The Delta Squad

1 Fui recrutado


Notas iniciais
--LEIA ISTO PARA OBSERVEAÇÕES EXTRAS -- Nesse futuro distante, a ONU decidiu globalizar as linguas e as moedas, ou seja, uma lingua principal para o mundo todo e uma unica moeda( os Credito(s))

Lá estava eu, no meio da madrugada, lutando contra um grupo de pessoas que eu nunca tinha visto em toda minha vida, provavelmente tentando me capturar para estudarem minhas “habilidades”.

Enquanto eu lutava contra aquele grupo, fiz algumas observações sobre eles e como eles lutavam, havia duas mulheres e dois homens, todos aparentavam ter seus 20 – 30 anos (que significava que eu estava lutando contra pessoas da minha idade), um dos homens era aparentemente um robô (não fisicamente, mas do jeito que ele agia, era meio assustador), tinha um corte reco militar, barba, e era o mais sério de toda situação, enquanto o segundo homem parecia mais descontraído, chegando a estar “animado” (pelo visto aquela luta foi tão boa para aquele ali do que para mim), ele era negro e tinha o físico mais forte entre todos os 5 presentes, havia logo atrás dele a primeira mulher, ela tinha cabelos longos, também negra, estava tão animada quanto o “Homem-que-não-era-um-robô” e parecia ter uma espada na mão (o que na hora me preocupou MUITO, pelo fato dela ter uma arma e também pelo fato QUE A PORRA DA ESPADA ERA ENORME!) e por ultimo tinha uma mulher de cabelos curtos, era branca, tinha cara de que estava pouco se importando para aquela briga toda e foi a única que não me atacou dos 4.

Assim que eu tinha terminado de ter feito minhas observações sobre meus inimigos, mudei minha tática na luta, deixei de me defender e de me esquivar e ataquei a “mulher n°2” (a de cabelos curtos), já que ela estava mais atrás, deveria ser mais fraca, eu tentei um ataque direto, mas antes que eu pudesse ataca-la, todos os outros três voltaram para defendê-la, como eu não sou uma pessoa tão previsível eu cheguei a ficar impressionado.

– É como se eles tivessem lido minha mente... – me dei o luxo de soltar uma brincadeira comigo mesmo

Depois que eles perceberam que eu tinha mudado de tática, eles também mudaram, eles estavam muito mais agressivos e rápidos que antes, logo não consegui esquivar tanto quanto anteriormente, levei alguns golpes do Homem N°2(o “Homem-que-não-era-um-robô”), eu aguentei os golpes o máximo que pude, depois de estar um pouco atordoado dos golpes que eu tinha levado, o Homem-Robô tentou me desacordar com um Taser, bem... Ele tentou, eu absorvi a “carga” do taser e aproveitando a energia extra, carreguei meu punho com minha “eletricidade” (se que eu posso chamar assim) e disferi um golpe na mulher com a espada, já que todos estavam mais agressivos, eu tinha que derrubar a pessoa mais perigosa da situação, no caso a única pessoa devidamente armada (eu não contei o taser como arma), ela tentou defender meu soco com sua espada, foi ai que eu vi que meu plano tinha dado certo (espada = metal, metal = condutor, condutor + pessoa + eletricidade = Muita dor na Pessoa), ela caiu paralisada com toda a energia.

Uma já foi falt-

Eu nem terminei a frase e eu apaguei a ultima coisa que eu me lembrava de era um barulho metálico e tudo ficando preto.

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Acordei com uma luz forte irritando meus olhos, e algumas pessoas falando ao fundo, como eu tinha acabado de recobrar minha consciência, eu não consegui prestar atenção no que estava sendo dito, foi ai que eu me lembrei da luta que eu tive, logo deduzi que eu tinha sido capturado, tentei me levantar, mas eu estava preso na maca que eles tinham me colocado, logo alguns cientistas tentaram me acalmar, mas naquele momento a única coisa que eu não ia fazer era me acalmar, no meio de toda aquela raiva, eu liberei raios para todos os lados (sim, eu estava MUITO puto) e mesmo com todo aquele esforço, eu ainda não tinha saído daquelas amaras, foi ai que eu escutei uma voz feminina em minha mente, literalmente em minha mente:

Você não vai escapar da gente tão fácil assim.

Eu gelei, aquela voz era séria e ríspida, como eu sei que eu não sou louco, e também nunca tinha ouvido aquela voz, eu parei de tentar me soltar e tentei extrair o máximo de informações o possível daquela voz:

Primeiro de tudo, Quem é você? Segundo: Onde eu estou? Terceiro: Como você entrou na minha cabeça? E por ultimo: Saia daqui de dentro agora.

Eu ainda estava puto com toda aquela situação, já que eu tinha poderes, qualquer cientista daria tudo para poder fazer uma biopsia, ou pior, uma autopsia. Pela primeira vez que alguem tinha me capturado, e comigo estando numa maca, com cientistas e cirurgiões ao meu redor, digamos que eu não estava tranquilo naquele momento.

“Então tá...” ouvi aquela mesma voz da minha cabeça, mas desta eu ouvi.

Foi ai que eu percebi minha maca mudando de posição, ela deixou de estar na horizontal e passou a ficar na vertical, agora eu podia ver quem estava falando, ou pensando, comigo anteriormente, era aquela mesma mulher de cabelo curto da luta, mais ela não estava vestida do mesmo jeito, ela parecia estar vestindo um uniforme militar.

– A- – eu tentei falar, mas a mulher me interrompeu.

– Antes que você grite comigo, nós não vamos fazer nenhum tipo de experimento em você.

Como ela sab– Nem pude terminar meu raciocínio e ouvi ela novamente em minha cabeça...

Você tem uma percepção incrível, durante nossa briga você tinha percebido minhas habilidades...

Então minha brincade-

Sim. Ela me respondeu mentalmente

Mais como?

Pelo o que eu sei você é ciente dos seus poderes, mas aparentemente você ainda não percebeu que não é o único com “habilidades especiais”.

Agora que você me falou nunca parei para pensar, mas, e os outros integrantes do se- Eu tentei perguntar.

Sim, eles também têm pod-

A SENHORA PODE ME DEIXAR TERMINAR UMA FRASE?!Eu "gritei" em minha mente

Não. Mesmo com nós dois conversando por telepatia, ela tinha feito uma cara maliciosa, quase infantil para mim.

Okay, eu sei que eu não sou o único com superpoderes, ”yay”, agora me solta.

Desde que você não me dê um choque como você tinha dado em Larissa...

Quem é Laris- a tá, a dona da espada, né?

É, ela está desacordada até agora...

Ela “pensava” enquanto me soltava das amaras daquela maca.

– Eu tava meio que – Obrigado (agradeci por ela me soltar) – desesperado... – Falei enquanto acariciava meus pulsos.

– Percebi...

– Estamos conversando aqui, mas a única coisa que eu sei é que eu não sou único, que eu desacordei uma mulher chamada Larissa, e que você, que eu ainda nem sei o nome, consegue ler mentes, então me informe melhor.

– Então tá, o que você quer saber primeiro? – Ela me perguntou

– Por que eu estou aqui seria um bom começo...

– Nós fomos te recrutar para o Delta Squad

– E vocês recrutam alguém o atacando?

– Eu tinha lido sua ficha e também sua mente antes de nós te atacarmos

– Qual minha co- – Eu nem pude terminar minha pergunta e...

– Azul-escuro – Ela respondeu.

– Depois dessa, nunca mais leia minha mente de novo

– Já que nós somos colegas de trabalho, eu nã- – A mulher não pôde terminar a frase.

– Ei ei ei! Eu não falei nada em me juntar a vocês

– Deixa de mentir que eu sei que você quer se juntar ao grupo

– Já que nós somos colegas de trabalho, eu não leio mais sua mente – Eu imitei a voz dela com um tom de brincadeira.

– Idiota. – Ela falou, naquele momento pensei que ela tinha ficado com raiva, até perceber o sorriso em seu rosto.

– Eu nem sei seu nome para você me chamar de idiota! – Me defendi.

– Hannah, ao dispor de todos menos você – Ela brincou.

Essa tal de Hannah, mesmo sendo chata, se tornou minha amiga rapidamente.

– Ha-Ha – falei com um tom irônico.

– Agora que sabemos que você vai se juntar, temos que treinar você...

Notas finais
Sendo a pessoa ocupada que eu sou( Escola, trabalhos, sair com minha amiga doida ), não sei mais ou menos com que frequencia eu postarei essa historia, então não esperem postagens semanais perfeitas, mas eu tentarei o possivel para que as postagens sempre saiam domingo, e se puder, postarei as historias com antecedencia (Yay)