The Glory: The Obsessive Climax
1 The Masquerade
Notas iniciais
Você pensa que era uma simples menina, de uma bela juventude, que era conservadora, que vivia sonhando em um futuro fazendo uma faculdade de medicina ou de direito. Sim, eu era assim. Mas depois de eu participar de um baile festivo de máscaras eu mudei completamente meu jeito de ser, que mudou minha vida e quase tirei ela. Meu nome é Yáscara Bevilles e essa é minha história de pura obsessão e desejo.
Wolkpaylly, uma cidade grande, rica de industrialização, com dezessete anos, vivia socialmente e livremente como eu mesma. Filha de um dos médicos mais requisitados do estado e da presidente de uma empresa tecnológica revolucionária, não é pra qualquer um, mas não influencia em nada. Apesar das críticas que levava como patricinha, chata, egoísta, filhinha mimada, eu era como uma pessoa normal, e meus pais também. Gostava de vídeo games, séries. Sou apaixonada por músicas antigas. Namorei somente uma vez, porque sou muito vanguardista e muito insegura com futuro de namoro. Sou bissexual.
Eu vivia muito socialmente ativa para as coisas, era muito versátil e muito vaidosa com as coisas e comigo mesma. Meus amigos sempre diziam: "Só se sinta bela se sua casa for bela primeiramente". Eu ia pra shows de meus artistas favoritos, cantava, dançava, beijava menino e menina e ligava o foda-se para o mundo, ás vezes até transava e fazia um ménage, MARAVILHOSO.
Prestes a completar dezoito anos, fui convidada pra um baile festivo de máscaras, pela primeira vez, eu fui, porque já era tradição na cidade. O baile é muito chique, pessoas ricas, plenas, bem vestidas e com músicas pop e rap chiclete. Era 21 de novembro de 1999, e um convite veio secretamente á minha casa, sem dizer quem deu, e tinha escrito lá:
" — Yáscara Bevilles, séra de extrema honra se você comparecesse ao 13° ano do Baile Festivo de Máscaras de Wolkpaylly. Vista uma bela roupa que inspire o medo da fantasia e obsessão e use uma máscara que contemple o mistério de quem pode te atrair. Dia 13 de dezembro te esperamos para um conjunto maravilhoso de pétalas sangrentas da mútua fantasia."
Confesso que no dia, eu fiquei assustada, porque veio um convite de um baile muito renomado, mas sem o remetente. Mas, como seria a primeira vez que iria, fui, com a garra e coragem. Comprei lindamente um vestido negro com pérolas negras, estilo toda plena, ROUPA MARAVILHOSAMENTE MARAVILHOSA, e comprei uma máscara linda.
Chegou o dia 13 de dezembro de 1999, numa sexta-feira. O mistério ecoava naquele momento, sentia frio, insegurança, mas aquilo passava e já me aprontava pra festa maravilhosa. O horário estava marcado para ás 19h, e cheguei lá com os holofotes na porta da gigantesca mansão que havia dentro luzes, luzes, pessoas bonitas mascaradas, música e muita bebida. Minhas inimigas ficaram perdidamente loucas e impressionadas quando me viram, até os meus ex-peguetes. Eles ficaram putos da vida.
Entrei na mansão, e comecei a cumprimentar as pessoas né, porque sou chique. Sabe aquele momento que o mundo para só pra te ver, como se você fosse a única pessoa viva no mundo? Então, eu estava me sentindo assim. Comecei a me divertir, a dançar, a cantar e começou aquele embola-embola de um beijando o outro e acabei me empolgando. Beijei um menino, beijei uma menina e até que beijei que nunca esperava ver na vida: Patrick Lamar, meu ex-namorado e que me traiu injustamente com a minha prima, Clarissa, que também estava na festa. Eu o reconheci por causa ele usava sempre o mesmo corte de cabelo. Eu só apenas parei de beijá-lo e perguntei:
— Ora ora Patrick, não sabia que você traía suas namoradas e vinha pra bailes pegar quem quiser.
Ele apenas olhou bem para os meus olhos e disse:
— Yáscara, não força. Você veio em direção a mim, nem te reconheci (fiz uma cara de desânimo e viro para o outro lado e me esbarro com Clarissa).
— Clarissa, a prima que você ama e te trai com seu namorado (disse eu, a dona dos shades)!
— Não é a toa que é tão iludida que vem pras festas pra se consolidar beijando todos, não é, Yáscara!? (disse ela)
Eu fingi que não ouvi o que ela disse e subi pra parte de cima e dançar com as outras pessoas. A empolgação estava muito melhor, e beijei o povo de lá também. Mas de repente, me veio uma tontura na cabeça, logo depois que tomei um copo de vodka com uísque. Comecei a andar super tonta, e a minha visão começou a embaçar, então que só via vários números 13 ao meu redor. Era muito estranho porque não era meu número da sorte, nem dia do meu aniversário, era só dia 13 de dezembro, em plena sex...SEXTA-FEIRA! Não me assustei com conspirações bizarras de gente mascarada vir me assassinar e colocar um número 13 em alguma parte do meu corpo. Bati minha cabeça na quina de uma cômoda e caí perto do quarto 13 de hóspede.
Alguns minutos após eu estar deitada numa cama, me acordei e tomei algo que estava no criado mudo, que na verdade era um Polphe Monthay, uma bebida que te faz ter crises memoriais, e que provoca no seu sistema regulamentar cerebral uma função de distorção diferente de tudo que você, e algo que você não quer ser, ele te dá poder de sexo, obsessão pro sexo, atração mútua e sem tempo determinado para isso em qualquer lugar, sim, se eu ver um homem de cueca, ou uma mulher de calcinha, ou um pau ou uma buceta no meio da rua, ou em qualquer espaço público, eu já me excitaria. EU TOMEI! Me recuperei da tontura e voltei a festa. Eu fiquei louca. Lembro que passei a mão no pau dos meninos, passei na do Patrick (que ele até estranhou). Fiquei me deslizando na buceta das meninas, e na minha mente, eu adorava aquilo. Eu não parava. Quando viram que exageradamente estava "abusando os jovens", fiquei trancada num quarto.
A parte que se inicia é aquela que está prestes a contar o quão quente e gostoso pode ser essa história, e ela não termina aqui.
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