The Girl-Problem.

9 Nor that the demon freezes the hell.


POV Tom Marvolo (Riddle):

Eu era a pessoa mais azarada da terra.

Por quê? Bem, eu, Tom Marvolo, herdeiro de Slytherin estou em um tipo de objeto trouxa para locomoção com um sangue-puro, e com uma sangue-ruim e uma traidora de sangue idiota, a mando do velho gay do Dumbledore, pai da traidora.

Eu estou indo para meu último ano em Hogwarts, e agora mais do que nunca, eu me sinto livre daquele maldito orfanato De "Jesus".

– Espero que você caia na Gryffindor. — Falou a sangue-ruim loira.

"Duvido nada!" — Pensei.

– Eu queria ir para lá, sabe? Você está lá e esse Demônio — Ela apontou para mim, que revirei os olhos para sua maturidade, mas no fundo, me irritei. — Vai estar longe, não é? — Fez uma cara pensativa. Vadia.

– Ainda bem, mas acho que vai cair na Hufflepuff, por conta de ser burra como um... — E ela mandou um "_|_", vadia.

– Garoto, entenda, você não é o centro do universo. — Ela disse rindo.

– Garota aprenda, você nunca vai ser melhor do que eu, se conforma. — Falei rindo mais ainda e ela deu uma risadinha sarcástica.

– E eu dou risada do quanto convencido. — Ela disse simplesmente e o carro parou, ela abriu a porta e saiu com a amiga sangue-ruim loira, e começaram a conversar, então eu e Abraxas saímos do carro e fomos atrás delas.

– Vocês não nos conhecem, não sabem que somos e nem querem saber, ouviram? — Falou Abraxas.

– COM CERTEZA! — As duas gritaram e saíram rindo.

E então elas entraram no portal e logo em seguida fomos também. Ao chegar lá deixamos nossas coisas no local onde guardavam as malas e fomos procurar uma cabine na parte da Slytherion, óbvio.

Quando achamos, sentamos nos bancos e começamos a falar sobre várias coisas idiotas, até que chegaram Greengrass, Lestrange, Rosier, Yaxley, Avery, a prima de Abraxas e a Black.

– Olá garotoooos — Druella Rosier, com aquela vozinha irritante.

– Oi. — Respondemos sem humor.

– E então, quando será a reunião, Marvolo? — Falou Eileen Prince.

– Não sei, Eileen, não sei... — Falei.

– Hummm, vocês viram a novata? — Perguntou Avery.

– Vimos, vimos, nada demais, é uma traidora de sangue idiota e se acha demais, mas não é nada comparada a qualquer Hufflepuff idiota do primeiro ano, satisfeitos? — Explodi, que inferno, até aqui ela me persegue.

– O.k, o.k... — Rendeu-se Avery.

E depois começamos a falar sobre quem seria o primeiro sangue-ruim a ser pego, e eu já tinha ideia de quem seria: Kaithlyn Button.

Quando chegamos em Hogwarts, fomos direto para o salão principal, eu estava morrendo de fome, então eu comi tudo que via pela frente, o que me fez ser tirado por todos os meus amigos/colegas/comensais.

Até que começou a seleção e ficou assim:

10 Gryffindor (6 eram sangues-ruins)

8 Ravenclaw ( três eram sangues-ruins)

9 Slytherin ( Nada de sangues-ruim)

10 Hufflepuff ( 7 sangues-ruins)

E depois da seleção e de ter arquitetado todo o plano para pegar a Button e torturá-la eu vi Dumbledore indo para a frente da mesa com um pergaminho em mãos e com um sorriso orgulhoso em seus lábios.

– Que entre Hanna Katherine Grindelwald Dumbledore. Sétimo ano.

E então ela entrou no salão, com aquele olhar superior e caminhou em direção do banco maldito e se sentou. Ela suspirou quando o chapéu foi colocado em sua cabeça e fechou os olhos, mas logo em seguida abriu-os e começou a ter um tipo de briga com o chapéu, ela estava ficando vermelha de ódio até que ele gritou o que eu nunca achei que escutaria....

POV Hanna Dumbledore:

Eu estava nervosa com Riddle, muito nervosa.

– Calma, ele só quer irritar você, Hannie.

– E CONSEGUIU AQUELE FILHO DA PU... — Eu iria terminar de gritar se eu não tivesse levado um tapa na cabeça da vadia da Kath. — ISSO DÓI SABIA?

– Eu sei, mas era o único jeito de te impedir de levar uma detenção antes mesmo de chegar a Hogwarts. — Ela disse rindo.

– Oiiiiiiiiiiiiiiii Kathhhhhhhhhhhhhhhh!!!!! — Berrou uma garota morena.

– Oi Dorea, como vai? — Ela respondeu a menina.

– Ah, mal, muito mal, Charlus e eu rompemos. Idiota! — Ela disse amarga. — Quem é a garota dos olhos diamantes ai? — Perguntou antes de beber um gole de água longo.

– Ah, Sou Hanna, Hanna Dumbledore. — Estendi a mão para apertar a dela, mas a menina, que antes bebia água, cuspiu no chão e arregalou os olhos — DUMBLEDORE? — Berrou ela. — OH MY GOD, EU ACHEI QUE ELE FOSSE GAY!

– Ele é... — Falou Kath.

– Ãhn? ENtão como é que...? — Dorea penguntou, achei engraçado ver a cara dela de quem chupou belo de bode.

– Longa história, Dorinha, longa história... — Falei.

E entramos dentro de uma cabine até chegarmos em Hogwarts.

– Eu estou com medo. — Falei me encolhendo, e Kath revirou os olhos.

– Hanna, você cruciou Riddle, consegue encarar o chapéu seletor. — Ela disse como se fosse óbvio, mas pensando bem, era mesmo.

– Eu não vou, eu volto e depois falo para meu pai que eu... — Eu iria terminar a frase se não fosse o olhar assassino de Kath e Dorea sobre mim. — O.k, me rendo.

Elas deram uns pulinhos estranhos e me pegaram pelas mãos, me guiando até dentro da carruagem.

– Olá garotas. — Falou um garoto ruivo.

– Septimus!!!!!! — Gritaram as duas e voaram em cima do pobre rapaz.

– Tá... Agor... Eu...Nã... Resp.. Respir... Respirar.. — Ele disse, quase perdendo totalmente o fôlego.

– Oh, desculpe, desculpa, DOREA SAI DE CIMA DO MENINO ELE ESTÁ MORRENDO! — Falou Kath, mas logo depois riu ao lado de outra garota. — Minnie, como eles conseguem aguentá-la lá na Slytherin?

– Fácil — respondeu Dorea. — Nem olham para mim.

Rimos.

– Olha, vocês tem que entrar, eu tenho que ficar aqui esperando. — Falei dando um abraço em cada um. — Tchau.

– Tchau safira. — Falou Septimus.

– Safira? — Perguntei.

– Seus olhos, querida, vou rouba-los e vende-los. — Ele brincou e eu ri.

– Até.

– Até, — Ele disse finalmente.

Passei quase uma hora sentada na frente da porta, até ouvir meu pai me chamando, ótimo.

O portão se abriu e eu caminhei lentamente até o banquinho bambo, recebendo milhões de olharem em cima de mim, olhares que eu fiz questão de evitar e ignorar. Pude ver em duas mesas pessoas me olhando e dando apoio. Gryffindor Septimus, Kath e Minnie. Slytherin Dorea. Suspirei e deixei o chapéu, posto por meu pai cair em minha cabeça.

Minha nossa, que mente mais doida! — O chapéu gritou. — Mas eu tenho que vistá-la por completo. Deixe-me ver... Seu sangue tem tanto Hufflepuff, mas sua alma tem tanta Gryffindor e sua mente tem tanto Ravenclaw e suas ações e reações tanta Slytherin. Mas, eu não posso te colocar na Hufflepuff, querida, você não é esse docinho e essa criança inocente para ir para essa casa, muito pelo contrário, você é má, perversa, você não vê diferença entre pessoas quando estão em seu caminho, você mata sem dó. Coragem, isso você tem para dar e vender, tanto como inteligencia, mas você ainda assim é uma pessoa não-confiável.

– Ah, cale essa boca.- Falei irritada.

– Arrogante, eu vejo, e... Uma alma obscura, fria, porém, ainda assim, fiel aos amigos...

– Se me colocar na Slytherin eu juro que eu...

– Não tenho escolha, minha querida... SLYTHERIN! — Ele berrou e meu pai colocou a mão no meu ombro, já prevendo o que eu iria fazer com esse chapéu maldito.

Eu caminhei até a mesa da Slytherin e sentei-me ao lado de Dorea, que colocou a mão em meu ombro e murmurou um "Sinto muito".

Eu garanto que não sente tanto quanto eu.

Depois eu percebi que Riddle me olhava e logo depois olhava para Kath, e eu entendi, ela seria a vingança dele sobre mim.

Mas nem que o demônio congele o inferno ele toca na minha amiga.

Ele sorriu como se tivesse lido meus pensamentos, então eu entendi: Que os jogos comecem.