The Heir O Herdeiro.
8 O plano em ação.
Notas iniciais
– Pronto tia. – Draco deu o notebook pra Bella. – Aqui está a loja. – Disse. – Você pode ver tudo que está acontecendo, a qualquer hora do dia.
— Que ótimo. – Bella deu uma gargalhada de prazer. – Obrigada Draquinho... Vejo que pensou melhor a respeito de me ajudar, não?
— É, pensei... – Respondeu. – Estou indo, preciso passar na loja. – Cissa olhou feio para o filho, não acreditou que depois daquilo tudo que eles passaram, ele tinha voltado para as trevas.
Quando saiu da mansão, ele ligou rapidamente para George.
— Pronto! – Disse. – Agora precisamos avisar o Harry, não é?
— Claro. – George respondeu. – Mas precisamos de professores, qualificados.
— Lupin, e Snape. – Draco falou, prontamente. – Vamos, eu encontro você n’toca.
Ele desaparatou e aparatou na toca. George já estava esperando por ele.
— Sua tia caiu? – Perguntou, rindo.
— Feito uma patinha! E minha mãe também. – Riu. – Achou mesmo que eu tinha voltado para as artes das trevas.
— Você daria um ótimo ator. – George comentou. – Venha Lupin e Snape já estão esperando.
Draco entrou n’toca e viu os membros da ordem da fênix restantes reunidos.
Depois de ele ter contado sobre o plano de Voldemort e o herdeiro Snape falou:
— Nós precisamos avisar Harry!
— Não acredito que começará tudo de novo. – Molly lamentou. – Eu não quero outro filho perdido.
— Calma mamãe. – George disse. – Nós aprendemos com nossos erros. Seremos melhores do que qualquer Voldemort Junior. – Draco riu. – Não se preocupe.
— Vou chamar eles! – George disse. – É melhor pegarmos a Luna e o Neville também, não? Eles vão ajudar bastante.
— Tudo bem. – Draco respondeu. – Eu busco ela.
— Mas é só ligar...
— EU busco ela. – Draco repetiu. – É aqui perto não é sra. Weasley?
— Sim.
— Daqui a pouco tô de volta. – Disse, ao sair pela porta.
Foi cantarolando até a casa de Luna, que realmente era muito perto de lá. Bateu na porta.
Uma Luna dançante abriu a porta.
— Ah... – Corou. – Oi Draco.
— Oi Luna. – Sorriu. – Ué, achei que o Neville estaria com você.
— Nós... Demos um tempo. – Respondeu, olhando para os próprios pés.
— Por quê? – Perguntou. Fingiu estar preocupado mas, por dentro, estava dando pulos de felicidade.
— Bom nós... Eu acho que não gosto mais dele. – Respondeu.
— Que pena! Vamos para a toca? – Perguntou. – Temos que fazer uma reunião... É importante.
— Tudo bem.
— É melhor aparatar não é? Bom... Vamos segure – se em mim. – Ela corou, mas assentiu e se segurou nele.
Em segundos eles estavam n’toca, quando entraram, Harry, Rony e Hermione já estavam lá, e Neville também.
— O que está acontecendo de tão grave? – Hermione perguntou, aflita. – Porque todos os membros da ordem da fênix estão aqui, inclusive Kingsley, que devia estar no ministério?
— Está acontecendo de novo. – Molly disse.
— Acontecendo o quê? – Rony perguntou.
— Bom... – Draco começou. – Essa semana a minha tia, Bellatrix me chamou para uma reunião. – Todos olhavam pra ele, inquietos. – Ela me disse que Voldemort deu uma missão á ela, e que queria minha ajuda...
— Que missão? – Gina perguntou nervosa.
— Acalmem – se garotos! – Lupin repreendeu. – Continue Draco.
— Disse que, estava grávida dele. – Harry ficou paralisado, aquilo não podia estar acontecendo. – E que ele acabaria o que Voldemort não acabou... Matar você, Harry. – Falou.
— Isso não pode estar acontecendo! – Hermione soltou. – Depois de tudo que passamos... Depois de vários meses á procura das...— Hermione parou, lembrava – se que não podia falar sobre as horcruxes. – Depois de meses se escondendo, depois de todas as mortes, vocês me dizem que vai haver outro. – Hermione começou a chorar. – E eu ainda nem achei meus pais. – Soluçava.
— Hermione... – Rony a abraçou, a começou a fazer carinho em seus cabelos. – E... Ela falou sobre mais alguma coisa? – Perguntou á Draco.
— Rony... – Harry começou. – Acho que está na hora de nós falarmos a eles, sobre o que procurávamos. – Disse.
— Talvez.
— Rony, se vai haver outra guerra, precisamos saber sobre o que Bellatrix sabe, e até onde Voldemort contou as coisas á ela. – Falou. – E para isso, precisamos contar sobre as horcruxes.
— Horcruxes? – Lupin gritou. – Isso é magia das trevas...
— Eu sei, eu sei! – Harry se apressou, levantou – se do sofá. – Dumbledore achava que Voldemort tinha feito horcruxes, separado a alma dele... Depois descobrimos que era verdade, e que ele tinha separado a sua alma em sete partes...
— Sete? – Arthur perguntou. – Mais isso é forçar demais a alma...
— Voldemort faria de tudo para ser imortal. – Snape soltou.
— Então tivemos que procura – las e achar uma maneira de destruí- las... Eu destruí o Diário de Riddle, na câmara secreta no 2º ano... E Dumbledore destruiu o anel do avô de Voldemort... Menos duas. Faltavam cinco...
— E então, o medalhão de Salazar Slytherin, que eu destruí com a Espada de Gryffindor. Depois a taça de Hufflepuff, que Hermione destruiu...
— O diadema de Ravenclaw, que estava na sala precisa, que o Crabbe destruiu com o Fogo Maldito... A Nagini, que Neville destruiu. – Neville sorriu. – E eu mesmo.
— Como? – Lupin perguntou.
— Quando Voldemort tentou me matar com o Avada... Ele não apenas deixou essa cicatriz. – Ele apontou para cicatriz em forma de raio na sua testa. – Também me deixou o poder de falar com cobras... E como ele matou minha mãe, um pedaço da alma dele veio para mim, sem conhecimento dele. Por isso que eu tive que morrer... Porque a parte da alma de Voldemort que estava em mim tinha que ser destruída para ele ser morto.
— Então era por isso? – Gina perguntou. – Você devia ter contado.
— Não, não devia. – Harry respondeu. – Dumbledore falou que eu só podia contar a Rony e Hermione, e assim eu fiz. – suspirou – E... As relíquias da morte.
— As relíquias da morte? – Molly perguntou. – A capa, a pedra e a varinha das varinhas? É uma lenda, uma história para...
— Não, não é sra. Weasley. – Harry respondeu. – Quando Dumbledore nos deixou o pomo que eu capturei na 1º partida de quadribol, e Os Contos de Beedle, o Bardo, ele queria nos dar dicas...Achamos que o pomo abriria com o meu toque, mas o meu 1º pomo, eu quase engoli... Hermione achou o símbolo das relíquias da morte no livro, e, descobrimos que quem tinha as três relíquias era o dono da morte ou algo assim... Dumbledore estava com a varinha das varinhas, e Draco a pegou... Como Olivaras nos disse, a varinha escolhe o bruxo, então ela escolheu o Draco. Quando fomos pegos, eles nos levaram para a mansão dos Malfoy, e, quando Dobby nos salvou, eu peguei a varinha de Draco... Ela me escolheu como mestre. A capa da invisibilidade eu já tinha, só faltava a pedra... Quando estava indo ao encontro de Voldemort, na floresta proibida e me liguei como abria o pomo de ouro... E lá estava a pedra da ressureição. Então, eu era o dono da morte. – Gina estava com a boca aberta.
— E o que você fez com a varinha das varinhas? – Draco perguntou.
— Fiz o que deveria fazer... – Disse. – Guardei no túmulo de Dumbledore.
— Então Draco... Você precisa saber se Bellatrix sabe sobre as relíquias da morte e sobre as horcruxes... Porque se ela souber, o filho de Voldemort vai saber. – Snape falou.
— Certo... – Respondeu. – Eu vou fazer o possível e o impossível para descobrir.
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