The Devil Within

1 E aí? Sou Eleanor Proventian.


Notas iniciais
Oi meus anjos *u*Ok, primeira fic. Tentei não fazer o primeiro capítulo muito chato. Acho que consegui escrever muita coisa.Boa leitura :3

Ah, a vida.

Algo tão comum, não é? Claro, afinal, podemos ver ela andando por ai qualquer dia desses. Cada um vive sua vida do jeito que quer. Espere, isso não é verdade. Óbvio que não: a maioria das pessoas não vive sua vida do jeito que quer. Isso por causa da sociedade corrupta que encontramos nas grandes – e pequenas – cidades do mundo. Também pelas pessoas inúteis, que não gostam de trabalhar. Toda vez que me perguntam o que eu acho da vida, eu respondo claramente:

“ Vejo a vida como uma balança. Imagine que um dos lados da balança está um dos inúmeros políticos corruptos que trabalham no governo do país. Do outro lado, está você, uma pessoa normal, que trabalha, ganha um – injusto – salário, tem filhos, um marido ou esposa. Quando comparamos a quantidade de dinheiro que cada um dos lados possui, o político sobe completamente. Agora, compare a consideração pela sociedade de alto calão do governo que cai sobre cada um dos lados. Isso mesmo: o político subiu denovo. “

Óbvio que ninguém entende. Se você parar para pensar, conseguirá interpretar minha resposta.

Não?

Seu inútil.

Bom, como sou uma pessoa legal, vou explicar.

Espera, não sou uma pessoa legal. Pelo jeito, vou manter essa teoria para mim mesma, vocês que se fodam.

Meu nome? Eleanor Roose Proventian. Sim, é um nome diferente, mas quem sou eu pra questionar minha mãe, né? A pronuncia é a mesma de todas as Eleanores do mundo: Êlêanôr Rúsi Provêntiân. Ganhei essa linda denominação em homenagem à primeira-dama dos EUA ( 1933 – 1945 ). Ah, e sabia que o cara que ela se casou, no caso o presidente, era primo de 5º grau dela, também? Não que eu vá me casar com um primo distante meu ( na verdade nem sei se chego aos 30 ), mas que velha safada, hein? Continuando. Eleanor: nome de origem grega, seu significado é compaixão, transmite agilidade, personalidade múltipla, sintonia com o mundo e espírito aventureiro.

Acho que não. As únicas coisas escritas aí que se encaixam em meu perfil são a origem grega ( minha mãe é grega, ela nasceu lá e se mudou para cá aos 5 anos ) e a personalidade múltipla ( se bem que não tenho certeza. Bipolaridade pode ser considerada personalidade múltipla? ). Ah, é. Eu sou bipolar. Para falar a verdade, eu não sou bipolar, eu sofro de transtorno bipolar. Se tem uma diferença? Mas é claaro, meu amigo. A diferença é:

Bipolar: menininhas cu-doces que ficam o dia inteiro no computador postando coisas no We Heart It, coisas que são fantasias do que elas queriam ser, mas não são. As tais menininhas insistem em falar que são bipolares, por que é algo, na mente delas, legal.

Sofre de transtorno bipolar: As pessoas que são caracterizadas por sofrerem de alterações de humor que se manifestam como episódios depressivos alternando-se com episódios de mania (período de euforia, atividade cognitiva e física intensa e falta de auto-controle e bom senso).

Nem sei se meu português tá certo, mas foda-se, espero que tenham entendido.

Ok... continuando.

Família?

Preparem-se para rir.

Em resumo, minha família é toda fudida.

Primeiro que eu não tenho pai.

“ Ah,Eleanor, como assim você não tem pai, tu é um alien? “

Não. Meu pai era um cara que fez nheco-nheco com minha mãe, engravidou a coitada, ela me teve e ele nos abandonou. Sim, ele simplesmente sumiu, como se nada tivesse acontecido. Enfim, espero que ele esteja nos Jogos Mortais, mesmo que eu não sinta falta dele como um pai.

Minha mãe é uma pessoa bem incomum. A maioria das mães do mundo ensinam as suas filhas como cozinhar uma lebre recheada de algo novo, ou a limpar a casa. A minha?

Ela me ensinou à aguentar mãos-bobas em boates e postos de gasolina e ainda me sentir uma dama, e como acender um cigarro sem chamar muita atenção num lugar público. Incomum, certo? O nome da mulher que fez a proeza de me criar é Amelia ( pronúncia é Amília ), ela é uma empresária de sucesso que viaja todo mês por 20 dias para algum lugar. E sim, uma mera garota de 17 anos como eu, que sofre de transtorno bipolar, é deixada em casa, sozinha, pela mãe. Mas eu a entendo: eu sou responsável quando se trata de sobreviver, por isso, Mamãe confia em mim.

Ok... o resto da minha família nos despreza por tudo que eu falei antes: a mãe que sempre viaja e não ensina coisas bonitinhas para a filha, a filha com transtorno de bipolaridade e problemas sociais, o pai que nunca mostrou a face. Para mim, o povo só vai no meu velório ou no da minha mãe em busca de herança, por que, sem ofensas, acredito que minha mãe tem muuuuito dinheiro.

Assim termina minha família.

Ah, eu.

Já falei meu nome, por que não explicar minha aparência. Ok, preparem os sustos.

Sou alta, muito magra, com curvas razoáveis. Possuo longos cabelos loiros,que vão até o meio das minhas costas. Olhos azuis de tamanho médio com cílios irregulares, que sempre estão com certa aparência escurecida abaixo da pálpebra inferior, ou seja, olheiras, devido ao fato de que troco o dia pela noite quase toda hora. Meu nariz é fino e tenho lábios grandes, mais ou menos grossos. Em minha face, há pelo menos três ou quatro piercings, eu já perdi a conta, eu acho. O que eu sei que tenho são: um na sombrancelha, um no septo e por fim um estilo “spiderbite”. Meu corpo é cheio de tatuagens. Meus braços são cobertos por tatuagens de coisas aleatórias que tenho preguiça de citar. Tenho um símbolo anti-possessão no meu pescoço ( sim, eu vejo Supernatural ), uma cobra em minha perna feita de um jeito que dá a impressão de que ela está enrolada na minha batata-da-perna. E por fim, duas asas de anjo nas costas. Lembrando que minha mãe me deu permissão para tudo isso.

Acordei em minha cama.
“ Nossa, Eleanor, para de ser tão óbvia. “

Viu, é nisso que dá não escrever bem.

Enfim, minha cama é uma cama de casal de cabeceira preta, e tudo preto. Me levantei, eu não havia bebido ontem á noite, por isso eu não acordei na casa de algum desconhecido ou com ressaca. Meu cabelo estava como toda vez que acordo: exageradamente bagunçado. Podia jurar que havia uma mosquinha morta em meio aos fios sujos e bagunçados. Olhei para o relógio: 6:30 a.m. Ótimo, tenho uma hora e meia para ir até a escola.

Aproveitando que não havia ninguém em casa, enquanto andava em direção ao banheiro já fui tirando o pijama. Blusa, calça e meias. Pronto, agora estava andando até o banheiro apenas de roupa íntima. Na verdade, apenas de calcinha.

Lindo.

Seria apenas outro dia normal ( considerando que essa é minha rotina diária ) se eu não ouvisse um barulho abaixo das escadas que levam para o hall de entrada. Arregalei os olhos.

– Tem alguém aí? – Gritei. Nem me preocupei com o fato de eu estar só de roupa íntima, ia chutar a bunda de seja lá quem estivesse ali de qualquer jeito. Peguei um enfeite ( que provavelmente valia muito, mas foda-se ) para usar como arma. Me considerei sortuda por meus cabelos cobrirem um pouco dos meus seios. Desci as escadas brancas que faziam uma pequena curva e levantei o enfeite, preparada para atacar.

Fui até a cozinha.

Espera? O invasor estava procurando algo.. na geladeira?

– EMILIE! VOCÊ ME ASSUSTOU, FILHA DA PUTA. – . Gritei. Emilie Boccke é minha melhor amiga. Ela possui cabelos castanhos, longos e lisos e olhos verdes. É magra, e tem as mesmas olheiras que eu.

– Eu sei. Essa era minha intenção. – Ela dá um sorriso brincalhão, arqueando as sobrancelhas. Retribuo-a com meu sorriso que parece de bebê e a abraço. Ah, eu não me importo de minha melhor amiga me ver só de calcinha. Ela é lésbica.

É.

Eu nunca fiquei com ela, mesmo sendo bissexual. Nós temos uma relação parecida com a de irmãs. Mas isso não impede de darmos alguns selinhos.

– Temos uma hora e meia até a aula começar. Saí mais cedo de casa, é minha vez de certificar que você tomou os remédios. – Que trocadilho podre. Ela mostrou a língua e eu fiz o mesmo, sorrindo. Enfim, dei um controle de televisão para a garota e subi as escadas para tomar banho. Entrei no banheiro revestido de mármore. Admito, eu gosto da minha vida, eu gosto do fato de eu ter dinheiro. Liguei a banheira e a enchi de espuma. Retirei o resto das roupas e entrei. Relaxante. Eu poderia ficar num lugar desses para sempre.

Coloquei minhas mãos na barriga, prensando-a. De acordo com o rugido que meu estômago deu, eu estava com fome. Estranho, muito estranho, por que eu me sentia ótima. Se eu ouvisse o médico, estaria considerando o que ele falara sobre meu momento de euforia exagerada, resultado do transtorno bipolar. Mas não ouvi, eu parecia bem. Trinta minutos depois, a espuma já havia cessado. Saí da banheira, tomei uma ducha fria e peguei a toalha azul felpuda. Enrolei-a em meu corpo e saí do banheiro, que dava para o closet.

Minha mãe é responsável por metade do meu closet. Ela é nova e entende meu estilo mais desleixado. Já acharam que ela era minha irmã. Peguei uma calça jeans preta bem rasgada e uma blusa bem larga que imitava uma blusa de basquete, feita de... aquilo era poliéster ou malha de titânio? Enfim, a regata ia um pouco além da cintura, era larga, branca com a palavra “Rebel” gravada numa escrita vermelha desleixada na frente. Coloquei inúmeros braceletes de couro nos pulsos e coloquei um tênis muito especial no pé.

Desci as escadas, penteando os cabelos com uma escova de cabelo roxa e encontrei a querida Emilie ( que estava usando uma roupa parecida com a minha ) jogada no sofá comendo uma barra de chocolate. Folgada. Ela olhou para mim e estendeu a barra.

– Não quero. – Sorri. – Na verdade, estou muito bem comigo mesma hoje. Acho que nem preciso comer. Dormi muito bem, fui dormir às quatro da manhã e acordei seis e meia. Dormi demais, acho. Nós vamos pra loja até a aula começar? Eu quero ir, aquela senhora que fica encarando a máquina de Milk-shake é engraçada. Ei, você quer um Milk-shake? – Nem percebi que havia disparado a falar.

– Eleanor, está falando demais de novo. – Emilie me alertou, dando risada. Fiquei com uma cara do tipo “ Poker Face “, de acordo com a garota. Afinal, não posso ver minha própria face. E disparei novamente.

– A cara estilo pokerface é legal. Ah, você me lembrou a música da Lady Gaga! Eu ouvia muito ela, acho ela muito legal. Nossa, que ironia, a cara e a música são legais. – Dei uma risadinha novamente. – O clipe é estranho, acho que tem a ver com poker, o jogo. Ei, já te perguntei se você quer Milk-shake? – Disse, saltitando por aí, ouvindo Emilie disparar a rir. Não sei por que ela estava rindo, não vi graça, só perguntei se ela queria Milk-shake, poxa.

– Ai ai, Eleanor. Você é uma pérola. – Emilie ri, encarando minha face inocente. Ela se levantou, partindo metade da barra de chocolate e me dando a metade intacta. Mordi o doce e Emilie me puxou pela mão até a porta de casa. Lá, ao lado da porta, havia um desses lugares de pendurar casaco onde, ao invés de casacos em si, havia uma touca preta. Peguei a touca e a coloquei na cabeça, sentindo o calor que ela transmitia. Agarrei as chaves de casa no porta chaves ( como se não fosse óbvio as chaves estarem no porta chaves ) e por final, antes de sairmos, peguei um par de rodinhas para tênis. Sim, eu ia para a escola de patins. Pelo menos, era um tênis que possuía rodinhas portáteis. É.

Prendi as rodinhas nos tênis e abri a porta, conseguindo equilíbrio. Tranquei a porta branca da mansão de minha mãe e observei Emilie pegando seu skate encostado do lado de fora da casa. Observei a passarela de concreto que levava ao portão da mansão, e os mordomos já abrindo o portão para mim. Ser rica é legal, mas as vezes fica irritante. Acelerei com os patins, disparando por causa da pequena descida que a passarela dava até o portão. Após quase atropelar o pobre de um mordomo, cheguei na rua. Me assustei com um carro que quase me atropelara, mas depois comecei a rir que nem uma hiena, junto com Emilie. Fomos patinando e skatiando pela rua, indo em direção à loja da mãe de Emilie. Era uma loja de departamento onde fazíamos um pequeno estágio.

“ Ah, Eleanor, você é rica, por que trabalha? “

POR QUE EU QUERO, PORRA!

Continuando,

Você já viu o filme “ De volta para o Futuro? “

No filme, o principal, Marty, anda de skate. É como ele se locomove pela cidade. Mas, como a sociedade sempre acha uma maneira mais fácil de fazer as coisas, Marty geralmente agarrava em uma caminhonete enquanto estava no skate e o carro fazia todo o trabalho de locomovê-lo.

Bom, é exatamente isso que eu e Emilie fazemos.

Enquanto descíamos a rua, avistamos uma caminhonete parada, esperando o sinal abrir. Dei um sorriso malicioso para Emilie e fomos descendo até a caminhonete. Por pouco não conseguimos segurar no veículo, pois logo que seguramos na parte de trás o sinal abriu. Tivemos sorte que a caminhonete passou bem na frente da loja, e o motorista nem nos percebeu. Chegamos na frente do estabelecimento e colocamos nossos “ veículos “ nas mochilas.

A mãe de Emilie é igualzinha à ela: cabelos castanhos e olhos verdes. A diferença é que ela era trinta anos mais velha que a filha. Continuando, entramos na loja e fomos até a mulher no balcão.

– E aí, mãe. – Emilie saudou-a, dando um sorriso e colocando as mãos no balcão.

– Olá, querida. – Eu me impressionava com a diferença de personalidade das duas. – Vocês terão estágio amanhã, das 4 ás 6. É pequeno, se considerem sortudas, eu contratei mais cinco garotas que procuravam por estágio e elas terão que trabalhar por mais tempo amanhã. – A mulher sorriu carinhosamente. – Oh, como sou mal educada. Como vai, Ele? – “ Ele “ é o carinhoso apelido dado por Emilie para mim, e como consequência, toda a família da garota me chama assim. Sou considerada como irmã da Emilie, ou algo assim. Digamos que eu sou amiga de Emi ( meu apelido para ela ) à muito tempo.

– Muito bem, senhora Boccke. – Respondi, sorrindo, simpática, colocando minhas mãos do balcão também. Fiquei meio decepcionada com o tempo de estágio que faríamos amanhã. – Aaaah, é tão pouco tempo! Eu posso trabalhar mais se quiser. – Fiz bico, olhando, triste, para sra.Boccke.

– Não exija muito de você, minha querida. – Emilie, sua mãe e toda sua família sabem que sofro de bipolaridade e sabem que é um dos sintomas eu não saber meu limite. – Ah, já está na hora de irem. Emilie, Ele, podem pegar qualquer coisa para comer da loja, é por minha conta. Principalmente você, loirinha. Está muito magra. – A mulher sorriu. Saí andando saltitante até a estante de comidas industrializadas. Lá estava uma garota, de mais ou menos de minha idade. Ela tinha cabelos castanho-escuros e olhos cor de chocolate. Ela usava o uniforme da loja.

– Ah! Você é a nova trabalhadora daqui? Bem vinda! – Saltitei até ela, sorrindo. Ela me mandou um olhar de nojo, pelo menos é o que parecia. Arqueei minhas sobrancelhas e me virei, assustada, pegando uma bandeja de sanduichinhos circulares num desses lugares refrigerados, e saí andando, me encontrando com Emilie e saindo da loja. Coloquei as rodinhas nos tênis novamente e fomos até a escola.

Ah, a escola.

Era um lugar gigante, cheio de pessoas de todos os tipos.

Logo que fomos entrando na escola revestida de mármore branco, Sean, meu melhor amigo,já foi correndo até nós. Sean Daggers é um cara mais alto que eu ( isso é possível? ) de cabelos pretos bagunçados que vão mais ou menos até a nuca e olhos cinzentos hipnotizantes. Podia se ver uma pequena barba crescendo em seu queixo.

– E²! Achei que não iriam vir! – “ E ao quadrado” é como Sean nos chama quando estamos juntas. Acho bem criativo. Bom, Emilie conseguiu parar o skate. Eu, pelo contrário,estava rápida demais.

– Seeeean! – Berrei, balançando os braços, tentando parar. Acabei por cair em cima do garoto, trazendo ele junto para o chão. Disparamos a rir, mas, devido as rodinhas do meu tênis, cada vez que eu tentava levantar eu caía novamente em cima do garoto que tentava levantar também, o que gerava mais risadas, tanto nossas quanto das pessoas ao redor. Emilie não podia nos ajudar, estava no chão de tanto rir. De repente, mãos fortes me puxaram para cima. Quando olhei quem havia me puxado, ainda estava quase chorando de tanto rir. Limpei as quase-lágrimas e consegui identificar quem havia me ajudado. Na verdade, não. Eu não conhecia. Tinha tanto cara de professor, quanto de aluno. Ouvi murmúrios ao meu redor.

“ É o professor novo. “

“ Sério? “

“ Não sabia que ele era assim! “

De fato, o tal professor novo era muito bonito. Ele tinha olhos e cabelos da mesma cor: castanhos. Mas tinha uma face delicada. Ele estava rindo, acho que tinha visto o acidente.

– Você está bem? – Ele me perguntou. Eu ainda estava me apoiando nele, por causa dos patins.

– Sim, estou. – Sorri, enquanto tirava as rodinhas do tênis. Quando me certifiquei de que não iria acabar beijando o chão, parei de me apoiar.

– Ok, então. Mas deveria dar uma olhada nisso aí. – O homem apontou para um esfolado em meu cotovelo que estava quase invisível por conta das tatuagens.

– Ah.. estou bem. – Sorri, envergonhada, com os cabelos totalmente bagunçados. Ele foi embora, subindo as escadas para a sala dos professores. Emilie se aproximou de mim, e sussurrou no meu ouvido.

– Ele gostou de você.

Retruquei:

– Cala a boca. – Eu afastei a face da coitada com a mão, sem dó nem piedade, dando uma risadinha.

– Só sei que isso tá doendo pra caralho e tenho que enfaixar. – Admiti.

Notas finais
Oi de novo, meu povo.Sobre a aparência das personagens...Eleanor: http://data1.whicdn.com/images/95853833/large.jpg( Sim, é nossa querida Cara :3 )Emilie: http://data2.whicdn.com/images/95525485/large.png( Sim, Kristen Stewart. Não gosto muito de Twilight, mas foi como imaginei ela. )Sean: http://31.media.tumblr.com/2c6cbdc862cefae5c18598a2b42d4740/tumblr_moyfphtP9C1qkmo7fo1_500.jpg( esse não sei quem é, se alguém souber, me diga ;-; )ENFIM, SE VOCÊ CONSEGUIU LER ATÉ AQUI, MUITO OBRIGADA ♥Sinta-se abraçado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.