The Four Heroes: Dama da Noite

1 TFH: A História Começa


Notas iniciais
Este é o meu primeiro capitulo da minha primeira historia. Espero que vocês, assim como eu embarquem nessa aventura. Essa aventura de 4 heróis que entrar numa furada. Se vocês gostam de aventura com ação e piada esse livro é o melhor. O primeiro capitulo é uma historia criada em uma partida real de rpg, onde eu era o mestre.

Se embrenhando pela floresta, ela vai se esquivando de árvores pelo seu caminho. Floresta essa com imensas árvores, de troncos grossos e alguns até mesmo retorcidos. Já estava bem longe do seu ponto de partida. E correndo pela mata, ela ia deixando sua vila cada vez mais para trás, onde antes, morava em um riquíssimo clã, que mais parecia um reino. A mata cada vez mais densa, Hinata fugia de soldados de seu pai, Hiashi Hyuuga, atual chefe do clã Hyuuga.

Enquanto isso, uma anã, montada em seu pônei, surge dando uma paulada em sua cabeça. Fazendo-a desmaiar e puxando-a para cima da montaria. Mas imediatamente ao vê-la, percebe que não era uma pessoa qualquer e sim uma eladrin. Eladrins, por terem ligações tão próximas com os elfos eram altos, e ela era uma minúscula anã em comparação a sua "caça". Graças a pequena estatura de seu pônei, os pés de Hinata eram arrastados pela floresta. Com certeza, em uma situação mais comum, a eladrin estaria montada em um grande e nobre cavalo de puro sangue.

E mais uma vez, do meio da mata, surge alguém. Uma corda roxa, cheia de magia, fora lançada prendendo as 4 patas do pônei e assim derrubando a anã e Hinata. Quando a menor pensa em fugir, seguindo com seu plano e arrastando a moça pela floresta, um devas aparece de onde havia lançado a corda e a segura, impedindo-a de fugir.

— Largue-me! Preciso levar a princesa para a minha vila! Eles irão recompensar-me alto por leva-la. E caso eu demore muito, outros que estão atrás da mesma a pegarão e roubarão minha recompensa! — gritou a anã um pouco nervosa e com pressa apenas identificando que aquele que tinha chegado se tratava de um devas. Sabia que com ele deveria ter cuidado.

—Não poderei deixar que a princesa seja levada, preciso dela para completar a profecia dos sábios. — disse o devas com uma calma, até mesmo, surpreendente. Ele sabia bem que negociar com anões, no caso, anã, não seria nada fácil. Precisaria de calma e muita lábia para convencê-la.

–Mas eles irão me dar muitas, mas muitas moedas de ouro. — a anã queria deixar claro suas razões e quem sabe assim convencer o devas. Ela precisava do dinheiro, ganhava pouco com o trabalho que tinha, e ela precisava ajudar seu clã e sua família.

–Mas eu preciso levá-la para o Monte Myouboku, a profecia precisa ser feita. — o devas permanecia irredutível. Mesmo que sua personalidade fosse de alguém agitado e um tanto quanto irresponsável na hora das decisões. Os sábios foram bem claros e sérios ao lhe fazerem o pedido de levar a princesa fujona. Por isso, procurava ao máximo manter a calma. Precisava convencer a anã. Nem que tivesse que levá-la junto.

Quando a anã foi responder ao devas, mais alguém passou correndo e raptou a jovem Hinata. Mas antes que este conseguisse se afastar, o devas lançou sua magia e derrubou o humano. Estava começando a perder a paciência. O tempo estava passando e só apareciam mais empecilhos em sua missão.

–Não me atrapalhe, humano!! Os sábios aguardam minha chegada com a princesa. A profecia precisa ser feita! — queria acabar logo com aquela confusão que se formava. O devas precisava ser rápido, os sábios foram claros. Não sabiam quanto tempo ele teria, então disseram para levar a princesa o mais rápido possível.

–Preste atenção. Sou um guerreiro e fui contratado pelo próprio chefe Hyuuga para levar sua filha de volta para seu clã. Os Hyuugas irão me matar se não levá-la, porém se eu cumprir o que me foi pedido serei muito bem recompensado. — respondeu o recém-chegado um pouco atordoado pelo golpe recebido. Estava se levantando do chão com certa pressa. Ele era um guerreiro renomado, por isso fora contratado pelo chefe Hyuuga. E sabia o quão importante aquela missão era. A garota era a herdeira. Além de que seria bem recompensado, não poderia sujar seu nome falhando em uma missão tão simples. Era pra ser apenas buscar a rebelde princesa. Mas estava sendo mais complicada do que pensava.

E novamente alguém interrompe. Uma flecha acerta a árvore, bem ao lado do devas. E dois elfos em cima de cavalos chegam cavalgando pela mesma direção que Hinata chegou. Pelo visto Hiashi estava impaciente, a ponto de mandar os próprio elfos Hyuuga atrás da garota.

—Princesa Hyuuga! O que fizeram com ela?! Venha iremos levá-la de volta para casa! Seu pai lhe aguarda! — disseram os elfos guardas um pouco alarmados por ver a garota desacordada. Hiashi estava louco atrás de sua insubordinada filha. Ela era a herdeira, como assim fugir dias antes de sua posse?

—Não a levará lugar nenhum, eu irei leva! — responde o guerreiro toma a frente do grupo. Estavam todos perdendo a paciência com a chegada de, cada vez mais, empecilhos em suas missões.

—Só por cima dos nossos cadáveres! Somos Hyuugas da família dos elfos! Mais do que ninguém devemos entregá-la! Ou vocês nos devolvem a princesa ou a tiraremos a força! — disse um dos elfos bastante alterados. Receberam ordens nada amigáveis para levá-la de volta.

A anã com toda sua raiva daqueles seres mesquinhos que os elfos eram, ataca um cortando-lhe a cabeça em um só golpe enquanto o guerreiro, que não queria ficar para trás diante da concorrência, decidiu atacar o outro elfo com seu martelo, explodindo o tórax. Com os elfos mortos, os 4 resolvem conversar para ver quem iria levar a princesa. Esta que no meio do pequeno combate que havia se formado, já tinha despertado e se afastado um pouco, ficando apenas observando. O grupo então se encarou e perceberam que poderiam fazer um ótimo grupo, mas na situação que estavam, não se permitiram levar essa ideia adiante. Precisavam resolver aquele impasse.

—Eu irei levar a princesa pois a profecia necessita dela com urgência. — declarou o devas torcendo para por fim naquela maldita conversa. Estava preocupado com a profecia. Sentia que o tempo estava mais curto do que devia.

—Dane-se sua profecia, eu quero meu dinheiro. Ele me deixará muito rico. — rebateu o humano guerreiro, pensando em sua recompensa. E mais ainda, em seu nome, seu trabalho que até então era impecável. Não podia falhar. Seu clã jamais o perdoaria, ele jamais aceitaria isso.

—Eu irei levá-la! Os anões odeiam os elfos e ela não é muito diferente disso. E se eu levar a princesa, serei muito bem recompensada. É a princesa né gente. É alguém muito importante pros Hyuugas, é ótimo para conseguir algo, ainda mais quando se é rival. — mesmo que fosse a menor do grupo, tinha uma forte personalidade. Era a mais alta daquela raça que já tinham visto até o momento, sendo apenas trinta centímetros menor que o humano.

—Ninguém vai me levar, estou fugindo do meu clã! Não quero, de maneira nenhuma, assumir a liderança e muito menos casar-me forçado, graças as malditas tradições do clã Hyuuga. Quero casar-me com alguém que me ame de verdade, e não me queira para ter apenas poder. — declara a princesa se aproximando do grupo, já cansando de discutirem sobre sua vida sem nem lhe perguntarem a opinião. Definitivamente não queria voltar naquele lugar depois de todo o seu esforço para sair.

—Mas a profecia, precisa ser feita. — rebateu o devas já perdendo a paciência. Aquilo estava ficando cansativo. Ele tinha uma importante missão a cumprir, e se nem mesmo a princesa cooperasse seria obrigado a levá-la como uma saco de batatas no ombro. Era uma jovem bastante rebelde e teimosa. Em pouco se assemelhava a uma princesa, que normalmente eram educadas para sempre acatar as ordens de seus superiores. Fugir não era muito comum.

—Já sei, eu levo a princesa para o rei, a princesa foge durante a noite, e você devas, leva ela para o Monte Myouboku para que a profecia seja feita. Logo após a anã leva a princesa para o clã dela, e depois libertamos a princesa para ela fazer o que quiser! — terminou o humano com aquela infindável discussão. Aparentemente, tinham um acordo.

Todos aceitam a ideia, mesmo a princesa não gostando de voltar para sua vila e ter que fugir novamente, ela topou. Mas o que ninguém contava que a maior vilã de todas fosse aparecer na floresta, mais uma vez alguém interrompendo o caminho. Uma grande fumaça surge no meio da floresta vindo de um lugar muito além, onde seus olhos não conseguiam definir. Surge a Dama da Noite, com sua aparência de mulher e seus curtos cabelos azul claro, matando o pônei da anã. A anã cega pela raiva, tenta atacá-la, mas a Dama desvia com destreza.

—Vocês unam-se a mim ou irei matar cada um do país do Fogo! Muahahahaha! — fala a Dama da Noite com sua voz baixa, porém não menos assustadora. Ela olhava um por um naquele grupo com desprezo. Afinal, para ela, nenhum chegaria perto do seu poder.

—Nunca nos uniremos a você! — percebendo que aquilo era um péssimo sinal, respondeu o devas com certo medo. Talvez fosse tarde para sua missão.

—Ah é? Então vocês irão arcar com as consequências! — diz a mulher de cabelos azuis e asas grandes, mas que de longe se via que não eram de anjo. Ela era assustadora. Suas asas lembravam papel, mas de longe eram tão frágeis como.

E ela some em uma nuvem negra feita da mesma fumaça que tomou a floresta, porém agora mais densa. Não tiveram como impedir nada do que acontecera. E a anã com raiva ainda pela perda de seu companheiro de viagem começa a suplicar, irritada.

—Legal primeiro tenho que ir ao clã Hyuuga, maldito lugar cheio de elfos, e agora mataram meu pônei. Por que Odin? Por que? — era uma perda dolorosa para ela. Agora suplicava, mas com sua personalidade, com certeza se vingaria.

—Não podemos lamentar nada agora. Precisamos agir rápido, ou todos irão sofrer nas mãos da Dama da Noite. — disse o devas realmente preocupado com a profecia. Todos sentiam certa preocupação. Ainda não sabia dizer exatamente porque, mas talvez a pressa com que o devas queria levar a garota para os sábios não fosse atoa. Diante da aparição da Dama da Noite, percebiam, tinha algo errado, e seus instintos diziam que tinha a ver com aquela profecia que o jovem tanto falava. Esperavam que não fosse tarde demais. Mas antes que fossem até o Monte Myouboku, tinham uma parada na Vila da Folha. Inclusive que era lugar de origem de todos ali.

Todos foram correndo para a Vila da Folha. A pressa se dava graças ao medo do que aquela mulher podia fazer. Mesmo que não soubessem bem o que ela era, sabiam, só pela aura que tomou a floresta que ela não hesitaria em fazer o mal. No caminho, aproveitaram para conversar. A viagem não era tão longa, mas ainda não estavam perto.

—Eu sei que não me apresentei devidamente, mas sou Sasuke Uchiha, um humano e como devem ter notado sou guerreiro. E diga-se de passagem que sou muito bom no que faço. Sou caçador de recompensas. — falou o moreno Sasuke, gabando-se do que era capaz de fazer.

—Que bom você tocou neste assunto, por sinal eu sou um devas, para aqueles que não sabem, sou um semideus. Fui mandado por meus pais para aprender a ser um mortal, decidi por seguir a classe de invocador. E como não havia falado antes, sou Naruto Uzumaki. Os sábios cuidaram de mim quando eu era um simples bebê. Agora já consigo me virar melhor sozinho. — Disse o loiro de olhos azuis, agora um pouco mais amigável do que antes.

—Não me chamem de princesa, detesto toda essa palhaçada. Meu nome é Hinata Hyuuga. Acho que vocês todos já perceberam que estou aqui porque fugi. Sou uma eladrin, mas todos generalizam para elfo, meus parentes um pouco mais distantes como meu primo Neji.

—Minha altura já denuncia o que sou, mas só pra oficializar, sou uma anã. Só que não uma anã qualquer, sou guerreira, assim como você, Sasuke. E antes que me chamem apenas de anã, meu nome é Sakura Haruno e meu machado foi dado pelo deus Odin. Eu estava perambulando pela floresta atrás de algo para meu clã, quando vi a princesa, e pensei que fosse me dar muito bem entregando-a de volta para os Hyuuga. Mas vocês apareceram né. Me ferrei né. Mas eu quero meu dinheiro hein gente...

—Ok, vou tentar ignorar que vocês estavam apenas atrás do dinheiro para evitar mais confusões. Mas não pensem que esqueci que para vocês eu era apenas um pacote. — Falou a Hyuuga um pouco ressentida, mas tentando interagir bem como os outros faziam.

—Ah Hinata! Não pense assim, por favor. Pra começar que eu nem estava atrás de dinheiro por sua causa, na verdade, mas te salvei do que outra coisa. Mas é sério, agora que estamos todos em um plano juntos e nos conhecemos... Ehh, pelo menos sabemos nossos nomes e quem somos. Tente não pensar no antes, afinal, não sabíamos nem porque tinha fugido.- disse o Uzumaki preocupando-se em evitar qualquer desavença futura por causa desse começo um tanto quanto "movimentado".

Chegando ao clã, o rei feliz em ver que o caçador de recompensas trouxe a sua filha, deu uma grande festa em todo clã, menos sua filha que a o pôs de castigo em seu quarto, e quando estava sentado em seu trono chamou os 3 heróis e disse:

-Sasuke, aqui está as 100 mil moedas de ouro que te prometi. E devas você ganhará 50 mil moedas de ouro por ajudar a trazer. Mas você anã o que quer? — disse Hiashi, o grande líder Hyuuga.

–Eu só quero apenas um pônei, pois a dama da noite o matou... — respondeu Sakura triste com a lembrança.

–O que? A dama da noite? Hahahahaha. Você esta brincando comigo? Só por essa mentira você não ganhará nada! — disse o eladrin achando graça daquela afirmação.

–Nada?! Como nada?! Mas eu não estou mentindo! Não sou uma mentirosa! — respondeu Sakura, que graças a seu pavio curto, já estava alterada.

–Rei, de o pônei pra ele ou ninguém irá ganhar nada! — disse o Uchiha querendo dar uma força para a recente amiga.

–Okay guerreiro, é mais fácil pra mim. Ninguém ganha nada! — disse o Hyuuga acreditando ter resolvido a situação.

–Seu burro cala a boca, deixa que eu falo. Rei eu sou um semideus, e não mentiria para alguém como você, realmente a Dama da Noite apareceu na floresta e matou o pônei.

—Tá eu confio em você. Mas não darei nada pra anã, odeio a raça deles. — depois de pensar brevemente, Hiashi respondeu, causando maia raiva a anã.

O rei solicitou que um de seus servos lhes mostrasse os quartos, porém foi interrompido.

—Existe algum prostíbulo por aqui? — disse sasuke querendo gastar seu dinheiro que acabou de adquirir. Já que ele tinha uns desejos malucos e seus impulsos por gastar.

—Claro, na rua 4, terceira casa a esquerda! — respondeu Hiashi olhando ao redor para conferir se sua filha não estava perto para ouvir.

–E qual o melhor bar do clã? — perguntou Naruto, já gostando do rumo daquela conversa.

–O Bar do Guy, é logo em frente o portão do castelo. — disse Hiashi já se retirando para sua sala.

–Okay, você demonstrou todos os quartos mas e o meu? — Sakura perguntou antes que o mesmo fosse embora para seus aposentos.

–O seu é no celeiro. Sasuke e Naruto, podem falar que é tudo na conta do rei! — falou Hiashi no início um pouco rude, mas logo em seguida em clima de festa.

Sasuke foi procurar o prostíbulo indicado, ao chegar, notou ser uma casa toda velha, com o teto de palha e parede de concreto branco um pouco desgastado nos cantos.

–Vocês tem centauros? — perguntou Sasuke encostando-se no balcão.

–Desculpa senhor mas não trabalhamos com centauros apenas minotauros. — Disse a recepcionista meio intrigada.

–Mas tem minotauro fêmea? — rebate Sasuke um pouco impaciente.

–Não apenas macho. — e mais uma vez responde a recepcionista, decepcionando-o mais uma vez.

–Serve preciso fazer coisas que não faço a muito tempo. Ponha na conta do rei, ele ira pagar-lhe! — diz o moreno optando por não procurar em outro lugar. Estava muito "ansioso" e aquele ali dava pro gasto.

Enquanto o guerreiro Sasuke divertia-se com o minotauro. Naruto rumou para o bar e aproveitando a mordomia que Hiashi disponibilizara, se embebedou com a melhores bebidas do clã. E realmente eram de ótima qualidade, não tinha visto destas em outros lugares.

Já Sakura, puta da vida, foi até o arsenal do clã, atrás de um martelo melhor, já que o seu estava todo danificado por usar o tempo todo. Mesmo que fosse dado por Odin, a magia contida nele já não tinha a mesma intensidade. Precisava de um novo, antes que o seu lhe deixasse, literalmente, na mão.

–Ferreiro! Eu quero seu melhor martelo! — diz Sakura cheia de ser subestimada naquela maldita vila de elfos.

Ferreiro logo poem o melhor martelo sobre a mesa e diz com certa arrogância:

–Ele é bastante forte, ele irá te dar bastante poder. Ele Custa 500 moedas de ouro. Você tem esse dinheiro anã? — disse de forma pejorativa, causando mais raiva em Sakura. Se é que isso era possível.

–Não, você irá por na conta do rei, ele ira pagar. — falou a rosada de forma determinada.

–Hahahahahahahahaha! Na conta do rei? Sei, e eu sou o papai noel! — e mais uma vez o elfo ferreiro duvidou.

A anã da um golpe forte na mesa, coisa que fazia muito bem. Seus treinos foram pesados e ela se orgulhava da guerreira que era hoje. Assustou tanto o ferreiro, que o ferreiro se borrou e deu o martelo pra ela.

Passou a noite, a princesa passa em todos os quartos dos heróis e acordou todos bem cedo para fugirem do clã Hyuuga. Sasuke por ser bastante esperto, ao passar pelos corredores fora roubando quadros e objetos de ouro pelo caminho. Até a saída da vila, ele levou tudo que podia. Os quatro seguem para a Monte Myouboku.

Caminhando sem parar durante 4 horas, todos resolvem parar na Vila do Som, para descansar.

—Sasuke o que você foi fazer no prostibulo? — pergunta a Sakura, que havia despertado uma ponta de sentimento pelo rapaz.

—Não se exalte Molho Shoyu... Fui fazer algo que não fazia a tempo... — responde Sasuke, rindo. Enquanto Naruto e Hinata preferiram ficar de fora da conversa.

—Molho shoyu? — indaga a rosada, não intendendo a graça — Ah, vocês homens, so sabem pensar co outras cabeças... — completa ela e naruto juntamente com Sasuke torcem a cara.

—Que?!?! Você tá achando que fui fazer nheco nheco? Tico Tico no fubá? — Responde Sasuke meio assustado.

—Claro né! O que mais você faria num prostibulo, ainda mais com um minotauro macho! — diz Sakura

—Como sabia que estava com um minotauro macho? E não, não estava fazendo nada disso. — Rebate Sasuke.

—Eu vi você indo pro quarto, achei que ali fosse um hotel... Já que tinha ouvido apenas o rei falar o lugar, eu não ouvi sua pergunta. — Diz Sakura meio sem graça.

—Tá, eu fui pro quarto com o minotauro. Mas eu fiz foi, quem conseguia levantar a cama com uma mão, me levantar pelo ombro e fazer caretas pro guarda da porta, brincar de quem sou eu e o gran finale era, quem conseguia quebrar a parede primeiro com socos. Logico ganhei tudo, porque eu treino muito. — disse Sasuke rindo muito.

—Isso é serio? Ainda bem que fui pro bar...- disse Naruto. Enquanto as meninas faziam uma cara estranha.

—Meu deus, vou ficar calada e continuar o nosso trajeto... Espero que não falte muito. — Disse a rosada.

Chegando na vila do som, eles se assustaram. Era um lugar meio sombrio, mas no estado de cansaço que eles estavam, decidiram não dar muita atenção para o fato. Ao chegar na vila, eles vão procurar uma taverna para passar a noite. Mas seus instintos não falharam ao estranhar aquele lugar. No meio da madrugada todos acordaram com um barulho enorme vindo do bar e foram averiguar o que era.

A dama da note invocou na vila escravos que dominaram todo o lugar. Os escravos mataram os donos da taverna e ficaram por la. Estavam bebendo enquanto destruíam o lugar, estavam atrás dos jovens que a Dama da Noite indicou, mesmo que não soubessem de quem se tratavam.

–Ei! Vocês terão que pagar pela cerveja que estão tomando! — Naruto aparece gritando. Ele até poderia não ser o dono daquele lugar, mas em sua concepção, cerveja não era pra ser desperdiçada assim. Ainda mais por aqueles que não sabiam apreciá-la. E ele precisava de um dinheiro, já que ele veio semi nu a terra.

Os escravos jogou uma grande bolsa de moedas em direção aos 4 heróis e algumas moedas caíram no chão. A anã se ajoelhou e catou todas as moedas, ao acabar de catar disse:

–Okay podem beber o quanto quiser! Isso aqui paga tudo!

Os 4 heróis saíram correndo da taverna para não serem mortos pelos escravos, e quando corriam pela vila na rua principal, a dama da noite aparece e espanta a todos.

–Onde pensam que vão? Eu disse que iria voltar pra matar vocês!

–VOCÊ MATOU MEU PÔNEI! — Grita Sakura enquanto corria em direção a Dama.

Mas quando ela foi ataca-la, a dama da noite a paralisou e disse:

–Sua tolinha, você não é muito esperta, né? Você tem que esperar eu contar meu plano antes de me atacar! E o meu plano é dominar toda a região do Fogo, e matar cada um dos 4 povos para a raça dos demônios dominarem essa região, e eu irei mandar nos quatro cantos dessas vilas. E vocês serão os primeiros a morrerem nessa minha dominação! Muahahahahaha.

A dama da noite soltou a anã sem querer e a anã aproveitou esse mole que ela deu e o atacou quando deu oportunidade. A Dama da noite ficou furiosa e quis mata-lo mas o devas gritando interrompe:

–Não mate ninguém! Acho que devemos ter um tempo para nos preparar e assim você ter uma batalha épica contra nós 4!

–Okay aceito sua proposta mas vocês tem apenas 1 mês para se preparar e eu não irei aparecer durante esse tempo. Mas quando eu vier, irei matar a todos. — Diz rindo maleficamente a Dama.

A Dama da Noite se retirou e desfez todas as invocações de escravos da vila. E os 4 heróis seguiram sua viagem para o Monte Myouboku. Ao chegar lá os devas encontrou os sábios.

—Jiraya, estamos aqui. O que devemos fazer? — Diz o devas muito preocupado.

–Unir as todas as vilas vocês devem. Só assim a profecia irá realizar. Vocês precisam reunir todos aqui no templo. Convença a todos e venha para cá. A dama da noite está ficando muito forte, só vocês quatro não irão matar... Mas com todas vilas, vocês serão mais fortes. — Respondeu o líder dos sábios.

Notas finais
Espero que tenha gostado do capítulo. Este capitulo está meio sem graça por ter sido uma historia real, mas os próximos terão mais graça do que esse primeiro. Vejo vocês no próximo capítulo, Spyrd Comentem pra saber se tão gostando!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.