The Dragon Tail
15 O final duma missão nunca é como esperamos - Karov
Notas iniciais
Karov já se sentia cansado de ficar lá esperando. Uma semana! E a mulher ainda nem tinha dado as caras! Finalmente agora que o garoto estava começando a ficar poderoso... Aff! Pelo menos agora teria outras missões. Será que seu pai deixaria ele pegar a missão do monstro de 1000 metros agora?
— Muito obrigado. – disse o dono do banco. – Vocês nos salvaram. Podem ficar com o dinheiro.
— Não obrigada. – disse Grace. – Afinal, não completamos a...
Mas a garota já fora empurrada para trás, Layla agora era quem apertava a mão do dono finalizando o negocio.
— Aceitamos sim, com certeza. – disse a loira. – Ajudamos o senhor, certo?
— Certo. – disse o senhor e o macaco deu a Layla o dinheiro. Karov sentiu os olhos brilhando. Estava tão feliz. Poderia comprar um videogame novo.
Layla colocou o dinheiro na bolsa dela dizendo:
— Não se preocupem, darei a parte de vocês no trem. – Karov não confiava muito nisso, mas não podia fazer nada ou mesmo se tentasse provavelmente acabaria matando sua colega de time. – Para você também Grace.
A maga do ferro que apesar do empurrão, praticamente não se movera um passo, apenas assentiu como se não ligasse à mínima.
— Ótimo. –disse ela. – Vamos agora, o trem já vai embarcar.
— Só um minuto. – avisou Layla. – Gostaria de passar naquela loja de magia antes. Algo me diz que tenho q voltar lá. Só que... Argh! Não posso! Ou o dono do lugar vai me pedir os 10.000 jewels!
— Como assim? – perguntou Karov assustado. – O que você fez para ganhar um desconto desses?
— Nada do seu interesse. – retrucou a loira. Grace revirou os olhos. – Bem, Grace-chan...
— Não. – recusou a maga do ferro. – E me chame só de Grace. E isso porque não uso meu sobrenome. Eu vou para a estação. Tchau para vocês.
E a garota se foi.
— Karov-kun...
— Não quero...
— Por favor... – implorou a loira. – Por favor! Por favor! Por favor!
— Argh! Tá bom! – disse o garoto. – O que eu tenho que fazer lá?
— É só perguntar sobre essa chave. – disse ela apontando para a chave da Camila. – Pergunte como ele conseguiu... Tenho uma boa impressão de que essa chave não deveria estar em uma loja em uma cidade comum.
— Hum... Certo. – disse de má vontade. A loira deu a chave na mão dele e apontou o caminho da loja. E depois se foi. O garoto revirou os olhos e foi em direção ao lugar. Ao chegar lá, bateu na porta. Um velho estranho abriu.
— Sim? – perguntou. – Quem é você?
— Meu nove é Karov. – respondeu. – Posso entrar? Tenho uma pergunta ao dono dessa loja.
— Ah, claro... – disse o homem, abrindo a porta para o garoto. Karov entrou e notou que era um lugar diferente das lojas que já tinha ido antes com os pais. – Sou o dono. O que deseja?
— Uma amiga minha comprou essa chave aqui mais cedo. O senhor pode me dizer de onde ela veio?
O velho riu ao examinar a tal chave. Depois entregou a Karov rindo ainda mais alto.
— Essa chave. – respondeu o velho. – Ah, essa chave! Eu a encontrei em uma viajem a uma cidade há anos atrás. Acho que se chamava Magnólia ou algo assim. Há 15 anos... Lembro-me que foi um dia estranho. A cidade estava em obra, parecia que uma guilda inteira havia morrido.
Karov estremeceu... Conhecia essa história. Mas não disse uma palavra.
- Eu era apenas um comerciante. – contava o velho. – Vi a chave caída no chão e vi uma oportunidade. Criei uma loja de magia. Vivo assim até hoje. Esse era um dos itens mais caros da loja. Mas deixei uma garota levar... Muito vacilo. Mas é sua agora, imagino. Se por caso agora está em suas mãos, é sua.
— Hã... Para mim é de minha amiga mesmo. – disse. – Obrigado pela informação. – Mas foi isso? Achou essa chave caída no chão? Tinha alguma ao lado dela?
— Eu não me lembro de senhor. Acho que sim. Mas também havia várias pessoas ao redor. Talvez outros tenham levado as chaves. Essa é a única que eu tenho.
— Quantas mais chaves tinham?
— Havia... Não sei dizer... Mais de 10 com certeza havia.
— Hum... Obrigado senhor. Estou indo...
O velho não disse mais nada quando Karov saiu. O garoto foi direto a estação e ao chegar lá se encontrou com Layla tomando um suco em uma cafeteria.
- NO CHÃO?! Há 15 anos... Você não acha que...
— Calma! – gritou o garoto tentando acalmar a loira. – Sim, talvez essas chaves tenham pertencido a alguém da Fairy Tail. Nós temos que olhar isso com o meu pai. Mas cadê a Grace?
— E eu sei lá. – falou Layla. – Ainda tenho que entregar a parte dela da missão. Pegue a sua.
E entregou ao loiro o pagamento dele. Olhou o dinheiro e contou as notas mais de três vezes.
— 150 mil jewels? – perguntou com olhos brilhando.
— É. Valeu 500.000 jewels no total. Eu ficarei com 150.000 e Grace com os outros 150.000.
— Mas ... Vai sobrar 50.000... – disse o garoto. – O que iremos fazer com o dinheiro?
— Você vai ver. – disse a garota sorrindo.
— O que você fez?
— Usei o dinheiro para poder comprar passagens em um transporte melhor. Trem-balas vão me fazer enjoar mais, mas pelo menos é mais rápido. – disse a garota feliz. – Agora vá ver se encontra a Grace. Embarcaremos em dez minutos.
— Não precisa. – disse a garota aparecendo atrás deles e quase matando os dois de susto, fazendo-os derrubar uma barraquinha de algodão-doce que estava no caminho. – O que foi?
— Nada. – respondeu Karov. – Aqui seu dinheiro. – disse pegando as notas das mãos de Layla e entregando à maga do ferro. – Onde estava?
— Ei, vocês! – gritou o homem da barraquinha. – Me devem 50.000!
— O QUÊ?! – gritou Layla. – Mas...
— Layla! – gritou o loiro.
Não fora só aquilo que fora destruído. Logo depois a barraquinha havia entrado em uma padaria e batido num fogão que com a pressão, explodiu, pegando fogo, depois disso, quando os funcionários tentaram apagar o fogo com uma vassoura, ela queimou e depois as cortinas que queimaram a parede de madeira, depois a padaria, e quando estava completamente queimada, a explosão passou de casa em casa (quem mandou fazerem casas de madeira) até chegar à loja de magia do mago que também queimou. No final foram 15 casas, seis lojas, três barraquinhas de cachorro-quente, uma de algodão doce e duas de picolé.
O prefeito, depois de ver toda a confusão, foi até Layla, que ainda estava chocada com tudo aquilo e levantou a mão dizendo:
— 350.000 jewels são o suficiente.
A loira quase caiu no chão.
— Calma! – disse Karov. – Eu ajudo a pagar isso. Grace!
- Aff... – disse a maga do ferro. – Esta bom. Mas serão 150.000 da conta dela, 150.000 da sua, e apenas 50.000 da minha. E isso porque sou gente boa.
— Ótimo. – disse o loiro aceitando qualquer coisa. – Pague logo isso e vamos para casa. Layla...
— Não foi minha culpa! – respondeu a maga celestial quase chorando. – Essa garota que aparece do nada.
— Não apareci do nada. – se defendeu Grace. – Foi você que se assustou por motivo nenhum.
— Acalmem-se! – pediu Karov quase chorando. – Por favor!
E foi assim que aquela missão acabou, a choros e gritos, sem ninguém conseguir entender quase nada. Mas o loiro sabia que aquele não seria o fim da verdadeira aventura e também que uma barraquinha de algodão doce seria o mínimo que eles ainda destruiriam no caminho.
***
- Chegamos! – gritou Karov quando finalmente haviam chegado a guilda. E como a localização era nas montanhas, ainda tiveram que andar muito mais até chegar a casa.·.
— Graças a Deus! – reclamava Grace, finalmente haviam chegado. Quando, de repente, Okky chegou chorando e gritando de algum lugar, pulando no colo dela. – Que foi bicho doido?!
— GRACE! SOCORRO! – gritou o gato parecendo morrer de medo de alguma coisa.
— AÍ ESTÁ VOCÊ! – gritava uma gata que Karov jamais visto antes. Ela tinha pêlo laranja uma boina na cabeça e parecia muito assustadora. – Seu gato imbecil! Derrubou leite na minha roupa!
— FOI SEM QUERER! – gritou fechando os olhos. – Ela vai me matar!
— Vou sim e... LAYLA! – a gata gritou notando a loira que tentava fugir pelo outro lado. – GRAÇAS A DEUS! SENTI TANTO A SUA FALTA! – começou a chorar e pulou no colo da garota. Depois deu uma tapa na cabeça dela. – Por que me abandonou?!
— Acho que sei por quê. – disse Okky, já de olho aberto, mas ainda morrendo de medo.
- Calado. – disse a gata. – Sou Liny para vocês dois. – Ela apontou para Grace e Karov. – Sou a exceed dessa garota aqui. Bem, pode começar a falar. Por que foi para esse lugar? O que é esse lugar?!
***
É hora do...
\\o/ “Pergunte sua dúvida” \\o/
( Obs. da autora: Agradecendo mais uma vez á Helscy pela ajuda na hora de responder as perguntas desta edição o/)
Grace: Olá o/
Layla: Bem-vindos novamente o/
Grace: ‘-‘ Do que está falando? Os leitores não saíram de lugar nenhum, provavelmente ainda estão na casa deles...
Layla: Foi modo de dizer ‘-‘ Vamos a primeira pergunta
Sasume Miyazaki — A Layla gosta de andar na moda? O Rain será o estilista que fará suas novas roupas?
Grace: ‘-‘ Rain? Estilista?
Layla: Eu gosto de andar na moda sim, é claro. Mas pergunto também: Rain? Estilista?
Grace: é serio isso?
Layla: Bem, ele desenha muito...
Grace: Pensei que ele ficasse desenhando você.
Layla: “muito corada” Hã... Bom depois eu vou ver alguns desenhos pra comprar a teoria u.u
Grace: Hmmm sei q você só vai ir ver os desenhos..... “olhar malicioso”
Layla: Grace “muito corada”
Grace: Eeeh Layla o que o povo vai pensar...
Layla: Grace próxima pergunta!
Sasume Miyazaki — A Cornelia vai lançar a sua grife: Beach For Bitches?
Grace: ‘-‘ E eu sei lá?
Layla: Uma grife de praia? ‘-‘ Acho que daria sucesso...
Grace: Hã... Não é só para praia...
Layla: Mas Cornelia poderia até ser uma boa estilista... Teria que ver isso depois...
Grace: u.u aposto que vai querer comprar, como diz no nome da marca, essa grife é para você Layla.
Layla: ¬¬ Não é nada!
Grace: é sim... XD
Layla: Próxima Pergunta!
Sasume Miyazaki — Quando a May vai sair pra tomar sorvete? U.U
Layla: ‘-‘ eu há vi outro dia indo na padaria... Mas na sorveteria... Acho que não.
Grace: eu nunca notei ‘-‘ Mas sei lá, ela deve ter ido lá algum dia. Apesar de que o sorvete da sorveteria do seu Tomé não é lá grande coisa. ‘-‘
Layla: Com certeza u.u Acho que uma vez, vi até sorvete de peixe lá. ‘-‘
Grace: Esse, o Okky gostou ‘-‘ Mas ele preferiu o sorvete de leite condensado.
Layla: Tá né... Próxima pergunta.
Sasume Miyazaki — O que aconteceria, caso o LFJ fosse atropelado pela May de Patinete?
Grace: Eu riria durante cinco dias inteiros e acabaria não tendo tempo para comer ou beber ‘-‘ então não seria bom para mim.
Layla: ‘-‘ Eu daria um jeito de conseguir beber e comer enquanto riria. E assim sobreviveria u.u Seria tão foda isso ‘-‘ Hum... Vou sugerir isso à May...
Grace: u.u sugira, enquanto isso vou investir nas pesquisar sobre poder sobreviver rindo por cinco dias inteiros sem parar...
Layla: Irei te ajudar, só vamos responder as perguntas primeiro ‘-‘
Sasume Miyazaki — O Simon vai morrer? *-*
Grace: espero que sim ‘-‘ Aquele cara é muito chato.
Layla: Nunca conversei muito com ele ‘-‘
Grace: Não queira. Uma vez eu estava andando normalmente pela guilda e o garoto não me deixou passar por que estava querendo bater em alguém ò.ó vê se pode... Até hoje não me lembro de quem...
Layla: medo.‘-‘
Grace: Por quê? ‘-‘ Aquele cara não mete medo em ninguém.
Layla: sei... ‘-‘ Bem, acabaram-se as perguntas.
Grace: JÁ?! O.O
Layla: Já, eu sei TT ‘-‘ Mas não se preocupem leitores, suas perguntas serão respondidas o mais rápido possível \\o/ Até a próxima!
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