The Final Plan - TINP

26 That is not possible – O início do fim (Parte 2).


– Bom dia – a garota anunciou, encostando-se ao batente da porta.

– Bom dia – Harry respondeu – Estávamos esperando a fênix chegar. Estamos prontos para a batalha.

Capítulo 24 – O início do fim (Parte 2).

– Precisamos apenas saber qual é o seu plano – continuou o auror.

– Eu, Victória e Daniel vamos a Hogwarts, tiraremos o maior número de alunos que conseguirmos antes deles notarem nossas reais intenções.

– E nós? – Hermione perguntou.

– Vocês só devem entrar quando tivermos tirado uma boa quantidade de alunos fora do colégio. Eu avisarei. Tentem ficar em volta da aldeia e na floresta proibida. Ou até no Cabeça de Javali. Os aliados e outros membros da Ordem já foram avisados? – Anne perguntou.

– Já. E quero que você leve ou Neville ou Teddy com você. Eles ajudarão a convencer os professores.

– Eu vou – manifestou-se Teddy.

– Obrigada – Anne sorriu para o professor – Assim que der eu aviso para vocês entrarem, vocês entram. Turner está no Ministério, se formos rápidos teremos certa by Text-Enhance\">vantagem.

– Você precisa trocar de roupa – Elizabeth disse, entregando uma muda de roupas e tênis para a filha — Se troque e desça para o café. Logo depois vocês irão.

Anne assentiu, sorrindo para a mãe e subindo as escadas em seguida, entrou no banheiro, colocando a calça jeans, uma das suas mais antigas, a camisa rosa. Colocou as meias e calçou os tênis. Arrumou o colar que tinha ganhado de seu pai e prendeu os cabelos loiros em um rabo de cavalo forte e a varinha no bolso de trás de calça jeans.

Lavou o rosto respirando fundo, apesar de aparentar calma, não estava assim. Estava nervosa e ansiosa, se algo desse errado com o seu plano, poderia colocar tudo a perder, mas confiava nos amigos e sabia o feitiço de Victória e Daniel funcionaria.

Saiu do banheiro ao mesmo tempo em que Tiago saia do seu quarto, coçando os olhos e fechando a porta. Sorriu para o namorado e juntos voltaram para a cozinha, onde a maior parte dos membros da Ordem estavam.

O café da manhã foi silencioso, mais ou menos em clima de despedida. Cada um parecia concentrado e Tiago mal tinha comido.

– Vamos? – Daniel perguntou quando Anne se levantou.

– Sim, eu só preciso falar com Tiago antes.

Eles assentiram e os dois se levantaram indo para a sala de estar, que se encontrava vazia. Anne abraçou Tiago, sentindo os braços dele ao seu redor e após alguns minutos se afastou, mandando embora a segurança que só ele poderia lhe passar.

– Se cuida – ela disse sorrindo.

– Eu tenho uma coisa para você – Tiago tirou do bolso um pacote, amassado, como se tivesse passado bastante tempo no bolso do jovem – Eu queria ter te entregado no Natal, mas... Enfim, desde então eu levo ele comigo. Acho que já passou da hora de eu lhe entregar.

Ela abriu o pacote, tirando de lá de dentro uma pulseira de ouro com um único pingente escrito “amor”, sorriu.

– Obrigada. Ajuda-me a colocar?

Tiago segurou o pulso da namorada e prendeu a pulseira lá, entrelaçou seus dedos e depois a puxou para um beijo.

– Volte para mim, loira.

– Pode deixar, Potter. Seu pedido é uma ordem.

Daniel, Teddy e Victória já estavam na porta da frente da mansão Potter, esperando para aparatar, todos já tinham se despedido das pessoas da casa e não podiam negar que estavam nervosos, mas a presença de cada uma ali os ajudava e, claro, as vidas que salvariam, era uma garantia de que valeria a pena.

Teddy e Anne aparataram, sendo seguidos por Daniel e Victória e, segundos mais tarde estavam do lado de fora do pub Cabeça de Javali, Teddy escondia a varinha por baixo das vestes e os estudantes estavam com as cabeças baixas já que a rua estava lotada de Comensais, a porta do bar foi aberta por Aberforth, que tinha sido avisado da futura batalha e que, mais uma vez, seu bar seria usado para retirar os estudantes de Hogwarts.

Passaram pela passagem do retrato de Ariana e após o longo e estreito caminho saíram na Sala Precisa.

– Ok, como vamos fazer agora? – o professor perguntou.

– Cada um de nós vai avisar os alunos de cada “casa” e Teddy os professores, apenas os que são confiáveis. Não se esqueçam de que alunos maiores de idade podem lutar se quiserem. Avise Hagrid. Eu vou saber se algo acontecer com vocês. Vamos? – Anne instruiu.

Eles se separam e Anne foi para a antiga casa da Grifinória, onde agora ficavam os nascidos-trouxas. A maior parte do caminho foi tranquila, imaginou que a maior parte dos alunos estaria em salas de aula, mas avisaria os que estivessem em seus horários livres, já que Teddy se encarregara de avisar os professores. Porém, antes que pudesse chegar ao quadro da mulher gorda, uma voz a fez parar.

– Porque você está nos corredores há essa hora? – Anne se virou, encontrando a nova vice-diretora do colégio – E porque a senhorita está sem o uniforme?

A garota cogitou a ideia de lhe contar uma mentira, mas não poderia perder tempo, além disso, querendo ou não, ela era uma Comensal da Morte, eram dessas pessoas que eles deviam se livrar. Tirou a varinha do bolso da calça jeans e antes que a vice-diretora pudesse fazer alguma coisa, lançou uma maldição Estuporante, fazendo a mesma cair inconsciente no chão.

Com um feitiço, levou o corpo da mulher para a primeira sala de aula vazia que encontrou, trancando-a lá dentro e amarrando seus pulsos, pernas e colocando um lenço em sua boca. Trancou a sala e voltou para frente do retrato da mulher gorda.

– Olá – cumprimentou o retrato – O que faz aqui?

– Vim avisar os alunos.

– Do que?

– Haverá uma guerra e eu vim aqui avisar os alunos.

– Oh, meu Merlin! Entre, entre.

Anne entrou e avisou os alunos que estavam em seus horários vagos, alguns correram em direção a Sala Precisa, outros foram em direção aos seus dormitórios, mas logo voltaram, quando a garota iria sair, encontra Teddy, entrando na Sala Comunal.

– Eles sabem que estamos aqui. E você precisa chamar a Ordem, urgente.

Próximo capítulo...

– Se depender de mim, você nunca vai descobrir. Mate-me, faça o que você sempre quis. Mostre a todos eles que você pode ser tão mal quanto Voldemort, mas se eu morrer, a fênix me vingará e ela é forte, mas forte do que você e ele, mais forte que qualquer um.

– Onde ela está? – perguntou irritado.

– Ela é teimosa, sabe? Queria lutar, mas eu sei que você iria mandar olhar cada pessoa que estivesse lutando. Eu não a deixaria correr esse risco. Diferente de você, eu amo, eu amo a fênix como minha irmã, melhor amiga. Ela está presa em uma sala de aula, dormitório ou qualquer outro lugar. Os vidros quebrados? Era ela tentando escapar. A filha do Salazar me ajudou, deve estar tentando mantê-la presa. Eu não quero perdê-la e não vou. Isso será apenas entre eu e você.


Notas finais
Bom....
O que acham que vai acontecer nessa guerra?
Bom, o próximo capítulo está pronto, assim como os da segunda temporada, se vocês quiserem que eu venha mais rápido, já sabem. Comentem, recomendem.
Beijos,
A Black Longbottom ♥