The Diary Of A King Off The Armature

16 Bem-vindo ao tédio, ou não...


Notas iniciais
OiOi, desculpem a demora, mas eu estava um pouco ocupada...
Neste cap. eu pulei alguns dias (mês), que foi onde ele descobriu o que ele tinha virado. Estes dias vocês só saberão o que aconteceu neles mais para frente, no final da fic ok?
Boa leitura povooo!!!

1 de Fevereiro de 1189 – castelo

Meu primeiro dia neste tedioso castelo, acordei tarde e já estava em minha cama, eles provavelmente me trouxeram durante a madrugada, ou fizeram com que me achassem em algum lugar afastado, eu não faço ideia do que fizeram os humanos pensarem, eu só preciso descobri. Como estava fome, mandei meus empregados prepararem um banquete para mim, embora eu saiba que não adiantará de nada pois, nenhuma banquete matará a minha fome. Chamei meu conselheiro e perguntei o que tinha acontecido comigo, como eu sumi e como eu fui encontrado, fingia que não me lembrava de nada e fazia ele me contar tudo que sabia ou quem sabia mais coisas para que eu obtenha as minhas respostas.

Eu não posso me desleixar, não posso dizer uma só palavra do que eles são, de onde se encontram ou do plano que eles tem para a humanidade e muito menos do que eu me tornei, tenho que tentar ser o mais “normal” possível, tentar ser como eu era antes.

“Eu realmente não sei se eles tem pistas de quem o capturou meu senhor, a única coisa que me contaram é que encontraram o senhor na praça da Ressureição. Dois homens altos e bem-vestidos o entregaram na porta do castelo para os seus guardas, meu senhor, mandaram lavá-lo e confortá-lo em seus aposentos, e foi o que seus criados fizeram, com você ainda desacordado”

Estes dois homens altos só pode ser do nosso ninho, da nossa família, com certeza eles eram Stann, e Crusht. Mandei o homem em bora, me deixando sozinho. Pouco tempo depois anunciaram uma visita, como de costume eu me vesti e desci para a sala branca – onde recebemos as visitas onde ninguém pode entrar a não ser que seja chamado por mim.

Quando entro, encontro Kelesy em uma poltrona me esperando, ela estava com um vestido vermelho provocante, um vestido que nenhuma mulher desta época teria comprado ou mesmo o usaria, logo pude concluir que ela teve uma ajudinha de Cronos.

“Oi meu amor – ela se levantou e veio em minha direção”

“Oi linda, saudades de mim?”

“Muita – nos beijamos, como sempre, um beijo de desejo, intenso”

“Venha, vamos sentar”

“Como vai sua missão aqui neste palácio?”

“Uma chatice, se você realmente quer saber”

“Por isso eu vim, vou dar uma animadinha por aqui”

“Ummm... uma animadinha é?”

“Pode tirando esse sorrizinho do rosto que não é isso não, eu vou me mudar e também vou chamar reforços”

“Tudo isso para eu me sentir em casa?”

“Você tecnicamente deveria se sentir em casa, afinal, esta aqui é sua casa, ela pertence você”

“Mas você sabe que aqui não é mais o meu lar, o meu lar é com vocês, o meu lar é lutando, na rua... – ela me interrompeu”

“Em breve meu caro guerreiro, muito em breve você nos será útil”

Peguei a mãe de Kelesy e a conduzi até as escadas e após passarmos delas, até o meu quarto, “arrumamos” a sua “mala” e tomamos café, comemos todo aquele banquete que eu mandei preparar e não deixamos sobrar nada, todas as comidas e todas as bebidas acabaram rápdamente.

Fomos até o campo caçar e lá ficamos o dia inteiro, caçando e comendo, aproveitando as reservas do castelo que são terras restritas ao rei – no caso à mim — e um lugar onde nenhum criado ousaria ir.

Voltamos ao castelo assim que escureceu e ficamos rondado o castelo as escuras, afinal, nós somos criaturas do escuro, criaturas da noite, não gostamos da luz solar, vivemos escondidos esperando a nossa próxima vítima, mas como ainda não possuímos a nossa verdadeira aparência e quase nada pode nos matar, temos que aproveitar o quanto der.

Notas finais
Povo le mãe né, porque ninguém lê essa bosta de fic... só sei de 2 pessoas que acompanham.... mas espero comentários ok?
Beijo!!!!!
xx