The Dursley Potter Family
7 Embarque na Pataforma
Notas iniciais
POV NARRADORA
Nove Meses Depois...
Nove meses haviam se passado desde então, Duda, Harry, Lizzie, Thomas e Andrew passaram o natal na Toca, junto com Fred e George. Isso serviu para aproximar ainda mais os seis amigos, que antes já eram inseparáveis. Harry também se divertira muito nessas férias e ficara bem amigo de Ron, após inúmeras perguntas do menino sobre seus pais e a cicatriz que ganhara. Fred e George também lhe encheram de perguntas e Gina ficava lhe olhando a todo instante, com um olhar e sorriso estranho. Harry de inicio, sentira ciúmes das amizades de Duda, mas sabia que o primo o amava e nada os separaria. Aquele natal seria inesquecível, os dois irmãos se divertiram muito. Duda se tornava cada vez mais próximo dos amigos, principalmente de Lizzie, com quem vivia grudado. Se bem, que ultimamente os dois andavam estranhos um com o outro, mas continuavam grandes amigos.
Na volta as aulas, Duda se metera em algumas detenções como sempre, mas nada de anormal. E assim os meses se passavam rapidamente e já chegava perto do segundo ano de Duda e o primeiro de Harry em Hogwarts. Harry estava animado, não via a hora de ir para Hogwarts, junto do primo. Havia até comprado seus materiais, sua coruja e sua varinha, por incrível que pareça, sua varinha era irmã gêmea da de Voldemort, o que o surpreendeu. Ele chegara a contar isso para Duda, que ficou preocupado com o primo, pois não achava isso um bom sinal. Duda havia ido passar a noite na casa dos Weasley's juntamente a seus amigos, enquanto Harry preferiu ficar em casa e ir com a tia rumo a Estação Kings Cross. Eles se encontrariam dentro do trem ou em Hogwarts.
— Estou tão animado! Meu segundo ano em Hogwarts, vou querer me inscrever para o time de quadribol! — dizia Duda enquanto tomava o café da manhã na Casa dos Weasley's.
Os Weasley's o acolheram tão bem, a senhora Weasley tratava Duda como se fosse seu filho e o mesmo se sentia em casa.
— Vai querer qual posição? — perguntou Fred curioso. Duda já conseguia distinguir os gêmeos, sabia quando era Fred e quando era George.
— Apanhador! — Duda disse animado.
— Pena que não será da Grifinória, acho que precisaremos de apanhadores esse ano — lamentou George.
— Bom dia — disseram Lizzie, Thomas e Andrew em coro. Também haviam passado a noite na Toca, por convite da própria Sra Weasley.
— Bom dia — disseram todos.
Logo todos os Weasley's já se sentaram a mesa. Duda demorara a conseguir interagir com os Weasley's e se acostumar com sua presença, mas após passar uma boa parte do natal com eles, já era bem amigo de todos os Weasley's , incluindo Gina e Rony.
— Bom dia gente, bom dia Duda — disse Gina e Duda a cumprimentou.
— Bom dia Gina — respondeu Duda.
Logo, todos almoçaram e aparataram, rumo a mais um ano em Hogwarts, onde muitas as coisas aconteceriam. Logo os Weasley's, Duda, Lizzie, Thomas e Andrew chegavam na Estação Kings Cross. Duda se perguntava se Harry conseguiria também.
— Cheio de trouxas, é claro... — comentou Molly Weasley, enquanto chegavam na Estação King's Cross.
— Agora, qual é o número da plataforma? — perguntou a mãe dos meninos.
— Nove e meia — ouviu-se a voz fina de uma menininha, também de cabelos ruivos que estava segurando a mão da mulher. — Mamãe, não posso ir..? — perguntou a garotinha ruiva Gina e Duda teve pena da menina, já foi como ela, entusiasmada com o mundo bruxo e ainda era.
— Você ainda não tem idade, Gina, agora fique quieta. Está bem, Percy, você vai primeiro. — disse Molly lançando um sorriso gentil ao filho.
O que parecia o menino mais velho marchou em direção às plataformas nove e dez. Duda observou-o desaparecer com sua mochila, ao atravessar a plataforma. Ainda se surpreendia com a magia daquele lugar e com o mundo mágico em si.
— Fred , você agora — mandou Molly
— Eu não sou Fred, sou George retrucou o menino. — Francamente, mulher, você diz que é nossa mãe? Não consegue ver que sou o George?— disse o garoto ruivo com o sorriso maroto e não conseguiu evitar de rir, ele sabia quem era quem e Fred e George engando a mãe estava sendo engraçado.
— Desculpe, Jorge, querido.
— É brincadeira, eu sou o Fred — disse o menino, e foi. O irmão gêmeo gritou para ele se apressar, e ele deve ter atendido, porque um segundo depois, sumiu.
— Agora vai você querido — a mulher disse apontando para Duda que foi em direção a plataforma e a atravessou, sumindo
Agora o terceiro irmão dos Weasley, estava se encaminhando rapidamente para a barreira, estava quase lá e, então, de repente, não estava mais em parte alguma.
Não muito longe dali, Harry acompanhado dos tios, chegava a Estação Kings Cross e viu o primo atravessar a plataforma e em seguida, viu o garoto que se chamava Rony, atravessar também. Estava com medo, nunca havia ido a Hogwarts, temia não conseguir atravessar a plataforma. Como se tivesse lendo seus pensamentos, sua tia Petúnia disse:
— É só atravessar meu amor, vá, se estiver com medo feche os olhos — disse Petúnia com seu tom doce e fraternal, tudo que o menino precisava para fechar os olhos e atravessar a plataforma e ele a atravessou.
Uma locomotiva vermelha a vapor estava parada à plataforma apinhada de gente. Um letreiro no alto informava “Expresso de Hogwarts 11 horas”. Harry olhou para trás e viu um arco de ferro forjado no lugar onde estivera o coletor de bilhetes com os dizeres “Plataforma 9 e ½”. Conseguira.
A fumaça da locomotiva se dispersava sobre as cabeças das pessoas que conversavam, enquanto gatos de todas as cores trançavam por entre as pernas delas. Corujas piavam umas para as outras, descontentes, sobrepondo-se à balbúrdia e ao barulho das malas pesadas que eram arrastadas.
Os primeiros vagões já estavam cheios de estudantes, uns debruçados às janelas conversando com as famílias, outros brigando por causa dos lugares. Harry empurrou o carrinho pela plataforma procurando um lugar vago. Passou por um garoto de rosto redondo que estava dizendo:
— Vó, perdi meu sapo outra vez.
— Ah, Neville — ele ouviu a senhora suspirar.
Um garoto com cabelos rastafári estava cercado por um pequeno grupo de meninos.
— Deixe a gente espiar, Lino, vamos.
O menino levantou a tampa de uma caixa que carregava nos braços e as pessoas em volta deram gritos e berros quando uma coisa dentro da caixa esticou para fora uma perna comprida e peluda.
Harry continuou andando pela aglomeração até que encontrou um compartimento vago no final do trem. Primeiro pôs Edwiges para dentro e começou a empurrar e a forçar com a mala em direção à porta do trem. Tentou erguê-la pelos degraus acima, mas mal conseguiu suspender uma ponta e duas vezes deixou-a cair dolorosamente em cima do pé.
— Quer uma ajuda? — perguntou Duda que se aproximava do primo, com Fred, George, Lizzie, Thomas e Andrew em seu encalce.
— Por favor — pediu Harry e Duda sorriu.
— Fred, vem dar uma ajuda aqui — Duda pediu e com a ajuda dos dois, a mala de Harry foi colocada no compartimento. Logo, a mãe de Fred e George os chamaram e eles foram até ela para se despedir. Lizzie, Thomas e Andrew se despediriam de Duda e Harry, avisando que iriam procurar uma cabine mais a frente.
— Você vai gostar de Hogwarts, lá é muito bom — disse Duda e Harry assentiu sorrindo.
Logo o trem começou a andar. Harry viu a mãe dos garotos. Harry observou a menina e a mãe desaparecerem quando o trem fez a curva. As casas passaram num relâmpago pela janela.
Harry sentiu uma grande excitação. Estava ansioso para ir a Hogwarts, o primo falara maravilhas do castelo e agora ele estava ansioso para enfim, ir para Hogwarts.
A porta da cabine se abriu e o ruivinho mais moço entrou.
— Tem alguém sentado aqui? — perguntou, apontando para o assento em frente ao de Harry e Duda — O resto do trem está cheio.
Harry respondeu que não, com um aceno de cabeça, e o garoto se sentou. Olhou para Harry e Duda e em seguida olhou depressa para fora, fingindo que não tinha olhado. Harry reparou que ele tinha uma mancha preta no nariz.
— Oi, Rony — os gêmeos estavam de volta.
— Escuta aqui, vamos para o meio do trem. Lino Jordan trouxe uma tarântula gigante.
— Certo — resmungou Rony.
— Harry — disse o outro gêmeo —, nós já nos apresentamos? Fred e Jorge Weasley. E este é o Rony, nosso irmão. Vejo vocês mais tarde, então. — disse prestes a sair dali — Duda você vem? — acrescentou.
— Tudo bem por você Harry? — perguntou Duda dividido entre ir com os amigos ou ficar o irmão. Se Harry pedisse, ele ficaria, fazia de tudo pelo primo.
— Sim, pode ir — disse Harry assentindo, sabia que o primo tinha dificuldade em fazer amigos e vê-lo tão feliz com Fred e George o deixava feliz, não iria se opor as amizades do primo, mesmo que isso lhe desse ciúmes de deixar de ser o irmão preferido do mesmo — A gente se vê em Hogwarts — acrescentou e logo os três já saiam dali, deixando Harry com Rony.
Rony e Harry começaram a conversar sobre o mundo bruxo e suas famílias, Harry achava Rony tão interessante quanto Rony o achava. De repente Rony meteu a mão no bolso interno do paletó e tirou um rato cinzento e gordo que estava dormindo.
As orelhas de Rony ficaram vermelhas. Parecia estar achando que falara demais, porque voltou a olhar para fora pela janela. Ficaram em silencio por algum tempo, quando a mulher dos doces passou por ali e Harry que estava morrendo de fome, a pagou:
Rony arregalou os olhos quando Harry trouxe tudo para a cabine e despejou no assento vazio.
— Que fome, hein?
— Morrendo de fome — respondeu Harry, dando uma grande dentada na tortinha de abóbora.
Rony tirara um embrulho encaroçado e abriu-o. Havia quatro sanduíches dentro. Abriu um e disse:
— Ela sempre se esquece que não gosto de carne enlatada.
— Troco com você por um desses — propôs Harry, oferecendo um pastelão de carne. — Tome...
— Você não vai querer isso, é muito seco. Ela não tem muito tempo — acrescentou depressa.— Você sabe, somos cinco.
— Come... Coma um pastelão — disse Harry. Era uma sensação gostosa, sentar-se ali com Rony, acabar com todas as tortas e bolos de Harry.
— Que é isso? — perguntou Harry a Rony, mostrando um pacote de sapos de chocolate. — Eles não são sapos de verdade, são? — Estava começando a achar que nada o surpreenderia.
— Não. Mas vê qual é a figurinha, está me faltando a Agripa.
Harry não sabia quase nada do mundo bruxo, por serem trouxas, Petunia e Valter não sabiam de nada do mundo bruxo, Harry só sabia o que Duda lhe contava, mas ainda assim, era tudo muito novo para ele.
— O quê?
— Claro que você não sabe, os sapos de chocolate têm figurinhas dentro, sabe, para colecionar, bruxas e bruxos famosos. Tenho umas quinhentas, mas não tenho a Agripa nem o Ptolomeu.
Harry abriu o sapo de chocolate e puxou a figurinha. Era a cara de um homem. Usava óculos de meia-lua, tinha um nariz comprido e torto, cabelos esvoaçantes cor de prata, barba e bigode. Sob o retrato havia o nome Alvo Dumbledore.
— Então este é Dumbledore! — exclamou Harry.
— Não me diga que nunca ouviu falar de Dumbledore! Quer me dar um sapo? Quem sabe eu tiro a Agripa. Obrigado.
Harry virou o verso da figurinha e leu:
Alvo Dumbledore, atualmente diretor Hogwarts.
Considerado por muitos o maior bruxo dos tempos modernos. Dumbledore é particularmente famoso por ter derrotado Grindelwald, o bruxo das Trevas, em 1945, por ter descoberto os doze usos do sangue de dragão e por desenvolver um trabalho em alquimia em parceria com Nicolau Flamel. O Professor Dumbledore gosta de música de câmara e boliche.
Harry virou de novo o cartão e viu, para seu espanto, que o rosto de Dumbledore havia desaparecido.
— Ele desapareceu! — Harry se surpreendeu.
— Ora, você não pode esperar que ele fique aí o dia todo. Depois ele volta. Não, tirei a Morgana outra vez e já tenho umas seis... Você quer? Pode começar a colecionar.
Os olhos de Rony se desviaram para a pilha de sapos de chocolate que continuavam fechados.
— Sirva-se — disse Harry.
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Enquanto isso, Duda, Fred e George procuravam uma cabine vazia, mas precisamente onde Lino Jordan estava com uma tarântula gigante. Logo, o achou juntamente a Lizzie, Thomas e Andrew. Era a primeira vez que os sonserinos se sentavam no trem juntos com os grifinórios, mas os grifinórios no final das contas se tornaram seus amigos, graças a Duda, que vivia junto com Fred e George.
— Oi Lino — disseram Fred e George juntos.
— Oi Lino — Duda o cumprimentou. Se comparado ao ano passado, quando entrou pela primeira vez em Hogwarts, Duda estava bem menos tímido e já tinha muitos amigos. Duda havia conhecido Lino no ano anterior, quando estava em seu primeiro ano e ambos viraram amigos.
— Oi Duda, oi Fred — disse Lino os cumprimentando.
— É uma tarântula gigante? — perguntou Jorge e Lino assentiu.
Logo, eles começaram a se distrair com a tarântula gigante e conversar animadamente.
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— Sabe, no mundo dos trouxas, as pessoas ficam paradas nas fotos. — disse Harry reparando nas mudanças do mundo trouxa e o mundo bruxo, enquanto conversava com Rony.
— Ficam? O que, eles não se mexem? — Rony parecia surpreso. — Que coisa esquisita!
Harry arregalou os olhos quando Dumbledore voltou para a figurinha e lhe deu um sorrisinho. Rony estava mais interessado em comer os sapos do que em olhar os bruxos e bruxas famosas, mas Harry não conseguia despregar os olhos deles. Logo não tinha só Dumbledore e Morgana, como também Hengisto de Woodcroft, Alberico Grunnion, Circe, Paracelso e Merlin Por fim ele despregou os olhos da druida Cliodna que estava coçando o nariz, para abrir o saquinho de feijõezinhos de todos os sabores.
— Você vai ter que tomar cuidado com essas aí — alertou Rony. — Quando dizem todos os sabores eles querem dizer TODOS OS SABORES. Sabe, todos os sabores comuns como chocolate, hortelã e laranja, mas também. Espinafre, fígado e bucho. Jorge achou que sentiu gosto de bicho-papão uma vez.
Rony apanhou uma balinha verde, examinou-a atentamente e mordeu uma ponta.
— Eca! Está vendo? Couve-de-bruxelas.
Eles se divertiram comendo as balas. Harry tirou torrada, coco, feijão cozido, morango, caril, capim, café, sardinha e chegou a reunir coragem para morder a ponta de uma bala cinzenta meio gozada que Rony não queria pegar, e que era pimenta.
Os campos que passavam agora pela janela estavam ficando mais silvestres. As plantações tinham desaparecido. Agora havia matas, rios serpeantes e morros verde-escuros.
Ouviram uma batida à porta da cabine e o menino de rosto redondo, por quem Harry passara na plataforma 9 e ½, entrou. Parecia choroso.
— Desculpem, mas vocês viram um sapo?
Quando os dois sacudiram a cabeça, ele chorou.
— Perdi ele! Está sempre fugindo de mim!
— Ele vai aparecer — consolou Harry.
— Vai — disse o menino infeliz. — Se você vir ele...
E saiu.
— Não sei por que ele está tão chateado — disse Rony. — Se eu tivesse trazido um sapo ia querer perder ele o mais depressa que pudesse. Mas, trouxe Perebas, por isso nem posso falar nada.
O rato continuava a tirar sua soneca no colo de Rony.
— Ele podia estar morto e ninguém ia saber a diferença — disse Rony desgostoso. — Tentei mudar a cor dele para amarelo para deixar ele mais interessante, mas o feitiço não deu certo. Vou lhe mostrar. Olhe...
Remexeu na mala e tirou uma varinha muito gasta. Estava lascada em alguns pontos e havia uma coisa branca brilhando na ponta.
— O pelo do unicórnio está quase saindo. Em todo o caso...
Tinha acabado de erguer a varinha quando a porta da cabine abriu outra vez. O menino sem o sapo estava de volta, mas desta vez tinha uma garota em sua companhia. Ela já estava usando as vestes novas de Hogwarts.
— Ninguém viu um sapo? Neville perdeu o dele.
Tinha um tom de voz mandão, os cabelos castanhos muito cheios e os dentes da frente meio grandes.
— Já dissemos a ele que não vimos o sapo — respondeu Rony, mas a menina não estava escutando, olhava para a varinha na mão dele.
— Você está fazendo mágica? Quero ver.
Sentou-se. Rony pareceu desconcertado.
— Hum... Está bem.
Pigarreou.
— Sol margaridas, amarelo maduro, muda para amarelo esse rato velho e burro.
Ele agitou a varinha, mas nada aconteceu. Perebas continuou cinzento e completamente adormecido.
— Você tem certeza de que esse feitiço está certo? — perguntou a menina. — Bem, não é muito bom, né? Experimentei uns feitiços simples só para praticar e deram certo. Ninguém na família é bruxo, foi uma surpresa enorme quando recebi a carta, mas fiquei tão contente, é claro, quero dizer, é a melhor escola de bruxaria que existe, me disseram. Já sei de cor todos os livros que nos mandaram comprar, é claro, só espero que seja suficiente, aliás, sou Hermione Granger, e vocês quem são?
Ela disse tudo isso muito depressa.
Harry olhou para Rony e sentiu um grande alívio ao ver, por sua cara espantada, que ele não aprendera todos os livros de cor tampouco.
— Sou Rony Weasley.
— Harry Potter.
— Verdade? perguntou surpresa — Já ouvi falar de você, é claro. Tenho outros livros recomendados, e você está na História da magia moderna e em Ascensão e queda das artes das trevas e em Grandes acontecimentos do século XX.
— Estou? — admirou-se Harry sentindo-se confuso. Tinham livros sobre ele? Por isso, as pessoas do mundo magico se surpreendiam quando ele falava seu nome?
— Nossa, você não sabia, eu teria procurado saber tudo que pudesse se fosse comigo — disse Hermione. — já sabem em que casa vão ficar? Andei perguntando e espero ficar na Grifinória, me parece a melhor, ouvi dizer que o próprio Dumbledore foi de lá, mas imagino que a Corvinal não seja muito ruim... Em todo o caso, acho melhor irmos procurar o sapo de Neville. E é melhor vocês se trocarem, sabe, vamos chegar daqui a pouco. — disse em um tom mandão.
E foi-se embora, levando o menino sem sapo.
— Seja qual for a minha casa, espero que ela não esteja lá — comentou Rony e jogou a varinha de volta na mala. — Feitiço besta. Foi o Jorge que me ensinou, aposto que sabia que não prestava.
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Fred, George, Lino, Dino, Duda, Thomas, Andrew e Lizzie conversavam animadamente sobre seu próximo ano em Hogwarts. Os oito estavam muito animados, enquanto Lino, Fred e George iriam para seu terceiro ano, Duda, Andrew, Thomas e Lizzie iriam para seu segundo ano e Dino iria para o seu primeiro.
— Eu estou muito ansioso por esse ano, vou me inscrever no time de quadribol — comentou Andrew animado.
— E nós vamos aprontar muito esse ano, né Fred e Duda? — perguntou Jorge sorrindo maroto e eles assentiram, rindo.
Realmente, esse ano iria ser diferente e incrível...
Ou ao menos era isso que eles esperavam.
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