The Dream

8 Grand Line Finalmente! Ayumi, a Cozinheira Fatal!


Capítulo 8 – Grand Line! Ayumi, a Cozinheira Fatal!

Haviam se passado dois dias desde aquele capítulo em Loguetown, e nós estávamos quase chegando a Reverse Mountain, o ponto de partida da Grand Line, o lugar onde irei encontrar o bando dos chapéus de palha.
Estávamos chegando perto da montanha, já dava para vê-la ao horizonte.

Quando chegamos lá ficamos impressionados com a altura da montanha, ela era gigante! Nós subimos a montanha de navio! Sim, de navio! Tinha um tipo de correnteza que nos levou para cima e depois nos levou para o outro lado, só que dessa vez era para baixo.
Foi muito legal a decida, parecia um tobogã.

Após a decida nós tínhamos chegado, tínhamos chegado na Grand Line!

– Chegamos! – Gritei com um enorme sorriso no rosto

– Uhuul! Eba! Conseguimos! – Comemoramos

Do outro lado nós encontramos um velho que aparentemente tinha uns 62 anos e nos deu algumas dicas sobre a Grand Line.

– Me digam uma coisa – Comentou o senhor – Vocês já conseguiram um Log Pose?

– Log Pose? – Perguntei

– Sim. Vocês só conseguirão navegar pela Grand Line com um Log Pose – Confirmou

– Por que? – Perguntou Kokka

– Pois os campos magnéticos das ilhas lá são diferentes, vocês nunca irão navegar com uma bússola comum

– E aonde podemos conseguir uma?

– Vocês deram sorte, pois tenho umas três guardadas aqui – Disse indo para dentro do farol e voltando com os Log Pose

– Obrigado Velho-sama!

– Só uma coisa, dependendo da ilha, vocês poderão precisar ficar dias, semanas, meses ou até anos esperando o Log Pose se acostumar ao campo magnético das ilhas

– Obrigado Velho-sama! Você é muito gentil!

– Nada! Eu só gosto de ajudar os jovens piratas que estão começando sua jornada

– Muito obrigado mesmo! Até mais! – Disse dando tchau para o velho

– Tchau! – Acenou – Aonde é que eu vi aquele chapéu antes? – Pensou o velho

Depois seguimos em frente

***

– Hmm... – Fez uma pose pensativa

– O que houve Mestre-san?

– O que faremos agora?

– Que tal seguirmos para aonde o Log Pose aponta? – Sugeriu Kokka como se fosse a coisa mais óbvia do mundo

– Boa ideia! Vamos homens! Zarpar!

E assim fomos, depois de algumas horas chegamos em uma ilha, na qual nevava.

– Que ilha é esta Kokka?

– Essa ilha se chama Ilha Drum, é uma ilha de inverno, aqui não para de nevar

– Acho que teremos que pegar nossos casacos – Disse Dorima tremendo de frio

– Sim

Pegando nossos casacos atracamos na Ilha Drum, lá não tinha nada de mais apenas uma vila.
Chegando lá, nós compramos alguns alimentos e bebidas, conversamos com alguns aldeões até uma senhora nos parar.

– Eu te conheço de algum lugar – Ela aparentava ter uns 88 anos-

– Não senhora, nós não nos conhecemos

– Luffy? É você? Como está o Chopper?

– A senhora conhece o Chopper e o Luffy!?

– Huh? Ah não eu não te conheço não, apenas se parece bastante com alguém que conheci – E saiu andando

– Espera senho...ra, já foi – Chamei, mas a senhora já estava longe demais

– Esquece essa velha coroca, vamos logo para o navio – Chamou-me

– A propósito Kokka, quanto tempo temos que ficar aqui até o Log Pose se acostumar?

– Eu não tenho certeza mais é de uma a duas horas

– A quanto tempo nós estamos aqui? – Perguntei

– Estamos aqui a três horas, 3 minutos e 37 segundos – Comentou Pawa

– Já acostumou, vamos? – Perguntei

–Vamos! – Disseram

E assim saímos da Ilha Drum, em direção ao nosso próximo destino, Alabasta! Ficamos navegando por uns três dias até chegar em Alabasta.

/Porto de Alabasta/

– Vamos em busca de um cozinheiro! – Gritei

– Estou falando que nós precisamos de um arqueólogo! – Exclamou Dorima

– Calem a boca! Todas as pessoas estão nos olhando desconfiados! – Repreendeu-nos – Vamos visitar a cidade!

– Ok... – Respondemos cabisbaixos

Nessa ilha eu me senti bastante incomodado, pois as pessoas não paravam de me olhar, o porque eu não sei.

– Ei uma taverna! Vamos beber? – Perguntou Kokka

– Vamos!

Entrando na taverna todos pararam de festejar e olharam para nós, especificamente para mim.

– Ei, porque estão olhando para você? – Kokka sussurrou em meu ouvido

– Eu não faço ideia – Sussurrei de volta

Então nós sentamos em uma mesa e esperamos alguém nos atender, mas ninguém veio, ainda estavam paralisados, como se tivessem visto um fantasma.
Daí eu ouvi um cara cochichando na mesa de trás.

– Ei aquele não é o chapéu do Luffy-sama?

– Sim porque será que este moleque está usando?

Não aguentando mais o silêncio eu me levantei bati as mãos na mesa e disse:

– É isso mesmo o que vocês estão pensando, este é sim o chapéu do Luffy-sama! – Falei alto e claro – Sabem porque ele me deu o chapéu? Pois prometi a ele entregar este chapéu quando estiver mais forte e me juntar a sua tripulação!

Todos continuaram quietos até que...

– Então quer dizer que você é amigo do Luffy-sama?

– Um amigão! – Disse soltando um largo sorriso

E então, todos vieram até mim me fazer perguntas. De repente alguém entrou batendo na porta da taverna. Tudo ficou em silêncio novamente.

– Com licença, eu queria saber aonde fica o Palácio Real

– Rei? Oque faz aqui? – O balconista perguntou

– Rei? – Perguntei para mim mesmo

– Huh? Porque tem um monte gente amontoada aqui? – Disse o Rei abrindo espaço no círculo que tinha em volta de mim – Huh? Eu te conheço de algum lugar...

Quando eu vi o Rei eu não acreditei, pois era praticamente impossível. O Rei era Sanji o Perna Negra!

– East Blue! Quando Luffy-sama se tornou Rei dos Piratas!

– Ah sim! Eu me lembro, Jikan-san certo?

– Isso! Oque faz aqui? Não era para estar com Luffy-sama?

– Sobre isso, eu vim visitar minha família

– Hmm...Família? Rei? Visitar? – Fiquei pensando até que – NÃO ACREDITO!

– Sim eu tenho dois filhos gêmeos e uma maravilhosa esposa! – Falou no seu modo apaixonado – Venha comigo! Gostaria de te apresentar a Vivi-swan!

– Porque?

– Todos nossos amigos sabem sobre você, Luffy contou a todos

– Ele contou? – Perguntei com brilho nos olhos

– Sim, vamos lá! E traga sua tripulação também!

– Nós não somos uma tripulação! Eu serei um chapéu de palha!

– Tá! Que seja, vamos!

E então nós fomos ao palácio real da cidade de Alabasta e lá conhecemos Vivi, a rainha.

– Amor! – Gritou e saiu correndo em nossa direção quando viu Sanji

– Minha Flor! – Sanji fez o mesmo e se beijaram

– Como foi a viajem para vir para cá amor?

– Foi meio cansativa sabe, muitos monstros do mar no caminho, piratas inúteis, marinha, muitas coisas

– Quer descansar um pouco não?

– Sim, mas antes gostaria de falar com meus filhos e te apresentar o Jikan

– Então você é o famoso Jikan de que tanto o Luffy falava! – Falou me abraçando

– Sim!

– Vou dormir amor! –Despediu-se Sanji saindo do cômodo

– Tá! Depois eu estou indo! – Disse respondendo o marido – Eai, como foi sua viajem até agora?

– Foi boa! Já tenho até recompensa!

– Ah sim! Eu li no jornal! Era você mesmo?

– Sim, era eu!

– Hmm...Não pretende montar uma tripulação?

– Não pois irei ser um chapéu de palha!

– Sei, mas e eles?

– Eles quem?

– Seus amigos ué, o que irá acontecer com eles?

– Eu não tinha pensado nisso...

– É bom pensar nisso sabe, para não magoar as pessoas

– Sei, vou pensar...

– Vivi-sama? Posso entrar? – Perguntou uma linda garota de cabelos verdes e lindos olhos castanhos claros

– Huh? Ah! Claro Ayumi-chan!

– Vivi-sama? Sanji-sama está aí?

– Está sim, porém está descansando de sua viajem

– Ah sim! Bem, mais tarde eu volto então

– Ayumi, certo? Você é cozinheira?

– Sou sim? Por que?

– Gostaria de participar de minha tripulação pirata? – Nesse momento, Vivi olhou para mim com um olhar de curiosidade e orgulho ao mesmo tempo

– Eu ainda não estou pronta…

– Está sim Ayumi – Comentou o cozinheiro já entrando no cômodo

– Sanji-sama!?

– Você já aprendeu muitas receitas e golpes comigo e os dominou mais rapido do que eu esperava, com certeza você está pronta. Se quiser se aventurar pelo mundo, pode ir

– Certeza Sanji-sama?

– Absoluta

– Eai? Vai entrar nessa aventura conosco?

– Eu vou sim! – Exclamou

– Uhuul!

E naquele dia nós festejamos muito até ficarmos de ressaca. No dia seguinte nós iriamos partir.

– Tchau Sanji-sama e Vivi-sama

– Tchau Ayumi!

– Tenha uma boa aventura!

– Obrigada!

– Não esqueça do seu treinamento em!

– Nunca!

– Vamos Ayumi-chan? – Perguntei estendendo a mão

– Vamos! – Disse apertando minha mão

Logo nós saímos do Reino de Alabasta, onde conseguimos mais uma nakama e também comecei a pensar de um jeito diferente, comecei a pensar realmente em meus amigos.

Notas finais
Eai? Gostaram? Se gostaram favoritem e recomendem! Isso incentiva muito o autor! Comentem suas opiniões também, para que eu possa estar melhorando a fic tanto na história quanto na escrita! Muito obrigado e até mais!