The Dark Lady
7 Capítulo 6
Notas iniciais
Ahh, eu recebi um pedido para postar a foto do Lord Voldemort dessa fic eu vou postar o link aki ok?
http://paulinhaeyvafanfic.blogspot.com.br/2012/05/sejam-bem-vindas-os-lord-voldemort.html
Olhem lá bjs.
Isabella POV:
Já havia se passado dois meses e meio desde que eu havia voltado para a mansão. Todos os dias eu treinava meus poderes e minha ‘resistência’ com o Lord das Trevas. Eu era sua seguidora mais fiel, a amante do senhor escuro e Lady das Sombras. Apesar de meu poder se assemelhar ao dele, eu me mantenho sua serva e o obedeço com minha vida, é claro que os comensais me obedecem, mas eu nunca tomava uma decisão sem perguntar o que ele achava e o que ele queria. Eu gostava de ter poder e de poder torturar trouxas, sangues-ruins até mesmo puros-sangues desobedientes, mas eu preferia que ele mandasse por mim, eu confiava nele para qualquer coisa, e de todas as minhas qualidades dominâncias não é uma delas. Eu me tornei quase ou totalmente dependente de tudo dele, de sua presença, de seu toque, de sua voz, de seu comando, de sua opinião, tudo. Eu só vestia ou comia o que ele aprovava e estava satisfeita com isso porque se ele aprova é porque está bem. Eu mesmo não me importava com quando ele estava em sua aparência ofídica, a somente o circulo interno conhece sua aparência normal, ele usa a outra para assustar os bruxos menores.
Hoje eu estava me sentindo particularmente irritada já que eu teria que voltar para Hogwarts amanhã, e não queria ficar longe do meu Lord, eu havia me habituado a sua presença constante e agora teria que passar 18 semanas, isso mesmo 18 semanas longe dele!
- Não fique assim amante. – Sua voz de veludo sussurrou em meio a meus cabelos. Estávamos em seu escritório na mansão, tínhamos acabado de sair de uma reunião irritante. Eu estava sentada em seu colo enquanto ele acariciava meus cabelos.
- Como não Milord? – Choraminguei. – Não quero ficar longe de você. O que vou comer naquele castelo, se você não estará lá para aprovar? O que vou fazer sem você comigo? – Dramatizei fazendo biquinho. – Ele soltou um riso profundo de sua garganta e puxou meu rosto próximo ao seu e falou.
- Não se preocupe, eu darei um jeito de nos encontrarmos, e quanto ao que você irá comer, coma o que tiver na mesa da Sonserina, não arrisque na Lufa Lufa ou na Grifinória. – Ele ironizou a ultima parte e eu fiz cara de nojo.
- Eu jamais chegaria perto... – Comentei. – Mas você promete que dará um jeito de nos encontrarmos? Não acredito que terei que ficar tanto tempo sem vê-lo! – Disse indignada, ele sorriu novamente e respondeu.
- Claro amante, eu também sentirei sua falta o tempo todo. Agora tenho uma coisa a propor para você. – Suas feições eram sérias e instantaneamente a minha se tornou também, e eu esperei pacientemente ele se pronunciar novamente. – Eu não sou exatamente o tipo romântico e isso e obvio, mas eu quero... – Agora ele parecia genuinamente desconcertado. Eu sorri para ele e disse acariciando seu rosto.
- Você não precisa dizer Milord. Eu sei disso, e o amo do jeito que você é. Você mostra para mim um lado seu que todos desconhecem. Me aceita como eu sou e me faz sentir perfeita. Todos os pequenos gestos que você faz ao meu redor, mesmo que para muitos pareça insignificante eu sei que isso é muito mais importante para você e assim é para mim, você não é muito de demonstrar seus sentimentos e só o fato de que comigo você tenta é o suficiente para mim. Você tem toda a escuridão e desejo que também fazem parte de mim e eu amo isso, tudo de você. – Eu terminei dando um pequeno beijo em seus lábios, mas não aprofundei, pois sabia que ele queria dizer algo. Seus olhos brilhavam com amor, satisfação e também confiança, ele agora diria o que tinha para dizer sem se sentir desconcertado, e eu sorri novamente para ele.
- Obrigado. Você não sabe o quanto é bom ouvir isso. E mesmo que eu não gosto de expressar meus sentimentos em voz alta, eu também amo você. Recentemente eu venho pensando em fazer mais Horcruxes, já que o Potter e o velho estão tentando destruir as outras e... – As sombras ricochetearam ao nosso redor furiosamente, refletindo meu estado de fúria, como aqueles malditos ousam? Ahhh eu vou matá-los! – Calma amante... – Ele falou colando nossos lábios. Me acalmei instantaneamente e retribuí o beijo, demorou alguns minutos para nos soltarmos, apesar de ter sido um beijo longo e cálido, foi também voraz e luxurioso como sempre era entre nós dois. – Agora me deixe terminar. Eu venho procurando algo importante o suficiente para se tornar minha oitava Horcrux e eu decidi que será... Você. – Arregalei os olhos. Eu? – Você é a coisa mais importante para mim agora, e eu quero que você carregue com você uma parte da minha alma. Assim como eu quero carregar parte da sua. Não vou correr o risco de perder-te por isso decidi que fazer Horcruxes para você era a melhor forma de garantir isso. O que você acha? — Eu ainda estava completamente paralisada, eu sabia da importância de uma Horcrux e sabia que se ele estava me falando isso é porque tinha certeza da sua decisão. – Amante? – Voltei a meu normal quando ouvi-lo me chamar preocupadamente. Sorri tranqüilizando-o e respondi.
- Será uma honra Milord, eu não tenho palavras... – Ele sorriu para mim satisfeito e tomou meus lábios em um mais um beijo deliciosamente apaixonado.
- Ótimo, então faremos agora o que acha? Podemos criar a sua primeira hoje que será a mim mesmo, e a minha que será você. Amanhã pela parte da manhã, criamos a sua segunda que você deve decidir o que será, já que você se sentirá cansada de mais para fazer outra hoje à noite. – Sorri e acenei concordando e ele me puxou para meus pés, arrastando-me para as masmorras.
Paramos em frente a uma sela com trouxas o suficiente para criar duas Horcruxes e ele decidiu que faria a sua primeiro, já que eu ainda não sabia o que devia fazer. Ele matou três dos trouxas, e a cada morte seu poder e escuridão aumentava ainda mais, percebi que ele estava construindo sua escuridão para poder entoar o feitiço das Horcruxes. Logo que os três trouxas estavam mortos ele virou-se passando os braços ao meu redor e disse o feitiço com a varinha apontada para mim. A principio não entendi o porquê do abraço, não que eu estivesse reclamando, mas estávamos no meio de uma magia importante, mas então uma dor semelhante ao Crucio, se formou em mim, eu percebi que não me manteria em pé sozinha, por isso ele me segurava em pé.
Ele encostou-nos a parede do corredor, já que isso também devia ser doloroso para ele afinal, sua alma estava sendo partida. Ele colou nossos lábios beijando-me com força, para amenizar a dor, e eu retribui por entre a névoa dolorosa, senti parte da sua alma entrando em mim e se instalando em meu interior, ainda doía bastante, mas seus lábios afastavam isso. Ele passava as mãos por meu corpo acariciando as partes onde minha pele estava à mostra, sua mão desceu para meu clitóris massageando-o e mesclando dor e prazer, depois de alguns segundos, a dor já não era tão ruim e eu gemia em seus lábios. Levei minha mão para debaixo de suas vestes ciente de que ele também sentia a dor, e eu tinha a intenção de amenizá-la. Acariciei sua extensão passando a ponta dos dedos em sua cabeça sentindo-o se animar instantaneamente ao meu toque, ele soltou um grunhido entre o beijo aprofundando mais ainda o toque de nossos lábios. Sua mão havia entrado por baixo das minhas vestes, ele afastou minha roupa intima e sem aviso enfiou dois dedos dentro de mim, eu gemi apertando seu membro com força e ele cresceu ainda mais em minha mão, iniciei movimentos de vai e vem em sincronia com o ritmo de seus dedos entrando e saindo de dentro de mim. Senti o prazer se construindo em meu estômago e prensei mais ainda meu corpo ao seu em busca de mais contato, passei o dedo indicador em sua cabeça novamente sentindo o pré sêmen escorrendo por ela, esfreguei meus dedos no liquido viscoso e massageei sua extensão novamente aumentando a força e o ritmo como eu sentia-o fazer comigo, com mais algumas estocada de seus dedos dentro de mim eu senti o orgasmo lavar por mim e mordi seus lábios com força, em reflexo apertando seu pênis em minha mão, ele gemeu longamente em meus lábios, e com mais algumas bombeadas em seu membro ele veio em minha mão. Finalmente desgrudamos nossos lábios ofegantes por ar, uma fina camada de suor nos cobria e o ar parecia mais denso. A dor da Horcrux já havia desaparecido, mas eu percebia um pouco de cansaço em sua forma. Acenei com a varinha nos deixando limpos novamente e dei um selinho delicado em seus lábios.
- Eu posso fazer a minha amanhã, você parece cansado Milord. – Ofereci. Ele negou com a cabeça e disse em um sussurro.
- Não se preocupe comigo, eu ficarei bem, faça o que tem de fazer para voltarmos para o quarto. – Concordei acariciando seu rosto e voltei para a entrada da sela. Matei rapidamente os três trouxas restantes construindo minha escuridão e voltei para perto do meu Lord entoando o feitiço com a varinha em seu peito. Colei meus lábios aos dele novamente, levando-nos ao chão, a dor que passava por mim era mil vezes mais forte do que a que eu senti agora a pouco, e o fato de que ele agüentou sem nenhuma reclamação e ainda me confortou diz muito sobre ele. Ele acenou fracamente com a varinha sem desgrudar nossos lábios e nos virou ficando por cima. Num só impulso ele entrou completamente em mim, gemi-choraminguei em seus lábios apreciando a sensação de preenchimento e prazer que tomou conta do meu corpo, a dor era algo no meu subconsciente e sem muita importância diante seu toque. Ele começou a bombear ritmicamente dentro de mim arrancando gemidos de nós dois, ele desceu os lábios para meus seios e eu praticamente ronronava como um gatinho satisfeito. Eu sentia o clímax se formando novamente dentro de mim, assim como percebia-o estremecer segurando-se para não chegar antes de mim. As sensações ficavam cada vez maiores e mais fortes e eu estava praticamente lá.
- Venha junto comigo amante – Ele sussurrou em uma voz sibilante muito parecida com a língua das cobras, não entendi como eu poderia saber o que ele disse, e nem pensei muito nisso, pois suas palavras foram a ultima gota para que eu gritasse meu prazer sentindo-o tremer violentamente em cima de mim como seu liquido se derramou em jatos em minha intimidade. Ele acenou com sua varinha novamente e nos aparatou para seu quarto.
[...]
Na manhã seguinte só saímos do quarto ás 10 da manhã, um dos elfos no levou o café, o qual comemos rapidamente não querendo perder o resto de tempo que tínhamos juntos. Só saímos, porque eu ainda tinha que criar minha segunda Horcrux, e em seguida teríamos uma reunião, antes que eu fosse para Hogwarts, mesmo que eu seja a Lady das Sombras meu Lord era muito protetor e havia decidido que se eu me machucasse em Hogwarts seus comensais que estavam infiltrados lá sofreriam por isso, eu poderia muito bem me proteger, mas apreciava o fato de que ele se importava, e não discutiria com sua decisão.
A próxima Horcrux foi feita rapidamente, eu usei o cordão da minha família, já que sempre estava comigo, e novamente ele me distraiu da dor com seus beijos e carícias. A reunião foi chata e eu tomei meu tempo provocando-o por baixo da mesa, para todos os outros ambos estávamos totalmente centrados na reunião, eu mantinha uma cara de tédio com o rosto apoiado na mão, e ele ainda mantinha a marcara fria e indiferente perguntando e respondendo todas as questões que se manifestavam, somente se você o conhecesse bem e fosse bastante observador, poderia ver como seus ombros se tencionavam a cada movimento feito por minha mão, ele as vezes mordia minimamente os lábios prendendo os gemidos, e uma pequena camada de suor escorria por seu pescoço. Ele rapidamente dispensou os comensais presentes na reunião e trancou a porta com um agitar das mãos. Puxou-me para seu colo e sem uma palavra atacou meus lábios com uma fome animalesca. Retribui seu beijo com volúpia movimentando-me em seu colo atiçando-o ainda mais.
Ele rosnou em meus lábios e sem mesmo lembrar-se de usar magia rasgou em pedaços minha calcinha e sem cerimônia afundou-se em mim, gemi em deleite, meu corpo estava dolorido e inchado pelas horas insaciáveis que passamos na cama, quase não dormimos, e isso, a dor, a lembrança do que fizemos, a ardência em meu corpo, e o prazer de tê-lo em mim novamente fazia-me gritar abafadamente em sua boca. Ele levantou-se ainda dentro de mim e deitou-me na mesa de reuniões ficando acima de mim, ele segurou meus pulsos acima da minha cabeça com bastante força aumentando minha excitação, ele mordeu fortemente meu pescoço afundando-se ritmicamente em mim, cada vez mais forte e violento, do jeito que nós dois adorávamos.
- Você... Gostou... De... Me... Provocar... Heim?... Sentiu-se... Devassa... Me... Deixando... Duro... No... Meio... De... Uma... Reunião...?...– Ele rosnava em meu pescoço a cada pausa entrando mais profundamente dentro de mim. Entrelacei minhas pernas em seu quadril dando-o um ângulo duro e profundo dentro de mim. Sentia-o bater em meu colo e Oh MERLIN! Eu estava perto, muito perto... — Responda-me! – Ele rosnou cravando seus dentes em meu pescoço tirando um pouco de sangue, ao mesmo tempo em que dava uma estocada poderosa em meu corpo.
- Ohhh Simmm – Eu meio gritei e gemi, o súbito aumento de dor e prazer juntos havia-me levado ao êxtase, meu corpo inteiro tremeu violentamente como a força do orgasmo mais forte que eu já tive tomou conta de mim, e isso só se prolongou, pois ele continuou a estocar furiosamente dentro de mim, meu corpo começou a sugá-lo mais forte, apertando-se ao seu redor, como uma reação do orgasmo e isso foi o suficiente para ele, seus lábios voltaram aos meus, e ambos gememos. Ele derramou-se longamente dentro de mim, como seus lábios devoravam os meus, o gosto de meu sangue em sua boca dando um gosto selvagem, pelo sabor doce e metálico do sangue se misturava com nossos próprios gostos.
Ele caiu por cima de mim respirando dificilmente, semelhante ao jeito que eu estava.
- Oh... Merlin... Isso... Foi... – Eu comecei.
- Incrível... – Ele terminou tomando meus lábios em um beijo mais calmo, mas não menos apaixonado. Ele saiu de dentro de mim e eu gemi já sentindo sua falta, ele sorriu e me estendeu a mão, após colocar-se de pé, segurei sua mão também me levantando e quase fui ao chão, Merlin, minhas pernas estavam praticamente inúteis de tão moles que estavam. Ele sorriu mais ainda como puxou meu corpo de encontro ao seu e aparatamos direto na banheira de seu quarto. Eu tinha duas horas para chegar à estação, mas foda-se eu poderia aparatar, minutos antes do trem sair, sem qualquer problema.
Fim do Capitulo.
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