Notas iniciais
Olá gente!! ♥ Aproveitem o capitulo! Ele é dedicado á Lú Oliveira. AVISO: O CAPITULO CONTÉM PALAVRAS DE BAIXO CALÃO, SEXO E MUTILAÇÃO.

POV Bella

Caminhei, absorta, pelo estabelecimento agitado acompanhada por Duane que sorria e acenava para as pessoas; Um demônio popular, era tudo o que me faltava agora.

Depois do que pareceu séculos e muitas apresentações, já conhecia e era conhecida pela maioria dos que frequentavam assíduamente a boate. E para minha surpresa eles eram humanos.

Nosso real destino era a Mesa dos Cinco, como era chamada, eu particularmente achei ridiculo; Que tipo de pessoa dá nome á uma mesa? perguntei ao homem do meu lado enquanto esperavamos nossa bebida.



– Explicaremos depois. Tem muita coisa sobre o seu novo mundo que você não sabe, boneca. — Tomei aquilo como um encerramento á pergunta, então mudei de assunto, não sabia do que ele capaz de fazer, e eu ainda era humana. Perguntei quem eram aqueles que habitavam a Mesa dos Cincos e que a tanto nos encaravam com afínco.



– Aqueles são Átala, uma súccubo. — Disse apontando para uma mulher de cabelos que mais pareciam fendas ruivas, olhos azuis penetrantes e uma pele alva. Ela era incrivelmente linda, e mesmo de longe senti a sensualidade que ela emanava. Excitei-me, nunca havia sentido isso por uma mulher; Apenas com Edward. Não me deixei abater, mantendo a face mais neutra possível, concentrei em Duane que agora apontava para um loiro alto e com olhos verdes-cinzas, hipnotizantes. — Aquele ali, o gigante, é Abel, um vampiro de algumas décadas. — Acompanhei sua risada, com a minha um pouco mais maliciosa do que pretendia, agora entendia seu interesse em mim. Além do magnífico sangue que corria por minhas veias, havia também todo o sangue de Charlie espalhado por meu corpo, rosto e roupas. — O loiro, Chris, também um demônio. — Galanteador, Chris piscou para mim, sorrindo. Tinhamos nos aproximado consideravélmente deles, estavamos a apenas alguns passos deles quando eu o vi. — E este é Aaron, um vampiro.



Aaron me encarava, quase confuso, talvez pela minha reação. Como aquilo era possível? O que estava acontecendo afinal? Minha mente pediu, abri e fechei a boca algumas vezes tentando falar, porém nada saiu.

– Jasper? — Proferi, por fim, cautelosa. Não sabia o que estava sentindo, mas com certeza confusão era a emoção mais predominante, principalmente quando sua face mudou de curiosidade para ódio. Levantou-se em um pulou, rugiu e apontou o dedo para mim, recuei.

– Não me confunda com aquele bastardo! — Ele grita, todos os que estavam ao nosso redor ignoram a briga, parecem alheios aquilo, como se acontecesse todo o tempo e agora sabendo a origem de suas naturezas, não duvido que realmente aconteça.

Com uma velocidade surpreendente, Duane se coloca á frente de Jasp-Aaron, contendo-o junto com os outros.

Me pus a pensar, se aquele não era Jasper e sim Aaron, como Duane o apresentou então por que este era tão parecido com ele? E por que ele ficou com tanta raiva só por ouvir seu nome? Teria Aaron algo haver com Jasper e o resto da familia Cullen?

Passaram-se alguns segundos antes que eu percebesse que Aaron não mais era o foco do grupo, e sim eu.

Respirei fundo, uma, duas, três vezes. Tinha que me acalmar, antes que um alvo fosse posto em minha cabeça, novamente.

– Quem é esta, Duane? — Sibila Átala.

– Sou Bella. — Respondo antes do demônio; ninguém falaria por mim novamente. Me viro para o moreno que me espiava inquisidoramente. — Me desculpe, é só que você é muito parecido com alguém que eu conheço.

– Então você conhece meu irmão? Como? — Irmão?, repito em mente. Nunca soube que Jasper teve um irmão. Como saberia? Você nunca foi importante o bastante para aquela familia para saber algo desse tipo, afinetou-me a voz me fazendo ferver de ódio, primeiro pelos Cullen e por mim por fazer novamente papel de boba.

– Irmão, é? Se você é irmão do Jasper então sinto dizer que temos um problema. — Disse séria, mas com os olhos em brava. Aaron sorriu malicioso, levantou a sobrancelha e se aproximou não me mexi. Nesse mometo, agradeci por não ter meu senso de perigo, não iria recuar com medo.

– Sério? E por que isso? — Falou, risonho. Vi vermelho, não me deixando encantar por seu sorriso. Era lindo, mas muito parecido com Jasper.

– Por que seu irmão filho da puta tentou me matar. — Falei de uma vez, bufando e cruzando os braços. — Então é, nós temos um problema sim. — Os nossos espectadores me olhavam espantados, acho que eles não estavam acostumados de ver um humano bater de frente contra um vampiro.

Aaron toca meu rosto e levanta meu queixo, com os olhos cravados no meu e com a voz rouca diz:

– Então seu problema é com ele, minha bela. — Ele disse, tive mais uma vez que me concentrar para não me perder em sua beleza. Me enchi de raiva, quando será que eu seria bonita como eles? — Além do mais, eu dúvido que estamos falando da mesma pessoa. O Jasper que eu conheço já está morto a muito tempo.

– Ele é um vampiro, como você. — Digo, petulânte e ainda brava, só um pouco. Recuo um pouco, vejo a fúria passar por seus olhos e um sorriso sádico se abrir em seus lábios rosados.

– Ainda assim, Jasper não seria capaz de fazer mal a um mosquito. Ele é um idiota. — Minha vez de sorrir, levanto as sobrancelhas em desafio.

– Tenho certeza que não esqueceria o rosto de alguém que tentou me matar, mesmo a lista sendo grande. — Aaron e todos os outros me olham de cima a baixo, me cercando.

– Conte-nos sua história, pequena. — Diz Chris, sua voz polida e macia como as nuvens. Parecia um tanto inofensivo, e isso bastou para que eu ficasse em alerta.

Ainda assim o fiz, contei toda minha história e no fim, eu via o espanto em seus olhares mesmo que eles mantivessem suas faces neutras.

– Não é algo que se escuta todo dia não é? — Digo, bebendo de minha segunda tequila. Haviamos nos sentado na mesa e pedido mais uma rodada de bebidas, se eu achava que eles eram bonitos de longe, vê-los tão de perto foi quase como um cego vendo pela primeira vez.

– Com certeza não é, humana. — Disse rude Átala. Estreitei os olhos, o que estava acontecendo ali? Quis perguntar, porém sua fala me trouxe uma dúvida.

– Humana por pouco tempo. — Disse, mas logo completei olhando para o demônio á quem vendi minha alma. — Assim espero.

– Bem, não é tão facil assim boneca. Você tem que fazer algumas coisas.

– É, algumas coisas que talvez você não vá gostar. — Completa Átala, que está se mostrando uma verdadeira cretina. Respirei fundo e expirei, mantenha a calma, falei para mim mesma, não é ela que vai sair ferida se houver briga.

– Só diga, e eu o farei. — Respondi rude, não estava com paciência. Os vampiros sorriram antes que Chris me respondesse.

– Você terá que matar alguém... — Ele falou retecente. Cruzei os braços e apertei os olhos.

– Só isso?

– Não, criança. — Respondeu Átala, sorrindo maldosamente com um brilho no olhar. — Você terá que fazê-lo enquanto transar com o seu sacrifício. — Travei, literalmente. Teria que fazer sexo novamente. Me perguntei se estava pronta para isso, o quanto aquilo me afetaria. Mas antes que eu pudesse desanimar me lembrei o que aquilo significava, seria imortal como eles. Seria melhor que eles. Sorri e toda dúvida desapareceu de minha mente.

– Considere feito, então vovó. — Aticei, vi seus olhos passarem do azul pro vermelho, deveria ter me assustado com aquilo, porém isso apenas fez com que eu almejasse minha futura vida ainda mais. Eu quero!, gritou minha mente. — Só apenas quem e diga quando.

O grupo levantou as sobrancelhas em ordem, parecia ensaiado. Segurei a vontade de rir, estava achando graça deixa-los embasbacados.

– O que? Acharam que o sangue em mim era de animal? — Debochei, não importa o quanto poderosos eles fossem, sabia que o demônio não deixaria que eles me tocassem. Nós temos um contrato. — Ingênuos.

Esperei pelo veredicto final com paciência, várias ideias rodeavam minha cabeça, iria me deliciar com essa morte como não pude com Charlie. No fim, foi Átala que escolheu meu alvo.

– Ele. — Apontou, virei na direção e me surpreendi com o que vi. Não imaginei que ela seria tão bondosa assim, o sortudo — ou não tão sortudo assim — era um homem numa faixa etaria entre 25 a 30, seu cabelo preto prenteado para trás olhos verdes e pele queimada pelo sol de Texas, tinha um sorriso caloroso e estava acompanhado de uma mulher baixa e loira.

Bebi o resto de minha bebida e me levantei decidida, aproveito o momento em que minha presa saiu e peguei um drink rosa da bandeja de um barman aproximei-me da bela jovem e joguei meu drink em seu vestido, ela voltou seu olhar para mim que fingia uma cara de espanto.

– Ah! Desculpe! — Grito e começo a passar a mão em sua roupa, sujando mais ainda, segurei o riso, precisava melhorar minha atuação de bêbada. Nada poderia sair errado agora. — Eu só.. Não vi você aí!

Não me aguento e rio, a garota com o nariz afinado de cirugia rugi e sai ao banheiro, tentar se arrumar para alguém que não estará vivo a tempo de vê-la novamente. Deveria me agradecer isso sim, o cara é certamente um cretino.

Encaminho-me ao bar e sentou-me em um dos bancos, a primeira parte do plano está pronto, to me preparando para a segunda tomando um pouco de coragem ou melhor, tomando tequila.

– Olá linda. — Disse uma voz grossa, me viro com raiva pronta para mandar o idiota ir embora mas o que encontro me surpreende.

– Oi! — Digo sorridente, é o meu alvo! Isso! Só espero que ele seja bom de papo, dizem que uma preliminar é sempre bom.

– Está sozinha? — Já vi que não, suspiro pesadamente.

– Não mais. — Pego sua mão e levo ao deposito da boate, onde Duane disse que eu deveria leva-lo.

O moreno me acompanhou por todo o caminhou sorridente, não sabia meu nome e nem eu o seu, e isso não incomodava a nenhum dos dois. Quando chegamos á sala que estava abarrotada de caixa e algumas garrafas de bebida soltei sua mão e sorri, peguei uma de vodka já aberta e compartilhei com ele o liquido.

Ficamos assim até a garrafa secar, depois o deitei em uma mesa e grudei nossos lábios rudemente, passei minha lingua sobre seus lábios e mordi com força, fazendo com ele tudo o que não pude fazer com Edward.

Dei-lhe o nome de Jorge, teria ao menos um pouco de consideração pelo cara, ele daria sua vida pela minha! Sem consentimento, certo, ainda assim... Fui interrompida de meus pensamentos por um Jorge animadinho, que juntou meu corpo ao seus e apertou minha bunda, gemi calmamente. Aquilo era bom, e eu estava me divertindo.

Pedi passagem de sua boca com a lingua e quando ele cedeu beijei-o mais fervorosamente que antes, relaxei o puxão de seus cabelos e comecei a acariciar seu peito, sem saber muito bem o que fazer, fui tirando sua camiseta, botão por botão.

E naquele momento, agradeci por estar apenas 50% tomada pelo alcool. Assim eu saberia o que fazer, ou não teria vergonha de fazer qualquer coisa, e quando acordasse ainda poderia lembrar de tudo.

Desci aos beijos pelo peito de Jorge, e lambi seus mamilos que naturalmente endureceram sob minha lingua, ouvir seu ofegar fez algo em minha intimidade esquentar e eu gostava do calor.

Chupei e mordi seus mamilos e arranhei seu toráx, deixando marcas. Senti mãos fortes e frias percorrerem por minhas pernas me fazendo estremecer, mordi meus lábios antes que fizesse algo, esfreguei minha intimidade no jeans de sua calça, atiçando-o a tirar fora meu vestido.

E quando o fez, rosnou, dessa vez de desejo. Jorge apertou meus mamilos entre os dedos enquanto eu o beijava, nossos lábios se encaixavam perfeitamente e seu gosto de tequila me extasiava, tudo aquilo era novo para mim.

Afastei nossos rosto e me desencostei de seu corpo, fui beijando seu pescoço e deixando leve chupões nele, estava bem entretida naquela posição quando senti a mão de Jorge mexendo em minha intimidade. Ele fazia leve movimentos circulares em meu ponto sensível, perdi o ar quando sua mão estabeleceu uma velocidade padrão para os movimentos.

Desmoronei em seu corpo com as pernas tremendo, para nada mais tinha força, sentia que havia achado algo que eu gostava tanto quanto matar. Lambi toda extenção de seu pescoço e dei uma mordida em seu ombro ele gemeu de dor apenas me deixando mas excitada, repeti a mordida mais forte e um filete de sangue se derramou, extasida o suguei.

Com extrema força Jorge me bateu, mas dessa vez eu senti tesão ao invés de medo. Nada daquele ato me fazia lembrar do que havia acontecido mais cedo. Com Charlie.

Beijei intensamente antes de perder o ar ao ser penatrada de surpresa, seu membro grande e rijo invadiu-me furiosamente, gemi feito louca quando recuperei o oxigênio e a cada gemido sentia seu membro endurecer e crescer mais dentro de mim, acompanhei o ritmo de seu pulsar com gosto.

Rebolei contra seu membro e espalmei minha mão em seu peito, comecei a cavalgar sobre ele enquanto escutava seus gemidos, com pesar estendi minha mão para frente á procura da garrafa de vodka vazia, quebrei-a e fiquei segurando seu gargalo.

Intensifiquei nossos movimentos e senti um calor percorrer por meu corpo, um arrepio passou por minha espinha e eu perdi a fala.

Sentia tanto prazer que perdi a conciência por alguns segundos, quando voltei á mim nada mais era a mesma coisa.

Minha visão estava embaçada mas eu conseguia enxergar tudo do escuro, meu corpo era banhado pelas gotas de zuor de nossos corpo, o ar da sala pequena ficou pesado e dificil de inspirar, depois de alguns minutos senti meu gozo jorar da minha vagina e gritei pela intensidade, falei coisas safadas para Jorge que não parecia em si, seus olhos estavam saltados observando ao redor, uma brisa praiana foi sentida quando ele chegou ao seu ápice com força e maestria, não aguentei e tive um segundo orgasmo.

No meio aos espasmo que sentia levei minha boca para a sua e como um beijo de despedida enrolei nossas linguas, trocamos mas um gemido e cortei-lhe a garganta.

Tremi ainda mais forte e sem força soltei o pedaço de vidro em cima do corpo ainda vivo, encarei-lhe os olhos ainda excitados.

Minha cabeça girava e minha respiração estava entrecortada, fechei os olhos e entreguei-me á loucura, uma voz preencheu o silêncio do local e eu deixei-me relaxar e deitar em seus braços enquanto ouvia suas palavras;

Eu sou as trevas por trás e por baixo das sombras.

Eu sou a ausência de ar que espera no inicio de cada respiração.

Eu sou o fim antes que a vida recomece, a deterioração que fertiliza o que vive.

Eu sou o poço sem fundo, o esforço sem fim para reivindicar o que é negado.

Eu sou a chave que destranca todas as portas.

Eu sou a glória da descoberta, pois eu sou o que está escondido, segregado e proibido.

Venha a mim na Lua Negra e veja o que não pode ser visto, encare o terror que é só seu.

Nade até mim através dos mais negros oceanos, até o centro de seus maiores medos.

Eu e o Deus das trevas o manteremos em segurança.

Grite para nós em terror e seu será o poder de suportar o insuportável.

Pense em mim quando sentir prazer e eu o intensificarei. Até o dia em que terei o maior prazer de encontra-lo na encruzilhada entre os mundos.

Sabedoria e a capacidade de dar poderes são os meus presentes.

Ouça-me, criança, e conheça-me por quem eu sou. Eu tenho estado com você desde o seu nascimento e ficarei com você ate que você retorne a mim no crepúsculo final.

Eu sou a amante apaixonada e sedutora que inspira o poeta a sonhar.

Eu sou aquela que te chama ao fim de sua jornada. Quando o dia se vai, minhas crianças encontram seu descanso abençoado em meus braços.

Eu sou o útero do qual todas as coisas nascem.

Eu sou o sombrio, silencioso túmulo; todas as coisas devem vir a mim e suportar a morte e o renascer para o todo.

Eu sou a Bruxa que não será governada, a tecelã do tempo, a professora dos mistérios.

Eu corto as linhas que trazem minhas crianças ate mim. Eu corto as gargantas dos cruéis e bebo o sangue daqueles sem coração.

Engula seu medo e venha ate mim, e você descobrira verdadeira beleza, forca e coragem.

Eu sou a fúria que dilacera a carne da injustiça.

Eu sou a forja incandescente que transforma seus demônios internos em ferramentas de poder. Abra-se a meu abraço e domínio.

Eu sou a espada resplandecente que te protege do mal.

Eu sou o cadinho no qual todos os seus aspectos se misturam em um arco-íris de união.

Eu sou as profundezas aveludadas do céu noturno, as brumas rodopiantes da meia-noite, coberta de mistério.

Eu sou a crisálida na qual você ira encarar o que te apavora e da qual você ira florescer vibrante e renovada.

Procure por mim nas encruzilhadas e você será transformada, pois uma vez que você olhe para meu rosto não existe volta.

Eu sou o fogo que beija as algemas e as leva embora.

Eu sou o caldeirão no qual todos os opostos crescem para se conhecer de verdade. Eu sou a teia que conecta todas as coisas.

Eu sou a curadora de todas as feridas, a guerreira que corrige todos os erros a seu tempo.

Eu faço o fraco forte. Eu faço humilde o arrogante. Eu ergo o oprimido e dou poderes ao desprivilegiado. Eu sou a justiça temperada com compaixão.

Eu sou você, eu sou parte de você, estou dentro de você.

Procure-me dentro e fora e você será forte. Conheça-me, aventure-se nas trevas para que você possa acordar com equilíbrio, iluminação e plenitude.

Leve meu amor consigo a toda parte e encontre o poder interior para ser quem você quiser.

Enquanto a voz doce sussurava em meu ouvido senti-me ser penetrada novamente, meus olhos escureceram e eu não mais respirava, agonizei em frente á incapidade, porém esqueci-me o por que e o quê, quando novamente fui tomada pela conciência.

Era uma mera expectadora novamente e quando abri os olhos vi, estava eu movimentando-me sobre o corpo do moreno morto, remexi-me e esbravejei de prazer, minha orbes revoltavam-se e eu puxei meu cabelo.

Parecia que não ter controle sobre meus atos, eu apertei meus seios e mordi meus lábios arranhei o peito do morto e com os olhos vermelhos meu corpo prendeu seu olhar no meu, comecei a cortar a pele de Jorge e a salivar ao ver seu sangue escorrendo, com uma tigresa lambi cada gotinha dele, vi meu corpo morder seu pescoço e quando me afastei estava com todo o queixo e a boca melada, a visão era sexy e eu vibrei por saber que em breve era assim que eu seria.

– Você é agora Bella Devil, criança. Me deixei lhe guiar e você terá tudo o que sempre quis.– Disse a voz suave e arrastada, abri a boca sem conseguir proferir um som, apenas observando.

Eu sorri para mim mesma, e lambi meus lábios soltei um grito forte e caí sobre o corpo do morto, senti-me ser puxada em direção ao meu proprio corpo e permiti-me ser levada sem problemas.

Pisquei várias vezes e ofeguei tudo era novo em minha nova forma, porém estava cansada demais para fazer alguma coisa a não ser relaxar.

Assim o fiz, saí de cima do corpo e o joguei no chão, me arrumei na mesa e descancei, forcei minha respiração a se acalmar, fechei os olhos e me deixei levar pela inconsciência.

Fim do Capítulo.

The Devil Isabella.

Notas finais
Gente talvez vocês não gostem muito desse capítulo, mas ele é necessário p fic como vcs podem ver! Ah e se vcs não gostarem do hentai avisem por que eu to pensando em colocar bastante deles! rsrsrs COMENTEM O QUE ACHARAM! Gostaram ou não? :D Um beijo!!