The Dark Lady
4 Capítulo 3
Notas iniciais
Os dois primeiros capitulos, me foram 'doados' por uma colega, quando ela me mostrou eu perguntei se ela iria continuar a escrever ela disse que não, perguntei se eu podia continuar e ela disse que não se importava. Mas ao que parece os capitulos não eram de completa autoria dela. Uma leitora de disse que tem uma fic em inglês que é muito parecida com os primeiros, então eu mudei algumas coisas ok? Não ta muito diferente pq os dois primeiros capitulos são a base da fic então. Me perdoem pelo erro ok? Somente os dois primeiros cap. são assim, eu só peguei eles dois dela, o resto foi eu mesma que criei.
Espero que gostem do capitulo.
POV terceira pessoa:
Os bruxos da luz pousaram em uma rua escura e deserta na pequena e não tão pacata Forks. A alguns metros de distancia o corpo da jovem Jessica Stanley jazia despedaçado e praticamente irreconhecível. A marca negra brilhava intensamente no céu como a marca de que o Lord das Trevas e seus comensais da morte passaram por ali. O velho líder dos membros da Ordem da Fênix, Alvo Dumbledore se aproximou do corpo sendo rapidamente seguido pelos outros.
O estado do corpo era terrível, se ele não soubesse melhor diria que era apenas uma massa de carne retirada de um abatedouro e jogado no meio da rua, mas os fios de cabelo, os restos da roupa misturados com o sangue e carne deixava claro que aquilo um dia foi uma pessoa. Somente uma coisa havia sobrado intacta. Uma mão feminina com um anel no dedo indicador, as unas pintadas de vermelho que se assemelhava ao sangue fresco escorrendo ao seu redor, e no meio da mão tinha uma marca. Um L e um D maiúsculo juntos como uma assinatura mágica feita com a mais pura magia negra. O velho negou com a cabeça tristemente e ordenou que alguém cuidasse disso, os pais da garota não mereciam vê-la naquele estado. Ele saiu de perto dos outros seguindo o rastro de magia para dentro da floresta acompanhado dos aurores Alastor Moody e Ninfadora Tonks, logo os outros já tinham terminado com o corpo e se juntara a eles em um caminho pela floresta até chegarem a uma clareira na parte mais densa da floresta. No meio da mesma, outro corpo dilacerado se encontrava, e novamente somente a mão da vítima sobreviveu intacta com as mesmas iniciais L.D. cravejados com Magia negra.
–Alvo, isso não é como um ataque comum dos comensais. Eles normalmente lançam Maldições Imperdoáveis, seqüestram e torturam alguém, mas nunca encontramos corpos no estado desses dois... – Moody falou acenando para o corpo sem querer olhá-lo. Era realmente uma visão de fazer qualquer um deles sentir o bile subindo pela garganta.
– É porque isso não é um ataque comum Moddy. – O velho respondeu, em seguida disse para algum deles se livrarem desse corpo também e começou a caminhar novamente seguindo uma direção diferente da qual eles tinham vindo. Logo os outros se juntaram a ele parando em frente de uma casa trouxa aparentemente comum. Estava tudo escuro, como se não houvesse ninguém em casa, mas havia muita energia maligna rondando a casa sem falar dos gritos dolorosos que soavam lá dentro. Imediatamente todos eles sacaram as varinhas, menos o velho Dumbledore que previa o que tinha acontecido. Eles invadiram a casa a procura de comensais, mas o que encontraram foi um bruxo, Charlie Swan, no piso da sala principal gritando a plenos pulmões. Ele era um membro da Ordem também, e foi enviado para Forks para vigiar a garota filha de uma das mais poderosas bruxas que viveu nos últimos 30 anos. Ela morreu ao dar a luz a sua filha a 18 anos atrás e o pai da menina foi para Azkaban por seguir Voldemort. Ela era de uma linhagem muito poderosa e puramente escura, e quando nasceu uma profecia sobre ela foi escrita. Nela dizia que a criança escura faria muita diferença em uma guerra. O velho sabia de quem ela era companheira e temia que eles se encontrassem, já que ele era um bruxo das Trevas e se ela escolhesse seguir os passos de seus pais.
Eles levaram Charlie para a sede da ordem para que pudessem tentar ajudá-lo, e todos aparataram longe deixando apenas o velho olhando para a marca escura que ainda estava no céu. Ele apontou sua varinha para ela e com um floreio a marca desapareceu assim como ele quando aparatou para a sede.
Lá Severo Snape, que era leal ao Lord das Trevas e espiava a ordem para o seu senhor, preparava uma poção antídoto para dar ao bruxo que ainda gritava deitado em uma cama no andar de cima. Todos pensavam que no momento do ataque ele estava em Hogwarts corrigindo as provas dos N.O.M’s , mas ele tinha estado no ataque, e ele sabia que a poção apenas retardaria a inevitável morte de Charlie Swan, a própria criadora da Maldição o disse isso quando ele foi chamado com urgência a sede da ordem.
Após tomar a poção a dor de Charlie diminuiu drasticamente, ele só sentia um latejar em seu cérebro que o obrigava a fazer caretas de dor a cada cinco minutos.
– Me diga o que houve Charlie. – Dumbledore pediu sentando-se ao lado do homem.
– Ela... Isabella... Ela quebrou as barreiras que você colocou em sua mente. As trevas circulavam ao seu redor e obedeciam ao seu comando... Ela queria saber o porquê de você se preocupar tanto com a lealdade dela. Queria saber seus planos, eu me recusei a falar e as trevas me atacaram, depois de um tempo você-sabe-quem apareceu com seu circulo intimo. – Nesse momento Severo sorriu consigo mesmo, ele tinha estado o tempo todo de máscara e com um glamour de ilusão ao seu redor enquanto estava na frente do bruxo na casa dos Swan.
– Você sabia disso Severo? – O velho perguntou desconfiado. Severo se virou para ele de onde guardava os ingredientes da poção e respondeu.
– Não Alvo, como você sabe eu estava em Hogwarts o tempo todo. – Sua voz era fria e monótona sem nenhuma infração ou qualquer indício de que estava mentindo.
– Eu ainda me recusei a falar, então ela me lançou uma maldição estranha, que ela disse que era de sua autoria e que eu era oportunidade perfeita para testá-la. Ela disse que eu tinha vinte e quatro horas antes que a maldição me matasse e sugeriu que eu dissesse a você que se dependesse dela, ela o mataria com as próprias mãos.
– E Voldemort e seus seguidores? Apenas olharam? – Lupin perguntou, sorrindo em seu intimo, ele também era um Comensal do circulo intimo, mas o velho o tinha chamado para fazer um serviço para a ordem e seu senhor o liberou para que ele não precisasse ir a esse ataque.
– Você sabe quem falou algumas vezes. Ele disse que pensava que eu estava morto, mas que isso não fazia mais diferença. No final ele a marcou como uma comensal e os dois saíram juntos, acompanhados dos comensais. Ela perguntou se eles a acompanhariam em um passeio para alimentar as sombras. – Charlie terminou fazendo uma careta como o latejar em sua cabeça ficou mais forte. Dumbledore fez uma careta, xingando-se mentalmente por ter levado a menina para os Malfoy e não para uma ‘família’ trouxa que a ‘manteria na linha’, se eles não conseguissem que ela deixasse o lado das Trevas, ou a matassem, o lado da Luz estava perdido.
Fim do capitulo.
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