The Devil Isabella

9 Capítulo 7 - Parte II


Notas iniciais
Estou de volta! Estou? Não estou? Eis a questão, quem vai decidir isso é vocês e esse capítulo que venho preparando a muito tempo, e que passou por "poucas e boas" para existir, perdão pelo atraso queridas, a verdade é que amo vocês, e não desistiria dessa ideia. Boa leitura, leiam as notas finais. (Me digam o que acharam depois!

2013, Abril, 07.
Ainda noite, Sul do subúrbio de Las Vegas

Durante o tempo em que vaguei pelo meu novo “mundo”, aprendi e desaprendi mais do que meu cérebro humano poderia acompanhar, então eu deveria dizer que é uma coisa boa não ser mais humana e nem ter as mesmas limitações que já tive um dia mas, acredito eu, que quando se tem demais e não há com quem compartilhar, o excesso se torna exaustivo mesmo que você não tenha necessidade de dormir, ou pesado demais até para sua força sobrenatural. E as vezes pode te levar a uma insanidade que não é tão amiga quanto você chegou a pensar.

Embora minha mente me dissesse que eu nasci para a solidão e que ela nasceu para mim, eu sentia falta de um lugar para chamar de meu, de ter uma cama para voltar à noite, e cada sentimento reprimia meu coração – mesmo que supostamente ele não devesse funcionar – e eu acabava me afundando nas sensações que as minhas novas experiências me proporcionavam. Sozinha os dias passavam lentamente, minhas únicas ocupações eram me alimentar e me esconder, e a cada bater do relógio eu sentia a antiga Bella – e toda sua bagagem junto – tomando conta da minha mente, do meu corpo e minhas ações. Eu pensava no meu contrato com o demônio todos os dias, e me questionava como aquilo poderia estar acontecendo, como poderia eu estar remoendo os infortúnios de estar sozinha quando desejava matar tudo aquilo que pudesse borrar-me de vermelho. Em frustração soquei as paredes abandonadas de uma casa em ruínas, fiz dali minha prisão, meu esconderijo seguro, sujo e desolado, tão parecido com o meu interior; criei ali rachaduras, imperfeições em sua tela imponente. Como aquela imagem é familiar...

Eu parecia muito com a minha humana, mas ainda haviam as diferenças gritantes. Onde havia antes dor, existia raiva, fúria e um desejo absoluto por vingança, e cada sentimento desses moldaram quem hoje eu sou.

Bella caminhava confiante pelo corredor estreito e escuro, e ainda que não tivesse sua visão noturna poderia se esgueirar por qualquer uma das entradas banhadas pela escuridão, tamanha era sua familiaridade com o local. O breu do local a faziam lembrar da cor se esvaindo do olhar de suas vítimas, de como seus olhos se tornavam negros enquanto ela se deliciava com o sabor de suas almas, ouvindo seus gemidos, seus últimos suspiros, pedindo, implorando por mais, e menos, então por mais, em alguns momentos se sentia egoísta por interromper suas vidas, seus futuros. Não, eu não os matava, fazia pior: Tomava as suas almas, e deixava no lugar um vazio profundo, tornava-os apenas cascas de alguém que um dia já amou e sentiu. Diretamente eu não os matava, mas os fazia querer morrer e embora tenha levado um tempo para eu me importar com tais consequências, o momento havia chegado.

[Flashback on]

Meus olhos passam freneticamente pela entrada do beco segundos antes de se fecharem imediatamente, minhas costas nuas marcadas pelo cimento frio das paredes, minha respiração frágil, palavras fracassando em serem pronunciadas sendo substituídas por gemidos altos, minhas mãos perdidas em seu cabelo loiro brilhante, meu coração palpitante e minha excitação molhando minha coxa, anunciam meu auge, o ponto alto do meu dia.

Sua língua assalta minha intimidade, se apossa do meu sabor, suga o liquido só para ter mais escorrendo em sua boca, de seus lábios sai um grunhido selvagem ao sentir meu puxão, trago-o pra cima, sua boca agora amassa a minha, nossos gostos se misturando, sua pele recebendo minhas unhas, seu sangue secando com o vento frio da rua deserta. Sinto sua mão tateando às escuras pelo meu seio, apertando-o forte, massageando-o logo depois, tenho a tendência de me cansar de seu morde-e-assopra mas não preciso pedir antes de sua outra mão chegar ao meu ponto de pressão, lá ela se enterra, seu dedo desbravando minha abertura, seu polegar atacando meu clitóris, me fazendo gemer e gritar, quando sua mão agarra minha perna e a levanta ele interrompe bruscamente minha sessão de prazer, um rosnado rompe entre os lábios e eu abro os olhos, ele usa sua mão livre para abaixar a calça, seu sorriso malicioso promete me fazer gritar e implorar por mais, mas são seus olhos que prendem minha atenção, não o fato de que ele não usa nada por debaixo da calça ou como minha vagina dilata ao sentir seu membro roçando minha entrada, são seus olhos verdes cálidos que acordam minha mente, minha fera, meu desejo não por sexo, por sangue.

Pressionei seus ombros para baixo, com força ele cai no chão, meus olhos falham e eu não pareço humana mais, minha ilusão deixa de surtir efeito e logo o homem a minha frente vê meu real estado: meus olhos vermelhos brilham na escuridão da noite, minhas presas saltam dos meus lábios, minha pele se agarra nos meus ossos e a loucura da fome antes a mostra, se transforma em vingança, tudo que vejo é o culpado pela minha perdição, por minha solidão e por minha sujeira.

Charlie está em minha frente, ele me olha assustado mas há vida em seus olhos. Eu o matei mas ele está em minha frente. Charlie está em todos os lugares, Charlie me segue. Charlie me persegue. Por favor, me deixe em paz. Charlie, me deixe em paz. Charlie, por favor. Charlie.

Minha mão se move involuntariamente enquanto eu me perco nos gritos da minha mente, ela dói, ela gira. Como parar? Faça parar! Pare!, eu escuto, eu digo, eu grito. Mas não, não sou eu.

— PARE! Por favor pare! – O garoto a minha frente grita, ele implora, não há mais malícia em seu sorriso, seus olhos verdes me levam a olhar para baixo onde vejo minhas unhas cravando na pele de seu pênis, é tarde, eu não posso parar, eu não quero parar. Eu não vou parar. Até ouvi-lo gritar. E não demora para isso acontecer, o grito soa em meus ouvidos, faça parar, minha mente ainda vacila, faça parar. Eu tenho seu pênis em minhas mãos, seu sangue em meus seios, dor em seus olhos e um sorriso nos meus. Mas não é Charlie, nunca foi Charlie, Charlie está morto mas sorri à minha frente. Charlie fez isso, me fez fazer isso. Charlie me fez um monstro. O garoto sente dor e chama por alguém, espera por alguém para vir ajuda-lo. Está delirando. Não estamos todos nós? Ninguém pode ajudá-lo. Ninguém pode me ajudar. Meus olhos voltam a sua cor normal, minha besta está controlada e minha mente grita para ajudá-lo, ajudar... Como posso ajudar se sou a causadora de sua dor? Ainda sinto o pedaço de seu membro arrancado em minhas mãos, o sangue ainda pinta da ponta de minhas unhas, o vermelho faz contraste em sua cor pálida, ele parece frio agora, o fervor do sexo escapando por seus poros, escapando...

Ele treme enquanto levo meus lábios aos seus e beijo-os delicadamente.

— Eu farei parar, farei parar. – Capturo seu lábio inferior entre os meus e o massageio com minha língua, suas lágrimas logo tocam meu rosto, sua respiração já é mais branda e eu sinto sua vida se esvaindo, assim como seu sangue escapando de suas veias, sua alma saia para brincar em minha boca. Me sinto gloriosa, tomando finalmente o que me fez tanta falta, enquanto sua alma me preenche esqueço o que fiz para expulsá-la do seu corpo, para atraí-la ao exterior, para mim. Meus lábios se soltam do seu, e eu desço cravando minhas presas em sua jugular, sinto seu gosto em minha língua: metálico, forte, ácido; Mais, mais, mais. Eu quero mais, chama minha besta e é isso que eu lhe dou.

[Flashback off]

A lembrança ainda queimava na mente de Bella, pouco tempo depois de seu nascimento, suas alucinações com Charlie começaram a mexer com o seu emocional, no fim não é tão fácil — quanto foi no dia de seu sacrifício – fazer sexo novamente. Ela sente receio e por pouco não vomita, seu toque queima em sua pele, sua brutalidade agita sua mente, custa lembrar que ela o matou, que se vingou e que isso foi o que a fez seguir até aqui. Foram naqueles dias também que ela descobriu sobre seu furo no contrato, de algum modo ela ainda sentia as sensações das quais Duane se referira como “fora do pacote”. Constantemente se perguntava então – cansada de perguntar a si mesmo e nunca conseguir respostas – por que sempre tinha que ser a diferente. Por que?

A reflexão a fazia tremer, ela só não sabia se de raiva ou de medo. Foi ao passar pelas salas privê e chegar ao seu escritório que se lembrou que não só não estava sozinha como estava com quem poderia dedurá-la, e quem sabe o que poderia isso causar a ela?, que não passava, mais uma vez, de uma vítima de seu próprio infortúnio. Logo, arrumou a postura e a face, respirou fundo e ao piscar mais uma vez já não havia mais nenhum traço de terror em sua íris, estava de volta à sua personagem, não Bella, não Isabella, mas sim Devil, a filha de Kali que matava e roubava almas sem medo de sofrer por isso.

Andando até o final do corredor com um caminhar felino, o olhar de Duane acompanhava cada movimento singular do seu corpo, sentindo sua garganta em brasa, seu coração bombeando sangue intensamente, passou a mão na nuca para aliviar a tensão e sentiu algo molhar a ponta de seu dedo. Ele estava suando. Num ambiente de 12º graus, ele suava. O poderoso demônio se agitou, num súbito ele não parecia mais tão grande e poderoso quanto o seu tempo no trabalho lhe permitia sentir, algo naquele ambiente mexia com ele, exterior e interior, não sabia se era a selvageria e a perversão tão aflorada ou se era sua dona, sua causadora. Pensando em Bella lembrou-se de quando a conheceu, encharcada e marcada pela insanidade, provando o sangue com suas mãos, sentindo a morte em seus lábios e o vazio em seus olhos.

De início, não deu nada por Bella, ainda que gostasse de matar, era uma humana fraca e facilmente despercebível, não conseguia encontrar nela nada que se encaixasse nos requisitos necessários para o cargo do qual logo iria exercer. Enquanto não encontravam uma herdeira para Kali, o conselho se decidiu por pôr Àtala em sua cadeira, ajudando nas decisões importantes. Não fazia muito tempo, Àtala mal tendo se acostumado com a liberdade e mordomia que recebia e Bella apareceu, em todo seu esplendor assassino, e lhe tomou o lugar. Vocês todos devem saber como foi a recepção da súccubu diante de tal notícia, tive que amarrá-la e acalma-la, fazê-la perceber que correr e ir matar Bella no meio de sua iniciação não era uma boa ideia. O conselho esperou por ela por muito tempo, e perdê-la dessa maneira só os faria direcionar a frustração nela. E para Àtala melhor morta-viva do que totalmente morta. No fim, e com o incentivo do carnaval e a sensação de punição ao deixar Bella sozinha, ela relaxou e até aceitou ver tudo isso pelo lado bom: poderia novamente dedicar seu tempo à si mesma e não seria a única garota no grupo.

Nós somos como uma família aqui em Vegas, nos ajudando e governando juntos, cuidando um do outro até onde nossos limites nos permite, mas mesmo com toda a sobrenaturalidade nós sabemos arrumar um tempo para sermos normais juntos e seria perda de tempo fingir que não adoramos a notícia de mais uma adição à família, porque essa é a única coisa que nos faz sentir um pouco mais humanos, mais vivos, saber que não estamos sozinhos, e isso – óbvio – nós nunca admitiríamos.

Seus pensamentos foram apagados ao perceber que já não encarava mais as costas de Bella e sim seus olhos, sentados de frente um para o outro num escritório mal iluminado por um abajur em cima da mesa que os distanciava, arranhou a garganta em uma forma de quebrar o silencio inquisidor e se remexeu na cadeira antes de sentir sua boca se abrir e fechar pronunciando palavras inconscientemente, palavras que não chegaram aos seus ouvidos, ou que sua mente não conseguiu captar. Ele não se sentia nada bem.

— Eu não me sinto bem. Bella, o que é isto? – A sensação do suor novamente, sua língua perdendo a umidade, a chama na garganta crescendo e chegando aos olhos. Fechou os olhos rapidamente, sentindo lágrimas se acumulando embaixo de suas pálpebras.

— Diga-me Duane, como está sua visão? – Abri meus olhos e encontrei os seus me examinando, desci meu olhar subitamente envergonhado com sua proximidade e acabei por encontrar seus seios que de um jeito inexplicável pareciam me olhar também, me chamar e implorar para serem acariciados, apertados. Num lapso imaginei qual seria o seu gosto, sua cor e como seu corpo reagiria ao meu toque.

— Minha visão está... – Iniciei a frase ao senti-la tocar meu queixo e levantar meu rosto, fazendo nossos olhares frente a frente. Antes que pudesse terminar a frase com um “ótima!”, meus olhos se focaram no ambiente, nos objetos que se apagavam gradativamente ao meu redor, nas cores que perdiam intensidade timidamente, minha visão não estava assim tão boa afinal, havia uma fina cortina branca num pequeno pedaço do olho esquerdo que impossibilitava ver as coisas claramente e ele teve que fortemente resistir a vontade de levantar a mão e com toda sua força demoníaca arrancar aquela sensação.

— Hmm... Entendo. Agora, se eu fizer isso, o que você sente? – Descansava nos lábios de Bella um sorriso diabólico, enquanto passava as mãos pelo paletó cinza de Duane e afastando-o para os lados, alcançando sua camisa social negra e enviando arrepios para o peito definido do demônio, se abaixando por trás para ficarem na mesma altura, levou a ponta de sua orelha a boca, enrolando-a com sua língua e causando um arrepio por todo o corpo do homem. Ao afastar-se ouviu o rosnado selvagem ecoar por todo o cômodo, e não demorou muito para sentir mãos fortes em sua cintura, puxando-a e amassando-a na mesa de escritório. Sentia-se satisfeita ao constatar o sucesso dos novos experimentos, e vê-los funcionar também em seres sobrenaturais, em seus mais altos sonhos, via-se alcançando o que até então não fora alcançado nem mesmo pela magia demoníaca mas, uma parte de Bella fazia o que fazia por gostar, por querer, sentia falta das sensações que a luxuria causava, dos arrepios e das ondas de prazer que tomavam o seu corpo. E foi por isso que sem perceber Bella desfez a distância que havia imposto entre seus corpos, e criou com gosto o atrito entre suas intimidades, o gemido que ouviu sair da boca do demônio foi acompanhado de seu próprio e a mudança da cor de seus olhos lhe acordaram para a realidade.

Em segundos, Duane viu-se de volta à cadeira, tendo problemas em controlar a respiração e o desejo, a posição que antes lhe era confortável não lhe passava mais a mesma sensação, assim como a calça de tecido italiano não mais se ajustava ao seu corpo, o volume em sua calça ameaçando lançar botões pela sala dava-lhe sinais do que poderia ter acontecido se não tivesse sido impedido. Por impulso imaginou a boca rosada de Bella em volta de seu comprimento, aquecendo-o, sugando-o, a maciez dos seus lábios rosando em sua pele, sua mão lhe estimulando, provocando-lhe arrepios e rosnados primitivos, aliviando sua excitação. Foi com muito esforço que se impôs a não terminar o serviço quando Bella retornou à sua frente, mordendo o lábio inferior e lhe estendo uma taça de vidro com um liquido transparente residindo.

— Beba, vai ajudar. – Embora estivesse orgulhosa de presenciar a maestria que suas novas invenções provocavam em seres sobrenaturais, temeu não poder controlar a si mesma, que não sofria de nenhuma alteração no sistema, em relação a Duane. Ela estava sozinha a muito tempo, sem conseguir se satisfazer com medo do que poderia acontecer e a visita de Duane lhe lembrou de tempos passados, de quando esperava por ele voltar e de como isso lhe dava forças a continuar sozinha, Bella não queria ser dependente deles, tanto quanto gostaria de admitir que não sabia quem era, onde estava e o que faria sem eles. Porque não importava quanto tempo eles se conheciam, ou que eles não dessem a mínima para ela, os Cullens a haviam transformado em um ser dependente, um parasita e essa era a única maneira de viver que ela conhecia.

Depois da primeira aparição de Charlie, foi difícil ficar sozinha, temia enlouquecer, me perder dentro do meu próprio poder, de repente eu não estava tão certa sobre minha escolha de abrir mão de minha alma, até o momento isso não havia me feito bem algum. Não me entenda mal, sim amo o poder que tenho, e as infinitas possibilidades que eles criam para mim nesse mundo sujo e corrupto, mas há aquelas ocasiões em que você percebe o abismo em que se encontra e imagina o que poderia ter acontecido se as coisas fossem diferentes, se elas não tivessem sido como escolhi, se não tivesse sido apresentada ao mundo sobrenatural pelos Cullens, se não tivesse sido abandonada nele pelos mesmos, se não tivesse sido molestada por seu pai, se ela não fosse ela mesma, o que poderia ter acontecido? Seria o mundo diferente? Seria ele melhor?

Fim do Capítulo.

The Devil Isabella.

Notas finais
Então gente, esse cap. vocês veem que não tem muita coisa, e que é diferente dos outros, e ainda parecido. A minha escrita mudou também, assim como os meus planos para a fic, e por isso eu quero a opinião de vocês, só por esse cap. abandonem os seus "amando continua"-e-ponto-final comentário, eu sei que não tenho direito de exigir nada mais, mas eu preciso saber pra onde direcionar isso aqui, se for continuar. Vocês vão querer que o ship continue bellaxdamon? pq eu vi uns videos damon+elena, pra conhece-los e achei muito fofo, acreditei no amor deles, então não sei. Se fossem trocar, por quem seria? Querem que eu continue? Esse tipo de escrita 1º pessoa+2º e 3º pessoa + narrador fica bom? Vocês gostaram? Deu pra entender? E o flashback? As cenas mais quentes da fic serão escritas assim, não por flashback, mas nessas expressões mais suaves e "tímidas", o que vocês acham? Comentem, por favor, o que vocês gostaram e não gostaram do capítulo, para que eu possa me guiar. Muito obrigada pra quem leu, espero que tenham sobrado alguns leitores, eu recomendo acompanharem a fic para saberem quando vai sair outro capítulo (que, novamente, depende de vocês e seus comentários), quero realmente continuar, por vocês! Obrigada novamente, beijos! PS: O que acharam da Bella? E as revelações? E os pensamentos de Duane? E Charlie? E a insanidade de Bella? Comentem, comentem, comentem, por favooooooooooor! PS1: Alguém havia me pedido antes, os links das fotos vai abaixo: Duane: http://ia.media-imdb.com/images/M/MV5BMjI4OTg4OTI3NF5BMl5BanBnXkFtZTcwNjI0OTc4NA@@._V1__SX1303_SY605_.jpg (esse deve ser copiado e cola para abrir, tá dando problema de outra forma.) Chris: http://imagens.mdig.com.br/bofes/bofes_celebridades_90.jpg Abel: http://www.montenegroeraman.com.br/andrebankoff/ab_06.jpg Aaron: http://www.aceshowbiz.com/images/wennpic/jackson-rathbone-premiere-breaking-dawn-2-03.jpg A Àtala é uma succubus, então ela tem a aparencia que quiser em qualquer momento. A tattoo de Bella eu só achei uma > http://www.dropspimenta.com/wp-content/uploads/2013/09/Tatuagens-femininas-cintura.jpg Bell
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.