The End Is Coming

3 Capítulo 3 - Correr até a morte.


Notas iniciais
Galerinha, esse personagens são de Leonardo Lopes (Soap) e Juliana Malfoy (Juliana Clark).
Boa leitura poovo

Nova York, 12h14min, Domingo

Na área da cidade em que Soap estava tudo era calmo e tranquilo. Soap Mactavish, um policial com 19 anos. Ele havia sido transferido para a delegacia local.

Ele estava em seu novo apartamento, empurrando a cama para um canto, onde ficasse perfeito. Seus cabelos escuros caíam sobre o rosto pálido suave. Ele vestia calças jeans, uma jaqueta preta sobre a blusa branca cavada e botas pretas.

Assim que acabou de empurrar a cama, deitou-se nela e deu um cochilo, que foi interrompido por uma bomba do lado de fora.

Soap acordou assustado, olhou pela janela e viu guardas atirando em pessoas correndo.

Por que não o chamaram? Ele também era guarda agora.

Ele estranhou, ligou para a delegacia. Mas não deu sinal.

Confuso, ele chamou o elevador, ele iria para a delegacia. O elevador não subia, só podia estar pifado. Ele optou pelas escadas.

- Olá? Alguém aí? – Disse ele, procurando alguém no saguão.

Ele viu uma pistola caída no chão, e a pegou, só tinha uma bala. E ele foi se by safesaver\">juntar aos tiras que fechavam a rua.

De repente, uma pessoa passou pelo saguão, cambaleando.

- Senhor? Precisa de ajuda? – Disse ele, apontando a arma.

O homem não respondeu, apenas gemeu.

- Senhor? – Disse Soap, chegando mais perto.

A criatura se virou, tinha por volta de 20 ou 30 anos e possuía olhos brancos.

A coisa foi correndo para cima de Soap. E com um tiro, ele resolveu tudo.

Livrou-se do corpo e viu um tira correndo.

- Ei! Espera – Disse ele gritando.

- Mas por que você está aqui? – Disse o policial – Por que não está no centro?

- Eu sou policial também! Cheguei ontem na cidade, devia estar ajudando vocês! – Disse ele, raivoso.

- Escutem, todos estão doentes. TODOS. – Gritou o tira – Se você não quiser ficar também, vá até o centro de refugiados, tem placas em todas as direções!

Soap foi até o estacionamento, pisando duro e pegou seu by safesaver\">carro. Ele estava indo para o Centro de Refugiados.

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Nova York, 12h35min, Domingo

Juliana Clark estava visualizando o aluguel de sua clínica veterinária.

- Oi mãe – Disse Sofia, sua filha.

- Oi amorzinho – Disse Juli – Está com fome?

- Um pouco – Disse Sofia, com um sorriso discreto.

Juliana amava sua filha e seu irmão, Noah, que no momento estava trabalhando. Ele era piloto de aeronaves e tinha uma família feliz. Ele tinha uma mulher, Heloisa e um filho, Dean.

Sofia, com apenas 6 anos, era esperta. Até sabia cozinhar algumas coisas.

O telefone tocou.

- Alô? – Disse Juliana, colocando uma mecha do cabelo loiro atrás da orelha.

Alô? Júuh? Fique em casa, eu vou buscar vocês! Não saiam de jeito algum.

- Noah? É você?

O sinal do telefone parou.

- Mãe, a Lully me chamou para ir a casa dela! – Disse Sofia, segurando uma boneca.

- Sofia, não saia de casa. – Disse Juli, agachando e colocando as mãos delicadamente no rosto de Sofia. – Seu tio ligou, e avisou para não sair daqui de jeito algum.

Sofia fez que sim com a cabeça de um jeito inocente.

- Vou fazer o almoço – Disse Juliana, sorrindo.

Ao ligar o forno, percebeu que o gás havia acabado. E logo, a luz também.

- Mamãe? A luz acabou! – Gritou Sofia.

Juli não olhou para trás, apenas foi até a janela. Elas moravam em uma casa térrea muito simples. O silêncio estava predominando a área. Até que foi quebrado com alguém tentando arrombar a porta.

- Mãe, quem é? – Disse Sofia, com a voz falhando.

- Shhh – Disse Júuh, silenciando Sofia.

A porta se abriu. Era Noah.

- Vamos, entrem no helicóptero, rápido. – Disse ele, mandando.

- O que está acontecendo, Noah? – Disse Juli, o abraçando.

- Você não soube? Tem uma infecção no ar, que se espalha rapidamente! Com uma mordida ou arranhão de um infectado, você se infecta também! – Disse ele, olhando fundo nos olhos da irmã.

Eles começaram a correr em direção do helicóptero. Noah começou a pilotá-lo em direção de sua casa, para salvar o filho e a mulher. Mas era tarde, em volta da casa simples e aconchegante de Noah, haviam mais de cinquenta infectados entrando. Só se ouvia gritos.

Noah pensou rápido, já sabia que eles estariam mortos, já sabia que se descesse lá, iria morrer também. Mas, ele apenas continuou pilotando o helicóptero e ligou o rádio.

A infecção está se espalhando rapidamente, as forças aéreas e marinhas estão a caminho. Os sobreviventes que estão a ouvir esta mensagem corram para o Centro de Refugiados, que está bem no parque central da cidade. Os policiais estão cuidando de tudo. Apenas vão!

Juliana percebeu que seu irmão estava chorando. Perdeu sua mulher e filho. Agora iria ser difícil de ficar feliz novamente.

Noah pousou na delegacia.

- Vamos para o centro, tem placas indicando o caminho até lá! – Disse ele, em um tom frio.

Eles continuaram correndo por uma área segura, em direção do centro.

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Comentem, viu?
Beijooks
-Máh!