The Dark Lady
2 Capítulo 1
Notas iniciais
quero relembrar que estou mudando um pouco esses dois primeiros capitulos, porque como eu disse no cap anterior, eu tinha pegado eles de uma amiga e sinseramente pensava que ela os tinha escrito, affz ela nem pra me avisar né não? Em fim, eu mudei algumas coisas ai e espero que gostem, me perdoem pelo erro ok? Sinto muito se não mudei muitas coisas mas eu sou péssima em reescrever capitulos, e eu tinha esses dois primeiros cap como base do resto da história. Em fim eu juro que eu mesma escrevi e as ideias para o futuro da fic são minhas. Só esclarecendo para ninguém vir me chamar de 'nomes' depois.
AVISO: Esse capitulo tem cenas de Tortura e violência física e mental.
Boa leitura.
Isabella POV:
Levantei-me do chão enlameado da floresta sentindo a escuridão fluir por mim e se impregnado na noite curvando-se diante de sua nova senhora. Minhas mãos não tinham nenhum vestígio de sangue ou machucado como se eu nunca tivesse socado repetidamente uma árvore.
Sentia-me finalmente completa e qualquer rastro de luz ou fraqueza dentro de mim foi preenchido com a escuridão primitiva. Uma serpente tomou forma das sombras e rastejou por minhas pernas subido pelo meu corpo e se enroscando em meu pescoço brincando com meu cabelo como um animal de estimação. Sorri maliciosamente e comecei a caminhar em direção a casa de Charlie. Eu sentia a escuridão pressionando contra mim faminta e eu sabia exatamente o que elas queriam. Eu não me importava com Charlie, ele era só mais um trouxa inútil e no momento uma boa refeição para meus novos animais de estimação.
Infelizmente Charlie ainda não havia chegado do trabalho e a casa continuava vazia. Subi para o meu quarto e tirei meu baú de debaixo da cama pegando minha varinha. Senti a propagação do calor familiar da magia fluindo entre mim e minha fiel companheira, e sorri mais ainda. Com um movimento rápido as roupas trouxas desapareceram do meu corpo agora com nenhum sinal de lama ou qualquer outra sujeira da floresta, peguei um vestido completamente de veludo negro assim como uma capa também toda negra e vesti. Calcei uma simples sapatilha preta e fiz uma maquiagem escura que realçava meus olhos azul-perolado e meus longos cabelos negros que caiam por minha cintura com delicados cachos nas pontas. Saí pela floresta novamente até que cheguei aonde queria. A casa dos Newton. Mike era o alimento perfeito para minhas sombras. Esse babaca sempre me perseguindo como um cachorrinho irritante, eu adoraria ouvir seus gritos de dor.
Não demorou muito e ele saiu de casa para passear com o cachorro, quando eles passaram perto de mim, que estava escondida atrás das sombras, o cachorro começou a latir furiosamente em minha direção claramente prevendo o perigo. Obviamente o cão é mais esperto que o dono porque Mike se aproximou de onde eu estava e virou-se me dando as costas para ralhar com o cachorro.
- Chega Spike não tem nada aqui, não precisa ter medo do escuro, não seja covarde garoto. – Soltei uma risada fria e pude sentir um calafrio passar por sua espinha.
- Errado Mikie querido. – Assobiei macabramente. Ele ficou tenso claramente se preparando para correr ao som da minha voz gélida, mas eu fui mais rápida e em segundos as sombras o envolveram puxando-o para dentro da floresta junto comigo, caminhei por alguns minutos até que chegamos a uma clareira numa parte escura da floresta e eu soltei-o no chão.
- Mas que merda é essa? – Ele berrou. – Que tipo de brincadeira vocês estão fazendo?
-Oh, mas isso não é brincadeira querido. Esse é o fim da sua vidinha patética. – Eu disse dispersando as sombras que me cobriam.
- Bella? – Perguntou assustado. Então ele começou a rir. Eu entortei minha cabeça para um lado, e fiz as sombras abrir um corte profundo em sua carne. Seu riso se transformou em um grito, e um sorriso malicioso espalhou meus lábios.
- Não acho que seja um momento para você rir Mikie ‘querido’ – Disse sombria debochando ao dizer seu nome.
- O que diabos está acontecendo? O que são essas coisas? — Ele perguntou com medo.
- São as sombras, e eu sou a razão para você ter medo do escuro. – Eu sorri.
- O que há de errado com você Bella? – Ele perguntou.
- É Isabella trouxa imundo. — Cuspi .
- T-t-trouxa? – Gaguejou claramente assustado com meu tom.
- Argh trouxa são pessoas inúteis como você que não possuem magia. – A serpente estava de volta brincando com meus cabelos enquanto um leopardo feito também das sombras se materializava ao meu lado. Passei a acariciar sua cabeça olhando maniacamente para minha vítima.
- Você é louca. – Ele gritou.
- Oh, sim! Eu sou muito louca. E se é gritar que você quer, eu posso lhe dar uma razão real pra isso. – Eu ronronei. Reconhecendo minha permissão as sombras tomaram formas de outros as sombras tomaram formas de outros animais como lobos e panteras que pularam em cima de Mike mordendo-o e rasgando-o enquanto se alimentavam de seu sangue. Fechei os olhos me deleitando com seus gritos agoniados como se ouvisse uma musica muito boa. Depois de um tempo seus gritos foram diminuindo até que só restou o silêncio.
As sombras ainda estavam com fome e agitavam-se ao meu redor, esperando que eu as alimentasse novamente. Sorri maliciosamente e sussurrei debochada.
– Vamos ao nosso policial favorito então! – debochei iniciando novamente o caminho para a residência dos Swan. Resmunguei sob a minha respiração, com raiva ao perceber que o maldito trouxa ainda não havia chegado em casa. Subi para meu quarto e sentei-me a janela sussurrando para as sombras terem paciência, pois logo, o alimento chegaria a nós. Decidi escrever uma carta para meu padrinho avisando da minha volta para a mansão e aproveitar para pedir que ele conseguisse um encontro com o Lord das Trevas para que eu possa finalmente me tornar uma Comensal como meus pais foram.
“Tio Lúcio,
Estou escrevendo simplesmente para informar que em e breve estarei de volta na mansão. Os vampiros do qual falei anteriormente foram embora, pensando que eu era uma trouxa fraca e inútil. O Sr acredita que o maldito que eu estava namorando disse que eu não era boa o suficiente para ele? Eu fiquei com tanto ódio que acho que se ele não tivesse ido embora eu teria lançado um Crucio ou uma Avada com bloqueio e ainda sem varinha. Mas pelo menos isso teve um lado bom. Eu finalmente consegui me livrar dos bloqueios que o velho colocou em mim, toda a raiva que eu senti forçou minha magia a se manifestar e com isso eu abracei a escuridão dentro de mim.
Em fim acho que já esta na hora de tomar o meu lugar na guerra e com certeza não é do lado da luz. Quero me vingar do velhote e dos Cullens que agora estão ajudando a ordem, da pra acreditar? Então eu gostaria de agendar uma reunião com o Lord das Trevas para que, se ele aceitar, eu ficaria honrada em me tornar uma Comensal da Morte
Até breve,
Isabella Draklyn”
Selei a carta com magia e coloquei na pata da minha coruja que estava na arvore ao lado da minha janela. Dei-lhe as instruções para que ela entregasse a carta na Mansão Malfoy epeguei um livro de Artes das Trevas que eu ainda não tinha tido a oportunidade de ler, novamente por causa do sanguessuga que não me deixava sozinha, para me distrair enquanto espero a resposta para a carta e a chegada de Charlie para que possa alimentar minhas novas companheiras. Depois de algum tempo peguei meu diário, o qual só podia ser aberto com meu sangue, já que ali continha muitas anotações sobre maldições, alguns comentários sobre as que já usei e até mesmo algumas que criei nesse tempo tedioso que passei no cu do mundo, sem poder usar magia. A maioria ainda não foi testada, mas eu pretendo fazer isso assim que chegar à mansão, e ter minha varinha de volta. Eu também usei o diário para escrever sobre os Cullens dizendo tudo que eu sei e tudo que eu penso sobre eles. Peguei uma pena e um tinteiro e comecei a escrever.
“16-06-2012
Hoje foi um dia muito bom apesar do Cullen imbecil me largar no meio de uma floresta tentando me humilhar. Não tive que me esforçar para me livrar do Cullen porque o idiota fez isso por mim. Todos eles faltaram a escola maldita hoje e quando eu cheguei em casa o Sr Virgem centenário me chamou para uma caminhada na floresta. Então ele começou a falar sobre como as pessoas estavam desconfiando de que eles não envelheciam e Blá, Blá, Blá. Mas aquele sanguessuga de meia tigela conseguiu realmente me irritar quando começou a dizer coisas como ‘Você não faz parte desse mundo, é só uma humana fraca e inútil...’ Eu vou mostrar a fraca e inútil para ele quando eu arrancar o pau dele com um sectumsempra. Quem ele acha que é? Ninguém fala assim comigo e fica numa boa. A sorte que ele teve é que os bloqueios do velho me impediam de fazer algo. Mas na hora em que ele pronunciou as palavras ‘ Você não é boa o suficiente para mim...’ Eu vi tudo vermelho, ou melhor eu vi tudo roxo, preto... A barreira que o velhote colocou nos meus poderes e todos os feitiços de limitação caíram de uma vez só e eu acho que se o infeliz não tivesse fugido eu teria conseguido lançar um Avada sem varinha. Ainda bem que ele fugiu então, porque um avada é o que ele vai implorar pra ter quando eu colocar as minhas mãos no seu rabo de granito. Além de ser um filho da puta sem sal e um controlador de merda ele me traia com a puta da irmã dele, aquela pixel vadia, e agora vem querer ser superior? Um sanguessuga! Um maldito sangue ruim! Há, eu sou uma bruxa e posso garantir que tudo em mim pulsa pela escuridão, e sendo uma Darklyn nunca me deixarei inferiorizar por uma meia raça traidora.
Eu criei mais três maldições desde a ultima vez que escrevi aqui. Uma eu criei pensando em lançar na baixinha que conseguiu fazer a festa de aniversário mais brega que eu já vi, a maioria das coisas eram vermelho e ironicamente dourado as cores da Grifinória, argh, e nessa merda toda eu acabei estragando meu vestido verde maravilhoso, que aliás ficou horrível com um all star. A maldição é assim:
Desipiens: Causa dor excruciante, alucinações com seus maiores medos e leva á loucura em menos de 24 horas. Pode ser retardada com uma poção antídoto, mas eventualmente terá o efeito desejado
A outra é para o Virgem (que de virgem não tem porra nenhuma) centenário, eu fiz quando o maldito me jogou do outro lado da sala no dia do aniversário, eu cortei profundamente meu braço e isso acabou com o meu vestido! Argh!
Hamurabi Sentence: Vingança olho por olho. O efeito é que tudo que o alvo já fez ou fará volta para ele como vingança. Ex; se ele tiver esfaqueado alguém, ele também será esfaqueado (Não importa o quão dura seja sua pele), Se ele tiver desmembrado ou matado alguém o mesmo acontecerá com ele, e assim por diante.
E por ultimo eu criei essa alguns minutos atrás depois que cheguei da floresta onde o imbecil cometeu o maior erro da sua vida medíocre, provocar a ira de uma bruxa das trevas.
Menti Mortis: Dor de cabeça em altos níveis, leva aos poucos a loucura, só pode ser revertido com uma poção e tem que ser feito em menos de vinte quatro horas ou o alvo vira vegetal.
Ahhh eu iria adorar usar essas maldições, mas eu ainda preciso testá-las, de preferência o mais rápido possível porque eu estou louca para dar aos Cullens um gostinho do que eu posso fazer
Em fim, uma coisa ótima aconteceu depois que o sanguessuga foi embora. Eu senti a escuridão tomando conta de mim e a aceitei de boa vontade dentro de mim, além de me proporcionar sensações incríveis, a escuridão me deu poder. As sombras me obedeciam, eram minhas companheiras, meus animais de estimação. Eu amo senti-las ao meu redor é delicioso.
Antes que eu assumisse o meu poder eu tive um sonho, onde a escuridão me tomava como sua, em uma parte desse sonho ela tomava a forma de um homem, que eu não podia ver claramente, as sombras não me deixavam, eu via apenas sua silhueta e os olhos. Seus olhos vermelhos como sangue fresco que me olhavam tão intensa e maliciosamente, eu simplesmente não podia esquecê-los. Eles ficavam passando novamente por meus pensamentos uma e outra vez. Será que isso tem haver com... No inicio do sonho a escuridão disse-me uma coisa que agora martela em minha cabeça.
‘Nós iremos lhe mostrar seu verdadeiro companheiro... Basta dizer...’ – Será que o homem do sonho era a escuridão me mostrando meu companheiro? E porque eu só podia ver os olhos?
Argh isso é frustrante. Eu quero saber mais e...
Espera Charlie está chegando em casa. Hmmm, está na hora de alimentar as sombras...
Fim do relato.”
As sombras ainda sussurravam para mim pedindo alimento. Eu abri um sorriso cruel e disse.
- Vamos ao nosso policial favorito então! – Debochei começando a descer as escadas. Charlie estava sentado na sala assistindo TV, ainda com o uniforme da delegacia, assim que me viu ele saltou para seus pés sacando uma varinha e apontando para mim.
— Ora, ora, ora... Parece que o trouxa não é tão trouxa assim... – Eu comentei acariciando a cabeça das sombras em forma de leopardo ao meu lado.
- Bella. O que aconteceu? – Ele perguntou.
- É Isabella. Eu quebrei os bloqueios que o velhote colocou em meus poderes e abracei minha escuridão. – As sombras brincavam ao meu redor e observava cada movimento que Charlie fazia. – Agora, agora Charlie, eu quero que você me responda algumas perguntas, não é? – Perguntei com uma voz infantil ridícula. – Diga-me qual o propósito do velho ao me mandar pra cá? Porque tenho certeza que ele tem um vendo que até me colocou um guarda-costas. – Zombei.
Ele se manteve calado. Fiz um movimento com a mão, como se eu estivesse o estapeandoe ele estremeceu como as sombras acertaram-no.
— Vamos Charlie querido, diga pra mim o que o velho mandou você fazer? Qual a sua missão? Heim? Ele e mandou pra cá para tentar me impedir de assumir a minha escuridão não é? Vamos! DIGA-ME! – Fiz outro movimento com a mão, mais forte que o anterior e um corte se abriu em seu rosto.
- Eu não vou te dizer. – Ele começou a agitar a varinha, eu acenei com a mão em sua direção e as sombras o prenderam na parede enquanto sua varinha vinha para a minha mão
- Sim, você vai. Todo mundo tem um ponto de ruptura. Eu vou encontrar o seu. – Eu disse calmamente.
Ouvi uma gargalhada louca atrás de mim, mas não me virei, sabia quem eram, pois senti sua presença assim que se aproximaram da casa
- A que devo a honra de ter a visita do Próprio Lord das Trevas e seu circulo intimo? – Comentei sorrindo para o brilho de medo nos olhos de Charlie, as sombras tomaram a forma de uma cobra ao redor do meu pescoço brincando distraidamente com meus cabelos.
- Sentimos seu poder se libertar e viemos descobrir quem é a dona de tal poder magnífico, acho que a encontramos. Lucius recebeu sua carta e após sentirmos sua chamada, ele reconheceu o lugar como sendo a cidade onde Dumbledore a mandou e eu resolvi vir buscá-la pessoalmente. – Uma voz fria e aveludada disse com um toque de ironia, fazendo um arrepio passar por minha coluna.
- Humm... Interessante... Se você sentiu meu chamado então... O velho também sentiu... – Vi um pouco de esperança brilhar nos olhos de Charlie e disse. – Oh, não tenha esperanças meu caro, isso é em vão, sendo que eu quero você morto. – Eu sorri maleficamente.
- Charlie Swan... Pensava que você estava morto... Não que isso faça diferença agora... – Ouvi o Lord das Trevas dizer. Charlie o olhou com desprezo, mas tudo que recebeu uma risada sarcástica.
- Então Charlie querido vai me contar ou eu terei que... Persuadi-lo? – Disse a ultima palavra lentamente, saboreando o significado dela.
- Bells, por favor?! Você não precisa fazer isso. Dumbledore só quer ajudá-la. Por favor. Ele tem esperanças de que você escolha o lado certo... – Charlie tentou.
- Cale a boca seu traidor de sangue imundo. – Uma voz arrogante e fria soou atrás de mim.
- Tio Lúcio. – Cumprimente acenando com a cabeça sem olhá-lo. – Eu acho que o plano do velho não deu tão certo assim não é Charlie? – Aproximei-me dele e vagarosamente passei a ponta de sua varinha em seu rosto fazendo questão de passar por cima dos cortes que as sombras o deram. Ele se encolheu minimamente com a dor, mas ele ainda estava preso e não podia movimentar-se livremente. – Tentar tirar meus poderes, querendo me fazer virar uma amante de trouxas inúteis... Tsc, Tsc, Tsc... Acho que não foi o caminho certo... Eu pertenço às sombras assim como elas me pertencem, agora... Que tal você me dizer o que eu quero saber? – Sibilei.
- Nunca! – O Bastardo rosnou. Suspirei drasticamente e disse.
- Você está sendo teimoso Charlie, quem sabe meus bichinhos de estimação consigam convencê-lo a falar...? – Sorri e movimentei a mão fazendo as sombras atacá-lo. Vários cortes se abriram por todo o seu corpo e as sombras se alimentavam disso. Intensifiquei o ataque queimando sua pele com fogo negro causando-o a gritar mais alto. Dispersei as sombras e olhei pra ele.
- Então... Agora você vai me dizer? Porque o velho se preocupa tanto com a minha lealdade? Porque ele quer que eu fique do lado da luz a qualquer custo? Eu sou poderosa, isso é óbvio, mas o lado das trevas tem muitos seguidores poderosos, assim como o lado da luz. Qual o meu papel nessa guerra? – Perguntei como se falasse de algo monótono.
- Eu não... – As sombras o atacaram novamente, mas dessa vez eu deixei só por alguns segundos e as afastei.
- Me diga! Eu posso passar a noite toda nisso, eu vou matar você é claro, mas é você quem decido como eu vou fazer isso. Pode ser rápido, se você me der o que eu quero... Ou pode demorar bastante... E tenho certeza que você não gostará disso. Diga-me, e eu mato você rapidamente... – Sussurrei em seu ouvido.
- Não... – Uma sombra em forma de cobra se enroscou em seu pescoço e começou a asfixiá-lo, e ao mesmo tempo cortando sua pele. Depois de um tempo ela folgou seu aperto, mas ainda o apertava, ele arfava violentamente em busca de ar e eu só sorri perguntando.
- Vai falar agora? – Perguntei e ele negou minimamente com a cabeça, me afastei um pouco e eu ergui sua varinha para ele dizendo:
- Hmm... Quem sabe eu possa testar uma das minhas maldições? É uma oportunidade perfeita para isso, eu ainda não tive tempo de testá-las com aquele vampiro idiota no meu pé... – Divaguei sorrindo sadicamente. Então eu fiz um movimento coma varinha dizendo. – Menti Mortis. – No inicio ele apenas fez uma careta. Eu sorri me sentando na poltrona em frente a ele observando. Senti uma mão gélida no meu ombro e olhei pra cima pela primeira vez vendo o rosto do Lord das Trevas. Prendi minha respiração ao olhar aqueles olhos azuis celestes belíssimos, ele não tinha a aparência ofídica que o velho tinha dito. Ele era um homem, um muito bonito por sinal, com cabelos negros e bagunçados, um rosto bem desenhado e um sorriso sarcástico de matar.
- O que essa maldição supostamente faz? – Ele perguntou. Nesse momento um grito soou pela sala, e eu sorri presunçosamente, quando ele olhou para Charlie que havia gritado. As sombras o haviam soltado e ele gritava no chão agarrando a cabeça com força. Ele havia começado a sentir os primeiros sinais da maldição. Levantei-me e me abaixei perto dele dizendo.
- Isso. – Apontei para onde Charlie soltava outro grito. — Então Charlie... Essa é sua ultima chance, me diga o que eu quero e eu paro a maldição. – Ele somente gritou e eu dei de ombros. – Você é teimoso, mas eu cansei de brincar e eu tenho coisas mais interessantes para fazer então... – Levei meus dedos à sua têmpora invadindo sua mente triplicando a dor que ele já sentia. Encontrei tudo que eu queria e sorri comigo mesma quando percebi o porque do velho me querer ao lado da luz. Joguei a varinha de Charlie aos seus pés e disse.
- Você tem 24 horas antes da maldição transforme sua mente em um vegetal, use esse seu tempo para dizer ao velho que se depender de mim... Eu mesma o matarei.
Fim do Capitulo.
Notas finais
Espero que tenha ficado bom *.*
Fale com o autor