The Dealer's Daughter. Once Upon a Time.
10 Capítulo 10.
Notas iniciais
~ Storybrooke, Atualmente.
– O que ela disse antes de sair? — perguntou Clear à Granny desesperada.
– Disse que havia tomado uma decisão: que iria perdoar seu amado. Eu só não sabia quem exatamente seu amado era...
– Alguma novidade? — perguntou Gold ao entrar rapidamente no estabelecimento.
– Emma e Mary Margareth foram procurar na floresta, mas não deram nenhuma resposta ainda. — afirmou Ruby.
– Talvez um feitiço de localização seja útil. — sugeriu David.
– Só funciona se tiver alguma coisa da pessoa, e eu não tenho. — respondeu o Senhor das Trevas.
– Espere um minuto — disse a loba caminhando até uma mesa — Quando saí, ela estava sentada nessa mesa. Reconhece isso? — questionou mostrando um casaco.
– Isso é meu — respondeu Rumple — Ela não tinha roupas de frio.
– Tem certeza de que vai proteger a Belle? — perguntou Ruby pensativa.
– Sim. Por quê? — perguntou o 2º xerife.
– Se tiver uma maneira que você possa ajudar... por favor. — implorou a adolescente.
– Eu acho... Eu acho que posso encontrá-la. Ultimamente, desde que as coisas mudaram... tenho andado mais sensível a odores.
– Consegue farejá-la?
– Acho que é por causa do lance do lobo. — disse cheirando o casaco e deixando o restaurante.
O trio seguiu a moça até chegarem na entrada de uma loja de flores.
– O que foi? — perguntou Encantado ao ver Chapeuzinho perturbada.
– Eu estava farejando... mas perdi o rastro dela — respondeu, espirrando logo em seguida — Deve ser essas flores. Não consigo mais. Sinto muito.
– Não sinta — indagou Gold — É a loja do pai dela.
– Você de novo? — disse incrédulo o dono da loja, pai de Belle, ao entrarem no local — Fora! Este estabelecimento é meu. Você não é bem-vindo.
– Onde a Belle está?
– Ele não vai machucá-la.
– Só estamos preocupados.
– Não fiquem. Ela está segura. Podem parar de procurar.
– Se nós pudéssemos ter a chance de falar com ela... — pediu a neta.
– Seu pai vai destruí-la, assim como fez com todo o resto. E você sua monstrinha, só vai arruinar mais ainda o futuro dela.
– O que você fez com ela?
– Eu tinha que separar vocês.
– O que você fez?!
– Eu tenho que fazer Belle esquecer de você a todo custo. Mesmo que ela acabe esquecendo de mim também.
– Do que ele está falando?
– Ele está tirando Belle dos limites da cidade. — explicou David — Por onde você está mandando a Belle? Sabe que temos patrulhas nos limites da cidade para que ninguém ultrapasse acidentalmente. Como planeja furar o cerco? — interrogou após saírem do estabelecimento e se dirigem à van do homem.
– Por onde ela vai sair? Me fale! Por onde?! — berrou o Senhor das Trevas pressionando sua bengala contra o pescoço do senhor.
– Pai pare! Você vai matá-lo! — exclamou a garota puxando seu pai para trás — Agora diga-me, "vovô", para onde você mandou-a?!
– Contei com uma pequena ajuda.
– De quem?!
– Capitão Gancho.
– CAPITÃO GANCHO?! – perguntou Clear incrédula.
~ Floresta Encantada, Antes da Maldição.
– Tenho uma missão para cumprirmos juntos hoje, garota. — disse o pirata ao encontrar a jovem no deck de seu navio.
– Não pode durar muito tempo, sabe que eu tenho uma vida além da máscara — retrucou Clear — E então, qual é a missão Capitão?
– O País das Maravilhas.
* Uma Hora Antes *
– E é assim que eu te ajudarei a matar seu tão odiado crocodilo. — afirmou a Rainha.
– Diga-me o que tenho que fazer. — disse Gancho, interessado.
– Existe uma pessoa que não deve me seguir até essa terra nova. Precisa me garantir que isso não vai acontecer.
– Um assassinato? Quem você quer que eu despache?
– A minha mãe.
– Posso saber como?
– Encantado. — respondeu Regina devolvendo-lhe seu gancho — Agora ele está... encantado. Vai poder arrancar o coração dela com ele. Acredito que já tenha visto como se faz.
– Sim.
– O encanto só permite que você arranque um coração. Então trate de fazer isso direito.
– O que ela fez para merecer uma brutalidade dessas?
– Isso é problema meu! O seu é matá-la e trazer o corpo dela para mim.
– Isso é fácil. Quando posso sair para essa jornada assassina?
– Imediatamente. Mas você não vai sozinho. Lembra do Claude?
– Não posso dizer que lembro.
– Você o matou no pavilhão das celas.
– Ah, é ... Não o reconheci sem meu gancho no pescoço dele. Desculpe, mas ele não seria um peso morto?
– Eu mandei a minha mãe para um reino distante faz tempo. Vai precisar de um portal para chegar a ela — explicou pegando uma bolsa de couro marrom e abrindo-a — As regras são simples... Um vai e um volta. Neste caso, dois vão e dois voltam. Você vai levar o Calude e vai voltar... com a minha mãe.
– E se eu tivesse uma ideia melhor? — sugeriu o pirata visualizando um panfleto de procurada com o rosto da "Garota Mascarada" estampado nele.
– Hmm, diga.
– E se eu disser que posso me livrar dessa tal "Garota Mascarada"?
– Como?
– Levando ela comigo ao invés desse tal de "Claude".
– E deixá-la sozinha no País das Maravilhas... Brilhante!
– País das Maravilhas... Esse é o reino que terei o prazer de conhecer hoje? Um lugar bem alegre, com certeza. Agora, como faremos para entrarmos no chapéu?
– Enviarei um cavaleiro meu às docas dentro de duas horas. Estejam prontos Capitão.
– E como a encontrarei? Digo, sua mãe?
– Não se preocupe, ela vai achar vocês.
–-
– País das Maravilhas? E como pretende chegar até lá, hein gênio? — perguntou Clear com deboche.
– Alguém vai vir às docas e nos trará nosso portal para esse lugar. Pegue o que precisar, queridinha.
– E o que eu ganho com isso? Quero um extra pela pequena viagem.
– E terá querida...
–-
– Hey, você é o cavaleiro que veio nos trazer o chapéu? — questionou Gancho ao chegarem no local marcado pela rainha e deparar-se com um homem vestido em trajes de cavaleiro.
– Sim, aqui está. A Rainha me deu magia o suficiente para fazer o chapéu funcionar uma vez.
– Ótimo. Preparada? — perguntou o Capitão virando-se para a adolescente.
– Preparada.
O cavaleiro pôs o chapéu no chão, e nele abriu-se um portal, no qual Gancho e Clear saltaram.
– Aqui estamos. — afirmou Gancho ao pousarem em um lugar desconhecido — O País das Maravilhas.
Continua.
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