Notas iniciais
Contém cenas de Sexo. Não recomendado para menores de idade.

O clima estava fechado e sombrio, parecia com que toda a cidade estivesse espalhando o espírito negro que havia em Regina, seu humor estava para lá péssimo e naquela altura ninguém poderia fazer nada.

Um dor constante próximo ao coração parecia ser um sinal que se final Feliz estava longe de ser um final, e nem um pouco feliz, Emma ainda estava lutando contra a Rainha do Gelo, mas Regina não estava nem aí para o que Swan estava fazendo.

Trancada em seu cofre seu pensamento voltava-se ao encontro de Robin e não parava de pensar no que podia ter sido se Marian não tivesse voltado ou se Swan não tivesse retornado ao tempo.

Isso podia ser uma saída pensou Regina, mas ao mesmo tempo teria que abrir mão de Henry e isso deixara de ser uma opção há muito tempo.

A dor parecia aumentar em cada respiração, Regina não quis preocupar o filho, então deu uma desculpa qualquer dizendo que estava pensando em algum feitiço para vencer a Rainha, mas na verdade havia algo mais que poderia ser feito. Morrer.

Henry ficaria bem, teria sua família de verdade como sempre quis, ficaria triste em perde-la ela sabia, mas naquele ano com Emma, Swan provou que poderia tomar conta dele, fazê-lo feliz, então não seria tão doloroso para ele. Afinal a quem mais Regina feria falta? Os moradores de StoryBrook finalmente voltariam para a floresta encantada, e Branca poderia por direito tomar posse do reino. Tudo ficaria bem, tudo terminaria feliz.

Até mesmo Robin, ele voltaria para a esposa, criaria o filho, e voltaria a ser um homem decente como estivera tentando ser antes da maldição chegar.

Tudo seria igual, tudo acabaria bem....

Por um minuto Regina pode esquecer a dor que a estava incomodando e deixou seus pensamentos livres imaginando como seria sem sua presença e não notou quando Robin sorrateiramente entrou ao cofre.

Ao abrir os olhos teve uma surpresa, e admirou-se ao ver o rapaz.

– Ora, não é que estou tendo um dejá vu, disse abaixando o diário.

Regina estava linda, com um vestido vermelho que atenuava todas as curvas de seu corpo, seus cabelos negros, soltos até o ombro, a pele perfeita, e o batom num tom quente, que transmitia todo desejo sentido por Robin.

Por um momento Robin ficou atônito, sem reação vê-la ali, diante dos seus olhos, sentindo-se triste e vulnerável, destruía toda sua coragem, não queria fazer aquela mulher sofrer.

– Regina, eu sempre vivi uma vida errada, tentando satisfazer o meu egoísmo, sem pensar no que as pessoas diriam de mim...

Robin, foi se aproximando de Regina, dizendo cada palavra olhando diretamente dentro de seus olhos, era como se ele quisesse que ela tivesse certeza que cada palavra era verdadeira.

– Eu sei.... tentou dizer Regina

– Não, interrompeu Robin, — Você não sabe o que é olhar para você agora e ver sua única chance sendo desperdiçada, você não faz a menor idéia do que é lutar contra todas as partes do seu corpo para não beijar você e faze-la minha mulher.

– Robin, eu.. Marian..

– Eu não a amo mais Regina, é você que me faz perder o sentido que me deixa sem reação sem saber o que fazer, perto de você eu perco a coragem, me sinto um covarde, e só consigo pensar em beija-la...

– Mas, você não pode.... (Sussurrou Regina, tentando esgueirar-se de Robin, que a essa altura já estava prensando-a na parede

– Não eu não posso.... Disse Robin, sedutoramente – eu não posso olhar para você e negar todos os esforços que tem feito para salvar Marian, mesmo que isso signifique me perder, eu não posso cobiça-la, desejar que o mundo pare que a cidade exploda só para que eu possa tê-la em meus braços...

– Não... disse Regina arrepiada.

Robin, não estava mais suportando a vontade de beijar Regina, esqueceu todos os seus princípios, todos os deveres patrimoniais, e só conseguia pensar em uma coisa.... Tê-la.

Ao olhar os olhos de Robin, Regina pode ver todo o amor e desejo estampado em seus olhos, o toque de seus dedos sob o cós da saia, tocando a pele nua de Regina a vez arrepiar, Robin, estava acariciando-a com a fase, o pelo de sua barba raspando em seu rosto, o clima envolvente, Robin então a puxou para perto de sí, e a beijou.

Seus lábios tocaram os dele, fazendo seu gosto tornar-se como mel, um mel tão doce e puro, que não conseguia deixar de provar, sua língua entrelaçando-a com a dele, seus dentes beliscando seus lábios, a adrenalina que sentia fazia com que todo o corpo de Regina se rendesse ao prazer.

Encostada na parede fria do cofre, Regina entregava-se aos carinhos de Robin, deixando com que ele explorasse todo o seu corpo. Pelo reflexo no espelho, pode vê-lo, abaixando a alça do vestido, e abrindo o zíper dourado que ia do pescoço até seu quadril, pelo espelho pode ver as costas nuas de Robin, marcadas por músculos e cicatrizes.

Robin a colocou de costas no chão gelado do cofre, acariciando todo o seu corpo, peijando seu pescoço, era uma sensação única para Regina, fazer amor assim, sem segredos, sem armadilhas, sem manipulação, apenas o desejo que os dominava por completo.

Robin sabia como faze-la sentir prazer, o leve toque de sua mão a deixava arrepiada, seus beijos acalorados, tomava conta de cada sentido de Regina, aos poucos ele fora descobrindo cada parte dela, tornando-a dele para sempre.

Regina sentia a excitação do parceiro, crescendo a cada minuto, Robin estava muito ofegante e a todo instante provocava ondas de arrepio arranhando suas costas e chupando seus mamilos. Ao despir-se de sua calcinha Regina podia sentir sua vagina molhada de excitação. Robin a masturbava com os dedos a deixando cada vez mais excitada. Regina o beijava com graça e ternura, suas mãos passavam por seus cabelos bem cortados, seu peitoral definido e por seu pênis ereto de tesão. Regina beijava Robin pelo corpo todo se prolongando com beijos na orelha e palavras de excitação. — aí Robin, você eh loco. Não para.... Aí que gostoso... — hum... Sempre quis você Rob. Ele tirou sua cueca deixando seu pênis a mostra duro de tanto prazer. Era uma sensação única achava que ia explodir de tensão

Não podia mais aguentar. Penetrou a amada com um tranco forte sentindo que estava todo dentro de Regina, começou um movimento de estocadas a cada segundo intensificando mais. Os gemidos de Regina o deixavam fora de si. E ainda em êxtase podia sentir o corpo de Regina cavalgando sobre ele explodindo de tensão. — vou gozar em você sussurrou Robin. E com gemido de prazer percebeu que havia chegado ao clímax de toda aquela loucura.

Então Regina pôde senti-lo dentro de sí, era único, como se todo o seu corpo se completasse, eles se tornaram uma só carne e o pacto de alma estava sendo consumado naquele momento.

Regina permanecia sobre ele. Ambos molhados pelo suor. Com as mãos entrelaçadas a suas Regina descansava sobre os ombros de Robin, queria que aquele momento não acabasse nunca mais. Estava com a mulher de sua vida em seus braços e nada e ninguém iria separá-los.

***

Notas finais
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