The Dylans
1 Our history
Notas iniciais
Tem yaoi mas é bem fraquinho por isso botei a classificação pra 16 aninhos.
Desde criança, eu e o Dilan fomos assim, meio que colados sabe, nossas mães eram melhores amigas desde o colegial, e meio que combinaram o nascimento de nós dois para a mesma data . E nossos nomes também não precisaram de originalidade, repetidos, como tudo sobre nós.
Nós éramos como gêmeos de mães diferentes, as únicas coisas diferentes em nós dois eram físicas. As pessoas chamava nós dois de "os quase gêmeos Dylan" Desde bebês nossas diferenças eram uma evidência, graças a Deus, pois assim era menos capaz de um dia nossas mães nos trocarem. Por mais que elas fossem exatamente iguais meu querido pai carregava a outra metade do meu DNA, logo eu adquiri as colorações de cabelos claros pelos escuros, a mesma coisa ocorreu com os alhos azuis. Então eu era moreno, com os cabelos totalmente pretos e olhos delicadamente verdes claros. Já Dils era loiro, como vocês já deveriam esperar, olhos castanhos e traços rudes e violentos porém incrivelmente belos. Eu tinha traços selvagens e meio delicados que havia puxado do capitão do time, e recente co-capitão do Giants de New York, meu pai. Que sinceramente não tem nada haver com a história Mas voltando Dils, como eu o chamava- já que seu nome um "I" invés de "Y"-, e ele e eu vivíamos juntos. Na vizinhança éramos nos dois contra o mundo. Também fomos os mais rápidos a amadurecer,pensando bem, nós éramos meio que solitários, tirando é claro as meninas que de meia em meia hora vinham nos perguntar se queríamos namora-las e recebiam um sonoro 'não', não é que desejava-nos magoa-las, a gente não tava pronto ainda pra 'namorar', tínhamos uns cinco anos na época, eu nem sabia o que era aquilo. Com nove anos demos nosso primeiro 'beijo', a garota de Dils se chamava Serena e a com qual eu estava Mackenzie, foi horrível. Dentro de uma casa abandonada perto do quarto quarteirão. Já o segundo foi entre nós depois de cinco anos desde nosso primeiro beijo. Dils além de bonito beijava bem, eu me lembro nitidamente, era o meu presente de aniversário. Aquele beijo foi o meu primeiro de língua. Dils me olhava estranho, era nosso aniversário e eu não fazia a mínima ideia do que fazíamos dentro da casa da árvore, a frase "me dou de presente" que tinha saído de sua boca me faziam pensar. Dils se aproximou e me olhou, pós uma das mãos eu meu pescoço e apoiou o resto do braço eu meu ombro, ele é mais alto do que eu, bato exatamente no seu peito. Ele sorriu, iluminando os olhos azuis, e colando nossos lábios, senti o seu perfume e o gosto bom de hortelã, eu não sei se era pelo fato de eu estar impressionado com sua iniciativa ou se eu gostava daquilo, mas eu abri a boca, e em poucos senti algo quente e molhado, era delirante, aos poucos eu conseguia mover minha língua na mesma velocidade que a sua, ele me puxava pra cima ,me fazendo ficar mais ainda na ponta de meu pé. Dils e eu depois de um tempo demos uma parada com aquilo, me afastei, eu acho que quando ele viu isso deve ter achado que eu era como um ratinho que fugia de tudo. Ele me olhou e riu, se sentando em uma cadeira por ali,, eu acho que nunca vi alguém me olhar daquele jeito, ele me comia com os olhos. -Olha eu não vou fazer nada com você, se você quiser algo vem aqui- ele disse com o maior sorriso sacana do mundo, eu me perguntava porque ele decidirá então ficar tão perto da porta- eu posso ficar aqui a noite toda. Depois de uns cinco minutos, o meu total desejo havia tomado conta da minha inteligência, e eu não conseguia achar uma saída daquele lugar. Me aproximei de Dils devagar, e cheguei a sua frente, ele me olhou devagar, e sorriu novamente com o seu melhor sorriso, e segurou a minha cintura com muita velocidade. Subiu uma de suas mãos até meu ombro esquerdo, e desceu por todo o meu braço, chegando até a minha mão, ele entrelaçou forçadamente seu dedos nos meus e eu o segui, massageando a parte de fora de sua mão. Com a outra mão ele me puxou delicadamente para seu colo, acho que aquele foi o momento mais constrangedor de minha vida. -Dylan, eu não vou te machucar, juro- ele disse tirando a mão de minha cintura e a levantando, mostrando sinal de juramento -Você acredita em mim? Ele disse sorrindo, como se tentasse influenciar uma criança a fazer algo, suspirei e levantei minha mão fazendo o mesmo sinal. Ele sorriu para mim e pós as mãos sobre as minhas costas e pescoço, senti meu corpo todo aquecer, eu parecia febril. Dils me puxou para perto e colou meus lábios nos dele,senti sua língua pedindo passagem e a deixei adentrar em minha boca, e em um pequeno período de tempo, lá estávamos nos dois, praticamente quase nos comendo. Dils tornou a mover o beijo de forma mais devagar, e eu pude recuperar um pouco de ar, eu senti sua mão brincando com os fios de cabelo em minha nuca, e puxando um pouco o moletom que eu usava na altura das minhas costelas. Quebrei o beijo e ri sonoramente, senti os olhos dele sobre mim e encaixei minha cabeça em seu ombro. Dils mordeu meu pescoço de leve, e levantou o moletom que eu estava usando, e era tão difícil impede-lo que eu não o fiz, levantei os meus braços de forma que ele pudesse retirar as as peças de roupa.
Dils me olhou depois de tirá-las e então caiu a ficha, eu estava prestes a transar com o meu melhor amiga na nossa casa da árvore, e eu percebi que não me importava. -Dylan, para dentro AGORA- nossas mães gritaram em um coral perfeito. E e a única coisa que me rendeu ficar lembrando de nós no meu incrível passado foi um pau duro no meio da aula de Física, que foi a primeira vez que a gente transou. -Graças à Deus essa aula acabou, eu já não aguentava mais ficar sentado olhando para a cara da professora de Física.- ele disse me olhando enquanto andávamos em direção ao nosso prédio. -Dils, a gente ainda tá na terceira semana e você já cansou?- eu disse, ele ignorou e balbuciou um 'certinho'- Dils?- o disse chamando sua atenção, um sonoro 'sim? escapou de seus lábios- Sabe enquanto você estava apresentando a fórmula Hidrostática?- ele balanço a cabeça em um sinal de sim- bem eu... Você estava tão ligado naquilo sabe, sei lá eu nunca consigo dominar física daquele jeito... -Você precisa de ajuda na matéria?- Dils me interrompeu esperando uma resposta.O olhei feio e ele se tocou. -Bem, voltando, você daquele jeito me deixa... me de-deixa com uhn- mordi meu lábios pensando em o que havia acontecido.- eu meio que fiquei de pau duro- eu disse rápido. Ele parou devagar e me olhou estático, e riu. -Já era de se esperar, você não se lembra como você ficava se esfregando em mim quando a gente era criança?- tentei protestar, e fui detido por uma rajada de palavras- calma, tudo bem, então porque exatamente você me disse isso- ele disse com um sorriso malicioso. -E-eu... eu quero experimentar- o olhei e pensei no quanto aquela frase saiu errada, mas pensando bem era essa a verdade- eu não quero, sei lá, aos quarenta e nove anos com dois filhos trair minha mulher porque eu dei para um cara qualquer que eu achei gostoso- Dils ainda me olhava, agora com mais surpreso. -Então... você está me pedindo pra te comer, tá tipo me dizendo que você tem 50% de ser viado?- ele perguntou ao chegarmos na frente de nosso prédio, eu tinha sorte do porteiro não estar ali e ouvir o que meu amigo falou. -Meio que sim...- eu disse,- você me ajuda ou não? -Eu só vou fazer isso porque você é meu amigo, e eu praticamente ia a loucura quando você esfregava essa bundinha em mim. Dei um soquinho nele enquanto entravamos no elevador. definitivamente e literalmente eu estarei fodido. -Seus pais estão em casa?- perguntei a Dils enquanto ele ajeitava os cabelos loiros no espelho e soltou um 'não'- ótimo, a sua cama é maior que a minha. -Você tá animadinho né- ele riu me guiando ao apartamento que eu já conhecia otimamente. Dils destrancou a porta e entrou jogando a mochila sobre o sofá-cama da sala. Entrei e me senti um invasor. -Quer comer algo?- Soltei um 'nop' no ar.-Então você só quer que eu te coma mesmo -ele disse se apoiando no balcão da cozinha. -Yep- o ouvi rir enquanto eu olhava o Tronks, seu gato, ouvi os passos até a minha presença e senti ele me pegar pela cintura. E depois de anos eu finalmente recuperei o gosto de hortelã e algo mas que seu beijo carregava. Senti sua língua passa toda ou qualquer região da minha boca. Pus a minha mão subiu pelas suas costas e senti os beijos descerem pescoço de forma incrível. Dils pegou minha perna e me guiou até o seu quarto, me deixando na cama. -Você tem certeza- ele disse rápido- se eu me ficar muito duro voc-... -Só tenta ir devagar no começo da penetração. -Fica quieto- o olhei confuso e ele apontou para as calças e vi o grande volume- eu tô ficando duro. Ri, puxei o loiro em pé que se deitou de mim e me girou, ficando cima Senti meu moletom sento puxado até a altura das minhas costelas, esperando eu levantar os meus braços, eu o fiz, o máximo de contato possível, era isso que eu queria. Dils trocou o meu pescoço pelo meu mamilo, no começo aquela ideia realmente me decepcionou, mas quando eu senti a língua quente de Dils sobre um lugar tão sensível, eu gemi feito uma garotinha. As garotas com que eu ficava me pediam pra fazer mas eu não pensava que era bom. Dils regulava entre as passadas de língua e mordidinhas em um dos meu mamilos e no outro ele apertava de forma não muito gentil, mas completamente delicioso, ele desceu a língua que estava em meu mamilo descendo até a minha calça jeans, ele tirou o sinto devagar, e então eu percebi que Dils ia me chupar, gemi com meu próprio pensamento. -Dils, vo-você não precisa fazer i-i-isso- eu disse gritando as últimas palavras, já que nessa ocasião ele já havia tirado toda a minha calça e box forçadamente, Dils fazia movimentos com a mão sobre o meu pênis, e rindo dos meu gemidos altíssimos. -Relaxa- ele disse batendo uma para mim ainda mais rápido- eu sempre quis chupar um cara. Ri, e senti a língua quente finalmente chegar a cabeça do meu pênis, Dils de leve começou a afundar todo meu pênis dentro de sua boca, eu senti seus dentes arranhando no meu pênis de leve, e aquela era a melhor sensação do mundo, e a única coisa que eu queria fazer momento era jogar a cabeça para trás e gemer, e foi exatamente o que eu fiz, senti sua língua percorrer cada canto do meu órgão e depois afundar a cabeça nele, eu sinceramente em poucos minutos já estava louco para gozar. Dils tirou o meu pênis da boca e subiu os lábios por todo meu corpo, chegando até meu lábios e me dando um selinho. -Você 'tá' pronto? — o olhei e concordei com a cabeça, eu acho que estava.
Notas finais
;Bricado por ler :3
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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