The Dark Lady
1 Prólogo
Notas iniciais
AVISO: Este capítulo contém linguagem inapropriada e cenas de Lemon.
Isabella POV:
Como esse maldito ousa? Aquele sanguessuga Filho da Puta me abandonou. No meio da merda de uma floresta dizendo que eu não era boa o suficiente para ele. Argh! Eu tive tanta vontade de lançar um ‘Crucio’ ou um ‘Avada’ nele, mas por culpa daquele velhote miserável eu estava sem a minha magia. Mas isso não vai ficar assim, eu vou fazer aquele desgraçado pagar muito caro por tudo. Ele e aquela familiazinha de merda dele vão se arrepender amargamente. Ele vai se arrepender do dia em que disse que eu não era boa pra ele. Eu estava planejando um jeito de me livrar dos Cullens a algum tempo, o acordo que fiz com o velho era que eu passaria um ano nessa cidade situada no meio do nada, vivendo como uma trouxa completa. Mas de todos os modos com o qual eu queria me livrar dos Cullens, Edward terminar comigo não era uma delas, ainda mais do jeito que ele fez me insultando para se sentir superior. Aquele miserável morto vivo de cu doce.
Meu nome real é Isabella Marie Darklyn, meus pais eram bruxos sangue puros, descendentes de Merlin assim como Grindewald, minha mãe morreu no meu parto e meu pai está em Azkaben por seguir o Lord das Trevas, quando eu tinha 11 anos recebi a carta de Hogwarts e comecei a estudar a magia. Fiquei na Sonserina assim como todos da minha família e sempre tive uma atração pelas Artes das Trevas. Mesmo sendo inclinada para a escuridão eu respeitava Dumbledore, isso até eu descobrir que ele mandou meu pai para Azkaban, ele me levou para viver com meu padrinho Lúcio Malfoy, mas não antes de colocar um feitiço, ou melhor, uma maldição, que impede meus poderes de alcançarem seu ponto máximo. Eu descobri isso lendo um livro da biblioteca dos Malfoy, falando sobre bloqueios mentais, é como se quando eu quisesse fazer algum tipo de magia de grande porte algo me impedisse, e eu sinto uma dor de cabeça horrível, Dumbledore sempre me disse que isso acontecia porque essas magias eram coisas que não deviam ser mexidas, mas depois que eu descobri a verdade eu passei a odiar aquele velho manipulador e venho trabalhando em derrubar essa maldita barreira, eu a sinto enfraquecendo a cada dia, mas ainda está lá.
Com o enfraquecimento do bloqueio minha habilidade com feitiços maiores está melhorando drasticamente, e foi por isso que o velhote me mandou para o mundo trouxa. Uma garota da Lufa Lufa me irritou e eu lancei um Crucio nela, em segundos ela já estava desacordada e o velho ralhava comigo me arrastando para a sua sala. Então ele me fez escolher ou eu aceitava vir pra esse lugar onde Judas perdeu a virgindade ou eu ia para Azkaban por usar uma das Maldições imperdoáveis. Eu tive que aceitar vir pra esse lugar de nome ridículo, e o pior o velho usou a desculpa de que eu precisava viver como uma verdadeira trouxa e colocou mais bloqueios na minha mente tirando toda a minha magia. . Aquele velhote filho da Puta, desgraçado, miserável, cada vez mais eu tenho vontade de matá-lo. Ele me disse para ficar um ano nessa merda, para ‘aprender novos valores’ como o mesmo disse então eu poderia voltar para a casa do meu tio e Obteria o certificado de formada em Hogwarts
Quando eu cheguei aqui eu conheci os Cullens, me envolvi com o Edward, eu nunca realmente gostei dele, eu apenas comecei a namorar com ele porque eu queria mostrar para a vaca da Jéssica que eu podia, eu na verdade odeio do fundo negro do meu coração aquele sanguessuga inútil. Ele sempre quis me controlar, me rebaixando a uma ‘humana fraca e indefesa’, ele não me deixava sozinha um segundo e isso era irritante, eu apreciava ficar sozinha às vezes lendo um livro de Magia negra, mas nem isso eu podia fazer porque nem dormir em paz o maldito deixava.
Quando meu tempo no mundo trouxa estava acabando eu comecei a criar diversos planos de me livrar de todos os Cullens e voltar para casa sem nenhum perseguidor maldito. Então eu me cortei no dia do meu ‘aniversário’, que na verdade é no dia 13 de junho, e dito e feito Jasper tentou me atacar, agora aquele sanguessuga puritano, acabou de terminar comigo. Eu não estaria tão furiosa se ele tivesse apenas terminado comigo, mas não aquele virgem centenário de uma figa tinha que me insultar, me dizendo que eu era a humana de estimação da família dele, que eu era fraca e inútil, que não pertencia ao mundo sobrenatural e que NÃO ERA BOA O SUFICIENTE PRA ELE.
– FILHO DA PUTA! – Eu gritei com raiva socando uma árvore, senti a dormência em meus dedos, mas não liguei e continuei socando-a, precisava descarregar minha raiva em alguma coisa e já que eu não podia usar magia esse era o único jeito.
– VOCÊ. – Um soco. – É. – Outro soco. – QUE. — Mais um. – NÃO. – Agora eu não sentia mais nenhuma das mãos. – É. – Mais um soco. – BOM. – O sangue escorria livremente por minhas mãos e tenho certeza que teria que engessar ugh, as duas. – O. – Minha raiva só aumentava e eu sentia o bloqueio em minha mente se partindo, mas não dei atenção, minha fúria continuava indo em direção á um vampiro imundo o qual eu imaginava no lugar dessa árvore. – SUFICIENTE. – Soquei a árvore novamente onde meu sangue estava marcado. – PARA. MIM. – Soquei com toda a minha força e dessa vez todo o meu braço esquerdo ficou dormente.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH! – Gritei de dor, mas não por causa do braço e sim da dor que senti em minha cabeça quando todas as barreiras que o velho colocou em meus poderes se destruíram. Um trovão soou alto aos meus ouvidos e o tempo estava se fechando. A escuridão tomou forma ao meu redor e eu a sentia me acariciando, se curvando ao meu redor, senti-as absorvendo o meu sangue que ainda pingava das minhas mãos em punhos e incrivelmente eu já não sentia dor, eu só sentia aquele poder aquela energia das trevas dançando ao meu redor roçando em meu corpo e em minha mente como se pedisse para que eu as aceitasse em mim, com a promessa de prazer e poder.
‘Deixe-nos prová-la. Deixe-nos tê-la, e você poderá ter todo esse poder. Deixe-nos senti-la. ’ Uma voz sussurrada soou em minha mente, eu de alguma forma sabia que aquela era a própria encarnação da escuridão falando comigo, sabia que sua promessa era verdadeira, sabia o que ela queria e eu estava mais do que disposta a dar a ela o que ela desejava.
Deixei-a penetrar em mim e senti-me gloriosa, a onda de poder escuro que se alastrou por mim era muito sedutora e era tudo o que prometia.
‘Ssssiiiim’ A escuridão assobiou, senti a escuridão começando a me tirar a inconsciência e ouvi-a dizer antes de tudo escurecer. ‘Não tenha medo, nós vos daremos sonhos muito prazerosos, esse é o nosso preço’
Eu estava em um quarto totalmente escuro, mas ainda sim eu poderia distinguir as formas borradas e movimentos ao meu redor. Então escutei uma voz sussurrada e sibilante.
– Voccê deve nosss deixar entrar... Diga... Fale para nóssss o que voccê quer... Nós iremos lhe mostrar seu verdadeiro companheiro... Basta dizer... Basta pedir... — A escuridão roçava meu corpo agora completamente nu, principalmente nas partes mais intimas. Antes de me levar para a inconsciência disse que eu teria sonhos prazerosos, eu apesar de ficar com alguns caras não passei dos amassos isso que dizer... Arquejei um pouco ao sentir a escuridão se mover com força contra a minha intimidade e algo clicou em minha mente então a pergunta apareceu e eu disse.
– Eu... Entre... Vinde a mim e me possua. – As palavras saíram da minha boca sem que eu soubesse de onde vieram, a escuridão sibilou em vitória e as trevas que me rodearam espalhando seu toque centrado em torno de meus seios, coxas e intimidade. Gemi alto ao sentir um prazer indescritível que eu nem sabia que existia. Senti a escuridão me puxando para baixo, ela tinha-me presa agora e eu não seria capaz de escapar mesmo que eu quisesse. Era como se houvesse mãos apertando e beliscando meus seios tensos. Havia também as mãos nas minhas coxas, esfregando, tanto no exterior como do interior com carícias semi-ousadas que me deixavam mais enlouquecida. Eu sentia seu toque em minha intimidade, era como se houvesse centenas de mãos lá, acariciando, esfregando, sugando e mordendo fortemente, me fazendo perder entre a linha da dor e o prazer gemendo incoerentemente enquanto essas sensações deliciosas tomavam conta de mim. Era completamente inebriante e eu estava começando a perder todo o senso do certo e o errado, e apenas me entregando a essas novas sensações que formigavam por todo o meu corpo.
Um movimento a minha direita chamou a minha atenção e eu vi a escuridão tomar a forma de um homem,não podia ver seu corpo perfeitamente somente sua sombra. Ele se aproximou perigosamente de mim e abaixou-se a minha frente abrindo minhas coxas tão amplamente como podia ele inclinou-se sobre seus joelhos e observou enquanto eu chegava ao clímax ao toque dos tentáculos de escuridão. Seus olhos eram a única coisa que eu podia ver claramente, eles brilhavam em um vermelho vívido que enviavam ondas de luxúria através de mim.
Antes que eu pudesse recuperar o fôlego ele se colocou sobre mim tomando minha boca em um beijo brusco e selvagem, seus lábios se agarraram aos meus e sua língua invadiu minha boca explorando cada canto dela. A escuridão liberou meus braços e eu circulei seu pescoço puxando-o mais para mim, senti suas mãos descendo por minha cintura e seu membro se posicionar na minha entrada. Com um impulso forte ele estava todo dentro de mim causando-me a gritar em seus lábios pela dor da minha barreira se rompendo. Ele, no entanto não se reprimiu, continuou entrando e saindo de mim e eu joguei a cabeça pra trás rindo em êxtase quando o prazer se juntou a dor triplicando as sensações que os tentáculos criaram em mim. Senti sua boca descer pelo meu pescoço e parar nos meus seios onde passou a chupar e morder arrancando um pouco de sangue, mas isso só me fez gemer ainda mais alto.
Eu sentia meu clímax cada vez mais perto, a cada impulso dado eu o sentia se construindo cada vez maior dentro de mim. Meu gemido se tornou um grito como um orgasmo avassalador tomou conta do meu corpo e um segundo depois eu o senti derramar sua semente dentro de mim, com isso as trevas se propagaram em mim, eu estava quase completamente cheia daquele poder totalmente escuro e sedutor.
O homem me puxou de joelhos a sua frente olhando insistentemente para mim com seus olhos incomuns, e eu sabia o que ele queria que eu fizesse assim como sentia a escuridão pressionando ao meu redor ansiosamente, desejando entrar em mim. Tomei seu membro em minha boca e gemi ao sentir nossos gostos misturados em sua extensão. Seus dedos se envolveram em meus cabelos e ele começou a investir contra a minha boca, a cada impulso eu o sentia mais perto do clímax e desejava ansiosamente que ele se derramasse em minha boca. Não demorou muito e senti seu liquido quente e grosso descendo por minha garganta enquanto a escuridão me invadia completamente me preenchendo completamente com seu poder. Ele se retirou da minha boca e seus dedos encontraram novamente a minha entrada, eu estava um pouco dolorida, mas não fiz nada para impedi-lo, como ele enfiou profundamente seus dedos dentro de mim fazendo-me gemer novamente. Sua outra mão esfregava dolorosamente meu clitóris inchado me trazendo mais perto do clímax. O homem desapareceu e os tentáculos tomaram seu lugar novamente, enfiando cada vez mais fundo dentro de mim, senti-os beliscando meus seios machucados e gemi longamente, a escuridão rondava por mim abrindo cortes em minha pele que só aumentavam meu prazer, senti-a se alimentar do meu sangue, e o prazer e a dor me fazendo sentir mais viva do que nunca.
Um grito de prazer escapou dos meus lábios como orgasmo doloroso tomou conta de mim, a escuridão absorveu tudo de mim sangue e fluidos enquanto eu arquejava fortemente, sentindo lentamente a inconsciência deslizar longe de mim.
Foi então que eu senti algo me rondando, me circulando, era o poder que eu tinha libertado e que agora me serviria. O poder atacou-me pressionando-me, meu corpo e minha mente absorveu tudo. Sorri maliciosamente como uma explosão incrível de poder ocorreu dentro de mim me trazendo de volta a consciência.
Fim do Capitulo.
Notas finais
Xoxo
P.E.
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