Notas iniciais
Então, eu estava idealizando essa história por anos. Só agora que tomei coragem e acabei por conclui-la e postá-la. E não esperem romancezinho nem nada, é só uma interação fofa entre dois personagens de franquias diferentes. E Rukia tinha acabado de se tornar uma shinigami e nem conhecia o Ichigo ainda. Acho que o Ichigo nem tinha nascido, já que a história se passa na década de 80! Dito isso, tenha uma boa letura!

Do alto da colina, um esquadrão de soldados de kimono negro, conhecidos como Shinigamis, vigiava um vale repleto de templos antigos que, neste momento, é palco de uma terrível guerra. Santuário de Athena, como é conhecido o lugar, abriga formidáveis guerreiros conhecidos como Cavaleiros, que são capazes de realizar incríveis façanhas como derrubar montanhas com um soco. E com esses poderes, eles têm como missão protegerem a sua Deusa e a humanidade.

Neste momento, esses guerreiros estão lutando entre si em uma sangrenta batalha. Pelas informações iniciais que o tenente Kaien Shiba obteve a pouco, quatro jovens guerreiros de classe inferior estão invadindo o Santuário forçando sua travessia por doze templos guardados por cavaleiros de maior categoria, no intuito de salvar uma jovem ferida por uma flecha. E sem falar que há suspeitas de que certos cavaleiros mais poderosos e até mesmo o líder deles, o Grande Mestre, estejam conspirando contra a Deusa que deveriam proteger.

Kaien particularmente não se importa com as causas dessa guerra. O que vai lhe interessar é o fato de que em toda guerra haverá mortes. E se há mortes, haverá almas vagando na espera de serem levadas para o além, e é pra isso que a 13º Esquadrão da Seireitei está nesse lugar remoto da Grécia. Eles devem guiar as almas daqueles que vão morrendo para que não transformem em almas corrompidas conhecidas como hollows. E como os cavaleiros possuem espíritos bem mais fortes que humanos normais, suas almas podem tanto serem grandes atrativos para hollows que já rondam pelos arredores do Santuário, como também podem se transformarem em hollows mais terríveis que qualquer shinigami já enfrentou.

— Saco... esses vivos aí fazem uma merda dessas e depois nós temos que limpar a zona deles! – reclamando, o tenente Kaien lidera essa missão no lugar de seu capitão Ukitake Junshiro que, devido sua saúde debilitada, não pôde comparecer.

Logo, Kaien designava seus subordinados em grupos para realizar tarefas específicas como procurar almas vagando pelas casas e exterminar hollows que estão por perto. Também enviou um grupo para vigiar a jovem ferida. Com uma flecha no peito, pode se esperar pelo pior...

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Em um templo, não se encontra nada além de um solitário esquife de gelo...

“É o fim... a única lembrança que tinha de minha mãe se foi... Meu mestre se foi por minha causa e não tenho forças para proteger meus amigos e minha Deusa... Não tenho mais nada que me prende a esse mundo.”

De repente, uma borboleta negra vaga pelo templo...

“A Morte finalmente veio me buscar, não é? Posso finalmente ter paz e ver novamente minha mama...”

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Entre as várias construções existentes nesse santuário, a batalha é mais evidente nas 12 casas zodiacais. Em uma delas, a Casa de Libra, três mulheres shinigamis se dirigiam a ela. A mais velha, Miyako Shiba, 3ª oficial do esquadrão e esposa de Kaien, passava instruções às suas subalternas:

— Kiyone Kotetsu e Rukia Kuchiki, nesse templo há um rapaz que está congelado. Se ele não morreu, não demorará muito para isso acontecer! Vocês devem guiar a alma desse jovem para o além! – disse a oficial com a voz mansa.

— Isso é um trabalho tranquilo! Para uma novata como a Kuchiki não vai ter problema! – falou Kiyone, a garota de baixa estatura, possui cabelos loiros e curtos e exibia também um sorriso simpático.

—Bom, sei que vocês o farão sem problemas! Deixo isso com vocês! – e logo Myako se retira rapidamente do local, se dirigindo às suas próprias tarefas.

Então as duas mais jovens estavam diante da entrada. A novata era uma garota ainda mais baixa que Kiyone, de curtos cabelos negros, grandes olhos igualmente escuros e pele bem alva. Ela recebe um leve tapa nas costas de sua veterana, que lhe repassa as instruções:

— Rukia, vamos fazer o seguinte: eu fico na parte exterior para interceptar qualquer hollow que venha até aqui. Enquanto você fica lá dentro apenas vigiando o rapaz congelado. Pode ser?

— Entendido Kotetsu! – consente Rukia.

— E pode me chamar pelo primeiro nome! – Kiyone envolve o pescoço de Rukia com seu braço, demonstrando proximidade – somos companheiras de time agora! Eu gostaria que fossemos mais próximas já que iremos lutar juntas.

Com o incentivo de Kiyone, Rukia entra no templo de Libra. Ela fica um bom tempo andando pelo imenso templo vazio. Nisso ela vai pensando sobre sua missão.

“Que tipo de missão é essa? Tudo que tenho que fazer é vigiar um cara que, por azar, ficou preso a um cubo de gelo? Tá bom que sou novata, mas será que só vai sobrar essas tarefas toscas para mim?”

Logo, ela finalmente encontra seu objetivo. Era um enorme esquife de gelo que mede cerca de quatro metros de altura. Olhando mais de perto, Rukia percebe que um rapaz está preso nele. Ele parecia ter cabelos claros, usava uma estranha armadura branca. A diadema é o que lhe chama mais atenção pois tem a cabeça de um pato enfeitando o seu topo. O rapaz parece que está dormindo.

— Então é esse o corpo que tenho que guardar! Então será que o espírito já se foi?

Ela obteve a resposta olhado para uma corrente espiritual que saia do peito do rapaz. Essa corrente passava pelo esquife e se estendia para fora dela por alguns metros. Então ela observa que sua outra extremidade estava presa no tórax de um rapaz que estava sentado. Seu semblante era vazio e sem esperança. Ele tinha longos cabelos loiros, olhos azuis e usava uma simples camiseta regata azul marinho, uma calça preta e um par de (ridículas, na opinião de Rukia) polainas marrons.

O rapaz observa o que estava se aproximando de si. Uma pequena criança, ao que parece. Tem cabelos negros que só vai até o pescoço e usa um kimono negro. Ainda tinha uma bainha de uma espada em sua cintura. Então ele imaginou que só poderia ser ela que iria finalmente busca-lo.

— Então finalmente você veio! — sussurrou o rapaz.

— Você é capaz de me ver? – perguntou a Shinigami – sim, eu sou o que vocês conhecem como morte.

— Hihi! Que inusitado! – o rapaz deu uma leve risada.

— O que tem de inusitado? – perguntou Rukia meio confusa.

— Nunca pensei que a morte seria uma menina baixinha, feia e cabeçuda!

Brava por ouvir isso dessa alma, Rukia não hesitou em dar um chute no lugar mais sensível da anatomia de um homem.

— AAARGGGGG!

— Tenha respeito por quem vai te levar para o além! – disse a garota bufando.

— ARGG... — o rapaz se contorcia de dor, colocando a mão no local que ainda está latejando de dor! – nunca pensei que a morte seria tão rude... ai...

— Isso é pra você aprender!

— Que seja... então, pode começar a realizar seu trabalho? – pedia o rapaz.

— Que trabalho? – perguntava a shinigami.

— A de me levar para o além, ué!

— Ainda não posso! – declarou Rukia.

— Por que ainda não? – indagou o rapaz.

— Porque você ainda não morreu de verdade! – explica a garota – está vendo a corrente que liga o seu espirito ao seu corpo? Ela está se corroendo – ela mostra que a corrente está se corroendo aos poucos – apenas quando a corrente se quebrar é que você estará separado de seu corpo. Ai, você será considerado morto e eu poderei te levar para o além.

— Então o que veio fazer aqui?

— Eu vou ficar aqui para aguardar essa corrente terminar de corroer!

— Então vai ficar aqui feito um urubu? – fala o rapaz.

— Tá doidinho para levar um outro chute no saco! – Rukia olha feio para ele.

— E se ao invés disso, você cortasse essa corrente com essa sua espada? – propõe o rapaz.

— Não posso! É contra as regras da Sociedade Espiritual! – informa a garota.

— Saco! – suspira o loiro.

— Então o jeito é nós passarmos o tempo aqui até a corrente arrebentar! Ou então até alguém te resgatar!

— Isso é impossível! – declara o rapaz.

— Como assim impossível? Não tem ninguém que poderia fazer isso por você?

— Não sei se você sabe, mas estamos em uma espécie de guerra! – informa o loiro – eu sou um cavaleiro, mas eu já falhei na minha missão por culpa dos meus sentimentos. Então são os meus companheiros é que devem continuar com essa missão e eles não vão perder o tempo que lhes resta para me salvar. E mesmo se eles quisessem me salvar, isso vai ser impossível para eles! Esse caixão de gelo não é de um gelo qualquer. É impossível para qualquer ser humano derrete-lo.

Rukia escuta o relato do cavaleiro. Ela percebe que ele foi completamente derrotado em uma batalha e que ele praticamente desistiu de sobreviver.

— Entendo... então o jeito mesmo é esperar a hora certa! – ela suspira e resolve se apoiar nos joelhos para não ter que ficar de pé durante a espera – qual é seu nome?

— Hyoga!

— Meu nome é Rukia!

— Er... prazer em te conhecer, Rukia!

Os dois ficaram alguns minutos calados. A garota ficou olhando para o chão pensado sobre o que acabou de ouvir. Então não tem ninguém que importe para esse rapaz? É possível que encontre muitas pessoas como ele enquanto for shinigami. Pessoas que estão desistindo da vida. Ela vai pensando sobre as pessoas que lhe importam. Seu amigo de infância Renji Abarai, um rapaz de longos cabelos ruivos e várias tatuagens na testa. Ele agora está no mesmo esquadrão de seu irmão Byakuya Kuchiki, o poderoso capitão do Sexto Esquadrão.

Ela também pensava no irmão, que lhe acolheu há algum tempo. Ela tem enorme respeito por ele, apesar dele não lhe demonstrar muito afeto. Também pensava no pessoal do 13º Esquadrão, especialmente no tenente Kaien, que lhe ensinou tudo que precisa saber sobre seu trabalho de shinigami.

— Ei Rukia! – a voz de Hyoga lhe tira dos pensamentos – quando eu for para o além, eu irei me encontrar com a minha mãe?

— Isso é quase impossível! – diz a garota com sinceridade – todos os dias morrem gente nesse mundo. Há bilhões de espíritos no além. Vai ser muito difícil achar alguém em específico!

— Então pode ser que me encontre com ela! – fala o cavaleiro com um pouco de esperança – pode ser difícil, mas acho que terei todo o tempo do mundo para isso.

— Sim! A morte não é o fim de tudo, você poderá ir para a Sociedade Espiritual. E parece que você tem uma boa energia espiritual! – analisa Rukia – talvez você pode se tornar um bom shinigami!

— E ter que usar esse kimono ridículo? Não obrigado! – declara Hyoga.

— E você que está usando uma estranha armadura com um pato na cabeça? – Rukia aponta para a esquife.

— É um cisne minha filha! – corrige o cavaleiro – eu uso a sagrada Armadura de Cisne.

De repente os dois escutam um rugido. Uma estranha criatura entra no templo. Logo Hyoga vê o quanto ela é ameaçadora. O monstro tem cerca de cinco metros de altura, com um corpo bestial negro com um buraco no tórax. Possuí longas garras afiadas e usa uma máscara branca.

— Meu Deus! O que é isso?

O monstro ruge e avança em direção ao Hyoga. Rukia rapidamente se coloca entre eles, aparando as garras do monstro com sua espada. A criatura vai pressionando a shinigami com sua força.

— Rukia o que é isso? – pergunta Hyoga temeroso.

— Deixe me concentrar por enquanto e Argg.... – o monstro consegue arremessar a Rukia contra a parede.

— RUKIA! – Hyoga fica preocupada pela garota e institivamente junta suas mãos e lança uma rajada de ar frio contra o monstro que avançava para ataca-lo.

— TROVÃO AURORA! ATAQUE!

O ar frio lança a criatura para alguns metros de distância. Ele cai, mas leva apenas alguns segundos para se levantar novamente. Ele continuava grunhindo para o Hyoga.

— Isso é um hollow! – Rukia se levanta, ainda que esteja com sua testa sangrando – isso é um de nossos trabalhos. Nós temos que guiar espíritos como você para a Sociedade Espiritual antes que virem lanchinhos para essas criaturas.

— Ei você está bem? – pergunta Hyoga preocupado.

— Não se preocupe que isso não foi nada! – fala a shinigami com um sorriso no rosto – não acredito que Kiyone deixou um deles passar! Agora deixe o resto comigo!

A espada de Rukia começa a mudar de forma. Ela fica totalmente branca e com um longo laço branco a enfeitando seu pomo.

— Primeira Dança! Lua Branca!

Com sua espada, Rukia desenha um círculo que envolve o monstro. Dele surgiu uma enorme coluna de gelo que aprisiona o hollow e o congela instantaneamente. Em poucos segundos, a coluna se quebra e o monstro também se despedaça em várias partes, o destruindo completamente. Logo essas partes se desfazem em pó.

— Não consegui executar essa técnica tão bem... – suspirou Rukia – ao menos foi o suficiente para destruir o hollow.

— Interessante! – Hyoga deu um sorriso de canto – você sabe manipular o frio!

— Você também, não é?

— Pois é... sou um cavaleiro que manipula o gelo... ou manipulava! – disse Hyoga melancolicamente.

— Realmente não há mais ninguém que te prende a esse mundo? – pergunta Rukia.

— O que me sobrou são apenas os meus amigos! Mas eles não vão poder me ajudar! – reafirma o cavaleiro.

— Espero que eu não tenha que esperar por muito tempo! Sua energia é muito atrativa para os hollows! – suspira Rukia.

— Não se preocupe! Posso te ajudar com essas criaturas se você quiser! – oferece Hyoga.

— Eu sendo ajudada por um moribundo, era só o que me faltava! – suspira a shinigami.

Minutos se passaram. Rukia observa que o gelo que criou com sua técnica já derreteu completamente, só sobrando uma poça de água.

— E esse gelo em que você está confinado? Ele não derrete não? – ela pergunta curiosa.

— É como te disse! Este não é um gelo qualquer! – explica Hyoga – ele foi feito pelo mais poderoso manipulador desse elemento, o Cavaleiro de Ouro Camus de Aquário! Ele é praticamente indestrutível. A única maneira de destruí-lo é se alguém o atingir com o Zero Absoluto, a temperatura mínima possível, que corresponde a cerca de -273,15°C. Nenhum humano na terra foi capaz de atingir essa temperatura.

— Pois é! – Rukia fica pensativa – é bem abaixo do que consigo atingir. Então eu não posso destruir esse cubo de gelo com a espada, posso? – ela aponta a espada para a esquife.

— Minha filha, você só vai quebrar sua espada com isso! – avisa Hyoga.

— E além disso, eu não posso interferir na sua sobrevivência! – Rukia guarda a espada na bainha – mas quem sabe um dia eu não possa atingir essa temperatura. E se por acaso você sobrevivesse, você também pode conseguir isso!

— Hahaha! Que besteira que você está dizendo! – ri o cavaleiro.

— Sempre é bom ter um objetivo diferente que te prende a vida! – diz a shinigami.

— Talvez na vida que vou ter nessa Sociedade Espiritual! – fala o loiro um pouco mais esperançoso.

Mais passos são escutados, Rukia saca novamente a espada esperando que fossem mais inimigos. Porém são humanos que entraram dessa vez. Humanos com armaduras esquisitas. Um de cabelos curtos castanhos e armadura branca. Um de longos cabelos negros e armadura verde. E um de longos cabelos verdes, de armadura rosa e carregava correntes.

— Então eles foram capazes de chegar aqui! – suspira Hyoga – Rukia se esconda.

— Por que eu me esconderia! Eles não são capazes de me ver! – informa a garota – você os conhece?

— Sim! São os meus amigos! – o loiro fica emocionado.

— O Hyoga está preso nesse esquife! – fala Seiya, o rapaz de armadura branca.

— Eu sinto o cosmo dele! – afirma Shiryu, o de armadura verde.

— Sim! Ele está vivo! – fala Shun emocionado.

— Sim pessoal! Vocês viram que estou preso! Agora vazam dai que não tem como me tirar daqui! – o espírito de Hyoga fala rispidamente de fora do esquife.

— Hyoga não se preocupe que vamos te tirar daí! – Seiya vai desferindo diversos golpes com seu punho na tentativa de libertá-lo do gelo.

— O que esse idiota está fazendo! – Hyoga fica incrédulo com a cena – não perceberam que isso é impossível?

— Parece que seus amigos não vão te abandonar! – percebe Rukia.

— Mas isso não está certo! Eles têm poucas horas para salvar a Saori! Eles não deveriam estar perdendo tempo comigo! – a shinigami observa que há lágrimas saindo dos olhos do cavaleiro.

Foram diversas tentativas, porém todas em vão. Seus amigos realmente queriam salvá-lo. Depois de alguns minutos, quando eles estavam prestes a se conformarem que não haveria salvação para Hyoga, uma luz surge no templo. E mais uma estranha armadura aparece, só que dourada.

— O que é isso agora? – pergunta o loiro incrédulo.

Eles acabam escutando a explicação de Shiryu. Esta é a Armadura de Libra. Ela traz consigo seis pares de armas que são capazes de destruir qualquer coisa. Shiryu tira sua armadura e fica sem camisa enquanto vai testando todas as armas.

— Esse seu amigo Shiryu é bem exibidinho, não é mesmo? – cochicha Rukia.

— Ele sempre foi assim mesmo! – suspira Hyoga.

Então ele escolhe a Espada Dourada. Com essa arma, ele consegue cortar a esquife e finalmente ela vai se despedaçando. Blocos de gelo derretem e viram vapor.

Vendo o gelo sendo destruído. Rukia se vira para deixar o lugar.

— Ei! Aonde vai? – chama Hyoga.

— Não está vendo? Seus amigos estão te salvando! – diz a shinigami com um suave sorriso – tem gente que realmente se importa com você! Adeus!

E ela deixa a casa de Libra enquanto que Hyoga é resgatado pelos seus amigos.

Já fora do templo, Rukia se encontra com Kiyone, que estava com alguns machucados e com o kimono meio rasgado.

— Ai, esses hollows foram muito insistentes! – reclama a garota loira – e ainda me escapou um. Você pôde lidar com ele, não foi?

— Sim! Acabei com ele sem problemas! – respondeu Rukia.

— Mas você acabou se machucando! – a veterana nota o ferimento na testa da novata – deixa que cuido disso com o Kidô de cura. E como foi com o rapaz do gelo. Você o enviou para o além?

— Não foi necessário! – respondeu Rukia – ele foi resgatado por seus companheiros.

— Eita! Ele teve sorte! – comenta a veterana enquanto vai curando a outra. O seu walktalk emite sinal de chamada.

“Aqui é o tenente Shiba falando!” Kiyone escuta a ligação “como está a missão na Casa de Libra?”

— Ela já foi concluída! – ela responde orgulhosamente.

“Então venham imediatamente para a Casa de Câncer. Não sei por quê cargas d’água um filho da puta estava prendendo um monte de espíritos aqui. Mas esse infeliz foi derrotado por um moleque exibicionista de cabelos longos que, por algum motivo, eu não fui com a cara dele. Agora, o que importa agora é que aqui está cheio de wholes esperando para serem enviados! Se estão desocupadas, então venham imediatamente para cá!”

Com essa ordem, as duas shinigami começaram a descerem as escadas para se dirigirem para próxima missão. Ainda terão muito trabalho pela frente.

Notas finais
Então foi isso! Espero que Hyoga tenha percebido que não é mais para perder as eesperaças daqui pra frente. Não sei se repararam mas ambos os protagonistas dessa historinha são capazes de alcaçar o Zero Absoluto... Espero que tenham gostado da História! Obrigada pela leitura e se cuidem!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!