Notas iniciais
Notas lá embaixo rsrs
Boa leitura. (Postando escondido afinal já são 2:00 da manhã rsrsr)

Terceira Pessoa POV:

Uma semana depois. Serpent’s Hall.

Uma semana se passou, Voldemort ainda estava furioso, há dias não dormia, havia matado todos os prisioneiros da mansão em um ataque de raiva. E o corpo de sua amada ainda não foi encontrado, uma semana e nada. Ele não conseguia senti-la, era como se ela realmente estivesse morta. Ela tinha as Horcruxes, isso devia tê-la feito sobreviver, mas ele sentiria pelo menos seu espírito se ela tivesse no mesmo estado que ele ficou quando atacou os Potter, mas... Nada, nenhuma faísca de poder, nenhum sinal de vida, nem mesmo o mais poderoso feitiço de localização poderia encontrá-la.

Voldemort planejava esperar mais algum tempo para iniciar a guerra, mas com o sumiço de sua amante ele estava com sede de sangue, e parecia que quanto mais sangue e morte ele tinha, mais ele desejava. Ele decidiu que iniciariam o ataque a Hogwarts na próxima semana, pois ainda precisava de alguns planejamentos, além do que ele precisava retomar seu controle, para pensar mais racionalmente e não fazer algo muito precipitado.

Ele neste momento se encontrava na sala de reuniões sozinho, tinha acabado de dispensar seus comensais que só pareciam irritá-lo. O rosto de sua amante não saia de sua mente nem por um segundo, e com ela a dor e a angustia por não tê-la ao seu lado. As imagens da ultima vez que a viu se repetiam várias e várias vezes em sua mente, fazendo-o se sentir cada vez mais impotente e irritado. Num súbito ataque de raiva ele lançou tudo que estava em cima da mesa ao chão com brutalidade, as vezes sua raiva era tão grande que ele mesmo se esquecia da magia e começava a agredir as coisas fisicamente, a ponto de que suas mãos andava quase o tempo todo machucadas ou sangrando, não tinha paciência para deixar ninguém curá-lo ou fazer sozinho.

Uma batida fraca soou na porta, a qual ele ignorou, a batida soou novamente agora um pouco mais forte. Ele estava de costas para a porta olhando para um ponto fixo na parede como se houvesse algo muito interessante nela, tentando acalmar a raiva e frustração dentro de si. Como ele não respondeu a pessoa do outro lado abriu a porta.

- Eu já disse para não me incomodarem. – Ele rugiu sem ao menos olhar em direção a quem estava lá. Ouviu a porta ser fechada suavemente e uma voz que quase o fez desmaiar perguntou aos sussurros.

- Milord... – Ele se virou bruscamente dando de cara com ela, sua amante, estava ali de pé em frente a ele, parecendo fraca e cansada, usava apenas uma camisola hospitalar branca os cabelos desgrenhados, olheiras profundas, bem como os olhos vermelhos pelo choro, estava descalço e se apoiava na mesa para manter-se em pé. Mesmo assim ele pensava que ela estava mais linda do que nunca, saindo de sua paralisia inicial quando ela começou a se desequilibrar e cair no chão ele correu para ela a pegando em seu colo, e a abraçando fortemente contra si.

- Amante... Oh Merlin, não faça isso novamente... Não faça isso comigo... – Ele a ouviu sorrir baixinho ainda debilitada e sussurrar.

- Eu não planejo... – Ele enviou um chamado silencioso para Narcisa, que era curandeira, a mandando vir urgentemente para a mansão.

- Você está bem? Onde esteve todo esse tempo, fiquei louco atrás de você, mas você tinha simplesmente sumido... Não faça mais isso... – Ele balbuciava abraçando-a fortemente como se quisesse provar que ela era real e não uma alucinação. Sem esperar sua resposta ele tomou seus lábios em um beijo apaixonante cheio de saudades e coisas não ditas. As mãos dela passeavam por seu rosto, nuca, pescoço, ombros, braços e todo lugar que podia chegar com seu abraço de ferro ao seu redor.

- Eu acordei algumas horas atrás... Num hospital trouxa... – Ela sussurrou quando seus lábios ficaram livres. Ela o sentiu ficar tenso tão logo que escutou suas palavras, ao mesmo tempo em que um baixo rosnado saia de seus lábios e seus braços de apertaram ao redor dela. Ela acariciou seus cabelos o pedindo silenciosamente para ouvi-la. – Eu fiquei o tempo todo desacordada... Em coma... Eles me acharam desmaiada em uma maca da sala de emergência... Segundo eles, não havia nenhum machucado aparente em mim, eu apenas... Dormia. Então poucas horas atrás eu acordei, eles começaram a fazer perguntas e eu fugi, minha varinha não estava comigo então eu caminhei para o beco diagonal, encontrei com um dos comensais, na travessa do tranco, eu iria na Borgin & Burkes e viria pelo pó de flu, mas como eu encontrei o comensal antes ele me trouxe para cá. Eu... Não me lembro do que aconteceu... Só lembro-me do Cullen me atacando e o resto... – Ela não continuou, apenas apertou-se mais forte nos braços de seu amante.

- Ele tentou arrancar seu coração... – A voz dele saiu abafada pois mantinha o rosto entre seus cabelos sentindo o leve aroma de rosas que ela emanava, mas mesmo assim era perceptível a dor e raiva em sua voz. – Eu senti você em perigo... Então quando percebi o que acontecia juntei todo o poder em mim e lancei por você, meu poder somado ao seu convocou a escuridão, ela possuiu você, ela levou o sanguessuga telepata, o sanguessuga Dr, e a sanguessuga mãe, quando eles tentaram impedir a morte do telepata... Então quando a escuridão foi embora, seu corpo tinha desaparecido... – Ele a abraçou mais forte e perguntou. – Você está realmente bem amante?

- Sim Milord, estou apenas cansada... – Ela respondeu. Ele a pegou em seus braços beijando levemente seus lábios, sentindo-se como se ela fosse muito frágil e fosse quebrar a qualquer momento. Ele normalmente não se sentia se sentia assim, mas depois de quase perdê-la ele estava mais protetor do que nunca.

Ela não perguntou nada apenas o abraçou quando ele os aparatou para o quarto que dividiam, ele delicadamente a deitou na cama, transfigurando suas roupas para uma de suas camisolas em seguida deitou-se ao seu lado puxando-a para seu peito.

(Musica: Two is Better Than One Boys Like Girls & Taylor Swift)

- Amante... – Ele começou depois de um tempo em silêncio em que os dois apenas apreciaram a presença um do outro.

- Sim Milord? – Ela perguntou em uma voz sonolenta, mas com evidente satisfação por estar com ele ao seu lado. Ele sentou-se na cama puxando-a junto a si e olhando dentro de seus olhos ele disse.

- Eu amo você. – Ele deixou-a ver todo o sentimento guardado nessas palavras, mostrou-a todo o seu intimo. Os olhos dela se encheram de lágrimas e um lindo sorriso iluminou sua face quando passou os braços ao redor do pescoço dele puxando-o para um beijo. Ele aprofundou o beijo mordiscando seus lábios e pedindo passagem em sua boca. Ela entre abriu os lábios dando-lhe total acesso, e ele explorou sua boca tentando passar todo seu amor através desse gesto.

Quando ambos estavam sem ar ele finalizou o beijo com pequenos selinhos e segurando seu rosto por entre as mãos falou.

- Você... Foi a melhor coisa que me aconteceu... Eu nunca senti isso que sinto por você antes... Eu me importo com você como não faço com mais ninguém... Você é como eu ambos somos seres das trevas com sede de poder... Você é a parte de mim que estava faltando todo esse tempo, você me completa como nas histórias trouxas... Você é minha alma gêmea... Não quero perder você... Nunca senti tanto medo como quando pensei que estivesse morta, minha mente me lembrava sobre as Horcruxes, mas eu não conseguiria acreditar em nada enquanto você não estivesse em meus braços... O que eu quero dizer é... – Ela percebia que ele tinha dificuldades em expressar tantos sentimentos, mas percebia sua vontade e admirava que ele tentava. Lágrimas escorriam por sua face, ela vinha sentindo-se muito emocional e ao mesmo tempo insegura desde o momento que acordou no hospital, mas suas palavras a deram a segurança que ela precisava, ela sentia-se em casa quando em seus braços. – Isabella Marie Darklyn... – Ele continuou agora afastando-se dela e ajoelhando-se no chão fazendo-a arregalar os olhos. – Você aceita casar-se comigo e ser oficialmente minha Lady, esposa e rainha? – Ele pediu, deixando-a em estado de choque. – Amante...? – Ele perguntou quando ela não respondeu ainda paralisada, ela parecia que desmaiaria a qualquer segundo. Balançando a cabeça fortemente tentando se controlar ela disse.

- Eu... Sim... É claro que sim Milord... Eu também amo você, mais que qualquer coisa. – Com isso ela se jogou em seus braços fazendo-o se desequilibrar e cair no tapete com ela em seu colo, mas o sorriso nos lábios dos dois era de puro amor e felicidade. Ela o beijou e como ele momentos antes tentou passar todo seu amor através desse gesto. Ele se afastou tirando do bolso uma caixinha preta que continha duas belíssimas em formas de serpentes que em ambos os olhos brilhavam pedras de esmeraldas. Em ambos estavam escrito “Lady e Lord das Trevas”.

Ela sorria imensamente enquanto ele pegava sua mão esquerda e depositava a aliança em seu dedo anelar, em seguida ela pegou a outra aliança colocando na mão esquerda dele em seguida beijando-o novamente.

Eles continuaram deitados no chão mesmo, abraçados e apreciando a proximidade do outro.

- Milord? – Perguntou ela subitamente nervosa ao lembrar que ainda tinha algo a dizer para ele, algo que tinha descoberto através dos médicos trouxas.

- Sim amante? – Perguntou ele beijando o topo de sua cabeça. Ela sentou-se olhando cada vez mais preocupada. – O que houve? Está sentindo algo? Amante o que...? – Ele também sentou-se olhando-a com apreensão.

- Não... Não estou sentindo nada... É só que... Eu... Eu acho que... Estou grávida!

Fim do capitulo.

Notas finais
Sim, eu sou má! Rsrsrs.
Esse capitulo foi mais romance e menos Hentai, eu simplesmente não queria fazer uma cena mais Hot nesse capitulo porque em quase todos os outros capítulos a fic teve um hentai, então eu decidi mudar um pouco aqui, para mostrar que o amor deles não é apenas carnal. Eu não sou uma pessoa que possa ser chamada muito boa com declarações amorosas ou coisa desse tipo, mas eu tentei fazer um bom capitulo assim, espero que tenham gostado e espero Reviews e recomendações afinal a fic está quase acabando não é?
Beijão, e até o próximo capitulo gente!