Notas iniciais
Me desculpem ai se o capitulo não ficar bom, mas é que eu simplesmente estou desanimada para fazê-lo, e com um ódio muito grande do meu pc. Sabem porque? Eu digitei um capitulo, de quase cinco mil palavras, perfeito, com coisas muito importantes neles, então, eu salvo o capitulo, e a porra do pc trava e desliga. Agora, quando eu liguei esse caralho, a porra do arquivo estava fudidamente em branco. Minha vontade é de jogar esse pc na parede e mandar ele ir pra casa do caralho, sério eu chorei de raiva, o cap estava lindo, e essa merda estraga! Mas como eu perderia mais arquivos com isso, eu comecei a reescrever nessa merda filho de um robocop gay.
Porra eu tava tão inspirada, passei a noite acordada digitando para num segundo... puf... Serio gente desanimei aqui, to mto triste!
Bom, esquecendo essa pobre autora em depressão... Boa... Argh... Leitura.
(modedesabafooff)

Isabella POV:

- Tudo certo Iz? – Perguntou Bellatrix com um sorriso sádico no rosto. Hoje eu faria meu retorno para Hogwarts, digno de um pequeno showzinho, e é claro daria inicio a guerra. Seria perfeito. O plano já estava perfeitamente traçado, Snape, Lupin e Minerva já sabiam perfeitamente de tudo que tinham que fazer. Oh, sim, Minerva era uma comensal, nem eu sabia até alguns dias atrás, meu Lord me informou que McGonagall havia pedido sigilo sobre sua lealdade até a guerra final, agora eu entendo as atitudes dela na escola... Ela sabe realmente disfarçar bem...

- Claro. – Respondi-a retribuindo seu sorriso à altura. Ela e Narcisa estavam me ajudando a escolher uma roupa perfeita, afinal meu Lord e eu decidimos nos casar no meio da Guerra, seria magnífico! Poderíamos usar toda a energia do campo de batalha para nos unir mais ainda do que já estávamos unidos.

Olhei-me no espelho, eu estava perfeita. Usava um vestido preto de couro revestido em veludo, com alguns padrões vermelhos que davam a impressão de que eu estava coberta de sangue, que ia até metade das minhas cochas, um decote em V que terminava com uma fivela em forma de serpente logo abaixo do meu busto, ele também deixava minhas costas nuas. Meus cabelos arrumados em um coque perfeito com um laço de fita negra os segurando para não entrar em meu caminho na hora da luta.

Em meus pés uma bota também preta de salto médio, com um feitiço de equilíbrio para que eu pudesse me movimentar a vontade ou correr se fosse preciso. A bota subia por minhas pernas parando um pouco acima das cochas quase encontrando a barra do vestido.

Em meu pescoço o cordão com o brasão dos Darklyn. Em minha mão esquerda a aliança do meu Lord brilhava no dedo anelar, enquanto no indicador outro anel com o símbolo da marca negra, feito de prata e nos olhos da serpente duas pequenas esmeraldas, assessórios esses que combinavam com minhas unhas, que agora estavam revestidas em pura prata, com um feitiço que Trix havia me ensinado, dizendo ela, era perfeito para quando não se tinha uma arma em mãos...

Uma maquiagem escura que marcava meu rosto exótica e sombriamente, nos lábios, um batom vermelho que brilhava como se eu realmente tivesse passado sangue fresco ao invés do cosmético.

Não usei nenhum casaco ou algo para esconder a marca negra em meu braço, nem a marca em minhas costas completamente visível dado aos meus cabelos presos e o vestido revelador, que indicava que eu era mais importante do que os outros comensais, era uma rosa negra com uma serpente enroscada em seu caule, contendo algumas gotas de sangue escorrendo da imagem como se os espinhos da rosa cravassem na serpente e isso só a fazia querer se apertar ainda mais na rosa, era uma segunda marca. A marca que me nomeava como a Lady das Trevas, amante do Lord Das Trevas e Serva da Escuridão. A mesma marca que continha na nuca do meu Lord, o mais estranho era que nenhum de nós havia feito ela. Na verdade ela apareceu naturalmente depois de mais uma vez confraternizarmos com a escuridão.

- Você está belíssima Milady. – Narcisa sorriu, as duas também estavam vestidas de acordo com a ocasião. Bellatrix usava sua roupa de comensal, modificada por mim para puro couro negro que se ajustava a seu corpo bem curvilíneo, no lugar da saia que ela normalmente usava, uma calça que grudava-se nela como uma segunda pele. Na parte de cima, um corpete também de couro, e uma camisa de botões preta de mangas curtas que deixavam sua marca de fora. Nos pés uma bota sem salto que ia até um pouco abaixo dos joelhos, luvas também de couro nas mãos, com as unhas enormes pintadas em negro. Uma maquiagem escura e selvagem, que complementava sua aparência e combinava com seus cabelos que estavam no mesmo penteado de sempre, afinal era sua marca registrada. E por ultimo um cordão com o brasão dos Black, já que ela era a ultima a honrar a família.

Narcisa, já usava um vestido de seda branca, um pouco conservador, que batia em seus joelhos. A capa de comensal com pequenos diamantes na parte que delineava seu busto. Saltos pretos com um laço também preto, e também com um feitiço de equilíbrio. Um colar de prata com o símbolo dos Malfoy, ao redor do pescoço e uma maquiagem refinada, mas também escura completava seu visual.

- Será um belo de um show. – Eu sorri maliciosamente enquanto caminhava para a porta. – Podem ir, me esperem lá em baixo, eu vou dar uma olhada nos meus pequenos anjinhos antes de ir. – E com isso sai do quarto sem esperar resposta seguindo para o escritório onde meu Lord me esperava.

- Você está linda amante. – Ele falou sorrindo maliciosamente antes de Puxá-la para um beijo.

- E você está delicioso Milord. ­– Falei quando ele me soltou do beijo. Ele usava uma roupa feita de couro de dragão. Uma calça, uma bota de cano alto, uma camiseta e por fim uma capa negra com um capuz. Ele aumentou seu sorriso e pegou outra capa passando-a ao redor do meu pescoço e amarrando-a.

– Perfeito. – Nagini entrou na sala sibilando, deixaríamos ela na mansão, junto com Apollyon e as crianças, afinal ela era importante de mais para ser perdida. — Vamos? – Perguntou meu Lord na língua das cobras. Respondi com um aceno, enquanto Nagini sibilava um ‘Sim’ e se enroscava em nós dois, meu Lord me puxou para outro beijo enquanto nos aparatava para a mansão onde Apollyon nos esperava.

Meu querido papai parecia nervoso e muito ansioso, mas não é pra menos, daqui a pouco tempo uma guerra estouraria no mundo bruxo e ele não participaria. Não... A missão dele era algo muito mais importante, algo muito maior.

- Milord. Milady. – Ele cumprimentou assim que aparecemos. Embora nossa relação tenha evoluído desde que nos conhecemos, ele sempre mantém o respeito por quem nós somos. Nagini se desenrolou de nós parando sibilante no chão da sala antes de sair por um dos corredores da casa. Lembrei-me de Devil, estava com saudades da minha cobra, não tinha percebido o quanto havia me apegado a ela... Tentarei mandá-la para cá antes que a guerra se inicie, assim ela faz companhia a Nagini, que andava muito irritada por não poder ir para Hogwarts conosco.

- Eles estão no quarto? – Perguntei ansiosamente.

- Sim. Eles acabaram de dormir. – Respondeu ele dando-me uma mínima contração da ponta dos lábios, o que pra ele é o mesmo que dar um sorriso gigante. Retribui o sorriso e comecei a fazer meu caminho escadas a cima, para o quarto onde meus bebês estavam.

Meu Lord seguia-me de perto, e Apollyon deve ter ficado lá em baixo. Meu lord sorriu pegando minha mão e ambos abrimos a porta ao mesmo tempo, revelando o quarto completamente decorado com as cores das Sonserina, com um berço duplo no meio onde Liam e Lilith dormiam tranquilamente. Eles eram lindos, Liam tinha os cabelos completamente negros como os de meu Lord, mas os olhos eram do mesmo azul perolado que eu tinha. Já Lilith tinha os cabelos também pretos, mas com as pontas levemente loiras e encaracoladas, iguaiszinhos aos meus, só que seus olhos eram do mesmo azul celeste que meu Lord tinha.

- Eles se parecem muito com você amante... Tão belos... – Meu Lord comentou abraçando-me por trás.

-Não Milord, eles são a perfeita mistura de nós dois, com a sua beleza é claro... – Eu sorri olhando carinhosamente para meus anjinhos. Dormindo tão serenos... Sem ter a mínima idéia de que em alguns minutos entraríamos em uma guerra. Mas esse é o nosso destino, e nós o cumpriríamos, e eles ficariam, é claro, muito bem protegidos aqui.

Ficamos algum tempo assim, somente observando tranquilamente nossos bebês dormirem, essa guerra seria muito decisiva, mas nós tomamos as devidas providencias para garantir o máximo possível a segurança dos nossos melhores seguidores e da futura geração do circulo intimo.

- Está na hora amante... – A voz aveludada do meu senhor quebrou meus pensamentos. Assenti afrouxando seus braços ao meu redor e me inclinando para dar um beijo na testa de cada um dos meus lindos e poderosos filhos e sussurrar um ‘Mamãe ama vocês meus anjinhos’. Deixei meu Lord me puxar novamente para seus braços, enquanto ele inclinava-se um pouco mais perto dos bebês e sussurrava algo que eu não fui capaz de ouvir, em seguida disse mais alto.

- Até logo meus anjinhos das trevas... – Eu sorri dando-lhe outro beijo e com uma ultima olhada para os bebês ambos saímos do quarto descendo as escadas para encontrar Apollyon nos esperando na sala juntamente de Nagini que parecia ter acabado de ter uma refeição, provavelmente algum animal ou sei lá.

Nos despedimos rapidamente, surpreendendo a mim Apollyon me abraçou murmurando um ‘Cuide-se’ baixinho em seguida se afastando. Assenti para ele, avisando que provavelmente mandaria Devil para cá em algum momento da noite e com um ultimo beijo em meu lord aparatamos ao mesmo tempo para locais diferentes.

Era hora de colocar o plano em prática.

Terceira Pessoa POV:

Isabella desaparatou em frente aos portões de Hogwarts, co um sorriso cruelmente malicioso no rosto e conjurou todo seu poder sobre as sombras. Passou facilmente pelas alas que protegiam a escola mantendo sua presença oculta. Enquanto isso as sombras se envolviam no escudo protetor de Hogwarts, formando um semi-circulo acima da propriedade, que profanava lentamente as proteções as destruindo.

Isabella continuou rumando para o castelo com passos firmes, ansiosa para os próximos acontecimentos. O som de seus saltos ecoava pelos corredores chamando para si a atenção de alguns quadros, a qual ela ignorava sorrindo maliciosamente enquanto lançava um ‘Sonorus’ em seus saltos fazendo com que o barulho deles batendo contra o concreto ecoar por todo o castelo causando um burburinho no pessoal que neste momento estava no salão principal, eram umas sete horas da noite o horário do jantar e todos estavam reunidos no mesmo lugar. Seria perfeito para os planos de Isabella, principalmente porque toda a ordem da fênix estava ali. Depois que o Largo Grimmauld foi invalidado, e a casa das conchas destruída por Xenófilo Lovegood, e com a estranha calmaria Dumbledore decidiu mover todos para o castelo porque pensando eles “Era o lugar mais protegido da Grã – Betânia” Pena que estavam enganados...

- Minha Sssenhora... – Isabella escutou uma voz sibilante e conhecida sibilar enquanto parava sua caminhada olhando para onde sua cobra de estimação dobrava a esquina.

-Olá Devil. – Ela sorriu deixando a cobra enroscar-se ao redor de si.

- Pensssei que essstivessse morta... – A cobra sibilou.

- Essspero que não tenha ssse sssentido muito ssssó enquanto essstive fora, masss não tive oportunidade de vir bussscá-la.

- Não fiquei minha sssenhora, asss sssenhoritasss Parkinssson e Avery cuidaram de mim enquanto esssteve fora. – A cobra respondeu.

- Muito bom... Não tenho muito tempo para conversar agora Dev, preciso iniciar uma guerra. – Ela sorriu. — Vou mandar vocccê para um lugar ssseguro, Nagini também essstá lá, junto com meu pai e maisss duasss pessssoasss, vocccê entenderá quando chegar lá, não machuque nenhum dosss quatro ok? — A cobra assentiu, e com um sorriso em sua direção Isabella abriu um portal para a mansão onde Apollyon estava e mandou Devil por ela.

Isabella parou em frente às portas do salão principal sorrindo maliciosamente e retirando o feitiço de seus saltos. Todos no salão faziam silencio em expectativa, a maioria confusa, exceto para McGonaggall, Lupin, Tonks e Snape que sorriam perversamente nenhum deles se preocupando em esconder. Isabella e Voldemort haviam tomado as devidas precauções para que seus melhores comensais sobrevivessem a esta guerra, seus mais valiosos soldados, Narcisa Malfoy, Lucio Malfoy, Bellatrix Lestrange, Rodolfo Lestrange, Rabastan Lestrange, Remus Lupin, Ninfadora Tonks, Minerva MacGonaggall e Severo Snape haviam feito pelo menos uma Horcrux a mando de seus senhores, Draco Malfoy, Pansy Parkinson, Agnes Avery, Theodore Nott, Blasie Zabine, Astória e Daphne Greengrass, Fred e Jorge Weasley, Evanne e Clarisse Rosier também haviam feito horcruxes, eles eram os comensais Jr mais poderosos, escolhidos por Isabella e Voldemort para a futura geração do circulo intimo. Todos eles, incluindo os mais velhos, tiveram suas memórias retiradas após a conclusão do processo da criação das Horcruxes, para que não corresse o risco de que a luz descobrisse sobre isso e decidisse matá-los. Tonks que engravidou poucos meses antes de Isabella havia dado a luz a seu pequeno Teddy Lupin que havia ficado aos cuidados de Andrômeda, a qual, ao contrário do que muitos pensam não era uma traidora de sangue.

Isabella fez um floreio com a varinha fazendo a capa manter-se às suas costas e com outro floreio as portas do salão se abriram revelando-a para todos presentes. Ela divertia-se com as expressões de choque, surpresa e de alguns, medo. Encostou-se ao vão da porta desamarrando lentamente sua capa e deixando-a cair no chão.

- Ora, ora, ora, mas por que tanta surpresa? – Zombou girando a varinha entre os dedos e dando inicio a segunda parte do plano.

- V-você está morta! – Potter exclamou se levantando da mesa da Grifinória, lançando uma olhadela para Dumbledore que ainda a encarava com choque, em seguida virando-se para ela.

- Estou? – Perguntou debochada olhando para si mesma depois para ele novamente. – Então você está louco? Todos estão loucos porque eu estou aqui... – Ela sorriu parecendo mais do que nunca com Bellatrix. Ela estendeu a varinha, fazendo questão de que sua marca negra ficasse visível a todos no salão, e com um floreio todas as portas janelas ou qualquer tipo de entrada ou saída do salão se fechou. Houve alguns gritos abafados, algumas pessoas em pânico, ao ver a marca negra e depois ao se verem trancados ali dentro, mas a maioria acreditava estupidamente que o velho Dumbledore os protegeria.

Em seguida Isabella começou a caminhar ainda sorridente em direção ao Potter que deu alguns passos para trás quase caindo, mas foi segurado por Ronald Weasley e Hermione Granger que se colocaram ao lado dele e os três sacaram as varinhas. Todos no salão eram capazes de perceber um tipo de escuridão rondando ao redor de Isabella, que sorriu mais ainda quando o trio de ouro começou a recuar, a cada passo que ela dava eles davam dois para trás aproximando-se assim da mesa dos professores, mas isso não causou em nenhum momento uma hesitação em Isabella, nem mesmo um vacilar.

- Medo de gente morta Potter? – Ironizou sorrindo, em seguida fez um biquinho fingindo estar triste. – Eu pensei que fossemos amigos? O profeta diário até mesmo publicou uma homenagem a nossa belíssima amizade. – Fingiu um suspiro sonhador que não deu muito certo já que seus olhos brilhavam maldosamente. O Potter lançou um olhar nervoso para Dumbledore, mas o velho não dizia nada. Isabella parecia não ver as varinhas apontadas para si, ou não se importava, apenas continuou avançando perigosamente até que estavam muito próximos da mesa do diretor.

— Olá velho! – Cumprimentou animadamente. – Quanto tempo? Quando foi a ultima vez que nos vimos? Ahnn... – Tamborilou os dedos no queixo fingindo pensar. – Já sei! Quando tentaram arrancar meu coração fora do peito... Literalmente. Foi um ótimo dia, mas não tanto quanto hoje será. – Falou maliciosamente.

- Isabella. Como está viva? – Perguntou o velho sem emoção.

- Bem... Digamos que eu escolhi bem a quem servir... – Os olhos do diretor foram para a marca negra em seu braço seus lábios se apertando em uma linha fina de desprezo. – Oh não eu não estou me referindo ao meu Lord, estou me referindo a nossa mestre... A escuridão... Você se lembra dela não é? – De repente Isabella lançou-lhe um enorme sorriso cheio de significados ocultos, lá fora, o escudo da escola acabara de ser destruído, e o velho ainda não tinha percebido.

‘E ainda acham que ele é o maior bruxo do ultimo século.’ – Pensou Isabella com desprezo. Isabella tornou a olhar para o Potter que ainda apontava a varinha para ela juntamente com seus dois capachos, mas ela não estava atacando, por enquanto eram apenas palavras, a segunda parte do plano estava correndo perfeitamente, distração.

Sorriu debochadamente para eles e virou-se para a mesa da sonserina. Sentiu um feitiço sendo disparado em sua direção e com um floreio de varinha criou um escudo que a protegeu.

- Tsc, Tsc, Tsc... Que feio Srta. Granger! Atacando os outros pelas costas... Que covarde... Mas adequado para uma sangue ruim. – Zombou começando a caminhar em direção a mesa da Sonserina ao avistar seus amigos.

- Vocês comensais nojentos fazem muito pior. – Rosnou Ronald.

- Oh... Que bonitinho! O traidor de sangue defendendo a sangue ruim! – Fingiu uma voz melosa. – Você nem tem coragem de chamar ela pra sair Weasley... O que é sorte dela afinal o que alguém ia querer com um pobretão molenga como você que não pode nem mesmo pagar um restaurante descente? – Disse maldosamente.

- Cala a boca sua vadia! – O Potter rosnou. Nesse momento uma gargalhada maníaca de gelar os ossos ecoou por todo o salão. Lentamente todos se viraram paras as portas do salão que ninguém além de Isabella havia percebido terem sido abertas enquanto todos prestava atenção nela.

- Não deveria falar assim com a Lady das Trevas Potter... – Zombou maliciosamente Bellatrix Lestrange da porta do salão. Lá estavam Narcisa, Lucius, Rodolfo e Bellatrix, que saltitava todo o caminho para perto de Isabella sorrindo maniacamente, as vezes fazendo círculos e lançando olhadelas cruéis para os alunos. Os outros três caminhavam altivamente, sendo que os dois homens utilizavam suas máscaras prateadas. Os quatro se curvaram ligeiramente em frente a Isabella que apenas lançou-lhes um sorriso frio arqueando uma sobrancelha. Os quatro assentiram e lançaram olhadas de desprezo para o pessoal da ordem e da AD agora mantinham as varinhas apontadas em direção a eles enquanto o resto estava em pânico com a presença dos comensais.

Isabella sorriu enviando um chamado através de sua marca negra para todos os comensais.

Estejam prontos, em poucos minutos uma guerra irá estourar’ – Ela falou através da marca. Assim que a mensagem foi transmitida, Draco, Pansy, Agnes, Theodore, Blasie, Astória, Daphne, Fred, Jorge, Evanne e Clarisse levantaram-se sacando as varinhas e apontando para os membros da ordem que tinham também as varinhas desdenhadas.

Isabella caminhou de volta para o meio do salão sendo seguida pelos comensais, sorriu desdenhosa agitando a varinha em direção aos seus, transfigurando suas roupas normais para as vestes dos comensais. Seu sorriso ficou ainda maior quando viu os rostos chocados dos Weasley ao ver Fred e Jorge do lado das Trevas.

O resto do pessoal que não participava nem da ordem e nem dos comensais percebiam com desespero que a guerra estava prestes a estourar ali entre eles, muitos tentaram correr para fora do salão desde que Bellatrix e os outros haviam deixado as portas abertas, mas imediatamente pararam aos gritos quando subitamente Voldemort apareceu sorrindo malignamente para seus rostos assustados. Atrás dele estavam Greyback, Dolohov, Rabastan Mucilber, os irmãos Carrow, e por ultimo, Snape, MacGonagall, Tonks e Lupin, que haviam aproveitado a confusão para saírem discretamente pela porta lateral dos professores sem serem notados. Geyback, Dolohov, Rabastan, Mucilber e os Carrow não usavam máscaras, pois eram conhecidos comensais, já os outro quatro mantinham suas máscaras firmemente postas com magia, a pedido de Voldemort, desde que poderia ser útil como plano B, que a lealdade deles não seja de conhecimento público.

As pessoas tornaram a correr agora para o lado oposto em que Voldemort estava apenas para dar de cara com Bellatrix, Lúcio, Rodolfo, Crabbe e Goyle que sorriam malignamente, enquanto Isabella e os outros mantinham sua atenção na ordem.

- Boo! – Bellatrix Gritou assustando a multidão. Um riso maligno escapou dos seus lábios quando alguns mais fracos desmaiaram com a pressão do medo.

- Tom... – Dumbledore começou a falar, mas foi interrompido.

- Lord Voldemort. – Corrigiu Isabella acompanhada pelo próprio. Voldemort começou a caminhar para a multidão que abria espaço não querendo-o perto de si, ele parou ao lado de Isabella puxando-a para si e acariciando quase que distraidamente seus cabelos, da mesma forma que fez ao encontrarem Apollyon um ano atrás, no entanto seus olhos permaneceram fixos em Dumbledore e após um segundo no Potter, que mantinha a mão apertada contra a cicatriz na testa.

- Isso não tem que ser assim Tom. – Continuou ignorando a correção.

- E o que você acha que eu devo fazer velho? Me render? – Zombou sarcasticamente. – Não se finja de estúpido Dumbledore, eu não vou parar enquanto você e o Potter não estiverem mortos. – Disse friamente. Dumbledore balançou a cabeça fingindo decepção.

- Eu tinha esperanças de que você enxergasse a razão Tom...

- Lord Voldemort. – Desta vez apenas Isabella corrigiu enquanto Voldemort ignorou. Dumbledore voltou sua atenção para ela novamente fingiu decepção.

- Você também Srta Darklyn... Pensei que escolheria o lado certo... – Ela sorriu sarcasticamente e respondeu.

- E eu escolhi. O lado vencedor...

-Isso é o que vamos ver! – Potter falou pela primeira vez olhando-os desafiadoramente. Ao seu redor estava o pessoal da ordem e da AD, olhando também desafiadoramente. Ambos Isabella e Voldemort deram-lhe um sorriso sádico e pelas portas do salão entraram ao menos uns cinqüenta comensais entre eles Dolohov, Macnair, Travers, Mucilber, dentre vários outros. Eles separaram-se em frente à porta do salão a maioria sorrindo maldosamente para a multidão de alunos cada vez mais assustada.

- O que você estava dizendo mesmo Potter? – Perguntou Isabella cinicamente enquanto ele olhava nervosamente para os vários comensais.

De repente sons de batalha foram escutados por todos no salão, apenas Isabella, Voldemort e Dumbledore não ficaram surpresos. Dumbledore também havia aproveitado a confusão para enviar uma mensagem para os aurores.

Isabella e Voldemort perceberam o brilho nos olhos de Dumbledore e do Potter, ao mesmo tempo em que esse brilho preenchia seus próprios olhos e antes que alguém pudesse fazer algo Bellatrix atacou, dando inicio a guerra.

A maldição Cruciatus bateu no peito de Neville Longbotton levando ao chão aos gritos. Isso desencadeou uma reação geral fazendo todos moverem-se ao mesmo tempo.

Minerva McGonaggall duelava contra Molly Weasley perto da mesa dos professores, alguns metros delas Narcisa Malfoy duelava contra Fleur Weasley, Draco Malfoy provocava Ronald Weasley enquanto ambos duelavam, Evanne Rosier lançava várias maldições seguidas em Susan Bones, perto das duas Clarisse Rosier fazia o mesmo com Cho Chang arrancando gritos dolorosos da garota, Fred parecia entediado enquanto duelava contra Dédalo Diggle, o mesmo acontecia com Jorge enquanto duelava contra Amos Diggory, embora ele parecia estar divertindo-se um pouco observando os outros duelos ao mesmo tempo que duelava. Perto da mesa da Sonserina Macnair atacava um auror chamado Gary Thomas com seu fiel machado, Agnes Avery mantinha-se torturando Lavender Brown com uma maldição da ilusão. Fenrir Greyback atacava Gui Weasley que tentava se defender magicamente. Ninfadora Tonks duelava furiosamente contra Sally Smith uma auror que sempre vivia dando em cima de Remus quando o via, Severo Snape mantinha-se em um combate mágico contra Kingsley Shackebolt, Lucio Malfoy fazia o mesmo com Alastor Moody do outro lado do salão perto da mesa da Grifinória, Theodore Nott havia deixado a varinha no Coldre e partiu para cima de Percy Weasley no mano a mano, Blásio Zabine lançava uma maldição torturante em Ernest MacMillan.

Alguns professores tentavam, discretamente tirar as crianças do salão pela saída dos professores, Isabella e Voldemort perceberam isso, mas não se importaram afinal as crianças não eram seus alvos.

- Qual é Weasley? Isso é o máximo que pode fazer? Que tédio! – Draco Malfoy provocava desviando-se facilmente dos ataques de Ronald Weasley. – Cansei de brincar. – informou para logo em seguida lançar a maldição Cruciatus que acertou certeiramente em Ronald.

- Só isso sangue ruim? Onde está a sabe tudo Granger a bruxa mais brilhante da sua idade agora se nem consegue me acertar... – Zombou Pansy Parkinson esquivando-se dos vários feitiços lançados em sua direção. Por um momento Granger se distraiu ao perceber Ronald Weasley sendo torturado por Draco Malfoy e Pansy sorriu maldosamente lançando a mesma maldição na Granger e se aproximando da garota contorcendo-se no chão. Ainda mantendo a maldição sacou uma pequena adaga de dentro do sapato e começou a esculpir o nome “Sangue-ruim” no antebraço de Hermione.

Alguns metros de onde isso acontecia, Remus Lupin partia para cima de Tracey Davis, um auror que havia tentado acertar Tonks com uma azaração muito perigosa. Harry Potter duelava contra Antonio Dolohov tentando chegar ao local onde Voldemort e Isabella estavam. Dumbledore fazia o mesmo enquanto duelava contra Amico e Alecto Carrow. Rodolfo e Rabastan atacavam em perfeita sincronia Lino Jordan e Justino Finch-Fletchler, ambos brincando, deixando-os pensar que estavam ganhando apenas para depois lançar a maldição Cruciatus em seguida a maldição da Morte.

Mucilber mantinha Dino Thomas sobre a Maldição Imperius o obrigando a atacar seus aliados, não muito longe deles Arthur Weasley duelava contra Yaslex, ao lado de onde Travers atacava Carlinhos Weasley. Astória Greengrass duelava contra uma auror chamada Lisa Turpin, enquanto Daphne metia uma seqüência de socos contra Hannah Abbott à uns dois metros delas. Crabbe pai duelava contra Milicent Bulstrode, enquanto o filho duelava contra Padma Pátil, e sua irmã, Parvati Pátil era torturada por Augustus Rockwood sobre a mesa da Corvinal Avery mantinha Seamus Finnigan sobre uma maldição que fazia as vitimas viverem os maiores medos. O comensal Gibbon duelava contra um auror chamado Michael Corner perto das portas do salão, Nott pai duelava contra Anthony Goldstein um aluno do sétimo ano da Grifinória, Héstia Jones duelava contra Goyle pai, enquanto Goyle filho duelava contra um Lufa-Lufa chamado Trevor Boot.

Fora do salão, por quase todo o terreno de Hogwarts era visto centenas de pessoas duelando, várias criaturas no meio da briga, um verdadeiro banho de sangue, a qual a escuridão parecia estar ganhando. Já no Hall de entrada da escola Isabella barrou a saída de Alice, Jasper, Emmett e Rosalie Cullen, sorrindo maldosamente. Voldemort mantinha-se perto dela, observando com um sorriso frio seus seguidores lentamente derrotando seus oponentes.

- Ora, ora, o que temos aqui... Estavam indo para algum lugar? – Perguntou Isabella cinicamente para os vampiros.

- Você! – Rosnou Alice Cullen.

- Eu! – Zombou Isabella. – Parece tão irritada Cullen... Não é por causa de Edward não é? Ele está morto, oops, desculpe, que engano o meu... – Fingiu estar arrependida. – Ele não está morto... Nenhum dos três está... – Por um momento os olhos de Alice brilharam esperançosos, ao mesmo tempo que os outros três vampiros pareceram irritados com a noticia. Voldemort analisava os três minuciosamente, lembrando-se de quando os conheceu em Hogsmeade, os mesmos que não se uniram ao resto do clã para enfrentá-lo, apenas ficaram de fora da luta. Tentava entender o que os levaria a não apoiar aqueles com quem conviveram durante décadas. – Eles estão sendo torturado... Eternamente torturados... Corpo... E Alma... Sabe onde ele está? – Perguntou maldosamente. –No que alguns conhecem como o inferno. Queimando lentamente nas mãos da escuridão – Completou Isabella venenosamente, fazendo Alice rosnar novamente e saltar em sua direção, mas antes que ela fizesse metade do salto foi atingida por uma dor excruciante, vinda do Crucio que Voldemort havia lançado. Ela caiu no chão contorcendo-se e gritando enquanto os outros três apenas observavam sem dizer uma palavra, ou mesmo respirar, afinal o aroma predominante era o sangue.

- E vocês três? Estão tão quietos... – Isabella comentou olhando-os com um sorriso perverso. — Vocês sabem não é? – E gargalhou quando os três subitamente a olharam atentos. – Oh eu sei! Sempre soube. Quem não perceberia? – Perguntou retóricamente.

- Se sempre soube, porque namorou com ele? Porque não nos disse? – Rosalie foi quem falou. Isabella olhou para ela cerrando os olhos, em seguida sorriu, vendo os pensamentos venenosos da loira que surpreendentemente não eram direcionados a ela, mas para Esme, Carlisle, Edward e Alice, na verdade a loira parecia simpatizar melhor com ela agora do que quando se conheceram em Forks, Jasper e Emmett pensavam da mesma forma.

- Ele não significou nada para mim, apenas uma distração, eu não estava nem aí para as vadias com quem ele transava, enquanto ele não quisesse que eu fizesse isso com ele... – Fez cara de nojo enquanto Voldemort rosnava ao escutar isso passando um braço possessivamente ao seu redor enquanto aumentava a potencia do Crucio em Alice. – Bem... Primeiro você não acreditaria em mim, provavelmente me chamaria de puta mentirosa, segundo eu nunca fui próxima de Jasper e Emmett... Ele faria perguntas. – Deu de ombros, indiferente. Isabella se aproximou da vampira contorcendo-se no chão e sorriu maliciosamente enquanto passava as unhas prateadas pela pele dela que rasgava a pele como se fosse pele humana. – É feita magicamente. – Ela sorriu respondendo a pergunta silenciosa dos três. Coisas mágicas, feitas especialmente com magia negra, podiam machucar um vampiro como se fosse um humano. – Porque você ainda ficou com ela Jasper? Depois de tudo isso, você ainda não a abandonou... Isso tudo não pode ser por amor... Talvez medo? Você tem medo Jasper? – Perguntou Isabella mais friamente que nunca. Jasper Evitava encará-la. – Do que você tem medo? De voltar a ser o Deus da Guerra? Porque você aceitou se tornar fantoche novamente nas mãos de uma mulher tão ardilosa quanto Maria? – Agora ela sorria, mas não havia nada bonito nesse sorriso. – Vocês três, deixaram-se virar fantoches nas mãos deles, aceitaram negar sua natureza, aceitaram viver uma vida patética quando tem a eternidade de oportunidades pra viver... – Ela balançou a cabeça negativamente. – É sua ultima chance de se vingar Jasper... Porque eu vou mandá-la para o inferno, para fazer companhia para os traidores. – Isabella ofereceu referindo-se ao fato de que Carlisle e Esme encobriam o caso de Alice e Edward por eles serem seus filhos favoritos.

- Não vou chegar perto dela. – Jasper falou pela primeira vez. Voldemort suspendeu a maldição sorrindo para o modo maldoso como sua noiva agia.

- Vai defendê-la? – Perguntou zombeteiramente Isabella.

- Não. – Respondeu. – Faça o que quiser eu não me importo. – Nesse momento Alice olhou para ele parecendo desesperada, mas percebeu rapidamente que nada do que dissesse mudaria sua opinião sobre ela, as expressões de ódio que Rosalie e Emmett mostravam a ela dizia que deles ela também não conseguiria nada. Então virou-se estupidamente para Isabella com uma expressão suplicante.

-Bella... Por favor... Somos melhores amigas... Por favor somos quase irmãs...- Isabella olhou para ela sorrindo falsamente e falou.

- Somos? Não pareceu quando você dormiu com meu namorado... Ou quando você me abandonou... Ou quando você me atacou momentos atrás... – Ironizou.

- Por favor... Por favor me perdoe... Bella por favor... – Suplicou. Isabella sorriu falsamente dócil e carinhosa passando os dedos entre os cabelos de Alice.

- Oh eu te perdôo... – Ela falou em uma voz tão falsa quanto seu sorriso, mas isso fez os Jasper, Rosalie e Emmett a olharem perplexos e confusos, Voldemort sorria prevendo o desenrolar da cena enquanto Alice parecia esperançosa e aliviada. Lentamente Isabela desceu a mão para o rosto de Alice acariciando uma vez antes de passar as unhas modificadas por toda a extensão do rosto da vampira que gritou com a dor a olhando com medo.

- Você disse que me perdoava... – Sussurrou. Isabella sorriu friamente e respondeu, conjurando as sombras ao seu redor.

- Isso não muda nada minha querida... – E com esse sussurro venenoso as sombras envolveram-se ao redor da vampira e seus gritos ecoaram mais uma vez. Alguns minutos se passaram então a escuridão se dispersou revelando o lugar vazio onde antes Alice estava. Isabella sorriu bem consciente de que nesse momento ela deve estar revendo Carlisle, Esme e seu amado Edward.

- Você vai implorar pela morte... – Ela sussurrou as mesmas palavras que disse a Edward tempos atrás. O que ela não sabia era que nesse momento era exatamente o que ele fazia, ao ser brinquedinho nas mãos da mãe da tortura...

- Finalmente... – Uma voz falou friamente atrás deles, fazendo Voldemort e Isabella se virarem dando de cara com um Dumbledore coberto da cabeça aos pés de sangue, ao seu lado o Potter no mesmo estado exceto para alguns fluidos que pareciam grossos de mais para serem sangue.

- Finalmente. – Voldemort e Isabella concordaram ao mesmo tempo desdenhando as varinhas em direção aos dois, que faziam o mesmo. Sem mais nenhuma palavra os quatro se posicionaram, varinhas em mão, postura de batalha, e o mesmo brilho de ódio e antecipação nos rostos.

Oh, sim! Finalmente...

To Be Continued

Notas finais
Então o que acharam? O capitulo ficou enorme, ainda maior que o original, embora eu não consegui me lembrar de todas as ironias que a Isa fez eu coloquei algumas e criei outras quando digitei esse... Espero que tenham gostado.
Como esse é o penúltimo cap para o fim da 1° temporada, quero muitos REVIEWS E RECOMENDAÇÕES. Só posto depois de RECEBER PELO MENOS DUAS RECOMENDAÇÔES (#Soumá #Fato)
Beijinhos e até mais ver!