The Eight Pages

8 The Sixth Page (6.2)


Notas iniciais
HA! E ae povo lindo do meu kokoro! Então, como eu sou um ser das trevas e eu prometi pra minha editora a NatyHira, taqui mais um capitulo da fic xD eu disse que ia posta hoje só por que é sexta feira 13. Então tai!
Sobre o capítulo, eu escrevi uma parte dele (vocês vão saber qual é) em... 6/12/2012. Foi quando eu comecei a pensar na fic e era só uma brincadeira na época. Eu costumo escrever o final primeiro e tava louco pra postar esse daqui hehe.
Então... Preparem-se. No clima de uma Sexta feira 13, welcome back babys o/
(Esqueci de falar. Pra quem não teve coragem de jogar o Slender não vai saber sobre os mapas. Tem o mapa da floresta que eh o original e tals, tem o mapa da mansão (Slender mansion, mansão do Cielzito), das ruas (Slender 7th Street, aquela parte do Undy lembram?) e esse aqui que é o Elementary)

- Ele era um bom menino. Não tinha muitos amigos e sempre brincava sozinho na floresta depois da escola. Ninguém falava com ele na escola... Talvez por que ele falava sozinho. Sim, ele costumava falar sozinho... Com algum tipo de amigo imaginário... Ele comentava sobre um homem de terno e gravata, mas ele era apenas uma criança... — a mulher fez uma pausa por alguns longos segundos até voltar a falar novamente. — Um dia... Jack levou uma surra na escola de alguns garotos, então ele correu para um floresta que cercava a escola. Quando o achamos, ele segurava uma gravata vermelha nas mãos e estava vermelho, manchado de sangue. — novamente uma pausa, desta vez acompanhada por suspiros. — Jack estava com o corpo aberto... Um de seus olhos sumiu... Não sei como ele morreu desse jeito... Alguém o matou. Não encontraram nada, nenhuma pista, mas eu sei que esse... Monstro ainda está por ai... E está fazendo o mesmo com outras crianças e outras famílias! Meu Jack não foi e nunca será o único...

– A Scotland Yard não pegou o corpo?

– Não... Nós não deixamos. Jack ficou e foi enterrado aqui.

– Entendo... O que houve com a escola?

– Ela foi fechada depois de uma carnificina. Todos foram mortos e ninguém ousou entrar lá novamente. — a mulher retirou o lenço vermelho que cobria seus cabelos negros e olhou para os olhos azuis do garoto montado em cima de um cavalo. — Você... Está na mesma situação não está? — Ciel ficou em silêncio.

– Onde fica essa escola? — a mulher fechou os olhos e então voltou a abrí-los.

– No final da estrada, vire a direita e entre na mata... Você vai poder ver o silo vermelho quando estiver perto o bastante.

– Agredeço sua ajuda senhora. — a mulher impediu Ciel de ir.

– Fique fora desses assuntos garoto... Isso não é deste mundo... — o garoto sorriu ternamente.

– Eu entendo. Sinto muito por seu filho. Por favor, não se preocupe comigo, estarei bem. — dizendo isso, Ciel fez o cavalo andar. O sol já estava se pondo no horizonte. Depois que saira da mansão deixando Sebastian sozinho, Ciel galopou até um pequeno vilarejo em Scotland. O garoto vinha pesquisando sobre os acontecimentos semelhantes aos que estavam acontecendo com ele e então achara uma mulher chamada Judite Marvels. Por essa razão havia saído da mansão as pressas... E por que Sebastian o irritara também. Ciel não queria, mas teria que procurar por respostas no escuro. Não haveria jeito.

Depois que alguns minutos pela estrada de terra na parte rural de Scotland, ele finalmente chegou ao fim. Virou a direita como ordenado e entrou na floresta. O sol estava quase todo escondido no horizonte e só se ouvia o som dos cascos do cavalo e de alguns pássaros nas árvores. Havia uma trilha escondida pelo mato alto, mas que ainda era visível. Talvez fosse a continuação da estrada... Quando finalmente avistou o silo vermelho ao longe, Ciel fez o cavalo correr mais rápido. O sol já havia escondido completamente quando finalmente chegou ao portão de entrada da escola.

– Que porra... — a escola estava cercada por um mato alto e suas paredes desbotadas estavam sujas de preto, mofo causado pela chuva. O portão de ferro estava trancado com uma corrente enferrujada e um cadiado grande, o que impossibilitava a entrada de Ciel pela frente. O mesmo desceu do cavalo deixando-o ali e deu a volta na escola. Era uma construção grande e ocupava um bom espaço. O garoto chegou até um parquinho dominado pelo matagal e teve a certeza de ouvir risos de crianças quando o vento bateu em um dos balanços que sobrara. Havia uma abertura na cerca e foi por lá que Ciel entrou.

O vento aumentou e do norte nuvens de chuva estavam se aproximando. Ciel se xingou internamente por não ter trazido um casaco com ele. A porta parecia trancada e realmente estava. E agora, por onde entraria?

– Janela. — de súbito o garoto se virou e encontrou Sebastian parado em frente ao buraco da cerca. Ele vestia seu sobretudo negro e estava com um dos casacos de Ciel em mãos. — Que imprudência, bocchan. Depois de tudo o que eu lhe disse...

– Como chegou aqui? — o mordomo sorriu e andou até seu mestre o cobrindo com o casaco.

– Como o mordomo da família Phantomhive, o que eu faria se não pudesse nem ao menos seguir meu mestre? — Ciel suspirou. — Não quero que me esconda coisas como esta bocchan. Poderiamos ter vindo juntos e...

– Tudo bem Sebastian eu já entendi... Vamos entrar logo. — o mordomo concordou e pegou Ciel no colo pulando para o segundo andar onde havia uma janela aberta. Ambos aterrissaram em um chão de madeira podre e barulhenta. Ciel levou as mãos ao nariz e gemeu. — Que cheiro é esse?!

– Morte bocchan. Esse é o cheiro da morte. — era uma sala de aula, estava tudo escuro, mas no chão, aos pés do mordomo, dava para ver uma mancha de sangue que ia até a mesa da professora. As carteiras estavam reviradas, algumas quebradas, outras simplesmente jogadas pela sala.

Sebastian colocou Ciel no chão e olhou ao redor com sua visão aumentada. A sala estava vazia, em um péssimo estado, mas vazia. O conde andou até a mesa seguindo as manchas de sangue e olhou embaixo da mesa. Para surpresa de Ciel havia uma pilha de ossos ali. De certa forma ele estava esperando mais.

– Bocchan. — o conde encarou o mordomo. — Não olhe para trás. — com uma sobrancelha arqueada, o garoto se virou e encarou o quadro negro. Ciel deu um pulo para trás e caiu em cima dos ossos se desesperando no mesmo momento. Colado, de alguma forma, no quadro, estava a pele que um dia cobrira aqueles ossos.

– Sebas... — o mordomo abraçou o garoto e o pegou no colo novamente. — Sebastian...

– Eu falei para não olhar. — disse o mordomo calmamente enquanto andava até a porta. — Da próxima vez confie em mim. — ao chegar a porta, Sebastian encontrou uma cabeça com uma cara de desespero grudada na mesma. A boca estava aberta, os dentes arrancados assim como os olhos e a testa perfurada pelos seguradores de casaco.

– O que diabos aconteceu aqui...? — Sebastian sorriu e chutou a porta fazendo-a voar e bater contra a parede do outro lado. O corredor estava silencioso, malditamente escuro e fedorento.

– Esse cara tem um péssimo gosto. — Ciel foi posto no chão novamente. De repente pôde-se ouvir passos contra a madeira vindos do lado direito do corredor. Passos fortes e lentos contra a madeira. — Pela esquerda.

– Pela direita.

– Bocchan. — Sebastian e Ciel se encararam.

– Não é óbvio ir pela esquerda?

– Pela direita também é ótima ideia.

– Então vai pela esquerda e eu vou pela direita. — o conde começou a andar para direita deixando o mordomo para trás. Sebastian suspirou. A única coisa que podia fazer era seguí-lo.

– Teimosia não é uma dádiva bocchan.

– Então por que não se livra dela?

– Por que não posso te matar... — Ciel o encarou por cima do ombro — Ainda.

– Idiota. — Sebastian parou olhando para a esquerda. — O que foi?- o mais velho apontou para dentro de outra sala de aula. Ambos entraram na mesma, está estava com apenas uma carteira posta na fila e todas as outras formando um círculo bem longe da mesma. Não havia sangue nem corpo multilados, apenas as carteiras.

Ciel se aproximou da mesma e tocou na madeira. Havia algo escrito ali, mas estava escuro demais para ver. Lembrava de ter pego um isqueiro, mas parecia ter perdido. Enfiou a mão no bolso do casaco e tirou a fonte de luz de lá acendendo-o imediatamente. A chama iluminou a carteira revelando marcas feitas por algum objeto pontiagudo.

– "Jack Jack no friends" "You're a mad boy" "We're gonna get you" "Why don't you die?!" — Ciel franziu o cenho. — Mas que diabos...? Essa era a sala de Jack, essa era a carteira dele.

– O filho da camponesa?

– Sim... — silêncio.

- Bocchan, olhe ali. — Sebastian apontou para o canto da sala. Havia uma pequena sombra ali, uma silueta familiar. Ciel andou até lá e iluminou o local. Sentado, olhando tristemente para o nada, estava um ursinho de pelúcia marrom. — Isso seria...

– Do Jack? — o garoto pegou o pequeno bichinho e o levantou. Estava molhado e mofado. — Por que isso ainda está aqui? — um trovão explodiu do lado de fora causando um calafrio em Ciel e o vento apagou seu isqueiro. — Que merda!

– Vamos sair daqui bocchan. — Sebastian segurou a mão de seu mestre e o puxou para fora dali.

– Espera Sebastian...

– Não, eu estou sentindo a presença dele aqui. — Ciel olhou para trás e viu uma criança correndo em direção a uma outra sala.

– Espera! — Ciel se soltou e correu até o local onde havia visto a criança, sumindo da vista de Sebastian.

– Bocchan! Maldito!


O pequeno conde havia chegado em um local sem saída. Outra sala de aula. Chovia forte lá fora e os raios iluminavam o cômodo entrando pelas janelas quebradas. Antes de entrar completamente, Ciel empunhou sua arma que sempre levava na calça. Respirou fundo e então entrou na sala. Ciel andou devagar. Madeira rangia por mais que ele tentasse ser cuidadoso. Estava escuro e a única coisa que ouvia era o chiado de seu ouvido.

Ele deu mais um passo.

E mais um.

E mais um.

E mais um.

Até que...

– Aaah! — caiu de joelhos com as mãos nos ouvidos. Sua cabeça começou a latejar com força. Ah não! Com esforço ele pegou a arma e olhou ao redor. Nada. Ciel se levantou e sentiu algo atrás de sí. Era ele!!

Sem pensar ele se virou apontando a arma, mas não havia nada.

"O que diabos...?"

Foi então que alguma coisa o agarrou. Uma não, várias. Pareciam mãos. Várias e várias mãos se agarrando a sua cintura e então o levantando e apertando.

– AAAAAAH!!! — a arma caiu no chão produzindo um baque ao se encontrar com a madeira. Ciel foi virado e pode ver o monstro novamente. Os braços saindo de suas costas como tentáculos. Ele cerrou os olhos com força e sentiu sua cabeça começar a explodir. A coisa o aproximou mais de seu rosto, Ciel podia sentir a proximidade.

Sem pensar abriu os olhos e chutou a barriga do monstro. O mesmo se irritou e bateu Ciel na parede com força. O tapa olho caiu.

– SEBASTIAN!!!! — o símbolo do contrato em seu olho direito brilhou. A criatura se aproximou mais. Parecia analisar o olho de Ciel quando o mesmo lhe deu uma cabeçada. O monstro recuou um pouco e Ciel sorriu. Mas não por muito tempo.

Irritado, a pele do monstro começou a se repuxar e uma boca se fez. Era enorme e tinha dentes poderosos. Ciel arregalou os olhos e se sentiu ser esmagado pelas mãos da criatura. Meu Deus, ele iria quebrar seus braços e costelas se assim continuasse.

– NÃO!! — gritou o garoto ao sentir o osso do braço esquerdo começar a ceder. Ouviu um "crec" e então a intensa dor. Gritou com extrema força e sentiu suas costelas irem para o mesmo caminho. Não conseguia mais respirar. Tudo doía. Abriu os olhos e viu o monstro abrir mais a boca e se aproximar mais de sí.

Era seu fim.

Estava tudo acabado.

Não devia ter soltado a mão de Sebastian e corrido sozinho.

"Adeus..."

– BOCCHAN!! — de repente duas facas cortaram os braços de Slender o fazendo recuar e largar Ciel que caiu no chão. Ele olhou para a pessoa que se encontrava nas sombras. Slender abriu a boca produzindo um rugido e das sombras outra faca foi atirada atravessando sua enorme boca e saindo por trás de sua cabeça. Olhos rosas brilhantes saíram das sombra encarando o monstro que mexia na boca.

– Nunca toque em MEU jovem mestre novamente! — mais facas foram atiradas prendendo o monstro na parede pela roupa e outra foi lançada em seu pescoço.

Sebastian olhou para Ciel no chão. Seu braço estava quebrado ao meio e ele respirava com dificuldade.

– Ah bocchan... — disse pegando o garoto no colo e tirando os cabelos de sua testa. — Vou te tirar daqui.

O homem começou a andar deixando o monstro preso na parede. Sebastian ouviu um barulho de rasgos e mal teve tempo de se virar. Duas mãos agarraram seus ombros e o puxaram.

Foi tudo muito rápido.

Ele foi puxado deixando Ciel cair e então sentiu dentes serem cravados em seu pescoço no lado esquerdo.

Nunca havia sentido uma dor tão intensa.

Nunca tanto sangue saíra de seu corpo antes.

Nunca fora mordido com tanta força e brutalidade.

Não bastando a mordida, ele sentiu algo atravessar suas costas saindo pela barriga.

Seria vingança?

– AAAH!! — com uma faca Sebastian cortou os outros braços da criatura que o agarrou novamente. Ciel mesmo com o braço quebrado conseguiu pegar a arma e atirar na cabeça do monstro. Ele soltou Sebastian que pegou Ciel novamente e correu com sua velocidade sobre-humana para bem longe dali. Correu com força e sem saber para onde. Só queria tirar Ciel dali.

Hospital.

Correu mais rápido e em minutos estava em Londres. Chovia muito quando finalmente chegou ao hospital. Ao entrar, foi recebido com olhares horrorizados de pacientes e com enfermeiros gritando coisas que não conseguia distinguir. Caiu no chão, sujando o saguão de entrada de sangue e a última palavra que disse foi...

– Ciel... — e pela segunda vez em sua longa vida de demônio, Sebastian Michaelis apagou.


Ciel acordou em uma cama de hospital. Seu peito doía muito e quando olhou constatou: Havia quebrado as costelas. Soltou um gemido de dor e olhou para os lados. Sentiu sua mão atada a algo e quando olhou viu Sebastian sentado em uma poltrona ao lado de sua cama com a camisa aberta. Ele estava extremamente pálido e mesmo com luvas estava frio. Em seu pescoço havia uma faixa enrolada estancando o sangue da mordida que levara do monstro e em sua barriga também. Ele mantinha os olhos fechados como se estivesse dormindo. Talvez estivesse...
Ciel tentou se mexer, mas doía muito. Ele soltou um gemido um pouco alto e acordou o mordomo.

– Bocchan... Fique deitado. — disse com uma voz rouca se levantando e deitando Ciel na cama novamente — Por favor não se mexa. — Ciel tentou juntar um pouco de ar para falar, mas seu peito doeu mais. — Não fale... Está tudo bem.

O garoto tocou o pescoço de Sebastian que segurou a mão ali. Ciel notou que havia olheiras embaixo dos olhos do mordomo.

– Seba... Cof, ah...

– Não fale — ele se sentou na beirada da cama de Ciel e deu sua mão para ele. Ciel escreveu em sua mão.

"O que houve com você?"

– Não faço ideia bocchan... Estou cansado... Eu nunca dormi em toda minha vida...

"A mordida. O que sente?"

– Dor. Dói bastante. — ele olhou o peito de Ciel e passou os dedos por cima da faixa. — Eu não devia ter te deixado sozinho... Olhe onde viemos parar... Sinto muito. É uma vergonha para o mordomo dos Phantomhive estar nesse tipo de situação e envolver seu mestre nisso.

"Vá se ferrar."

Sebastian sorriu um pouco. Ciel notou outro detalhe. A boca de Sebastian parecia estar fechando. A pele de cima estava se juntando com a de baixo.

– Sebastian... Sua boca... — Ciel tocou a boca dele com as pontas dos dedos.

- Isso não é nada... Estou dormindo há algumas horas por isso está assim. Achou que eu estava virando um monstro? Mas bocchan, eu poderia pedir algo? — Ciel assentiu — Antes que minha boca se feche completamente... — Sebastian se aproximou de Ciel devagar — Me permita... Só um beijo...

O garoto corou e o mordomo riu. O garoto sorriu também. Ambos estavam sendo perseguidos por um fantasma sem rosto, quase tinham morrido, estavam em um hospital e o mordomo vinha com essa proposta indecente. É claro que se alguém ouvisse isso não acharia graça, mas de alguma forma, para eles, tinha muita graça.

Ciel segurou o pescoço de Sebastian e o puxou um pouco, aniquilando metade da distância e Sebastian soube que ele havia consentido. Apoiou o corpo com os braços para não encostar no peito do menor e roçou os lábios nos dele devagar. Ciel estava um pouco perdido. Fechou os olhos esperando uma reação mais funda do moreno, mas nada veio. Nem um roçar de lábios.

- Peça... — Ciel corou.

– Por... Favor... Sebastian... — o mordomo sorriu se divertindo com o esforço do garoto para falar e uniu os lábios dos dois sem dizer mais nada. Lentamente, sem pressa alguma. O primeiro beijo do garoto. E foi com seu mordomo. O que Elizabeth diria sobre isso? Não importava, Queria mais do que isso, mas Sebastian estava tirando todo o ar que ainda restava nos pulmões de Ciel. Não importava! Queria mais!

Timidamente, o garoto pressionou sua língua contra os lábios do mordomo. Este sorriu de leve e deu passagem a Ciel entrelaçando a sua língua com a dele. Inexperiente, mas abusado como sempre. Ah, Ciel, Ciel...

A pequena mão de Ciel tocou o ferimento de Sebastian o fazendo gemer e parar.

– Desculpe...

– Seu garoto — Sebastian se levantou e deu a volta na cama tirando a camisa que estava em seu corpo e a jogando no chão. Ele se deitou ao lado de Ciel que ja mais parecia um pimentão. — Olhe para mim bocchan. Talvez um monstro como aquele por causa da mordida.

– O problema é seu... — Sebastian sorriu e abraçou Ciel o puxando para junto de sí, tomando sempre cuidado para não relar em seu peito. — Que perfume... É esse...?

– Fique quieto Ciel... Vá dormir. Já que não posso tocar em você, por enquanto você está a salvo. Mas não baixe sua guarda. — ele respirou fundo — Ah e Ciel... Estou orgulhoso de sua mira. E contente que tenha acertado. — um sorriso bobo surgiu nos lábios de Ciel. Ele estava orgulhoso?

– Sebastian...? — o conde com esforço se virou para encontrar seu mordomo dormindo. — Mordomo inútil... — ele passou os dedos em seu rosto e descansou a cabeça em seu pescoço.

– Inútil... — murmurou o mordomo fazendo o garoto sorrir antes de adormecer.


End Of The Sixth Night

Notas finais
*Jack Jack no friends: Jack Jack sem amigos
*You're a mad boy: Você é um moleque louco
*We're gonna get you: A gente vai te pegar
*Why don't you die?!: Por que você não morre?!
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Pronto! Ufa! achei que não ia conseguir ~-~
Bem, esse capítulo foi paia pra escreve. Eu tava muito confuso pensando "como eu vo escreve isso?! Não tem como!' mas ai eu pensei, pensei, comi, pensei, lavei a casa, pensei e saiu!
Pois é... Sem comentários nesse final ai... To até com vergonha, nunca fiz isso jovens. Me perdoem a inexperiência xD
Enfim. Esperem que tenham gostado e tals... Por favor, a fic ta acabando e ta chegando naquele momento.. O motivo pelo qual voces vem me seguindo e me ameaçando e esperando... Então me ajudem, me deem dicas ta?
kissu do baka-usagi aqui
Ps: Cuidado hoje a noite... Alguém pode... Aparecer no quarto de vocês... O_O
Ps²: Pessoa chata-legal, espero que isso te satisfaça por enquanto u.ú
bai bai babys