.
E retirou um pequeno aparelho que tinha uma agulha, com mais ou menos cinco centímetros, a garota fechou os olhos e apertou a mão da sua mãe com força o numero seis aplicou no dela que estava surjo de carvão. Retirou o aparelho que estava processando, depois de alguns minutos apareceu o seguinte código (22k2).
— Comum — disse o numero seis.
Eles novamente se olharam novamente Cinco tinha nojo nos olhos, pegou o aparelho o recolocou na maleta a mulher percebeu que não os agradara e gritou desesperadamente.
— Não... Esperem... Faça de novo... Por favor, faça de novo. — agarrou o pé do numero cinco.
— Não encoste de em min mulher — gritou ele come se um animal repugnante o encostasse, e a chutou para fora com toda força que tinha.
Caiu na lama naquela noite.
O garoto observava e contava a mãe e os irmãos o que estava acontecendo, viu a mulher chorando e se contorcendo de dor.
O numero Cinco viu ela caída na lama a olhou com repugnância cuspiu na cara dela e disse.
— Eu tenho nojo de você.
O garoto teve vontade de ir ate lá e descontar tudo que sentia no guarda, coragem não lhe faltava, mas nunca sua mãe iria permitir isso.
O numero três e quatro estavam a uma casa do garoto.
— Mãe... Eles estão a uma casa daqui.
A mulher olhou para os filhos, a garota foi para junto de sua mãe para lhe consolar e encorajar.
A chuva continuava forte e a lama estava ainda mais escorregadia.
Alguém com o Sangue Genesis21 eram tudo que eles queriam, muitos acreditavam que os Guardas trabalhavam para o Secretario Sr. Tonkes, que queria expurgar todos os (Tk2) que era como ele chamava “SANGUES PURGNARIOS”, mas os guardas trabalhavam para uma espécie Centro de Proteção Genesis (CPG).
Ouviram batidas na porta e o garoto percebeu que não avia crianças na casa ao lado, ele se afastou para perto da mãe, um dos guardas disse.
— Se não abrirem a porta iremos derrubar — A voz estava clara ninguém se atreveria a ignorar.
— Va filho abra! — disse a voz da mãe já cansada.
Ele obedeceu a brio a porta e se afastou rápido.
E fez certo eles entraram com tudo se o garoto estivesse lá estaria no chão agora.
Mas não era qualquer guarda e sim o numero um acompanhado pelo numero dois.
— Viemos fazer a revisão anual — Disse o numero um com um tom intimidador.
— Fora do tempo — quase dizia a menina, mas seria brutalmente morta.
— O Secretario quer ter certeza que eles estão aqui e por isso vimos aqui para... — O homem parrou, apertou os lábios, pressionou as sobrancelhas e disse.
— Verificar.
— Diga-me quantos anos tem seus filhos — Disse o numero dois.
— Sete — Disse a mulher apontou para o mais jovem — nove — o outro menino —Treze — A pontou para o garoto que espiava pelo buraco na porta.
— Primeiro as mulheres — Disse o numero um tomando impulso para entrar na casa.
— Estenda o braço — Disse o numero dois.
A garota estendeu o braço com muita coragem ele aplicou, uma lagrima desceu do rosto dela, o homem retirou de imediato e disse com leveza nas palavras como se já soubesse a resposta do “termômetro de Sangue”.
— (35k5) “Sangue Comum”. — disse o numero dois.
Por incivil que pareça a garota estará aliviada com a resposta.
— Agora o garoto — disse o numero dois.
O numero um o observara agora mais perto olhando fixamente com um olhar estranho e ele o imantava.
— Estenda o braço — Disse o numero dois.
E rápido como sempre ele já tinha colocado como quase que o garoto não percebesse ou sentisse.
Dessa vez a demora consumia a mente do numero um ele sabia que alguma coisa estranha iria acontecer, ele era o único que já tinha visto um herdeiro ao vivo, todos acreditavam que eram apenas histórias que alimentavam o passado, mas ele tinha sido obrigado a nunca contar nada para ninguém principalmente para uma equipe da terceira guarda.
— Não para de carregar o que eu faço? — Perguntou o numero dois.
— Recoloque — Disse o numero um agora olhando para nada e pensado no passado.
A Mãe do garoto agora com os olhos ainda mais molhando limpava a boca com as cortas da mão.
O numero dois obedeceu à ordem retirou com cuidado para não ferir o garoto, um gesto que geralmente os guardas não faziam.
O garoto estava aflito procurava não olhar para o braço que escoria sangue enquanto o numero dois limpava e preparava para recolocar.
— Continua falhando — ofegou o numero dois.
— Por favor — disse o garoto não conteve e começou a chorar o rosto todo molhado de lágrimas e vermelho de agonia.
— Recoloque no outro braço — Disse o numero um com um tom mais severo.
— Por favor — Disse o garoto que não se bastava à agonia de dor no outro braço, com a marca agora mais visível.
— Luke — disse a mãe do garoto — Luke querido, seja forte como seu pai foi.
Luke limpou as lagrima e estendeu o braço direito.
E o numero dois pela ultima vez colocou o “termômetro de Sangue”.
E a sua mãe segurou sua mão como se fosse pela ultima vez.
— Dessa vez não tire os olhos do painel — disse o numero um agora olhando ainda mais para o garoto e percebendo que o olho dele ligeiramente mudava para um tom prateado e claro.
— Pela ultima vez — Disse o numero dois e novamente recolocou.
— (. 2.1.) Genesis21 — disse o numero dois horrorizados.
— Você será... — disse a mãe do garoto quase completando quando foi interrompido pelo numero um que abriu a maleta pegou outra cerinha só que menor com um liquida avermelhado.
— Desculpe garoto, mas e para seu próprio.
E inseriu a agulha nas costas dele, mas as únicas palavras que Luke ouvira antes de desmaiar foram de sua mãe “Seja forte como seu pai, como seu pai Luke”.
E arrastaram Luke ate uma vã completamente branca com o nome preto escrito Lixo.
Quando Luke acordou estava dentro de uma vã cheia de latões, estava com a cabeça girando e os olhos vermelhos e inchados, avia dormido por um dia inteiro dentro da vã com a perna doendo muito, achou que tinha se quebrado, mas por sorte era só uma luxação, nada muito importante, estava com sede, mas tinha uma vasilha de metal com um pouco de agua, ele pegou a agua e bebeu o mais rápido que pode, estava franco tonto e com fome não sabia para onde estava indo, mas sabia que iria direto para o temido Secretario Sr.
A porta se abriu e era um dos guardas.
— Esta se sentindo melhor? — Luke não respondeu, mas fez uma cara de quem não confiava muito nele — Bem já estamos quase chegando, iremos passar por uma revista nada de mais. — Disse o guarda partindo um pedaço de pão e um copo com Ferel, é uma mistura de energético com suco de arvores era um pouco ruim quando se bebe pela primeira vez, mas da terceira vez pode causar vicio ate a morte. — Tome sei que esta com fome, não e nada de mais comparado com que você comera a partir de hoje, não beba tudo de vez por que você não foi gostar nada — Aproposito depois que comer entre no latão vazio do fundo e não diga uma palavra ou ira morrer.
Luke pegou o pão e o Ferel e comeu muito rápido tentou se levantar, mas não conseguiu por causa da perna era um pouco mais serio do que ele achara. Então se arrastou ate o latão, era do tamanho exato dele estava muito escuro, ate que ele pisou em uma coisa que acendeu uma luz forte e azul, era um neon uma espécie de “vara” de silicone que quando se quebrava se acendia uma luz colorida, mas não uma luz colorida e sim a sua preferida Luke achou estanho por que era a sua cor predileta à cor do céu, estranho quando criança ele achava que a cor do vento se mostrava para aquele que merecia, e era azul.
— O que estão carregando ai — disse uma voz forte e decidia.
Luke sabia que devia fazer mais silencio mais do que nunca.
— Lixo — respondeu o motorista.
— Se importa? — perguntou a voz forte e decidia.
— Por quê? — Perguntou o motorista?
— Vocês estão ultrapassando a fronteira entre os estados, então pela lei da paz 857° paragrafo dois, temos o direito de inspecionar qualquer coisa que ultrapasse os campos do Secretario.
— Ate quando os cinco herdeiros revigorarem o trono e domar a centrar — disse o guarda em voz baixa.
— O que você disse — Perguntou.
— Nada de mais — respondeu o motorista, com ironia porque o guarda estava com uma arma do tamanho do braço que mal conseguia segurar, mas que ele tinha certeza que sabia usar.
— Abra-o — exclamou.
O motorista desceu do carro abriu, o guarda se aproximou, revistou o que tinha dentro e percebeu que tudo estava certo ate ver uma luz azul como o mar sair de um dos latões do fundo.
— O que é aqui ali — perguntou o guarda.
— Desculpe... O que? — Respondeu pasmado.
O Motorista estava suando e nervoso temendo.
— Não quer respondeu não é? — respondeu o guarda que parecia decido — Pois bem vamos ver.
O guarda se aproximou indo em direção ao brilho, os olhos estavam em venda para tentar enxergar direito. Luke engoliu em seco, pela primeira vez estava com medo, quando o guarda aproximou.
— Espere — disse uma voz quase gritando, o guarda se virou e era seu supervisor — Você não viu o que estava escrito do lado do carro? Por acaso você e não sabe ler? Ou você idiota? Todas as semanas esse mesmo carro passar por aqui para levar o lixo dos porcos (com porcos eles se referia as pessoas).
— Mas eu pensei... — Disse o grudar boquiaberto.
— Você não esta aqui para “pensar” esta aqui para me obedecer. — o guarda agora se retirava — Desculpe, pode prosseguir — Picou para o motorista, que parecia saber dos boatos e fechou os punhos e o levantou que simbolizava força e esperança contra o regime do Secretario.
Depois de alguns minutos Luke saio do Latão se arrastando e grudado à luz neon no bolso que continuava a brilhar. Estava quase perdendo o ar, se sentia aliviado respirava com força. Depois de 30 minutos, Luke continuava a sentir fome mais do que nunca, o motorista bateu na porta para despertar Luke e disse.
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