Notas iniciais
Fiquei com a ideia dessa história na cabeça após ler alguns livros e ver alguns filmes com aspectos semelhantes e resolvi postar. Ainda estou no começo, mas acho que conseguirei deixar a inspiração fluir. Espero que gostem, aproveitem! Comentem se gostarem ou se tiverem uma ideia que possa me ajudar a melhorar minha história, narrativa, personagens, etc.
Imaginem as personagens como quiserem, mas minha imagem dela é algo parecido com a Rachelle Lefevre.
Boa leitura e aproveitem!
xoxo, J.

Todos os camponeses já haviam sido avisados sobre o julgamento de uma suposta bruxa. A grande fogueira aonde a queimariam era a principal "atração" do dia. Dita observava algumas crianças curiosas do alto da igreja. Elas pareciam mais animadas do que assustadas com a ideia de uma garotinha da idade deles ser queimada até a morte.

Quando a noite começou a cair, todos se arrumavam nos cantos da praça, esperando o "espetáculo" começar e Dita permanecia na igreja, simplesmente esperando sua hora. As roupas pretas que usava realçavam ainda mais sua beleza. Assim que os gritos de agonia da pequena bruxa começaram a ecoar pelas ruelas do vilarejo, a porta foi aberta e Dita foi caminhando até a fogueira, enquanto todos lhe davam passagem com as cabeças baixas.


*Enquanto isso nos limites do reino...

Um grupo de lenhadores chegava até o portão principal da cidade e nenhum cavaleiro com lanças ou espada os impediu de avançar, o que era estranho as olhos de todos. Felizmente, um membro do grupo conhecia a região.

–Não se assustem- murmurou- Não é uma cidade deserta, muito menos calma... Sem dúvida alguma, encontraremos todos no centro. Mas não se afastem do grupo, nunca se sabe o que ou quem se pode encontrar nessas ruelas...-

Os lenhadores seguiram pelas ruas principais e logo começaram a sentir um cheiro estranho, como se alguma coisa queimasse, mas ao ouvir os gritos femininos, tudo se fez claro na mente dos forasteiros. Quando chegaram na praça e viram aquela multidão encarando a fogueira em silêncio acharam tudo muito estranho, mas quanto mais se aproximavam, mas detalhes do sacríficio conseguiam entender. Uma criança começou a chorar do lado da mãe e logo foi calada pelos pais. Aquele silêncio era tão intocada que foi possível escutar o sermão que a criança levara da mãe.

–Quieto! Não se pode fazer barulho enquanto o anjo canta!- disse ela e ao perceber que seu tom havia sido mais alto do que deveria, abaixou a cabeça e voltou a olhar para a fogueira.

–Anjo?- indagou Henry, um dos lenhadores- Do que ela está falando?-

O homem mais experiente andou até o lado dele e apontou para um corredor que havia entre as pessoas. No final deste corredor, haviam três mulheres vestidas de preto dos pés a cabeça. Eles começaram a prestar mais atenção até que conseguiram escutar um voz doce e calma. Um canção em alguma língua desconhecida porém bonita aos ouvidos. Aquilo tudo parecia um ritual, mas ao ouvir a voz feminina arrastando tanta dor, era claro que aquilo era como um funeral.


Notas finais
Então, gostaram desta amostra?
Por favor, comentem, só assim postarei mais!