The Dark Lady
9 Capítulo 8
Notas iniciais
Então eu tenho um projeto da escola "semana de leitura" onde agente tem que fazer palestra, peças, flashes, musicas, paródias, então tem os ensaios as pesquisas em fim.
Ainda mais as provas todo sábado, somando o inicio dos ensaios para a festa junina. e já viu né?
Mas eu ainda digitei alguns capitulos, espero que me perdoem, mas eu não vou abandonar as fics ok? Eu posto nos finais de semana porque é quando eu mais tenho tempo.
Sorry, e boa leitura
Isabella POV:
A cara de dor do Cullen foi como uma obra de arte aos meus olhos, os outros sanguessugas me olhavam chocados e magoados, fora a loira que parecia irritada e Jasper que parecia razoável , o velho me olhava parecendo (falsamente) tranqüilo, o trio me olhava com raiva e desprezo, e eu estava pouco me lixando.
Uma batida na porta ecoou pelo silencio que se instalou na sala depois do que eu disse.
– Entre. – O velho disse calmamente. Snape e Lupin passaram pela porta, e olharam ao redor como se esperassem que ali estivesse acontecendo uma batalha, ao perceber que estávamos todos bem, quando digo todos me refiro, a mim e os Sonserinos, mas Lupin fingia se preocupar com os outros, já Snape não se incomodava.
– Severo, Remus, a que devo a honra – O velhote sorriu como eu disse falso pra caralho!
– Já passou do toque de recolher, resolvemos vir para acompanhar os alunos que tinham ficado para que não recebessem detenção injusta. – Lupin disse atuando como o ‘lobinho-bonzinho-melzinho-docinho-chatinho’, em fim. Severo apenas concordou com a cabeça em seu usual sombrio.
– O que você disse? Que companheiro? Você está me traindo? – O sanguessuga disse para mim ignorando os outros. Nem ao menos, me virei para olhá-lo, simplesmente voltei a analisar minhas unhas que pareciam muito mais interessantes do que ele. O que meu Lord estaria fazendo agora? Como queria que ele estivesse aqui! Agora olhando para minhas unhas lembrei-me de como elas cravavam em sua pele em meio ao prazer fazendo com que ele gemesse acima de mim... Oh Merlin, porque eu tenho que me afastar dele? Quem precisa se formar afinal? Argh! – ... Responda! – Voltei a mim com o Cullen berrando a centímetros de distância de mim, novamente meus amigos mantinham a varinha empunhada em sua direção, sendo acompanhados, é claro, por Snape e Lupin.
– Afaste-se dela lentamente... –Snape disse em sua voz monótona e assustadora arrastando cada sílaba e alongando a frase dando mais ênfase. Não era um pedido. O sem noção nem ao menos olhou para ele, oh, ele não conhecia Severo, ele detestava ser ignorado, ainda mais por algo tão baixo quanto um sanguessuga.
– Me diga! Você.Está.Me.Traindo? – O Cullen pontuou com a voz que ele fazia quando queria que eu o obedecesse. Ah, mas agora eu tenho a chance de mostrar quem eu realmente sou, eu jamais abaixarei a cabeça para esse monte de lixo.
Fechei a distância entre nós com um só passo, colocando-me cara a cara com ele, em meus saltos de 20 cm, olhei dentro de seus olhos e senti os meus mudando para vermelho vívidos, iguais aos do Meu Lord, e eu sibilei em seu rosto com desprezo.
– Nunca. Jamais. Pense que em algum momento pode mandar em mim. Somente uma pessoa tem esse direito e esse não és tu. Você, sanguessuga bastardo, não fale nesse tom comigo, porque eu posso acabar com você antes que qualquer um possa piscar, mas eu não vou fazer isso sabe por quê? – Eu abaixava meu tom cada vez mais deixando somente um sussurro sádico, falando lenta e perigosamente, apenas os vampiros ouviriam. Aproximei meus lábios do seu ouvido e disse. – Porque antes disso eu torturarei você, arrancarei seus membros um por um começando lentamente pela ponta dos dedos, e subindo centímetro por centímetro, ouvirei seus gritos de dor quando lançar-te maldições dolorosas e quando meus bichinhos de estimação queimá-lo como fogo negro, deixarei meus mais inescrupulosos homens usarem você como bem entender, entregar-te-ei as torturas de meu amante, depois deixá-lo-ei com sede, por dias, semanas, talvez meses ou anos, o que me der mais prazer, só para vê-lo enlouquecendo, sofrendo com a queimação, só então eu lentamente deixarei meu amante queimá-lo vivo e por sobre tuas cinzas imundas deleitar-me-ei nos braços dele comemorando sua morte. E sabe o porquê de tudo isso? Você. Não. É. Boa. O. Suficiente. Para. Mim! – Eu rosnei cada palavra pontuando-as com um estalar de língua desagradável, como uma legítima cobra. Eram suas próprias palavras, e ele as engoliria.
Afastei-me dele bruscamente andando pela sala calma e tranquilamente como se estivesse tendo uma conversa agradável sobre um tema comum.
– Essas foram as suas palavras não é? Você não é boa o suficiente para mim... A ‘Minha’ espécie se distrai muito facilmente... Como se você fosse superior em algo... – Cuspi friamente. Então me virei para o velhote e disse. — Acredito que terminamos aqui. Professor Snape? Acompanha-nos? – Me virei para ele sem esperar o velho dizer nada, Snape assentiu e saímos da sala sem mais uma palavra.
Quando já estávamos longe o suficiente para não sermos ouvidos Pan perguntou.
– O que você sussurrou no ouvido dele? O sanguessuga parecia horrorizado...
– Nada de mais... Só descrevi como seria sua lenta e dolorosa morte. – Eu respondi.
– Ah, ta explicado. Você é mestre nisso. – Draco disse. Eu sorri para ele e continuamos em silêncio até chegarmos ao salão comunal da Sonserina. Aguie não prestava atenção na conversa, na verdade ela olhava a bunda do Snape que caminhava a nossa frente, não podia culpá-la, eu também fazia isso com meu Lord, na verdade eu sempre que podia o secava descaradamente. Desejamos boa noite para Severo e entramos, eu Pan e Aguie subimos para o nosso dormitório, e nos preparamos para dormir.
– Isa? – Pan perguntou depois de algum tempo deitadas, Aguie já dormia pesadamente ao nosso lado. –Está acordada?
– Sim. –Respondi, ainda não tinha conseguido dormir, sentia falta dos braços firmes do meu Lord ao meu redor.
– Quando vamos começar o plano de juntar a Ast e Draco, Aguie e Snape?- Perguntou animada, eu sorri maliciosamente e disse.
– Amanhã mesmo. Preciso de alguma ação.
– Os boatos são de que você está recebendo bastante. – Ela disse perversamente.
– Oh sim, muita, mas não vamos falar disso, ele não gosta de fofocas sobre sua vida pessoal.
– Tudo bem. – Ela disse. – Boa noite.
– Boa noite. – Respondi. Ela virou para o outro lado e em alguns minutos estava num sono profundo. Continuei me revirando na cama por um bom tem pó sem consegui dormir. Droga! Peguei meu diário dentro do meu malão, fiz um pequeno corte em meu dedo abrindo-o na ultima pagina limpa e comecei a escrever.
“01-09-12 (N/A: Ignorem as datas ok? Será avançado porque eu iniciei a fic neste ano e coloquei no ultimo relato dela 13 de junho de 2012)
Eu já estou em Hogwarts, os Cullens também estão aqui, o velhote idiota me chamou para ‘conversar’ depois do jantar. Ele também chamou os Cullens e o trio dourado. Foi extremamente irritante, o telepata imbecil ficou me chamando de ‘sua companheira’ o tempo todo, eu não falei com nenhum deles, não estava com vontade de interagir com os traidores, mas com certeza eu vou falar com eles depois, não custa nada jogar um pouquinho com os sanguessugas.
Draco falou com ele por mim, na verdade ele não falou, ele discutiu, o Cullen idiota insistia em se aproximar de mim com as baboseiras de ‘minha companheira’, ‘Meu amor’, como eu disse idiota. Pansy, Agnes, Blaise e Draco mantiveram as varinhas em sua direção todo o tempo. Eu suspeito que o trio tinha combinado com Dumbledore de entrar no assunto ‘companheira’ de propósito, penso que ele acha que eu irei voltar para o lado da luz por causa dos sanguessugas, ele mesmo comprovou isso quando disse:
‘– Por que O Sr Cullen não pode reivindicá-la como companheira? Pelo que soube vocês estavam apaixonados... ’ – Ridículo, eu sei, para me reivindicar como companheira ele teria que duelar com o meu companheiro e vencer, eu nem preciso dizer nada não é? ¬¬’
Mas se o velho pensa que seu plano dará certo ele é muito idiota, pelo Cullen eu só sinto desprezo, como sempre fiz, e só chegaria perto dele se fosse para matar ou torturar.
Quando eu disse que já tinha um companheiro, um muito melhor que ele, o inútil me acusou de traí-lo, mas o que me irritou mesmo, é que ele tentou me controlar novamente, mandar em mim. Snape o mandou se afastar, com a varinha em sua direção, e o imbecil continuou gritando em meu rosto, como alguém é tão idiota? Eu senti meus olhos se tornando vermelhos vívidos em puro ódio e eu o ameacei, descrevi como seria sua lenta e dolorosa morte.
– Nunca. Jamais. Pense que em algum momento pode mandar em mim. Somente uma pessoa tem esse direito e esse não és tu. Você, sanguessuga bastardo, não fale nesse tom comigo, porque eu posso acabar com você antes que qualquer um possa piscar, mas eu não vou fazer isso sabe por quê? Porque antes disso eu torturarei você, arrancarei seus membros um por um começando lentamente pela ponta dos dedos, e subindo centímetro por centímetro, ouvirei seus gritos de dor quando lançar-te maldições dolorosas e quando meus bichinhos de estimação queimá-lo como fogo negro, deixarei meus mais inescrupulosos homens usarem você como bem entender, entregar-te-ei as torturas de meu amante, depois deixá-lo-ei com sede, por dias, semanas, talvez meses ou anos, o que me der mais prazer, só para vê-lo enlouquecendo, sofrendo com a queimação, só então eu lentamente deixarei meu amante queimá-lo vivo e por sobre tuas cinzas imundas deleitar-me-ei nos braços dele comemorando sua morte...”
Essas foram exatamente as minhas palavras, e eu posso pensar em mais tipos de tortura pelo resto da noite. Ele ficou com medo, muito medo, mas acredito que não desistirá, o que ele sentia era quase, ou verdadeiramente uma obsessão, o velho também não o deixaria desistir...
Ah, eu e Pansy vamos bolar um plano para juntar, Draco e Ast, Snape e Agnes. Eles morrem de tesão um pelo outro e eu não agüento mais ouvi-los suspirar ao meu redor, ou ficar babando um pelo outro, é ridículo, porque eles não se pegam de vez?
Já é noite e eu não consigo dormir, sinto falta do meu Lord, sua presença constante ao meu lado, porra! Como vou ficar tanto tempo sem ele? Espero que nos encontremos logo, vou tomar uma poção sono sem sonhos, é o único modo que eu vejo de conseguir dormir.
Fim do Relato”
Guardei o diário e tomei a poção. Tinha pegado com Snape ontem, sabia que não conseguiria dormir sem meu Lord. Caí imediatamente em um sono profundo e obviamente sem sonhos.
[...]
Na manhã seguinte caminhamos todos juntos para o grande salão, fizemos um trato de não andarmos sozinhos em nenhum lugar do castelo. Eu e Pansy, constantemente jogávamos indiretas nos nossos ‘alvos’ e eles, para a nossa irritação, fingiam-se de desentendidos.
Sentei-me na mesa da Sonserina, os comensais na mesa, fora meus amigos, acenaram respeitosamente para mim, acenei minimamente de volta reconhecendo seus cumprimentos. Sentia os olhos dos Cullens em mim, bem como os do velho caduco ignorando-os comi meu café sem dizer uma palavra, chateada pela falta do meu senhor.
O velho se levantou e começou a discursar o que eu fiz questão de não ouvir, pensando seriamente em fugir da escola. Quando ele se sentou novamente os chefes das casas começaram a entregar os horários. Peguei o meu e dei uma olhada rápida. Poções, Defesa Contra as Artes das Trevas, Herbologia, Transfiguração, Feitiços, Astronomia, História da Magia e... ESTUDO DOS TOUXAS?
–Que Porra é Essa?- Eu praticamente gritei irada.
– O que houve Isa? – Draco Pediu cauteloso. Estendi o horário para ele sem dizer uma palavra, e me levantei caminhando em direção ao velho miserável, que sorria para mim. Os olhos de todos no salão estavam em mim, e eu estava pouco me importando, esse velho escroto tinha sorte que eu estava proibida de matar alguém, mas meu Lord não disse nada sobre torturar.
– Posso saber por que por acaso o nome Estudo dos trouxas está no meu horário? – Perguntei ironicamente, quando estava próxima o suficiente, um pouco do meu poder escapando do meu controle e rondando perigosamente ao meu redor. Ouvi alguns engasgarem com a intensidade, ma não me importei. Que morressem todos!
Meu poder tinha uma semelhança incrível com o do meu Lord, ainda mais que eu era sua Horcrux e carregava um pedaço dele dentro de mim. O velho arregalou os olhos um pouco para o poder, mas respondeu calmamente.
– Porque a Srta fará estudo dos trouxas este ano. – Eu podia sentir meu cabelo se avermelhando, assim como meus olhos, eu estava lívida de raiva.
– Eu não vou fazer porra nenhuma. Eu já fui para o mundo trouxa, passei um ano naquele caralho, não quero ter mais nada haver com esses inúteis. Ainda mais com a ‘professora’ – Cuspi a ultima palavra. – que vocês contrataram.
– A srta irá fazer as aulas. É parte do seu castigo. Eu ainda posso mandá-la para Azkaban por usar uma maldição imperdoável. – Se possível minha raiva dobrou, tive uma idéia, joguei um feitiço escuro no salão e expandi-o para procurar todas as mentes que eu queria não importa onde elas estava. Eu aprendi em um dos livros que meu Lord me mandou ler em meu treinamento. Vi Draco, Pansy, Agnes e Blaise se aproximarem de nós mas ficarem a uma distância respeitável, eles não me queriam com raiva deles.
– Você não pode me chantagear velho, não há mais provas. – Eu sorri maliciosa.
–É claro que há, memórias são as melhores provas. – Ele disse.
– Pena que você não tem nenhuma... –Eu debochei. – Eu acabo de apagar todas as memórias sobre o que aconteceu com a sangue ruim, você não pode me incriminar de nada, e se você tentar mostrar suas memórias, terá uma surpresinha. – Eu sorri mais ainda. Se ele tentasse, a memória se transformaria em sua lembrança mais vergonhosa. – Agora, você não vai me obrigar a fazer essas aulas, está me escutando velho? – Perguntei, falsamente dócil.
–A Srta irá fazer as aulas com memórias ou sem. Seu nome já está na lista, com magia, não vou retirar, e se a Srta faltar às aulas irá reprovar. – Ele disse firme. Velho filho da puta! Que meu Lord me disse para não mostrar meus poderes por tão pouca coisa... Mas, eu ninguém precisava sentir...
Todo o rolo de poder ao meu redor sumiu como se nunca tivesse existido, eu sabia me mover magicamente sem deixar qualquer rastro. Aproximei-me mais do velho colocando minhas mãos em cima da sua mesa, e discretamente tocando minha mão no copo de suco de abóbora a sua frente, sem desviar os olhos do velho.
– Você me paga seu velho inútil! – Eu rosnei, disfarçando a magia. Olhei para sua mão e paralisei um instante, ele estava usando o anel. O anel dos Gaunt, a Horcrux do meu senhor. Velho infeliz, aposto que quer destruí-la. – Pegar as coisas dos outros é feio velhote. – Eu disse sem emoção olhando para o anel, eu tinha que tirá-lo do velho, mas sem ele perceber, o que significa que eu tenho que tocá-lo. O velhote tentou esconder a mão, mas eu fui mais rápida e a peguei fazendo uma cópia do anel rapidamente e substituindo o original o qual eu transportei para meu dormitório. – É verdadeiro? Deixe-me ver... – Fingi analisá-lo. – Hmm... Não... – Soltei sua mão com desprezo. – Nem mesmo para roubar você presta. – Cuspi. Ele diria algo, mas o som de uma coruja entrando no salão interrompeu sua resposta. Era a coruja negra dos Malfoy, e carregava uma caixa média em sua pata. Ela voou em minha direção e deixou o pacote cair em minhas mãos. Olhei para a caixa analisando-a, em seguida pedi para Draco segurá-la e a abri com um toque da minha varinha. Dentro havia uma cobra enorme, quase do tamanho de Nagini, um pouco diferente que ela, mas da mesma espécie. e Ela subiu por meu braço enroscando-se nele assim como em meu pescoço, e pousando a cabeça em minha mão esquerda, onde eu a acariciei. Ela era realmente enorme! Draco pegou um envelope verde dentro da caixa e estendeu para mim. Não tinha nome e estava selado com magia, só abriria com meu sangue. Peguei uma faca em cima da mesa dos professores ignorando os olhares em mim e manuseei-a em direção a minha mão. Mas antes que eu sequer pudesse aproximar a ponta de mim, algo me jogou para trás retirando a faca da minha mão. Num piscar de olhos minha cobra não estava mais em meu pescoço e sim voando pelo salão.
– Você está bem, eu vou te proteger minha Bella. – A voz do sanguessuga Cullen disse acima de mim. Soltei um rosnado de raiva e estendi a mão para minha cobra impedindo sua queda com um feitiço silencioso. O maldito infeliz e futuro verdadeiramente defunto voaram de cima de mim como várias vozes gritaram.
– ESTUPEFAÇA! – Draco me ajudou a levantar, e eu tinha as costas doloridas e sangrava em alguns cortes pelo corpo. Se meu lord soubesse disso ele ficaria furioso. Maldito sanguessuga! Senti uma borda de escuridão tentando me deixar inconsciente, havia batido a cabeça com muita força, e tinha certeza que tinha uma contusão.
– Seu sanguessuga filho da Puta! – Eu rosnei.
– Posso matá-lo, Isa? – Draco perguntou com ódio. Ele,Snape , Lupin, Crabbe, Goyle, Avery, Nott e mais alguns outros sonserinos apontavam as varinhas para o inútil. Todos eles eram comensais.
– Não. – Eu sussurrei baixo somente para eles ouvirem. E me virei para o sanguessuga no chão olhando-nos assustado e preocupado, rolei os olhos, mesmo agora ele não me deixa em paz. – Eu teria cuidado se fosse você sanguessuga. Você não é imortal, mas é muito resistente, você pode desejar o contrário se me irritar o suficiente. Não posso matar você ainda mais em breve... – Eu sorri cruelmente deixando a imaginação dele correr. — Você irá implorar pela morte... – Sua família se juntou a ele e sem mais uma olhada me virei saindo do salão, com a cobra, Pansy, Blaise, Agnes, Snape e Draco me acompanhando.
– Deixe-me dar uma olhada em você Milady. Está sangrando muito. – Snape pediu. Eu assenti e caminhamos em direção a sua sala. Ele me examinou e me deu algumas poções para ajudar na minha recuperação, eu realmente tinha tido uma contusão, se fosse um pouquinho mais forte racharia meu crânio, com certeza não dava para esconder isso do meu Lord, não que eu tivesse cogitado essa idéia, mas ele tinha muito com o que se preocupar. Snape me deu o dia de folga e disse que se eu sentisse qualquer coisa era para ir direto para a enfermaria, pois podia ser algo mais sério, quando se tratava de contusões cerebrais.
Caminhei de volta para o meu dormitório e Sentei-me no parapeito da janela e abrindo a carta com algum do sangue que ainda tinha em mim. O envelope absorveu e em seguida abriu reconhecendo meu sangue. Ele deveria ter usado um pouco do que eu o dei em um frasco quando cheguei na mansão.
“Olá amante,
Senti sua falta ontem desde o momento em que saiu. Pensei que poderia estar sentindo o mesmo e mandei Narcisa comprar essa cobra para lhe fazer companhia, eu achei uma graça.
Espero que esteja tudo bem aí, e que esteja se alimentando corretamente como eu disse. Não se enerve muito com esses tolos, você sabe muito bem que é superior a eles e que em breve pagarão por tudo que fizeram.
PS: No sábado, terá o primeiro passeio a Hogsmeade, nos encontramos lá.
LV.”
Sorri subitamente de bom humor, e olhei para cobra enrolada ao meu lado me olhando curiosamente.
– Do que eu vou te chamar? – Perguntei mais pra mim mesma do que para ela.
– O outro senhor disse que Devil, seria um bom nome. – Ela sibilou de volta. Eu arregalei os olhos espantados. OMM!
– Como eu posso entender você? – Perguntei ainda em choque.
– O senhor, disse que a Horcrux dava este privilégio a senhora. – Ela assobiou. Eu sorri saindo do meu estado e sibilei de volta.
– Ótimo. Devil* é um belo nome. A partir de agora você se chama assim!
DEVIL*: Demônio
Fim do capitulo.
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