The Dragon Tail

4 Primeira Impressão - Layla


Notas iniciais
*-----* Próximo capitulo, espero que gostem

Layla nunca ficou tão maravilhada em toda a sua vida. Podia sentir os olhos brilharem como nunca.

A garota olhava o prédio a sua frente completamente feliz. Sua cara poderia ser considerada uma inspiração a qualquer um, tocava a recém-marca deixada em sua mão com uma felicidade e animação infinita.

Uma guilda... Ganhara uma guilda...

Layla era uma garota de 16 anos. Poderia ser considerada humana e sempre fora, até aquele dia em que a marca aparecera. Assim que aconteceu, a menina nem quisera ter outra ideia, apenas pegou suas coisas e foi embora, pelo caminho que a estranha voz na marca indicara... Fairy Tail... Em Magnólia... Ela estava tão feliz, mesmo não tendo nenhum poder, sentia que podia conseguir algum.

Fechou seus olhos, e os abriu em seguida. Não era um sonho. O prédio parecia ter sido reconstruído há pouco tempo. Layla imaginou que fora chamada por algum motivo... Mas ser chamada por um lugar como aquele, bem, ela não era de reclamar se fora um engano, então não iria falar nada com ninguém.

O lugar era como um castelo, paredes tão bonitas quanto qualquer outra coisa, se ela olhasse para o lado, veria uma praia e montanhas, outro prédio... Perguntou-se se aquilo tudo pertencia à guilda.

- Pare de olhar tão maravilhada. – disse uma garota ao lado dela. Layla não tinha notado ninguém, então tomou um susto e olhou para o lado.

A menina ao seu lado tinha cabelos castanhos compridos e meio cacheados até a cintura. Usava sua marca na barriga e sorria. Era mais alta que Layla e pela opinião dela, bem mais bonita.

Já ela era apenas uma garota comum, tinha cabelos loiros até o ombro, que eram estranhos, pois eram meio cacheados às vezes. Era a versão de uma garota normal que parecia ser “mimada”, quando na verdade, era totalmente ao contrário.

- Se você pertence à Fairy Tail. – disse a garota desconhecida. – Pode desistir, essa é a outra guilda da cidade, Twilight Ogre. – depois sorriu. – Também sou da Fairy Tail. Há pouco tempo é claro. Pertencia a outra guilda e assim que possível, pretendo voltar . Sou Cornelia, você é...

- Layla. – disse a menina. – Onde está a Fairy Tail então?

- Ali. – Cornelia disse apontando para o outro lado da cidade. Layla teve que apertar os olhos para ver a pequena guilda no meio das montanhas das cidades.

- Ali?! – ela perguntou meio decepcionada. Bem, era melhor do que nada. – O.K. Já foi lá?

- Cheguei há alguns dias. – respondeu Cornelia. – O mestre se recusa a falar conosco. Mas nos liberou para andar pela cidade e até conversar com outros membros. Então... Eu estou falando com você. Corra enquanto puder.

Layla não entendeu.

- O que?

- Bem, você me ouviu. Mas não precisará esperar muito, hoje mesmo, o mestre irá explicar as coisas. Acho que você foi à última a chegar.

- Então... Eu estou realmente na guilda?

- Hã... Você é bem estranha, não é? Claro que está! Eu também estou e vim até aqui para entender isso. Meu pai não vai ficar muito feliz se eu simplesmente sair de guilda.

- Qual guilda você estava?

- Quatro Cerberus, não conhece?

- Pensei que esta fosse uma guilda apenas para homens.

- E é. Mas meu pai não liga para regras e me colocou para dentro na frente do mestre. Ele sabe que a guilda é praticamente nada sem ele.

Layla se perguntou quem seria o pai dela.

- Pode me levar até a Fairy Tail então?

- Hã... Claro. Venha!

Layla começou a segui-la sem ao menos olhar para trás. Não importava realmente que guilda ela havia entrado. Estava ansiosa e queria provar a todos que ela era forte e podia lutar... Assim que conseguisse um poder para ela.

Andaram até não poder mais. As pernas dela doíam mais do que tudo e não havia nenhum sinal de que Cornelia pararia. Layla queria chorar.

Quando chegaram a guilda, Viu um prédio pobre com um cheiro ruim que ela não soube diferenciar do que era e quando ela olhou para o lugar, viu que parecia ser até um pouco grande. Velho, mas grande. Parecia ter espaço para várias coisas, mas quando entrou notou que o lugar era mais antigo do que pensava. Apesar que não parecia tão ruim. Layla até achara um lugar incrível.

- Então... Horrível, não?

- Não parece tão ruim. Parece grande, na verdade.

- Grande?! É minúsculo! Você realmente nunca esteve em uma guilda, não é mesmo? Aqui tem apenas uma enfermaria, uma biblioteca e das simples, um auditório que pode aguentar no máximo 50 pessoas e apenas alguns quartos que ainda temos que dividir. Minha colega de quarto é realmente uma estranha, mas fazer o que...

- Não sou uma estranha! – disse uma garota aparecendo do nada. Ela era estranha. Tinha um cabelo azul comprido amarrado em um rabo de cavalo e parecia brava com Cornelia pelo que ela disse. – Quem é você?

Layla percebeu que a menina falava com ela.

- Hã... Sou Layla. – respondeu. – Você?

- May. – a menina estranha respondeu. – Bem-vinda! Eu também adorei esse lugar! Cornelia que é muito chata!

- Cala a boca May. Se me derem licença, vou voltar ao meu quarto.

- Não pode. Asuka mandou avisar que o mestre já vai falar com todos!

- Finalmente!

- Mas eu acabei de chegar... – reclamou Layla.

- Depois você resolve isso. – disse May pegando o braço dela e de Cornelia. – Isso é tão legal! Mais uma amiga!

- Não sou sua amiga. – disse Cornelia afastando o braço. – Você é uma idiota. Esse lugar é estúpido. Eu vim aqui apenas para poder tirar essa marca idiota e voltar para minha verdadeira guilda.

May fechou a cara.

- Então sai daqui e vai logo para o auditório. Talvez você possa ir embora ainda hoje e eu esteja livre de você.

Silêncio enquanto Cornelia fazia exatamente o que May dizia.

- Não ligue para ela. – disse a garota de cabelo azul. – Venha! Ainda tenho que avisar a Rose!

Layla gostara de May logo de inicio. Muito mais do que de Cornelia. Enquanto a levava até à tal de Rose, Layla pensava que tinha tido sorte em pelo menos conhecer alguém legal naquele lugar.

- Rose! – May começou a acenar para ela, sorrindo. A tal Rose tinha cabelos brancos e uma pele meio morena. Usava óculos e parecia meio desligada. Só percebeu elas quando estavam quase em cima dela.

- May?! O que houve? Viu o meu irmão? Ou Simon?

- Ah não. – May fez uma careta por algum motivo. – Vim avisar que o “mestre” avisou para irmos logo para o auditório.

- O tal mestre? Tá bom. E você? – ela perguntou á Layla.

- Layla. – ela disse. – Feliz em conhecê-la. Mas são poucas garotas nessa guilda não? Apenas quatro.

- Hã... – disse Rose. – May, você também tinha que avisa-la?

- Não vou fazer isso! – disse a menina. – Ela me assusta.

- Quem? – perguntou Layla curiosa. Mas logo depois, sua pergunta fora respondida.

- Não precisa me avisar. – disse uma garota atrás delas. – Já ouvi.

A garota era a pessoa mais assustadora que Layla já havia visto. Era uma garota... Bem, ela era bem mais baixa do que Layla... Mas parecia ter saído de algum filme de terror urbano. Olhou para elas e depois revirou os olhos, saindo de perto. Layla notou que havia um gato ao lado dela quando saíram.

- Quem é ela? – perguntou.

- Grace. – respondeu Rose. – Foi umas das primeiras a chegar, dizem que Asuka teve que atirar nela para ela vir.

- Se você acha Cornelia insuportável, essa aí nem se fala. Mas também não vale a pena.

- Foi maldade você não avisa-la. – disse Rose.

- Tanto faz. — ela disse. – Depois, eu não consigo encarar ela. Não consigo. Deve ter um poder incrível ou algo assim. Mas sei lá... É tenso.

- Muito. – disse Rose. – mas você também tem um poder incrível May-chan.

- Tenho, não tenho? Um dia eu ainda ganho dela.

Layla deu uma pequena risada. As outras riram também. Ela não sabia por que as outras riram, mas rira por que pensara a mesma coisa. Um dia seria tão forte que ganharia de todas ali. Mas não pensara naquilo de forma ruim. Só queria provar que era forte... E começar do zero era a melhor opção.

Notas finais
*-----* Então gostaram? Conseguem imaginar de quem cada uma é filha?
Não se esqueçam de comentar