Notas iniciais
Santana é uma Adolescente muito famosa, que seguiu o ramos artístico. Perdeu-se a meio e seguiu as drogas e tratou-se mas será que já terminou a sua dor?

Era estranho ir conhecer alguém tão famoso como a Santana Lopez, uma cantora latina linda. Estava agora numa reabilitação, a recuperar-se duma de ser viciada em drogas. Como é que alguém, tão talentosa, como a Santana podia seguir esses caminhos? Não conhecia muito acerca do seu percurso para cantora, nem até acerca da sua vida. Não sei porque, mas a partir do momento em que descobri que a Santana é lésbica, só me apetecia conhecer a sua vida. Saber o porque de alguém começar amar alguém do mesmo sexo. Nunca conheci alguém assim, nunca sabemos quem somos até ao dito momento. Mal a professora Holly convidou-me, e também á Rachel para ir entrevistar uma famosa, e soube que era a San não pensei nem mais um segundo. Queria conhece-la e cheguei mesmo a contar os dias até este maravilhoso dia. Porque é que alguém como a Santana Lopez iria dar uma entrevista a duas alunas inexperiente? Acontece que a Prof Holly tinha uns contactos, e que jeitosos eram. AHAHAHAH. Ela já namorou o agente da Sant, e não se importou de perguntar á sua cliente se teria a amabilidade de nos dar uma entrevista. Pelo que soube ela disse logo que sim.

Porra, a Rachel estava a demorar demasiado, parecia que o tempo não passava, estava demasiada ansiosa para isto. Nervos á flor da pele. Ia ver alguém tão belo. Uma pessoa bela. Não sabia o que estava a dizer tudo que vinha á cabeça era «BELA». Sim ela era muito bonita, mas eu estava a alucinar. Entretanto ouvi uma buzina, duma carrinha devia ser da mãe da Rachel. Entrei no veiculo e acenei á minha colega enquanto lhe dava um raspanete acerca da demora.

Chegamos á casa da Santana, tocamos na campainha, ouvimos uma voz melancólica, mas ao mesmo tempo híper activa. Dissemos quem eramos e lá entramos. Que enorme casarão. Jardim magnifico, quem me dera. Entramos pela porta da frente onde ninguém estava, mas esta encontrava-se aberta. Olhei para a Rachel, com cara de confusão, esta tinha a mesma expressão facial. Achamos isto tudo muito confuso, mas que é que se podia fazer.

-Fechem a porta quando entrarem! – Ouvimos a voz de Santana, que rapidamente seguimos e fomos ter a uma sala gigantesca, onde tinha uma vista para um lado com piscina.

-Boa tarde, eu sou a Rachel e esta é a Britany. – A Rachel talvez tenha falado depressa demais pois a Santana não se mexeu, nem fez caso. Continuava sentada num sofá bordô. Era óbvio que ela não estava assim tão interessada na entrevista como parecia que a Prof Holly nos disse. Tentei não perder o entusiasmo, mas tornava-se cada vez mais difícil e triste.

-Vamos lá começar. Comecem meninas.

-Pode falar-nos acerca do seu percurso? Como é que chegou tão longe? – A Rachel começou com as perguntas. Notei que ela estava a rir-se. Mas que jeito, ironia da sua forma de ser

-Bem, vocês querem mesmo saber? – Acenamos. – Eu dormi com basicamente toda a gente para chegar onde estou. Como sou tão boa na cama ele não me resistiram! –Piscou-me o olho, corei instantaneamente

-Não estamos a brincar. Vai dar-nos a entrevista ou não?

-A ti não, mas á loirinha posso dar! – Só me apetecia rir, mas controlei-me, a Rach já estava em raiva. Decidi intervir, antes que fosse tarde.

-Ah … Podes então dizer-me como surgiu a ideia e oportunidade de seguires este ramo artístico?

-És mesmo loira a sério, ou pintaste o cabelo? – Ri-me desta vez não me controlei

-Nasci assim. Podes agora responder-me ou queres fazer mais alguma pergunta?

-Por acaso quero. És solteira? Queres sair comigo algum dia?

-Ah … -Não sabia o que dizer. Como é que era suposto saber? Sim ela era ainda mais bonita na realidade e estava a bater-me o coro. Queria sair comigo, algures.

-Brit, estou farta desta mulher, vamos embora. Que se foda a entrevista. – Nunca vi a Rach tão enervada na minha vida decidi ir embora com ela.

-Brit, não vás! Fica comigo e que sabe podes conhecer-me melhor. Não queres? Olha que não há muita gente que me conheça verdadeiramente.

-Eu, tenho que ir. – Disse sem olhar a Santana nos olhos, tinha medo que ao olha-la não iria conseguir dizer não.

Sai com a Rachel, mas já estava arrependida de não ter ficado. Já estávamos cá fora e ficamos á espera da mãe da Rach que já tinha ido embora. Não achamos que a entrevista ia ser assim tão pequena

-Quem é que aquela mulher pensa que é? – Disse a Rachel