The End Is Coming
5 Capítulo 5 - Juramentos
Notas iniciais
Aí vai mais um capítulo dos personagens de:
DarkDreamer (Lana Burke)
Gabriel Santos (Michael/Maicon Myers)
Espero que gostem!
Nova York, 19h12min, Domingo
Lana estava tentando ligar para a pizzaria. Era hora que ela normalmente jantava, mas ninguém a atendeu. Ela ouviu falar que houve um apagão na metade da cidade, por sorte, sua casa não havia apagado. Fazia duas semanas que ela estava com essa casa nova, seus pais a compraram.
A pizzaria não atendeu então Lana ligou para um restaurante de comida oriental. Também não atendeu.
Lana desistiu de ligar.
- Já sou grandinha, tenho que by safesaver\">aprender a cozinhar.
Porém, seu gás havia acabado. E nenhum lugar atendia ao telefone.
- Vou apelar pros meus pais. – Disse ela, pegando a chave do by safesaver\">carro e andando em direção da garagem.
Ao tirar o carro de lá, ela percebeu que havia atropelado alguém.
- Oh meu Deus, você tá bem? – Disse ela desesperada, e percebeu que a mulher estava inteira suja de sangue. Seus olhos eram brancos e ela tinha por volta de 40 anos.
Lana chacoalhou a mulher e começou a ter uma crise de pânico assim que a mulher quase mordeu seu calcanhar.
- O que você está fazendo? – Lana perguntou assustada – Você tá bêbada?
A mulher não respondeu, apenas começou a se levantar e ir em direção dela.
- S-saia! – Gritou Lana ficando mais desesperada.
Lana foi andando para trás e trombou com um poste, se agachando nele. Seus olhos verdes começaram a brilhar.
- Por favor, não me machuque!
A mulher andou cada vez mais perto em direção dela. Porém, Lana avistou um pedaço de tábua do seu lado. Ela não pensou duas vezes e bateu com a madeira na cabeça da moça.
A mulher deu um giro 360° com a cabeça e caiu no chão.
Uma folha de jornal atingiu o rosto delicado de Lana.
Centro de refugiados, infectados não entram.
Infectados? Será que era isso que a moça tinha? Uma infecção?
Lana olhou o endereço e dirigiu até lá.
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Nova York, 19h20min, Domingo
Michael estava saindo de um bar, o local estava vazio, o que era estranho, pois aquele era um local muito movimentado.
- Ei, Michael, espere! – Gritou o Barman com um pedaço de papel na mão. – Você não pagou a conta!
Maicon abriu um sorriso sarcástico.
- Deixe para fiado! – Ele se virou para o Barman. – Tudo bem?
O Barman se virou e foi em direção do bar.
- Quando você me pagar, poderá vir aqui de novo.
Michael fez cara brava e foi embora. Quando tirou a chave do bolso, alguém o tocou no ombro.
Ele se virou.
- Cara, já entendi o recado! – Ele falou, vendo o Barman. – Eu trago a grana amanhã.
O Barman apenas gemeu. E caiu de queixo no chão.
- Ei, tudo bem com você? – Disse Michael, abaixando-se.
O moço apenas agarrou o tornozelo dele, ameaçando morder.
Maicon sem dó enfiou a chave do carro no olho do Barman. O Barman não se levantou mais.
Ele não se preocupou em tirar a chave do olho do homem.
Visto que estava sem a chave, ele foi andando para casa.
Um folheto grudou em seu sapato.
Centro de Refugiados, longe de infectados.
– Infectados? Mas que... – Resmungou ele.
Em seguida, apareceu um monte de pessoas machucadas andando em grupo perto dali.
- Humpf – Michael virou os olhos – Bando de bêbados.
Leon, seu amigo apareceu correndo dos caras “bêbados”.
- Ei, Leon, vamos tomar algo lá em casa? – Gritou Michael.
Leon pulou nele e eles se esconderam em um beco.
- Você é louco? Não pode gritar com eles por perto! – Leon tapou a boca dele.
- Senão o que? Eles vão ter uma ressaca assassina? – Disse Michael, com um olhar sínico.
Se eles ainda não tem.
Um do grupo mordeu Leon. Bem na coxa.
Michael jogou uma lata de lixo na cara do “bêbado” tirando a cabeça dele facilmente.
Ele ainda lembrava-se de alguns golpes da sua época de assassino.
- Leon, cara – Michael segurou o amigo. – Tá tudo bem?
- Eles... S-são... – Gaguejava Leon – I-i-nfect-ados. Vá p-para o C-centro de Refugia-d-dos.
- Mas e você?
- Eu vou morrer mesmo! – Chorava Leon – Apenas, encor-pore o assassino n-nova-m-mente.
Michael cumpriu o que seu amigo pediu, recolheu um folheto e seguiu o endereço.
Notas finais
Até os comentários...
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